
Agosto a novembro
Campo, Cerradão, Cerrado.
Uma das espécies mais procuradas pelo comércio ilegal de aves vivas, graças a seu canto e docilidade quando criada em cativeiro. Por adaptar-se aos ambientes agropastoris, aumenta seus números em áreas agrícolas, apesar da enorme pressão do tráfico de animais. Somente na caatinga é que sua população reduziu-se devido à captura.

No Pantanal, é comum nas áreas de cerrado e borda de cerradões. Aparece nas proximidades das casas pantaneiras e entra na periferia das cidades menores. Alimenta-se de grãos, principalmente, com frutos e insetos complementando a dieta. Com isso, é atraído pelos comedores para aves, sendo uma das aves mais comuns ao redor do hotel em Porto Cercado. No final da tarde, reúnem-se para dormir no meio da folhagem de uma árvore isolada ou na palhada de uma bocaiúva. No Porto Cercado, dormem embaixo dos beirais do telhado, às vezes próximos a andorinhas. Chegam a congregar-se em bandos de várias dezenas.

É uma das primeiras aves diurnas a iniciar a cantoria matinal. Muitas vezes, ainda escuro inicia o seu canto característico e alto, formado por uma seqüência de assobios agudos entremeados de notas mais baixas. Uma ave responde à outra e esse canto toma de assalto a área onde estão. Ao longo do dia, seguem cantando e, mesmo nos horários mais quentes, é comum encontrá-los pousados em longas cantorias. Apesar de gregários, há intensa disputa entre as aves, com perseguições mútuas. No período de nidificação, o casal separa-se do grupo e constrói seu ninho no meio do emaranhado de folhas de plantas epífitas, no interior de ninhos de joão-de-barro abandonados ou entre as folhas da bocaiúva. Outras graúnas são duramente afastadas da região do ninho e os pais dividem os cuidados com os filhotes, logo levando-os para unir-se ao bando maior.
São muito parecidos à maria-preta, ocorrendo juntos nos gramados e campos. No corpo da graúna falta, porém, o brilho metálico da plumagem do macho da maria-preta. Não ocorrem nos brejos onde está o carretão, outra espécie parecida. A proporção entre o bico, cabeça e corpo ajuda na identificação entre essas três aves próximas. A graúna possui um bico relativamente mais forte e curto, cabeçuda e com o corpo mais atarracado do que as outras duas (foto). Macho e fêmea são idênticos.
Fonte: www.avespantanal.com.br

Graúna, ave reconhecida por seu canto, vive entre o Paraná
e o sul da Argentina.
Ave da família dos icterídeos, de plumagem negra e muito apreciada pelo maravilhoso canto. Pode ser encontrada do Panamá até o sul da Argentina. No Brasil há duas espécies de graúna.
São aves de cor preta e brilho azulado. Os machos possuem penas alongadas ao redor do pescoço, formando uma espécie de coleira. De bico longo e pés fortes, têm 35 cm de comprimento e asas de 18 cm. Alimentam-se de grãos e às vezes provocam estragos nos arrozais, na época da colheita.
Fonte: www.klickeducacao.com.br

O canto da graúna, emitido com o corpo em posição ereta e acompanhado de vibração das asas, é um dos mais fortes e melodiosos dentre os de todos os pássaros brasileiros. Causa especial impressão quando entoado em bando, como acontece com freqüência no interior do país.
Pássaro da família dos icterídeos, a mesma do chopim, do xexéu e do corrupião, a graúna (Gnorimopsar chopi) é toda preta, com um brilho sedoso na plumagem. Mede de 21,5 a 25,5cm de comprimento e ocorre em todo o Brasil, exceto a Amazônia. A graúna do Nordeste (G. chopi sulcirostris), também chamada de melro, é maior e mais reluzente que a forma típica encontrada no sul, leste e oeste do país (G. chopi chopi), que recebe várias outras designações regionais, como pássaro-preto, vira-bosta e vira-campo.
A graúna vive em pastos e plantações, freqüentando árvores isoladas. Alimenta-se principalmente de grãos e frutas. Nidifica em árvores ocas, quando não aproveita ninhos de outras aves, como o pica-pau, ou buracos em barrancos. Os ovos, até quatro por postura, são incubados em 14 dias só pela fêmea, mas o macho a ajuda a cuidar dos filhotes, cujo tempo de permanência no ninho é de 18 dias em média.
Fonte: www.minasnorte.com.br
O canto da graúna, emitido com o corpo em posição ereta e acompanhado de vibração das asas, é um dos mais fortes e melodiosos dentre os de todos os pássaros brasileiros. Causa especial impressão quando entoado em bando, como acontece com freqüência no interior do país.
Pássaro da família dos icterídeos, a mesma do chopim, do xexéu e do corrupião, a graúna (Gnorimopsar chopi) é toda preta, com um brilho sedoso na plumagem. Mede de 21,5 a 25,5cm de comprimento e ocorre em todo o Brasil, exceto a Amazônia. A graúna do Nordeste (G. chopi sulcirostris), também chamada de melro, é maior e mais reluzente que a forma típica encontrada no sul, leste e oeste do país (G. chopi chopi), que recebe várias outras designações regionais, como pássaro-preto, vira-bosta e vira-campo.
A graúna vive em pastos e plantações, freqüentando árvores isoladas. Alimenta-se principalmente de grãos e frutas. Nidifica em árvores ocas, quando não aproveita ninhos de outras aves, como o pica-pau, ou buracos em barrancos. Os ovos, até quatro por postura, são incubados em 14 dias só pela fêmea, mas o macho a ajuda a cuidar dos filhotes, cujo tempo de permanência no ninho é de 18 dias em média
Fonte: www.emdiv.com.br