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Parto Normal

Parto Normal

No mundo cá de fora, enquanto a barriga não aparece, fica difícil imaginar a intensidade e a velocidade com que todo este processo está se desenvolvendo em seu interior. Vinte e quatro horas depois de fertilizado, o óvulo começa a se dividir. Inicialmente, em duas células, depois em quatro, oito, 16, e assim por diante.

De uma bola de células surgirá, onze semanas depois, um embrião dotado de todos os órgãos, com sexo definido e que já experimenta seus sentidos. A esta altura, nosso herói já tem cerca de três centímetros e pesa 11 gramas. Sua vida, ainda tão curta, já passou por várias etapas importantes. Ele testou os atos reflexos, adquiriu uma linguagem corporal ainda que primitiva e, na nona semana, começou a tarefa de formar o esqueleto.

Após a décima-segunda semana, o feto desenvolveu os sentidos da audição, paladar, tato e visão. Assim, ele chupa seus dedinhos, prova o sabor do líquido amniótico, toca a parede do útero materno; puxa o cordão umbilical, percebe a penumbra à sua volta, ouve os batimentos do coração da mãe, os ruídos do seu intestino e a sua voz. Não se sabe ainda de que maneira, mas é certo que também capta as mudaQças do estado emocional de quem o está gerando.

Avisem a todos, estourem champanhe, distribuam sorrisos e muita alegria, Há bons motivos para comemorar. Afinal, não é a toda hora que acontece um fenômeno maravilhoso, como o início de uma nova existência. No meio da festa, é desnecessário questionar sobre o momento em que ela surge. Se é quando espermatozóide e óvulo se fundem, se é mais tarde quando o feto já pode viver de forma autônoma ou se apenas quando, na hora do parto, metade de seu corpo já está fora do útero da mãe. Concepções filosóficas ou religiosas à parte, aqui só nos cabe enaltecer a vida. E em qualquer instante em que ela comece, será sempre bem-vinda

Um mundo envolto. Em carinho, água, pouco barulho, paz, tranqüilidade. De vez em quando, o som de batidas de um coração que está por ali, bem perto, mas não incomoda. Não é preciso fazer qualquer tipo de esforço, pois o alimento vem gentilmente, saciando-o de todas as necessidades. E são muitas necessidades.

Afinal, trata-se de uma vida em formação. Cada célula, cada órgão do ser humano estará se desenvolvendo ali, desde o instante em que foi gerado.

Passa o tempo. Pouco a pouco, o conforto do feto vai sendo comprometido, pois ele vai crescendo e o espaço ficando pequeno. Por enquanto, porém, ainda há muito que curtir aquele lugar. Vivendo sua vidinha, chupando seus dedinhos para experimentar a sucção, dando seus pontapés para lembrar à mamãe que ele está por ali e tirando suas sonecas, pois, afinal, todo mundo precisa descansar um pouco.

E os movimentos vão ficando cada vez mais difíceis. Basta espichar um pouquinho as pernas, que lá está ele cutucando as costelas da mãe. Ela põe a mão sobre seu corpinho, e pede: "meu filhinho, não faça isso com a mamãe". Ah! Esta natureza bendita! Se, daqui a alguns séculos, tudo se transformar, será difícil para nossos descendentes imaginar como uma vida se formava dentro de outra vida. E conviviam juntas durante nove meses! De repente, um empurrão. Outro e mais outro. Uma verdadeira revolução o atinge e o tira daquela paz tão decantada. Céus! O que será que vai acontecer agora? Outras espremidas. Abre-se um canal em sua frente. E ele começa a escorregar, entre espremidas ainda. Num momento, o canal fica mais estreito, escuro, estranho. E lá vai ele para um mundo que ainda não sabe qual é. Será que tudo começa ou termina aqui? Nasceu! A luz pode até ferir seus olhinhos, a temperatura certamente é diferente. Além disso, será preciso fazer esforço, a partir de agora, para respirar e se alimentar. Mas há compensações, e muitas. É bom, é preciso sentir o afago da mamãe e do papai, olhar seu rosto, conhecê-la de perto. Principalmente se lhe dão oportunidade de ficar junto a ela desde os primeiros minutos do nascimento.

Oferecem-lhe um seio, ele suga e de lá sai o mais gostoso dos líquidos. Viva! Uma nova experiência. Tudo isto não é apenas especulação. A medicina e a psicologia já têm algumas certezas sobre o que acontece com o bebê no momento do nascimento. Que é uma incrível e extraordinária passagem, uma vivência importante, disso ninguém tem dúvida. Alguns estudiosos acreditam que o nascimento pode determinar até atitudes e posturas do adulto diante da vida.

Algumas afirmações são, de fato, inquestionáveis. O nascimento é um salto, a primeira experiência do bebê em busca da autonomia, e representa uma grande mutação. De uma forma abrupta - se o neném tiver que ser retirado através de uma cesariana ou de um parto mais agressivo - ou mais lenta, se as coisas forem mais naturais, agora vai ser preciso enfrentar um mundo bem diferente. Imenso, desconhecido, em que, no mínimo, os sons e as luzes não lhe chegam mais tão resguardados pelo corpo da mamãe, como até então.

É bem verdade que, hoje em dia, muito se tem feito para tentar suavizar o momento do nascimento. No entanto, por mais que se tente, a hora em que o novo ser entra no mundo é, sempre foi e sempre será uma experiência complexa. Mas, não dá para esquecer que é também um acontecimento natural, que faz parte de um todo muito harmônico preparado em milênios pela natureza para que mais uma pessoa chegue ao nosso planeta.

Até bem pouco tempo, não se pensava muito na criança, por ocasião do parto, a não ser sob o ponto de vista de sua vitalidade e de seu bem-estar físico.

Acreditava-se, por exemplo, que os recém-nascidos não sentiam nada, não ouviam, não viam e, portanto, também não sofriam. Podia-se virá-los de cabeça para baixo, pendurá-los pelos pés, pesá-los numa balança fria, dar-lhes palmadas e o choro que surgia era encarado como uma expressão de sua normalidade e saúde. Nenhuma dessas medidas era tomada por maldade. Tratava-se, simplesmente, de conceitos médicos solidamente estabelecidos e repassados por muitas gerações, que só começaram a cair há pouco tempo.

Principalmente quando um obstetra francês, Fréderick Leboyer, resolveu colocar no papel, de maneira incisiva, mas muito poética, o que muita gente já estava sentindo e experimentando a respeito do nascimento. Levando em conta suas próprias experiências vividas quando observava com atenção todo o comportamento da criança ao nascer, Leboyer lançou o livro Nascer Sorrindo, que representou uma verdadeira revolução na forma como os bebês devem ser recebidos ao mundo quando nasciam. "As coisas, na verdade, são muito simples" - ele afirma. Façamos como os amantes. Penumbra. Silêncio. Recolhimento. O tempo pára e assim a criança pode chegar. Antes do nascimento, não existia nem interior, nem exterior, nem frio, nem calor. Ao chegar, cai no mundo dos contrários. Mas se for recebido com suavidade, o bebê nasce como se saísse de um sono feliz. Mas, o que será da geração que nasceu sorrindo? Terá o nascimento tanta importância? A estas perguntas, responderemos com o imponderável: só o futuro poderá nos confirmar o que já estamos observando. O certo é que é um instante solene, digno, belo, mágico, emocionante. Em um momento, o pequenino ser deixa de ser feto, passa a ser um recém-nascido vivente, um filho, uma pessoa registrada na sociedade, com todos os direitos e deveres dos cidadãos. Que não nos digam que isto não é um marco! Entre um longo antes - a gestação - e um longo depois - a vida aqui fora - uma breve, mas uma maravilhosa e fundamental passagem. Esse caminho, cada bebê percorre à sua maneira.

Da mesma forma que cada parto é vivido particularmente, com todas as suas peculiaridades. Sempre, porém, representará um marco - o mais importante da vida - a ser relembrado, comentado e comemorado por todos com um toque muito especial de emoção, de magia.

Muito se tem falado nas vantagens do parto natural: do método Leboyer, da posição de cócoras à moda dos índios, entre outras novas técnicas da obstetrícia, com o objetivo de tornar o nascimento de um ser humano o menos traumático possível. Sabe-se, hoje em dia, que nascer, antes de tudo, é uma experiência de dor para a criança que se esforça, junto com a sua mãe, para chegar ao mundo novo que a espera. E sabe-se, ainda, que, de acordo com as circunstâncias em que ocorre o parto, esta pode ser uma experiência muito traumática para a criança. Mas a natureza nos prega algumas peças. Nem sempre aquela mãe que se preparou durante toda a gestação para o parto normal consegue chegar a ele por motivos que fogem ao seu controle e do seu médico. São inúmeros os problemas que podem surgir na hora do nascimento e aí entram em cena as conquistas da medicina que, se não podem proporcionar uma situação ideal, vão muitas vezes reparar que poderia ser um mal maior.

E o caso da cesariana, do nascimento por instrumento - o fórceps - e o parto induzido, recursos que o obstetra recorre quando existe risco de vida para a mãe ou para o bebê. Não é difícil entender porque o parto normal é a condição ideal para o nascimento de um bebê. Como o próprio nome já diz, é uma coisa natural, fisiológlca. Se a gravidez transcorre normalmente e quando a mulher começa a entrar em trabalho de parto seu útero 'se contrai como é esperado e a dilatação é boa, é claro que a chance de acontecer alguma coisa de errado tanto para a mãe como para o filho é mínima. Em muito pouco tempo, mãe e filho estarão juntos, usufruindo dos primeiros contatos.

Quando se fala em parto normal, que é aquele em que não se observa nenhuma anormalidade, aponta-se uma razão fundamental para que se busque durante toda a gestação essa forma de dar à luz: é a importância, já comprovada por uma série de estudos, do relacionamento entre mãe - e filho desde o primeiro momento.

No parto espontâneo, a mãe ajuda seu filho a nascer, os dois se esforçam juntos e ela o acalenta logo que ele consegue, após manobras muito complexas, sair de dentro dela. É gratificante para ambos e mais ainda para o bebê que, provavelmente, não vai guardar nenhuma imagem traumática ou sensações desagradáveis desse momento que poderá ficar marcado para toda a vidá no seu subconsciente, Por isso é indispensável durante toda a gravidez uma assistência médica correta, tendo como objetivo proteger a muÍher e a criança. E muito importante corrigir desde o começo qualquer anomalia que surja na gestante para evitar que a gravidez com problemas a conduza a um parto perigoso. Nesse contexto, o estado emocional dessa mãe também é levado em conta.Um parto considerado fácil, que não traz maiores riscos de vida para o bebê ou a mãe, pressupõe algumas condições: que não seja demasiadamente demorado com mais de oito horas, que não leve a criança a um grande grau de anoxia - ausência de oxigênio - e que ele não sejacomprimido pela estrutura fisiológica da mulher e nem traumatizado pela ação inábil do médico.

A cada vez que ocorre uma das situações descritas acima, o obstetra é obrigado a recorrer aos instrumentos ou à cirurgia para garantir que no final tudo dê certo com um mínimo de dano possível. Cesariana só quando necessário.

A cesariana a pedido é condenáve!, costuma afirmar a maioria dos médicos. Isso porque houve um momento em que a possibilidade de marcar a data do nascimento da criança, a perspectiva de não sentir dores ou a pura vaidade sexual - o medo do alargamento do canal vaginal - levou milhares de mulheres a optar pela cirurgia para ter o seu filho. Foi um modismo que chegou chegou a questionar a famosa ética médica. A cesária, neste caso, não passa de um subproduto de uma mulher que não está preparada para a matenidade, de uma pessoa imatura. não assumida. Hoje esta moda está superada. Em seu lugar, as mulheres buscam cada vez mais a volta ao estado mais primitivo no ato de dar à luz. A cirurgia retoma ao seu lugar, ou seja, um recurso usado em situações de emergência. Isso porque não é um ato natural, é uma intervenção cirúrgica que apresenta todos os riscos de qualquer operação. Mesmo com toda a técnica, com as condições de segurança máxima dos modernos métodos de anestesia, podem ocorrer situações inesperadas, principalmente para o bebê. Por isso, a cesariana só é indicada para casos em que haja riscos para a criança ou a mãe.

Se o bebê está mal colocado, transversalmente ou de nádegas; no caso de uma desproporção entre o diâmetro da sua cabeça e a bacia da mãe; quando os tecidos não se dilatam; ou em casos de hemorragias graves. E um problema sério preocupa até hoje os obstetras: o cálculo exato da data para uma cesária previamente marcada, uma vez que um erro pode ocasionar o nascimento de um prematuro, de uma criança que vai precisar de um tratamento especial para sobreviver.

Fórceps, um método pouco usado

Sem necessidade, a cesariana passa a ser uma agressão física. A criança é retirada quase que bruscamente do interior do útero onde viveu os nove meses de gestação sem o ritual da passagem pelo canal vaginal. E afinal , como já foi dito, trata-se de uma operação que requer destreza e prática do médico. E bem verdade que, quando tudo corre bem, é um alívio para todos, mas a cirurgia pode acarretar, ainda, o aparecimento de problemas respiratórios no bebê, além de aderência abdominal para a mulher. O uso do fórceps já está praticamente abolido da obstetrícia.

Mas esse instrumento foi largamente usado durante muitos anos, quando representava a única saída para terminar um parto já adiantado e interrompido subitamente, com riscos de sofrimento e vida. Esse instrumento é basicamente constituído por duas colheres, feitas para se ajustarem à cabeça do bebê. Pelos perigos que podem causar, o aparelho foi simplificado pela linguagem popular que o chama, em vez de colher, de ferro. Mas o que vale não é o fórceps e sim o homem que o está manejando.

Quando utilizado por mãos inábeis e quando não são observadas as condições de aplicabilidade, pode causar realmente uma série de graves problemas tanto para a mãe quanto para o filho. A parturiente corre o risco de sofrer rupturas perigosas, vaginais e de bexiga, além de outros traumatismos pélvicos. O bebê pode ser afetado por hemorragias cerebrais, afundamento da caixa craniana, lesões do couro cabeludo, contusões, hematomas e até mesmo problemas de origem nervosa. O recurso do fórceps é utilizado quando o parto já está no final. O bebê já está quase nascendo, sua cabeça já entrou na chamada bacia pequena, mas o parto não progride.

O fórceps, portanto, só entra em cena quando todos os outros recursos já foram experimentados. Com a paciente anestesiada, as duas colheres do instrumento penetram no canal genital, ajustando-se inteiramente à cabeça do neném prestes a nascer. Depois que a cabeça é presa, o apare- lho manejado pelo médico imita o processo natural e a criança é suavemente retirada.

Outra opção - o parto induzido

A indução é feita quando, em determinadas condições, o prolongamento da gravidez for perigoso para a mãe e para o bebê. E o caso, por exemplo, de uma incompatibilidade de Rh, em que a continuidade da gestação expõe a criança aos anticorpos, à diabete , ao sofrimento da passagem mal-sucedida, ou quando acontece o rompimento prematuro da bolsa d'água. Nestes casos, a indução deve ser tentada, não sem antes proceder a uma avaliação da maturidade do bebê e à verificação do colo do útero que já deve estar um pouco dilatado.

A finalidade da indução é fazer o parto começar de uma forma artificial, provocando as contrações uterinas, como num partp normal, dilatando o colo do útero e expulsando então o bebê espontaneamente, Não é aconselhável à gestante persuadir o médico a induzir o nascimento só porque está cansada da gravidez ou quer uma data marcada para ter o seu bebê. Uma indução mal conduzida ou em situação indesejável pode acarretar muito sofrimento para a criança devido à demora e às contrações prolongadas.

Fonte: www.corpohumano.hpg.ig.com.br

Parto Normal

Em um mundo que se diz progressista, é difícil aceitar e dar um significado à fadiga humana. Inscrevê-la em um projeto que seja ao mesmo tempo individual e universal. Não se pretende de maneira alguma exaltar o sofrimento nem o contrapor à alegria, mas apenas reconhecer sua existência, como possível elemento do evento.

Na controvérsia existente entre, de um lado, a humanização do parto, parto sem violência e de outra, "parto sem risco" realizado nos hospitais, os médicos não são árbitros neutros. Nesse debate, os médicos são participantes emotivos do grupo que coloca a ciência como defensora do poder médico ameaçado do exterior.

Os profissionais que defendem o parto "sem violência" têm apenas a própria experiência como argumento. Pensando-se bem, raciocinando, podemos achar que as inovações técnicas não tenham melhorado significativamente o prognóstico da mãe e do recém-nascido. Pode também ser que uma dose de risco seja inerente a toda ação humana e o que importa é assumir o risco que nós escolhemos com conhecimento de causa.

É possível que, como nossa sociedade oculta a morte, pode também (pela técnica) camuflar o ato do nascimento, exorcizando a angústia e o medo.

E se nós reprovamos as mulheres que desejam um parto normal dizendo que elas dão as costas ao progresso, podemos sempre nos perguntar de qual progresso estamos falando e se a medicalização, a tecnização e a rotina crescentes na assistência ao parto realmente melhoraram a vida das mulheres que dão à luz e a de seus filhos.

O parto é um processo fisiológico normal que, na maioria dos casos, deveria se desenvolver sem intervenções. Estas devem ser realizadas como último recurso e se justificam quando absolutamente necessárias e NUNCA como rotina de procedimento.

A DOR DO PARTO

Uma realidade que não pode ser negada.

Vivemos em uma sociedade que usa todos os artifícios possíveis para fugir da dor. Ela está presente no quotidiano de milhões de pessoas, que respondem coletivamente pelo uso ilimitado de toneladas de analgésicos, uma solução estritamente química e eficaz somente a curto prazo.

A mulher, ao dar à luz, traz sua bagagem, suas experiências que tiveram início quando criança nas primeiras quedas e machucados, nas doenças próprias da infância, nas frustrações e desejos não satisfeitos. Passou por momentos de dor física e psíquica.

Quando adulta e grávida, ela deve se preparar de maneira realista para o imenso desafio que representa o trabalho de parto. Embora possa parecer louvável do ponto de vista humano, não devemos amenizar o fato com palavras substitutas como “contração” ou “desconforto”. A verdade deve ser dita para evitar que ela se descontrole no momento da dor, o que iria prejudicá-la ainda mais.

A dor aparece sempre num contexto que influencia a maneira pela qual ela nos atinge. Entre os fatores que aumentam a nossa percepção da dor, estão o medo, o estresse mental, a tensão, a fadiga, o frio, a fome, a solidão, o desamparo social e afetivo, a ignorância do que está acontecendo, um meio estranho ao que estamos habituados, e o início das contrações com dor.

Entre os fatores que reduzem nossa percepção da dor, temos o relaxamento, a confiança, uma informação correta, o contato contínuo com pessoas familiares e amigas, o fato de estar ativa, descansada e bem alimentada num meio familiar confortável e o fato de permanecer no instante presente e de viver as contrações uma a uma.

Fonte: www.partohumanizado.com.br

 

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