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Parto

O Parto

A experiência de dar a luz é diferente para cada mulher. Muitas mulheres são hábeis em lidar com o trabalho de parto apenas usando técnicas de controle da dor aprendidas no curso de gestantes. Outras mulheres podem requerer o uso de medicações ou anestesia além das técnicas aprendidas em cursos para gestantes, ou no momento do parto.

Este é um momento muito emocionante para o casal. Estando bem preparados, vocês dois compartilharão a alegria e o milagre do nascimento, sabendo que vocês estarão dando para o seu filho o melhor começo possível na vida.

O trabalho de parto provavelmente é o estágio mais aguardado da gravidez.

Por volta da 40ª. Semana de gestação, a maioria das mulheres recebe bem a idéia de dar a luz, embora um pouco de nervosismo seja normal.

Talvez para estas futuras mamães, a melhor maneira definir o trabalho de parto seja como uma mistura de esforço físico intenso, dor e alegria indescritível.

Lembre-se de confiar em si mesma, na equipe médica e nas capacidades de seu corpo. Este é um importante aspecto do trabalho de parto e do processo de nascimento.

Indo para a Maternidade

Na maioria das vezes, após a internação, a gestante é submetida a alguns preparos determinados pelo médico. Esses preparos consistem na raspagem dos pelos pubianos (tricotomia), lavagem intestinal e instalação de soro com medicamentos. Esses procedimentos não são obrigatórios, mas são freqüentes.

Primeiro Estágio

Inicia-se com contrações regulares (de 5 em 5 minutos) e termina com a dilatação completa do colo uterino. A duração desse primeiro estágio varia muito de mulher para mulher, mas é normal um espaço de 12 a 18 horas para uma mulher que vai dar à luz pela primeira vez, e de 6 a 12 horas para uma mulher que já teve pelo menos um filho antes.

Ao iniciar o primeiro estágio, a cabeça do bebê começa a descer. As fortes contrações do útero dilatam o colo gradualmente e as membranas se rompem.

Ao terminar primeiro estágio, o colo do útero apresenta sua dilatação máxima: 10 cm.

Segundo Estágio

Começa quando o colo uterino atinge sua dilatação máxima e termina com a saída completa do bebê. Nesta fase, você sentirá uma sensação de pressão sobre a região perineal.

As contrações uterinas, conjugadas ao esforço da mãe, empurram o bebê para o órgão sexual feminino. Esse segundo estágio não costuma demorar mais que 2 horas. Em geral é bem mais curto a partir do segundo filho. A parte mais demorada é a passagem da cabeça do bebê (resto do corpo sai em menos de um minuto).

Terceiro Estágio

Começa imediatamente após o nascimento da criança e termina com o desprendimento da placenta e sua saída pelo órgão sexual feminino. Isso ocorre de 3 a 5 minutos após o parto.

Indução

Chama-se indução, a administração de medicamentos com o objetivo de provocar o início o trabalho de parto. Esse procedimento somente é utilizado quando necessário e depois de realizada uma avaliação médica criteriosa.

Condução do Trabalho de Parto

É a utilização de medicamentos com o objetivo de corrigir ou reforçar as contrações de um trabalho de parto iniciado espontaneamente.

Esse procedimento é realizado em determinadas circunstâncias, tais como: quando as contrações permanecem distanciadas umas das outras ou param completamente (na presença de dilatação do colo do útero); quando a bolsa já se rompeu e o trabalho de parto não começou espontaneamente, etc.

Tipos de Parto

Parto Normal: A expulsão do bebê ocorre somente com a pressão que as paredes do útero exercem sobre o mesmo. Normalmente, em um parto normal, é realizada a episiotomia, que consiste em um corte cirúrgico feito na região perineal para auxiliar a saída do bebê e evitar rotura dos tecidos perineais. A sutura é feita imediatamente após o parto e cicatriza em poucos dias. Na maior parte dos casos, é necessário dar alguma anestesia para diminuir as dores e garantir a segurança da mãe e do bebê.

Parto Fórceps: parto via do órgão sexual feminino no qual se utiliza um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher, que é colocado nos lados da cabeça do bebê para ajudar o obstetra a retirá-lo do canal de parto.

Parto Cesariano: é a retirada cirúrgica do bebê. Esse procedimento é realizado quando mãe ou bebê apresentam algumas situações de risco, tais como: sofrimento fetal; alteração do batimento cardíaco do bebê; problemas com o funcionamento ou posicionamento da placenta; eclampsia ( hipertensão materna grave); infecção ativa de herpes genital; bebê muito grande; posicionamento incorreto do bebê; gravidez de gêmeos, etc.

Tipos de Anestesia

Anestesia Local Perineal: É realizada apenas na área da episiotomia. É utilizada para parto normal.

Bloqueio Espinhal: Pode ser Raqui, Peridural e Analgesia Peridural.

A Raqui promove o bloqueio sensitivo e motor, ou seja, a paciente deixa de sentir e movimentar as pernas e o baixo ventre. Esse tipo de anestesia proporciona um relaxamento maior da região pélvica e sua instalação é mais rápida;

A Peridural promove os mesmos tipos de bloqueio que a raqui, porém a sua instalação é mais lenta;

A Analgesia Peridural promove apenas o bloqueio sensitivo, ou seja, a paciente deixa apenas de sentir a dor das contrações uterinas.

Alexandre Costa

Fonte: www.clinicajardim.net

Parto

Chama-se parto o processo de nascimento do bebê. Mulheres bem orientadas sobre esse momento tão importante de suas vidas, dão a luz com muito mais tranqüilidade e alegria.

Quantos meses demora a gestação?

Uma gestação completa tem 40 semanas aproximadamente. Considera-se normal um retardo de até 15 dias. Os bebês que nascem antes de 37 semanas são considerados prematuros.

Como é o trabalho de parto?

O parto normal tem três fases:

1. Dilatação - é o período mais demorado. Tem início quando se iniciam as contrações ritmadas que promovem a abertura da parte inferior do útero e vai até o momento da expulsão do bebê. Para as primíparas (gestantes do primeiro filho), essa fase dura de 8 a 10 horas.
2. Nascimento -
é o momento mais trabalhoso para a mãe e para a criança. Inicia-se quando a dilatação do colo do útero atinge de 10 a 12 centímetros, de modo que a abertura do canal seja suficiente para a passagem da cabeça do bebê. As contrações tornam-se muito fortes e, em conjunto com o esforço da mãe, impulsionam a criança para fora.
3. Expulsão da placenta -
após o alívio da expulsão do nenê, há uma fase rápida que em que o útero se contrai ainda uma vez para expulsar a placenta, que se destaca da sua parede. Há sangramento dos vasos que a alimentavam, mas as próprias fibras musculares se contraem e estancam o sangue.

Contrações antes, durante e após o parto

Durante o período de gravidez, é comum a mulher sentir contrações esporádicas, principalmente nas últimas semanas. Caracterizam-se pelo enrijecimento da barriga, são indolores e diferenciam-se das contrações de trabalho de parto, porque estas são ritmadas e bem definidas.

Durante o período de dilatação, fase anterior ao nascimento, as contrações começam lentamente, com duração de aproximadamente 30 segundos, a intervalos de meia hora, e vão-se tornando cada vez mais intensas. A dor vai chegando aos poucos, atinge o auge e diminui. Esse ritmo se acelera até o momento do parto.

As contrações pré-parto não devem ser acompanhadas de sangramento, a não ser um leve sinal, como no finzinho da menstruação. Se ocorrer sangramento intenso, tipo sangue vivo, trata-se de uma emergência e a gestante deverá ser levada imediatamente para o hospital.

Na hora do nascimento do bebê, a futura mamãe já na sala de parto, as contrações tornam-se incontroláveis, pois a natureza se encarrega de aumentar os esforços de mãe e filho, e a expulsão se dá naturalmente.

Como saber a hora de ir ao hospital?

A partir da 38ª semana, a gestante deve estar alerta para os primeiros sinais de dilatação do colo do útero. As contrações tornam-se ritmadas e bem definidas.

Quando estiverem com intervalo de dez minutos, é hora de ir para o hospital. Lá a futura mamãe passará por um exame de colo de útero, para que o obstetra possa avaliar a abertura do canal, e será preparada para ser levada à sala de parto.

Como são, exatamente, as contrações ?

Durante a gravidez, principalmente nas últimas semanas, a mulher sente contrações esporádicas, caracterizadas pelo enrijecimento da barriga. Elas se diferenciam das contrações de trabalho de parto, porque estas são ritmadas, acontecem a intervalos regulares e tornam-se cada vez mais fortes. Começam lentamente, com duração aproximada de 30 segundos a cada meia hora. A dor vai chegando aos poucos, atinge o auge e diminui. Esse ritmo se acelera até o momento do parto.

Há sangramento durante as contrações?

No início do período da dilatação, ocorre a saída normal do tampão do muco que fecha o útero. Em geral, depois de algumas horas, rompe-se a bolsa de água.

Se a gestante ainda não estiver no hospital, deve dirigir-se imediatamente para lá. Um sangramento escasso poderá indicar que está próxima a hora de o bebê nascer. Se houver sangramento intenso, trata-se de uma emergência e o médico deve ser avisado imediatamente.

Fim de gestação é sempre um período de ansiedade para a futura mamãe. Em caso de dúvida, não hesite em ir para o hospital. Lá, você será examinada e o médico tomará as providências necessárias.

É melhor o parto normal ou a cesariana?

O parto normal tem sido aconselhado para todas as gestantes com boa saúde. Existem cursos pré-parto que ensinam exercícios físicos e respiratórios e orientam a futura mamãe sobre o momento de dar à luz. Com o acompanhamento de um obstetra de sua confiança, a mulher esclarecida enfrentará esse momento com tranqüilidade. No caso de algum problema, o próprio médico tomará a decisão de aconselhar a cesárea.

A anestesia oferece perigo?

Com o avanço da medicina, os riscos da anestesia são quase inexistentes para a mulher saudável. Em caso de ser aconselhado o parto cirúrgico, ela deve fazer uma consulta com o anestesista para que este avalie sua história clínica.

Além do parto normal e da cesariana, existem outras formas pouco escolhidas: Leboyer, parto sentado, parto de cócoras, parto na água e parto de joelhos.

Fonte: www.lincx.com.br

Parto

Partos menos traumáticos

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mulher tem o direito de escolher como quer ter o filho. E já que não existe parto sem dor, a idéia é torná-lo menos traumático possível, para a mãe e o bebê.

Parto cesárea

Também chamado de parto operatório, só deve ser indicado quando a mulher ou o bebê correr risco de vida.

Parto normal deitado

É a forma de parto normal mais praticada, embora signifique mais sacrifício para a mulher, pela posição.

Quando a mulher faz o parto normal deitada, ela precisa fazer mais força para "expulsar" o bebê, pode sofrer mais lacerações (rompimentos) internas e corre o risco de ter veias internas rompidas.

Parto sentado

Para ser realizado no hospital, foi desenvolvida uma cadeira especial, com apoio para o bumbum da mulher e uma abertura em forma de meia-lua na frente para facilitar o trabalho do médico, no momento de aparar o bebê.

Esse tipo de parto é mais rápido, a mulher sente menos dor e não é preciso aumentar a abertura de passagem do bebê.

Parto de cócoras

É uma outra modalidade de parto normal, estimulado por obstetras conscientes de que a melhor forma é aquela que deixa a mulher mais à vontade e confortável para ter o filho.

Em todas as modalidades, a presença do companheiro é fundamental para dar segurança e tranqülidade à mulher.

Parto na água

Essa modalidade de parto é considerada pelos obstetras como a forma mais natural de trazer um bebê ao mundo. O parto é feito em uma banheira com água aquecida.

O bebê já sai nadando e sobe sozinho até a superfície. O cordão umbilical só é cortado quando pára de fornecer oxigênio à criança.

Parto de joelhos

Maria, mãe de Jesus, deu à luz de joelhos. Os médicos contam esta história para reafirmar que se o parto deitado fosse bom, Jesus teria nascido dessa forma.

As índias sempre estão sozinhas no momento do parto e têm de escolher a forma mais funcional.

Parto de quatro

Na verdade, esta também é uma variação do parto normal de cócoras. E quando a mulher opta por um ou outro estilo, o obstetra procura não interferir.

Os médicos acham que a mulher deve ficar na posição mais conveniente e confortável para ela.

Encaixe do bebê

O normal, depois da 36ª semana de gravidez, é a cabeça do bebê ficar encaixada na pelve (bacia), numa preparação para o nascimento.

Às vezes, o bebê fica sentado, provocando o chamado parto pélvico. Nesses casos, o obstetra opta pela cesariana, mas o bebê também pode nascer de parto normal. Quando ele fica atravessado na barriga da mãe, só a cesária resolve.

Contrações

Quando se inicia o trabalho de parto, a mulher sente contrações na barriga que duram de 30 a 60 segundos, no início, com intervalos de 20 minutos entre uma contração e outra.

Os direitos da grávida

Receber informações sobre a gravidez e escolher o parto que deseja.
Conhecer os procedimentos rotineiros do parto.
Não se submeter à tricotomia (raspagem dos pelos pubianos) e a enema (lavagem intestinal), se não o desejar.
Recusar a indicação do parto, feita só por conveniência médica.
Não se submeter à ruptura artificial da bolsa amniótica (que protege o bebê dentro da mãe), procedimento que não se justifica cientificamente.
Escolher a posição que mais lhe convier durante o trabalho de parto.
A grávida também pode recusar-se a fazer episiotomia (corte de períneo), que não se justifica cientiificamente.
Não se submeter à cesárea, a menos que haja riscos para a grávida ou o bebê.
Começar a amamentar o bebê sadio (quando não requer cuidados especiais) logo após o parto.
A mãe pode e deve exigir ficar junto com seu bebê recém-nascido sadio.

Exercícios para Grávidas

A GESTANTE QUE PRATICA EXERCÍCIOS ESPECIAIS GANHA MENOS PESO, AUMENTA A TOLERÂNCIA À DOR E CONSEGUE REDUZIR A DURAÇÃO DO PARTO NORMAL

O MECANISMO DO PARTO

Durante o parto normal, a mulher relaxa alguns músculos e contrai outros — principalmente os abdominais. Para a criança nascer sem problemas, ela precisa coordenar esses movimentos. Os exercícios que aumentam as forças dos músculos abdominais ou diminuem a resistência dos músculos da pélvis (região inferior da barriga, por onde passa o bebê) reduzem o tempo e a dor do parto

Em alguns casos, o parto normal não ocorre por falta de coordenação desses músculos. Uma criança só nasce em parto normal quando as forças orgânicas que a empurram para baixo são mais poderosas que as resistências que a sustentam

FORÇAS QUE EMPURRAM O BEBÊ PARA BAIXO

1 Músculos abdominais

2 Contração do útero

3 Peso do bebê

No processo do parto, o corpo da mulher produz a substância ocitocina, que estimula as contrações do útero e a expulsão do bebê. Mais um artifício para o parto acontecer com perfeição

FORÇAS RESISTENTES AO NASCIMENTO

4 Colo do útero

5 Diafragma pélvico (são músculos que sustentam os órgãos, como bexiga, intestinos e útero)

Quando a mulher força o nascimento antes do organismo eliminar a sua resistência natural, a criança corre o risco de nascer com problemas como machucados na cabeça, e até mesmo sofrer hemorragia cerebral

OS EXERCÍCIOS

Por que são importantes Eles facilitam o trabalho de parto, conservam o corpo da mulher, evitam dores nas costas, culotes, flacidez e melhoram a circulação.

Quando a grávida pratica exercícios tem maior facilidade para recuperar o peso depois do parto Quem tem restrições Os exercícios devem ser bem acompanhados em mulheres com anemia, sangramento, diabéticas, hipertensas ou que já tiveram parto prematuro em uma gravidez anterior

VASOCAPILAR

Excelente para a circulação. A mulher fica deitada, com pernas e braços para cima, e sacode as mãos, os braços, os pés e as pernas. Com o exercício, a placenta (fonte de alimentação e oxigenação do feto) dificilmente envelhece. É um bom exercício para hipertensas, para evitar inchaço, varizes e hemorróidas

CONTRAÇÃO DA PÉLVIS

Essa atividade ajuda a posicionar o bebê corretamente. Com mãos e joelhos no chão, a gestante deve fazer o mesmo tipo de esforço que o exercício de cócoras

CÓCORAS

Com ele, a mulher aprende a controlar o músculo da pélvis e obter o seu relaxamento na hora certa do parto. Nesta posição, a grávida deve contrair e relaxar a pélvis, como se estivesse segurando a urina.A atividade também permite que o feto deslize melhor no momento do nascimento

PONTE

Bom para evitar dor nas costas e no nervo ciático (no quadril), que costuma incomodar as gestantes. Evita parto prematuro

SAPINHO

Bom para fortalecer os músculos abdominais e os da pélvis.Ajuda no controle das forças na hora do parto

ALONGAMENTO

Para dor nas costas. Sentada, a mulher coloca as pernas abertas para a lateral e alonga para os lados e para a frente

OUTROS EXERCÍCIOS

Caminhada sem muito esforço físico, hidroginástica, natação e bicicleta (ergométrica)

ATIVIDADES CONTRA-INDICADAS

Esportes competitivos, como basquete, vôlei, futebol etc. Aeróbica de alto impacto. Durante a gravidez, devido às ações hormonais e à retenção de líquidos, as articulações ficam mais frágeis. Por isso, a grávida deve evitar exercícios de alto impacto

Fonte: www.santalucia.com.br

Parto

As mudanças no corpo durante a gravidez

A cada semana que passa, você acompanha maravilhada o aumento de sua barriga, sinal mais evidente da gravidez. O abaulamento do abdome, mais pronunciado a partir do quarto mês, decorre da necessidade de espaço para o bebê se desenvolver no interior da cavidade uterina.

Para se ter uma idéia dê quanto o útero se modifica durante a gestação, basta lembrar que o órgão, cujo formato normal assemelha-se ao de uma mão fechada, abrigará ao final dos nove meses um volume de peso nunca inferior a cinco quilos: bebê, placenta e o líquido onde ele se acomoda. À medida que vai precisando de espaço, o feto vai forçando o deslocamento de vários órgãos, como o fígado, o estômago, os intestinos e a bexiga. Outros músculos também tomam parte nesse processo de descobrir um lugar onde aninhar com conforto o bebê que está crescendo dentro de você. Os músculos abdominais, dotados 'de fibras de grande elasticidade, se expandem durante os dois últimos trimestres da gravidez. Para que, depois, você volte à antiga forma é preciso exercitá-los, preservando a sua tonicidade.

Uma musculatura que se alonga e não se contrai acaba se tornando flácida e é justamente isto que tem de ser evitado.

Com ginástica, você se livra da flacidez.

FLACIDEZ é uma palavra que mete medo em todos homens e mulheres. E o que dizer então de seu significado para as grávidas? Realmente, os músculos abdominais se esticam ao máximo durante a gravidez, mas você pode ter certeza de que com a sua participação, com o seu empenho, estes músculos estarão outra vez em forma, após o nascimento do bebê. Mulheres que sempre fizeram ginástica, e que estão por isso com os músculos abdominais mais elásticos, já entram na gravidez com grande vantagem. Isto não quer dizer que as outras estejam condenadas a uma flacidez abdominal. Nada disso. Se você já completou o terceiro mês de gestação, comece sua ginástica amanhã. Ao contrário do que se pensa, o enfraquecimento, a perda de rigidez da musculatura abdominal ocorre antes do parto, embora, é claro, só fique mais evidente depois que a barriga volta ao normal. É muito comum se ouvir dizer que fulana está com uma barriga bonita. O elogio deve-se, quase sempre, ao reduzido volume do ventre e a seu aspecto rijo, como se estivesse suspenso por uma cinta invisível. Talvez seja uma novidade para muitas gestantes, mas a verdade é que o abaulamento exagerado do ventre é decorrente da falta de exercícios.

Quando a musculatura está sendo trabalhada de forma a contrair-se, o útero tem um crescimento para cima (na direção do umbigo), ao invés de se projetar para a frente. Além de sinalizar a possibilidade de uma flacidez muscular, esse abaulamento exagerado acarreta prejuízos durante e após a gravidez. Como a barriga está pesando muito, a gestante começa a deslocar o corpo para a frente e, na busca desse equilíbrio, acaba forçando demasiadamente a coluna vertebral. Isto costuma provocar dores agudas nas costas, em virtude de compressão das raízes dos nervos. A outra conseqüência do abaulamento exagerado do ventre é o esgarçamento das camadas mais profundas da pele, outro fantasma que vive assustando muita gente e que é conhecido pelo nome de estria.

Ginástica: academia é a melhor opção – A partir do terceiro mês de gravidez, a mulher já pode iniciar um programa de ginástica, três dias na semana, à base de exercícios musculares, respiratórios e de relaxamento. Os exercícios respiratórios serão de grande valia durante o trabalho de parto da mesma forma que os de relaxamento, que podem ser espontâneos ou induzidos.


Gravidez

Mudanças

1º mês

Seu corpo acusa ligeiras modificações, fazendo você desconfiar de que está grávida: os seios aumentam de volume, a cintura começa a engrossar. Por enquanto, nem sinal de barriga. Mas, quando falta a menstruação, confirmando suas suspeitas, o embrião já tem duas semanas de vida. Ainda na trompa, o ovo sofreu inúmeras divisões, formando uma bolsa de células, que foi se fixar nas paredes do útero. Duas semanas após a fecundação, começa a se formar a placenta, através da qual o bebê será alimentado. Na semana seguinte, aparecem pequenos "brotos" que darão origem aos membros. Na quarta semana, já se distingue a cabeça do embrião e está formado o cordão umbilical. Ao fim do primeiro mês, embora nem chegue a pesar um grama, ele já tem coração.

2º mês

Os seios continuam a crescer , preparando-se para produzir leite. Tornam-se pesados, quentes e dolorosos, cheios de veias azuladas. A região em tomo do mamilo (aréola) começa a escurecer e podem surgir ali pequenos nódulos. Embora ainda não se note barriga. o embrião está se desenvolvendo bastante. Olhos, nariz e boca aparecem com nitidez, da mesma forma que braços e mãos. Essa fase é muito importante para o bebê. pois estão em formação os sistemas circulatório, digestivo e respiratório. O cérebro cresce tão intensamente que a cabeça fica desproporcional ao tronco. No fim desse mês, ele mede 3 cm e pesa 1g.

3º mês

Finalmente a barriga começa a apontar. Não apenas seu útero aumenta de volume para acompanhar o crescimento do embrião mas outros órgãos, como o coração e os rins, trabalham em dobro para atender às necessidades do feto. Sua respiração fica mais acelerada, a digestão mais lenta (causando, às vezes. prisão de ventre) e provocando uma vontade freqüente de urinar. Os enjôos são uma resposta do organismo à verdadeira revolução hormonal que acontece lá dentro.

Em virtude desses hormônios. pode haver mudanças na pele e suas gengivas podem amolecer, razão para redobrar os cuidados com os dentes. Nessa etapa, o esqueleto do embrião se torna mais consistente e se completa a formação de seus órgãos. O bebê já se move lentamente no útero, mas a mãe nem sempre percebe seus movimentos. Ao final desse mês, ele mede 7,5cm e pesa 15g.

4º mês

Dizem que essa é a época de ouro na gravidez: livre dos enjôos, com uma barriga discreta e longe do risco de aborto. Você pode notar que está ganhando peso nas nádegas e que sua transpiração está mais abundante do que o normal (pela quantidade extra de sangue circulando em seu corpo). É nessa fase que você sente as primeiras "pontadas" e percebe, de fato, a existência do bebê. A essa altura, ele já tem os órgãos genitais externos formados e movimenta-se continuamente no líquido amniótico. Ao fim desse mês, mede 16cm e pesa 100g.

5º mês

Seu útero em dilatação empurra os pulmões para cima e a barriga para a frente, mas o peso não incomoda muito, por enquanto. Nessa fase, até as mães de primeira viagem conseguem perceber os movimentos dos pés e dos braços do bebê, como pequenos golpes abaixo da costela. Ossos e unhas do embrião começam a endurecer, surgem os primeiros fios de cabelo e a pele adquire uma coloração rosada (até então era fina e transparente). No fim desse período, ele mede 24cm e pesa 300g.

6º mês

À medida que o abdômen cresce, o peso aumenta, e você começa a se sentir mais cansada. As pernas às vezes incham" no fim do dia e câimbras podem atrapalhar seu sono. A coluna tende a se curvar para a frente, acompanhando a barriga, por isso as costas ficam doloridas. Também é nessa fase que surgem cloasmas (manchas de gravidez), por causa da deposição na pele de um pigmento escuro, a melanina. Por outro. lado, seu orgão sexual feminino está mais elástica e úmida, o que a deixa mais sensível.   feto, que agora tem aspecto de um bebê, já possui cílios e sobrancelhas e, de vez em quando, ensaia movimentos respiratórios. Ao final, mede 30cm e pesa 700g.

7º mês

Ao entrar no último trimestre da gravidez, sua barriga já tem um tamanho considerável. Como o peso é bem maior, aumenta o risco de varizes e edemas (inchaços) nos pés, mãos e rosto. Isso acontece porque há uma grande quantidade de sangue circulando pelas veias e seu retomo ao coração nem sempre é fácil.

A essa altura, o bebê engordou bastante: uma espessa camada gordurosa se formou sob sua pele, servindo como reserva nutritiva e protegendo-o. No fim dessa etapa, ele pode medir até 35cm e pesar 1,5kg.

8º mês

A barriga incomoda muito, especialmente na hora de dormir. Seu organismo trabalha feito louco: você gasta 20% a mais de energia para respirar e realizar todas as outras funções normais. Quanto ao feto, cada vez tem menos espaço para se mexer, por isso empurra tudo o que está pela frente, causando uma dorzinha aguda na costela. Podem surgir dores também na coluna, osso pubiano e quadris, decorrentes do excesso de peso.

Seu filho está quase pronto para nascer: agora sua pele não tem mais rugas, ele mede quase 40cm e pesa 1,7kg.

9º mês

lniciam-se os preparativos para o parto: seu útero começa a empurrar a cabecinha do bebê para baixo e ele vai penetrando na bacia. Com isso, a barriga desce um pouco, deixando livre o diafragma; portanto dá para respirar melhor. Mas você pode sentir tonturas, principalmente antes de deitar , porque o bebê faz muita pressão contra as veias do seu corpo. É por pouco tempo.

Daqui a alguns dias, finalmente, você conhecerá de perto esse companheiro de nove meses.

Fonte: www.modapepe.com

Parto


Os músculos da barriga se esticam ao máximo para permitir o crescimento do feto

Parto. Começa a lenta construção do milagre de gerar uma criança.

Conheça cada um desses passos:

Quando óvulo e espermatozóide se encontram, dando origem à mais fantástica história de todos os tempos, formam uma célula-ovo, que vai. passar por sucessivas transformações até o nascimento do bebê. Enquanto isso, seu corpo também se altera para acomodar o novo ser que cresce ali dentro. Acompanhe, mês a mês, as etapas dessa evolução.

1º mês: Seu corpo acusa ligeiras modificações, fazendo você desconfiar de que está grávida: os seios aumentam de volume, a cintura começa a engrossar. Por enquanto, nem sinal de barriga. Mas, quando falta a menstruação, confirmando suas suspeitas, o embrião já tem duas semanas de vida. Ainda na trompa, o ovo sofreu inúmeras divisões, formando uma bolsa de células, que foi se fixar nas paredes do útero. Duas semanas após a fecundação, começa a se formar a placenta, através da qual o bebê será alimentado. Na semana seguinte, aparecem pequenos "brotos" que darão origem aos membros. Na quarta semana, já se distingue a cabeça do embrião e está formado o cordão umbilical. Ao fim do primeiro mês, embora nem chegue a pesar um grama, ele já tem coração.

2º mês: Os seios continuam a crescer , preparando-se para produzir leite. Tornam-se pesados, quentes e dolorosos, cheios de veias azuladas. A região em tomo do mamilo (aréola) começa a escurecer e podem surgir ali pequenos nódulos. Embora ainda não se note barriga. o embrião está se desenvolvendo bastante.

Olhos, nariz e boca aparecem com nitidez, da mesma forma que braços e mãos. Essa fase é muito importante para o bebê. pois estão em formação os sistemas circulatório, digestivo e respiratório. O cérebro cresce tão intensamente que a cabeça fica desproporcional ao tronco. No fim desse mês, ele mede 3 cm e pesa 1g.

3º mês: Finalmente a barriga começa a apontar. Não apenas seu útero aumenta de volume para acompanhar o crescimento do embrião mas outros órgãos, como o coração e os rins, trabalham em dobro para atender às necessidades do feto. Sua respiração fica mais acelerada, a digestão mais lenta (causando, às vezes. prisão de ventre) e provocando uma vontade frequente de urinar. Os enjôos são uma resposta do organismo à verdadeira revolução hormonal que acontece lá dentro. Em virtude desses hormônios. pode haver mudanças na pele e suas gengivas podem amolecer, razão para redobrar os cuidados com os dentes. Nessa etapa, o esqueleto do embrião se torna mais consistente e se completa a formação de seus órgãos. O bebê já se move lentamente no útero, mas a mãe nem sempre percebe seus movimentos. Ao final desse mês, ele mede 7,5cm e pesa 15g.

4º mês: Dizem que essa é a época de ouro na gravidez: livre dos enjôos, com uma barriga discreta e longe do risco de aborto. Você pode notar que está ganhando peso nas nádegas e que sua transpiração está mais abundante do que o normal (pela quantidade extra de sangue circulando em seu corpo). É nessa fase que você sente as primeiras "pontadas" e percebe, de fato, a existência do bebê. A essa altura, ele já tem os órgãos genitais externos formados e movimenta-se continuamente no líquido amniótico. Ao fim desse mês, mede 16cm e pesa 100g.

5º mês: Seu útero em dilatação empurra os pulmões para cima e a barriga para a frente, mas o peso não incomoda muito, por enquanto. Nessa fase, até as mães de primeira viagem conseguem perceber os movimentos dos pés e dos braços do bebê, como pequenos golpes abaixo da costela. Ossos e unhas do embrião começam a endurecer, surgem os primeiros fios de cabelo e a pele adquire uma coloração rosada (até então era fina e transparente). No fim desse período, ele mede 24cm e pesa 300g.

6º mês: À medida que o abdômen cresce, o peso aumenta, e você começa a se sentir mais cansada. As pernas às vezes incham" no fim do dia e câimbras podem atrapalhar seu sono. A coluna tende a se curvar para a frente, acompanhando a barriga, por isso as costas ficam doloridas. Também é nessa fase que surgem cloasmas (manchas de gravidez), por causa da deposição na pele de um pigmento escuro, a melanina. Por outro. lado, seu órgão genital está mais elástica e úmida, o que a deixa mais sensível. O feto, que agora tem aspecto de um bebê, já possui cílios e sobrancelhas e, de vez em quando, ensaia movimentos respiratórios. Ao final, mede 30cm e pesa 700g.

7º mês: Ao entrar no último trimestre da gravidez, sua barriga já tem um ta manho considerável. Como o peso é bem maior, aumenta o risco de varizes e edemas (inchaços) nos pés, mãos e rosto. Isso acontece porque há uma grande quantidade de sangue circulando pelas veias e seu retomo ao coração nem sempre é fácil.

A essa altura, o bebê engordou bastante: uma espessa camada gordurosa se formou sob sua pele, servindo como reserva nutritiva e protegendo-o. No fim dessa etapa, ele pode medir até 35cm e pesar 1,5kg.

8º mês: A barriga incomoda muito, especialmente na hora de dormir. Seu organismo trabalha feito louco: você gasta 20% a mais de energia para respirar e realizar todas as outras funções normais. Quanto ao feto, cada vez tem menos espaço para se mexer, por isso empurra tudo o que está pela frente, causando uma dorzinha aguda na costela. Podem surgir dores também na coluna, osso pubiano e quadris, decorrentes do excesso de peso.

Seu filho está quase pronto para nascer: agora sua pele não tem mais rugas, ele mede quase 40cm e pesa 1,7kg.

9º mês: lniciam-se os preparativos para o parto: seu útero começa a empurrar a cabecinha do bebê para baixo e ele vai penetrando na bacia. Com isso, a barriga desce um pouco, deixando livre o diafragma; portanto dá para respirar melhor. Mas você pode sentir tonturas, principalmente antes de deitar , porque o bebê faz muita pressão contra as veias do seu corpo. É por pouco tempo. Daqui a alguns dias, finalmente, você conhecerá de perto esse companheiro de nove meses.

Tranqüilidade é o melhor remédio

Que gestantes muito ansiosas e estressadas geram bebês com peso abaixo do normal já se sabia. Agora, omecanismo que provoca essa situação acaba de ser déscoberto por pesquisadores do Queen Charlotte's and Chelsea Hospital, de Londres, e publicado no British Medical Joumal. Eles mostraram que a excessiva ansiedade da mulher grávida aumenta a produção do hormônio noradrenalina. Essa substância, por sua vez, provoca o estreitamento das artérias e, conseqüentemente, o fluxo de sangue para o útero toma-se menor e o desenvolvimento do feto é prejudicado. Segundo Vivette Glover, que participou do estudo, agora os médicos. trabalham em outra pesquisa para verificar se os exercícios de relaxamento funcionam para ajudar as mães a ficar mais calmas.

HORMÔNIOS SEXUAIS FEMININOS

Aprenda a conhecer melhor o seu organismo e entenda as suas reações. Nas mulheres que se aproximam da menopausa, a falta de conhecimento sobre os hormônios sexuais femininos pode dificultar a escolha da terapia de reposição hormonal mais adequada. E justamente para ajudá-las, nesta edição formulamos um resumo sobre a importância e o modo de ação destes hormônios.

HORMÔNIOS SEXUAIS

Os hormônios são substâncias que carregam mensagens de um órgão para outro ou para os tecidos do organismo. Os hormônios sexuais atuam para permitir o funcionamento adequado do ciclo reprodutivo. Os principais hormônios sexuais femininos são o estrógeno e a progesterona, ambos produzidos principalmente pelos ovários, durante a fase reprodutiva da mulher. Além disso, o hormônio folículo-estimulante (FSH, sigla em inglês) é produzido pela hipófise, uma glândula localizada na base do cérebro. Este hormônio estimula as células granulosas do folículo ovariano, que por sua vez, produzem estrógeno. Quando os níveis de estrógeno atingem determinados valores, o hipotálamo (região do cérebro) inicia a secreção do hormônio luteinizante (LH, sigla em inglês). Quando ocorre o pico de LH, o ovário libera o óvulo.

O folículo ovariano se transforma no corpo lúteo, responsável pela produção de progesterona. Os hormônios promovem o desenvolvimento da mucosa uterina, preparando o órgão para uma possível gestação. Quando não ocorre fecundação, a produção hormonal diminui. Quando os níveis de progesterona caem até determinado valor, ocorre a menstruação (descamação da mucosa uterina). Os níveis reduzidos de estrógeno e progesterona são responsáveis pela produção do FSH, reiniciando o ciclo menstrual. Com o passar dos anos, a quantidade de óvulos diminui.

Por isso os níveis hormonais começam a variar: é o início da menopausa.

ESTRÓGENO

O estrógeno (estradiol) é o principal hormônio sexual feminino. Além de participar da ovulação, da concepção e da gestação, ele é responsável pela manutenção da integridade óssea e pela regulação dos níveis de colesterol. Após a menopausa, a produção de estrógeno nos ovários apresenta-se reduzida.

Pequenas quantidades deste hormônio continuam sendo produzidas pelo tecido adiposo. A redução nos níveis de estrógeno pode causar osteoporose e problemas cardíacos. A reposição hormonal, portanto, diminui o risco destas doenças, além de aumentar os níveis de HDL (lipoproteínas de alta densidade, sigla em inglês) – o colesterol "bom" – e diminui os níveis de LDL (lipoproteínas de baixa densidade) – o colesterol "ruim".

PROGESTERONA

A progesterona atua conjuntamente com o estrógeno, preparando o organismo feminino para a concepção e para a gravidez. Além disso, participa da regulação do ciclo menstrual. Quando a menopausa se aproxima (peri-menopausa) e o ciclo se torna irregular, a progesterona desempenha um papel importante. Após a menopausa, o organismo da mulher produz apenas uma pequena fração da quantidade deste hormônio produzida durante a fase reprodutiva.

O uso de progestágenos sintéticos (uma forma de progesterona) com estrógeno promove a descamação da mucosa uterina. Nas mulheres que utilizam estrógenos, esta associação diminui o risco do câncer de endométrio.

ANDRÓGENO

Embora muitos acreditem que o andrógeno seja um hormônio exclusivamente masculino, ele também é produzido pelos ovários, glândulas adrenais e outros tecidos. É um dos responsáveis pelo estirão de crescimento, observado na puberdade. Durante a menopausa, a produção de andrógeno pode diminuir pela metade – ou mais em pacientes que retiraram os ovários. Após este período, a associação de andrógeno à TRH pode melhorar os fogachos em mulheres que permanecem com esta queixa após o tratamento com estrógeno.

CONHECENDO O PRÓPRIO ORGANISMO

Conhecer o próprio organismo pode ajudar a mulher a escolher a melhor alternativa de tratamento para problemas hormonais. Entender os hormônios sexuais é importante, principalmente quando a menopausa se aproxima.


1º mês: ele pesa só um grama, mas tem coração


2º mês: olhos, nariz e boca surgem com nitidez


3º mês: agora ele já se move lentamente


7º mês: o peso chega a l quilo e meio


8º mês: quase pronto, a pele sem rugas


9º mês: ele se prepara finalmente para nascer

O trabalho de parto envolve várias fases e a gestante em geral dispõe de um tempo suficiente para chegar ao hospital e ter um atendimento adequado.No final da gravidez deve manter preparada uma sacola com as suas coisas e as roupas do bebê, estar informada sobre os primeiros sinais do início do trabalho de parto, ser alertada para possíveis situações de emergência e dispor de ajuda e meios para se locomover ao seu hospital.


Dilatação: durante esse período, as paredes do colo uterino se afinam e o canal se alarga.

Esses fenômenos se devem às contrações espaçadas e pouco intensas no início e fortes e coordenadas com o passar do tempo.

1. Na fase precoce do trabalho de parto a gestante pode sentir uma maior pressão sobre a bexiga, pode apresentar diarréia e dor severa nas costas. As contrações, embora ainda não dolorosas, se tornam mais freqüentes. Nesse período o colo do útero amolece, iniciando o seu processo de apagamento e dilatação. Geralmente ocorre o que se chama de perda do tampão mucoso, com o aparecimento de um corrimento espesso e sanguinolento. Quando as contrações uterinas começam a ficar mais intensas e regulares, pode ou não ocorrer o rompimento da bolsa de líquido amniótico, que muitas vezes escorre pelas pernas, molhando as roupas. Na maior parte dos casos essa é a hora de chegar ao hospital.


Expulsão: a cabeça roda em 45 graus, o que permite ao bebê cruzar a curvatura do canal do parto e continuar cescendo.

A moleira se comprime e reduz o diâmentro da cabeça para facilitar a sua passagem

2. No momento da internação hospitalar, são realizados vários procedimentos de rotina, como a medida da temperatura, da pressão arterial e da freqüência cardíaca da mãe e do feto. A gestante é instruída para permanecer deitada de lado, em jejum, podendo ingerir apenas água. Uma via intravenosa, para receber líquidos, pode ser instalada. Medidas como o enema (lavagem intestinal) e a tricotomia (raspagem dos pêlos pubianos) não são mais realizadas de rotina na maioria dos hospitais.

3. Quando as contrações uterinas adquirem um ritmo constante e regular, inicia-se a fase ativa do trabalho de parto. Nessa fase é importante o monitoramento adequado da freqüência cardíaca fetal, atentando para sinais que indiquem sofrimento do feto. Se as contrações se tornarem muito dolorosas pode ser necessário algum tipo de medida para aliviar a dor. A mais usada é a chamada analgesia peridural, mas esta requer centros hospitalares mais equipados e a presença de um médico anestesista. O andamento do trabalho de parto é acompanhado através de um gráfico chamado de partograma. Com isso, é possível detectar precocemente alterações que venham interferir na boa evolução do trabalho de parto, antecipando situações que podem determinar a necessidade de uma intervenção cirúrgica, conhecida por cesariana.


Nascimento: a cabeça se projeta inteira e os ombros saem um de cada vez.

Se houver dificuldade, o obstetra pode usar o fórceps de alívio. O fórceps alto está fora de uso, pois pode provocar lesões no feto bem como no canal de parto.

4 .No final dessa fase, com o colo uterino dilatado, a gestante sente uma pressão maior no períneo e a necessidade de empurrar como se fosse evacuar. É o chamado "puxo". Na maioria das vezes a gestante é levada para uma sala onde ocorrerá o parto, a sala de parto. Colocada em uma cama especial, em posição ginecológica e com a cabeceira elevada, iniciam-se as manobras que facilitarão o nascimento. Algumas vezes pode ser necessário realizar uma pequena incisão, geralmente lateral no períneo, para facilitar a saída do bebê, chamada de episiotomia.

5. Em seguida ao nascimento, o cordão umbilical é clampeado e cortado. O bebê é levado para receber os primeiros cuidados por um médico pediatra e após é colocado junto à sua mãe, podendo ser amamentado imediatamente.

6. Enquanto isso, o médico obstetra realiza as manobras de expulsão da placenta, revisão do trajeto do parto e sutura da episiotomia.

7. A mãe é colocada em observação nas primeiras horas após o parto, para o controle de eventuais sangramentos e a recuperação da analgesia peridural.

As combinações que determinam o sexo


As chances ce conceber um menino ou uma menina são absolutamente iguais

MENINO OU MENINA ?

O sexo da criança é definido no momento da fecundação. Tanto o óvulo como o espermatozóide carregam no seu interior 23 cromossomos, bastões microscópicos com todas as informações sobre nossas características biológicas. Do encontro dos dois resultam 46 cromossomos, dispostos em pares, que darão origem ao novo ser.

Mas o último par de cromossomos é o que define o sexo do embrião: se for xx será uma menina; se for XY, um menino. O óvulo é sempre portador de um cromossomo X.

Portanto, quem determina o sexo é o espermatozóide: 50% deles carregam um cromossomo X, os outros 50% , um Y.

Assim, as chances de conceber um menino ou uma menina estariam empatadas. Estudos mais recentes, no entanto, têm mostrado que os espermatozóides "masculinos" (que trazem o Y) são mais leves e ágeis, e dificilmente sobrevivem quando a uretra está mais ácida, ao contrário dos "femininos" (que trazem o X), mais pesados e lentos, porém resistentes a um meio órgão sexual feminino adverso.

Essas conclusões indicam que as chances de ter um menino são maiores se a relação sexual ocorreu no dia da ovulação ou no seguinte, quando a uretra está mais alcalina, porque os espermatozóides masculinos podem se locomover rapidamente e chegam primeiro ao óvulo. Se a relação sexual foi um ou dois dias antes da ovulação, aumentam as chances de concepção de uma menina, pois o espermatozóide X vai sobreviver mais tempo no corpo da mulher. Apesar dessas descobertas, no entanto, tudo pode acontecer no segundo em que ocorre a fecundação, sem muita garantia de que se possa realmente escolher o sexo do bebê.

As possibilidades são maiores somente quando se faz inseminação artificial. Nesse caso, os espermatozóides femininos estão separados dos masculinos, e só se utiliza o que os pais desejarem.

Tudo começa quando a futura mamãe tem o fator sanguíneo Rh negativo e não tomou a vacina apropriada, 72 horas depois do primeiro parto. Seu segundo bebê, ainda em formação, corre um sério risco de vida. Ele pode sofrer um tipo perigoso de anemia que acabará por matá-lo. Para salvar sua vida, recorre-se transfusão, uma técnica delicadíssima.

Transfusão no feto

EM 1964, a mulher de Rh negativo ganhou uma grande garantia. Criou-se uma vacina que, aplicada até 72 horas depois do parto, impede a formação de anticorpos anti-Rh no organismo materno. Quando essa vacina não é aplicada, os anticorpos anti-Rh colocam em risco a segunda gravidez dessa mulher, destruindo os glóbulos vermelhos do sangue do feto e provocando uma anemia profunda na criança, que pode levá-la à morte. Nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos, a aplicação da vacina praticamente extinguiu a doença hemolítica perinatal (nome dado a essa anemia desenvolvida pelo feto), mas nas populações onde a sua aplicação ainda não se tornou um hábito existem casos de gestações que não chegam a termo por causa da incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho. E foi justamente pensando nesses casos que se criou a transfusão de sangue intra-uterina. Na verdade, a transfusão envolve riscos.

Por isso, só é feita quando o feto está seriamente ameaçado.

Entre a morte certa e a tentativa de salvar-lhe a vida, fica-se, é claro, com a segunda hipótese. Antes de tomar essa decisão, entretanto, os médicos precisam saber exatamente como está o bebê. Como se observa o bebê - A primeira pista que pode denunciar algum problema com o feto é a titulagem de anticorpos anti-Rh feita no sangue da mãe. Se a titulagem demonstra que há uma grande quantidade de anticorpos anti-Rh no organismo materno, pode-se suspeitar de que o bebê está ficando anêmico, pela destruição de seus glóbulos vermelhos, promovida pela ação desses anticorpos. Nem sempre, entretanto, isso é a realidade.

Quando se trata de uma segunda ou terceira gravidez, a titulagem de anticorpos pode ser alta, sem que isso signifique necessariamente que o bebê está em estado grave. O exame que pode detectar com mais segurança as condições do feto é a espectrofotometria, ou seja, o exame do líquido amniótico.

Quando os glóbulos vermelhos do feto estão sendo destruídos, o líquido amniótico fica amarelado, indicando a presença de pigmentos amarelos, que são o produto da degradação dos glóbulos vermelhos. Através de um gráfico, especialmente criado para isso, o médico pode então descobrir , pelo aspecto do líquido amniótico, qual a gravidade do estado do bebê. A retirada do líquido (amniocentese) é feita com o auxílio da ultra-sonografia, por onde se pode visualizar o local exato para a punção do líquido sem risco de atingir o feto com a agulha.

Se o feto está na faixa de alto risco, não há mais dúvidas: seus dias estão contados e, agora só resta fazer a transfusão.

E preciso injetar sangue nessa criança para corrigir a anemia e enquanto isso ganha-se um tempo precioso: uma ou duas semanas a mais de permanência no útero materno, em que ele irá se desenvolver e melhorar suas condições de sobrevivência no mundo externo . A técnica da transfusão

A primeira etapa é preparar o sangue que será injetado na criança. Ele deve ser do tipo Rh negativo (para não entrar em incompatibilidade com os anticorpos maternos) e passar por um processo em que são eliminados todos os seus glóbulos brancos. Através desse processo, consegue-se um concentrado de hemácias (glóbulos vermelhos) na quantidade adequada para atender as necessidades daquele caso. Mais uma vez, entra em cena a ultra-sonografia dinâmica. Através do aparelho de ultra-som, o médico pode visualizar o local exato para aplicar o sangue. A agulha deve atravessar o abdômen da mãe, atingir a bolsa onde está o líquido amniótico e chegar ao abdômen da criança, onde o sangue deve ser injetado entre suas alças intestinais. Esse sangue é captado então pela rede linfática do feto, caindo na sua circulação e corrigindo a anemia, tão perigosa para uma vida em formação. Há, no entanto, riscos. Na hora da transfusão, o bebê pode se mexer e a agulha terminar atingindo um órgão como o baço ou rim,o que não chega a ter conseqüências muito graves, mas é o suficiente para criar um hematoma na região atingida. Pensando em acidentes desse tipo, a agulha usada na transfusão foi especialmente elaborada para evitar que o sangue seja injetado em local não apropriado. Ela tem dois furos, um na ponta e outro mais acima. Se a ponta esbarrou em algum órgão sólido, o sangue flui pelo furo de cima.

A agulha atravessa o abdômen da mãe, a bolsa onde está o líquido amniótico e chega ao abdômen da criança.

A Dieta na Gravidez

Com uma nutrição saudável e equilibrada você garante um bom desenvolvimento de seu bebê, e uma gestação melhor. A nutrição desempenha um importante papel na gestação. Foi demonstrado através de testes laboratoriais que dietas deficientes causam efeitos prejudiciais tanto à mãe quanto ao feto. Constatado por alguns estudos que a má nutrição materna pode ser uma causa de deficiência no crescimento, resultando em bebês pequenos e de baixo peso.

As conseqüências da má nutrição para o feto dependem do período, severidade e duração da restrição dietética.

Adicional energia, proteínas, vitaminas e minerais são requeridos durante a gravidez para suportar a demanda metabólica da gravidez e do crescimento fetal.

Adicionando Energia à Sua Dieta

Encontrar o requerimento energético ideal é difícil, porque ele está correlacionado com o peso da mulher antes da gravidez, o ganho de peso, período da gestação e a atividade física. De acordo com as Quotas Dietéticas Recomendadas (RDAs) é necessário um adicional de 300Kcal no período da gestação, em especial no segundo e terceiro trimestre.

Adicionando Proteínas à Sua Dieta

Ocorre a necessidade de um adicional protéico para suportar a síntese de tecidos maternal e fetal. É importante compreender que é importante adequar a alimentação em relação a energia e proteína. O crescimento é um processo complexo que requer mais do que um fornecimento adequado de proteínas e energia.

Para garantirmos uma gestação saudável, ocorre a necessidade de uma ingestão de vitaminas e minerais dietéticos e/ou suplementados.

Adicionando Vitaminas e Minerais à Sua Dieta

Todos as vitaminas e minerais são de suma importância. Na gestação, podemos dar maior ênfase ao acido fólico, acido ascórbico, vitaminas B6, A, D, E, K, cálcio, fósforo, ferro, zinco, cobre, sódio, magnésio, flúor e iodo. Para suprir as nossas necessidades é extremamente importante uma alimentação diversificada incluindo cereais, produtos integrais, oleaginosas, frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes nas quantidades recomendadas. Os minerais e as vitaminas possuem funções específicas que garantem a saúde da mãe e o perfeito desenvolvimento fetal. É fundamental que a "futura mamãe" tenha hábitos alimentares saudáveis e "escolha" os alimentos corretamente garantindo a ingestão de todos os nutrientes necessários.

A Dieta da Mãe que Amamenta

O mesmo podemos dizer para as mães que amamentam, pois durante este período há um aumento das necessidades energéticas em função do grande gasto calórico para a produção do leite. A mãe que está amamentando não pode esquecer de ingerir líquidos em grandes quantidades, principalmente água (pelo menos um litro por dia), chás e sucos. O baixo consumo de líquido pode levar a uma diminuição da produção de leite

Precauções Necessárias para as Mães que Amamentam

Evitar grandes quantidades de café, chá preto, chocolate, alimentos com corante, alimentos light e adoçantes; Não exagerar em temperos de odor forte, como o alho; Não fumar nem fazer uso de bebidas alcóolicas; Procurar comer peixe duas a três vezes na semana; Não tomar medicamentos sem orientação médica, pois algumas drogas podem ser transmitidas para o leite.

É fundamental que essas fases "especiais de nossas vidas" sejam muito bem programadas e orientadas por profissionais competentes para garantirmos a nossa saúde e a de nossos filhos.

Fonte: www.aborto.com.br

Parto

Tipos de parto

O nascimento de uma criança pode ocorrer de várias maneiras e o ideal é que a própria mãe busque informações, ouça o seu medico e faça a escolha de como deseja que seja o “seu” parto, dentro das condições adequadas para ela.

No Brasil, 43% dos partos são cesáreas, o que contraria o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a OMS, a cesariana deveria ocorrer em apenas 15% dos casos, quando o procedimento natural representa riscos para o bebê ou a mãe.

Os partos começaram a ocorrer em hospitais há aproximadamente 70 anos.

A partir daí, foram classificados em dois tipos: normal e cesariana, ambos realizados sob os cuidados médicos e com a mulher deitada - ou seja, na posição ginecológica horizontal clássica, e com as pernas apoiadas em perneiras.

Até bem pouco tempo atrás, os partos obedeciam às mesmas regras (e em muitos lugares ainda é assim): a gestante não tinha direito a acompanhante, com freqüência ficava em salas de pré-parto coletivas, sem liberdade de movimentação, e recebia, além da lavagem intestinal, uma sedação, soro com hormônios, manobras e intervenções (pressão sobre a barriga ou aplicação de fórceps rotineiro desnecessário) para acelerar o parto.

Além disso, na posição deitada de costas, com as pernas amarradas na perneira, pode haver redução do espaço do canal de parto para a passagem do bebê, bem como diminuição da circulação sanguínea que passa da mãe para o feto — com evidentes desconfortos ou mesmo prejuízo para ambos.

Foi na década de 1970 que o cenário começou a mudar, quando grupos de médicos e mulheres passaram a questionar o excesso de intervenções. Desde então, outros tipos de parto, mais naturais, se tornaram comuns.

Veja a definição de cada um deles:

Parto normal (ou orgão sexual feminino)

É a forma convencional de dar à luz, mas não precisa ser tão doloroso como era antigamente. Anestesias mais modernas, como a peridural e a raque, aliviam as dores do parto sem impedir que a mãe participe ativamente de todo o processo. O parto normal, comparado com a cesareana, evita possíveis complicações como hematomas, dores pélvicas e infecções, e ainda diminui o tempo da recuperação.

Ao chegar ao hospital, a mãe recebe acompanhamento da temperatura, pressão arterial e freqüência cardíaca do bebê. Medidas como o enema (lavagem intestinal) e a tricotomia (raspagem dos pêlos pubianos) não são mais procedimentos de rotina. No ritmo certo, as paredes do útero se contraem e fazem a devida pressão para impulsionar a criança para baixo e para fora. Em alguns casos, é feita a indução — estimulo das contrações com medicamentos ou com o rompimento precoce da bolsa; neste caso, com a saída do líquido da bolsa (líquido amniótico), o útero começa a se contrair, promovendo o desencadeamento ou a normalizacao do ritmo do trabalho de parto.

Parto natural

Defendido pelos movimentos que lutavam pelo parto ativo (a mulher é quem faz o bebê nascer) nos anos 1980, o parto natural foi uma forma de retomar o sentido do nascimento e de seu processo natural.

Ele é igual em quase tudo ao parto normal, só que não há intervenções como anestesias, episiotomia (incisão no períneo, até há pouco tempo rotineira) e indução – o médico apenas acompanha atento o ritmo dos acontecimentos e a movimentação da mulher, no hospital ou em casa.

Parto cesárea (ou cesariano)

É uma cirurgia, o que significa que deveria ser realizado apenas em casos específicos, como sofrimento fetal, desproporção do tamanho do bebê em relação à pelve (bacia óssea), posição fetal invertida ou inadequada do bebe, infecção por herpes genital, hipertensão materna mal controlada, pré-eclampsia, diabetes.

Como em qualquer cirurgia, os riscos de recuperação são maiores, o que aumenta o cuidado com todos os procedimentos. A anestesia mais desejável é a raque ou peridural; mas, em condições excepcionais, pode ser necessária a anestesia geral.

Após desinfecção da pele do abdome da gestante, campos cirúrgicos estéreis de tecido são colocados naquela região, os braços são acomodados e mantidos fora da área operatória. Em seguida, as paredes do abdome são abertas cirurgicamente por planos até o útero (sete camadas) por uma incisão de 10 cm feita acima dos pelos púbicos. O bebê e, em seguida, a placenta são retirados; o médico revisa toda a área operada, sobretudo para avaliar se não há qualquer ponto sangrando, e então o corte é fechado com pontos, plano por plano.

De todos os tipos de parto, esse parto cirúrgico é o de recuperação mais difícil, por ser bem mais lenta e dolorida, além de apresentar maiores riscos de infecções.

"Parto sem dor"

Começa no pré-natal. A mãe deve receber informações necessárias de como reconhecer as contrações e a hora de ir para o hospital.

Os métodos psicoprofiláticos – os mais conhecidos são Bradley, Lamaze e Hipnobirth –, desenvolvidos especialmente nos Estados Unidos, treinam a respiração para o relaxamento e a concentração da gestante na hora do parto. Desta forma, a mãe se sente segura e sentirá menos dor.

No Brasil, o chamado “parto sem dor” é feito com a aplicação de anestesia raquianestesia ou peridural, que alivia ou até inibe a dor no período de dilatação e contrações. Mas isso não quer dizer que o parto será 100% sem dor, porque durante o período de dilatacao algumas sensações são necessárias para que a mãe tenha uma atitude pro-ativa e perceba o momento de empurrar o bebê para fora no momento do período expulsivo.

Entretanto, existe o risco de perda excessiva de sensibilidade, o que resulta na perda de controle da mãe sobre o parto. Alguns médicos aplicam a anestesia apenas nos momentos finais, quando o bebê está saindo do útero, uma alternativa que deveria, sempre que possível, ser adotada.

Parto de cócoras ou Parto das Índias

Assim como o parto natural, o parto de cócoras oferece a mesma vantagem de recuperação rápida. As diferenças estão na posição da mãe na hora do nascimento da criança, que fica de cócoras, e na posição do bebê, que deve estar necessariamente de cabeça para baixo (posição cefálica).

A presença de um acompanhante, principalmente do companheiro é mais do que bem-vinda, por este poder participar ativamente, dando apoio com o corpo atrás da mulher. A posição conta com a ajuda da gravidade e intensifica a eficiência das contrações e o esforço da mãe, acelerando o procedimento.

Ao contrário da posição horizontal, no parto de cócoras o processo é mais rápido, bem mais confortável e a mulher não sofre compressão de importantes vasos sanguíneos, o que poderia levar ao sofrimento do feto. Outra vantagem é que a área da pélve é aumentada em até 40% e a elasticidade do períneo é menos comprometida (mantendo sua integridade), o que facilita a passagem do bebê; já na posição horizontal, o feto é obrigado como que subir durante a expulsão para vencer a forma da curva pélvica, e exige da mãe um esforço muito maior para o mesmo fim.

Pesquisas realizadas no Brasil e em outros países comprovam os benefícios desse tipo de parto. Janet Balaskas, que liderou o movimento pelo parto ativo em Londres, nos anos 1980, comprovou que o parto de cócoras, além de acelerar a recuperação, reduz incidência de depressão pós-parto e de dificuldades com amamentação.

No Brasil, o dr. Moysés Paciornik e seu filho, dr. Cláudio Paciornik, fizeram pesquisas em comunidades indígenas do Paraná sobre o parto de cócoras.

Convencidos de suas inúmeras vantagens, criaram uma cadeira para ser usada em hospitais que permite várias posições para a mãe, sem comprometer o conforto do médico. Apesar da prática e eficiente invenção, alguns hospitais alegam não ter essas cadeiras à disposição, e por isso, não recorrem a esse tipo de parto.

Parto Leboyer ou Nascimento sem violência

Criado pelo médico francês Frédérick Leboyer, que foi o primeiro a dar a devida importância ao bebe e ao vínculo entre mãe e recém-nascido, no momento do nascimento. Foi introduzido no Brasil em 1974, pelas mãos do obstetra dr. Cláudio Basbaum e divulgada sob o nome de “Nascer Sorrindo”.

Caracteriza-se pelo uso de pouca luz, silêncio principalmente depois do nascimento, massagem nas costas do bebê, ausência da famosa palmada para fazer o bebê chorar e abrir os pulmões: essa transição respiratória é feita de forma suave, esperando o cordão parar de pulsar, colo de mãe, amamentação precoce, banho perto da mãe, que pode ser dado pelo pai.

A presença do pai na sala de parto e sua participação no primeiro banho do bebê foi pela primeira vez no mundo preconizada e adotada pelo dr. Cláudio Basbaum, mesmo no parto cesareana.

O Parto Laboyer é um exemplo de renovação do ritual do nascimento e apontado por psicanalistas como um meio de reduzir o “trauma” que significa para o bebê a saída do útero materno. Estudos realizados em “Bebes-Leboyer” defendem que esse tipo de parto gera crianças mais seguras, autônomas precocemente e emocionalmente equilibradas.

Parto na água

O parto é feita na água, de forma que o bebê sai suavemente de um líquido quentinho direto para outro. Em uma banheira com água na temperatura corpórea (37º), cobrindo toda a barriga e genitais, esse parto pode, assim como no de cócoras, ser realizado com o apoio de um acompanhante.

A água morna proporciona aumento de irrigação sangüínea, diminuição da pressão arterial e relaxamento muscular, o que provoca o alívio das dores e maior rapidez no trabalho de parto, se comparado ao parto natural, por exemplo. A água também ajuda na dilatação do colo de útero e dá maior flexibilidade ao períneo.

Começou na França com o obstetra Michel Odent, que usava banheiras com água quente para o conforto e alívio da dor das mães. Algumas delas se sentiam tão à vontade que os bebês nasciam ali mesmo. Esse tipo de parto se espalhou como um modismo pelo mundo inteiro e é opção de algumas gestantes.

Apesar das vantagens, esse tipo de parto não é recomendado para os prematuros, ou em casos de presença de mecônio, sofrimento fetal, mulheres com sangramento excessivo, diabetes, HIV positivo, Hepatite-B, Herpes Genital ativo e bebês com mais de 4 kg ou que precisem de monitoramento contínuo. Além disso, requer condições de ambiente propicias além de profissional experiente neste tipo de assistência.

Parto a fórceps

Procedimento realizado apenas nos últimos momentos do parto, para poupar ambos, mãe e filho. O parto a fórceps acontece via orgão sexual feminino e, atualmente, é um recurso utilizado apenas em casos de emergência ou de sofrimento fetal. O fórceps é um instrumento que funciona como uma pinça especial, com as extremidades em forma de colher, que e’ inserida na orgão sexual feminino para apreender, orientar e tracionar de forma adequada a cabeça do bebê, auxiliando sua saída do útero através do canal de parto.

Fonte: www.promatrix.com.br

Parto


Parto

Tipos de Parto

Existem vários tipos de parto, mas normalmente a gestante , pensa em dois tipos: cesárea e parto normal. Em geral, é só na hora da chegada do bebê que poderá ser avaliado que tipo de parto que ocorrerá.

Mas vejamos abaixo, como se procede vários tipos de parto:

Parto cesárea ou cesariano

É um parto cirúrgico, que deve ser utilizado ser houver necessidades, como: pouca dilatação pélvica, o bebê ser desproporcional em relação ao tamanho da pelve, gestante diabética, infecção herpética ativa, o bebê estar em posição invertida e se o trabalho de parto não estiver ocorrendo normalmente.

Caso o médico opte pela cesárea, a gestante recebe anestesia peridural ( em alguns casos a geral se faz necessário), e colocado a sua frente na altura do seu toráx um tela para assegurar uma melhor assepsia,e a mamãe não acompanha os cortes.

São sete camadas até chegar ao útero, com uma incisão que é feita acima dos pêlos púbicos, quando o médico alcança o bebê, o retira com o máximo de cuidado, a equipe remove a placenta e irá examina-la enquanto isso o médico fecha o corte com pontos.

A recuperação no parto cesárea é sempre mais lento e dolorido, haverá de ter mais cuidados, devido ao risco de infecção.

Parto de Cócoras

É um parto natural, realizado na posição de cócoras, ao invés da posição ginecológica. Auxiliada pela gravidade, ele se torna mais rápido e dizem ser mais saudável para a mãe e para o bebê, não ocorre compressão de importantes vasos sanguíneos, que ocorre com a gestante na posição deitada de costas.

O Parto de cócoras só é indicado para mulheres que tiveram gravidez saudável e sem problemas de pressão, e se o feto estiver na posição cefálica ( com a cabeça para baixo)

No parto de cócoras, tem a participação do companheiro, não necessita do alívio da dor, os movimentos são livres, a recuperação é rápida, são as principais vantagens do parto de cócoras.

Parto Fórceps

É o parto via orgão sexual feminino (parto normal) é usado em caso de emergência, ou sofrimento fetal, onde o obstreta utiliza um instrumento parecido com uma colher que é encaixado do lado da cabeça do bebê para ajudá-lo a sair do canal de parto. É usado quando o parto esta finalizando para ajudar no desgastes da mãe e do bebê.

Parto Humanizado

É um parto que respeita à fisiologia do parto e à mulher. Usado nos nascimentos de baixo riscos; vem sendo comprovados que as parteiras são mais seguras que os próprios médicos, e que parto sem riscos.

Realizados em residência são tão seguro quanto aqueles que são feitos em hospitais, com menos intervenção, sendo ele mais natural. Estar no ambiente familiar tranquiliza mais a parturiente, ela fica emocionalmente mais estável.

O parto humanitário visa após o parto, a presença do bebê junto à mãe no mesmo quarto, melhora a qualidade da amamentação, podendo ser mais prolongada e além de beneficiar um maior vínculo afetivo.

O Parto Humanizado observa às necessidades da mulher e da a ela o controle da situação na hora do nascimento, informando a ela as opções de escolha baseados na ciência e nos direitos que tem. agora já temos Parto Humanizado na rede pública.

Parto Leboyer

Um parto pouco utilizado, pois a mãe é ¨esquecida¨. Foi criado por um médico francês, que criou umas técnicas para que o nascimento do bebê seja o menos agressivo, e dentro dessa proposta o ambiente teria que ter pouca luz, haver silêncio após o nascimento da criança, o banho poderia ser dado pelo pai .

Mas enquanto isso, a gestante permanece deitada de costas, pernas em estribos e muitas vezes era feito episiotomia (incisão para facilitar a passagem do bebê).

Parto na Água

O parto na água, é realizado com a mulher numa banheira, onde o pai também poderá entrar para ajuda-la, a água deve estar na temperatura de 37ºC cobrindo toda a barriga da gestante que esta em trabalho de parto.

A água nesta temperatura vai deixa-la relaxada, alivia as contrações,diminui a pressão arterial e para o bebê ele poderá sair num meio liquido e quente do qual já estava acostumado.

O Parto na água, não é recomendado para partos prematuros,sofrimento fetal, quando existe mecônio, diabetes, HIV, Hepatite-B, herpes genital ativo, bebês grandes com mais de 4 quilos e sofrimento fetal.

Parto Natural

É um parto onde o médico apenas acompanha o nascimento do bebê, respeitando o ritmo e o tempo do bebê e da mulher. A gestante terá liberdade de movimento, a recuperação é rápida.

Neste tipo de parto a futura mamãe deve aprender através de curso de gestante, técnicas de respiração, onde vai ajudá-la a se sentir segura e relaxada.

Parto Normal

Parto normal ou orgão sexual feminino é o mais parecido com os naturais, o corpo da mulher é preparado para isso, sendo que se recupera muito mais rápido, existe menos chance de ter infecções e hematomas.

A mulher, geralmente pensa que no parto normal vai sentir fortes dores, mas hoje em dia existem técnicas que aliviam. Ao chegar ao hospital, terá procedimentos de rotina, onde são verificados temperatura, frequência cardíaca e pressão arterial, lavagem instetinal e raspagem dos pêlos pubianos.

E além disso, o médico pode aliviar as dores das contrações com uma anestesia peridural, e quando o espaço do bebê for insuficiente é feito uma incisão pequena na região perineal para ajudar o bebê sair, evitando assim a ruptura dos tecidos perineais.

Após a expulsão do bebê, o útero se contrai mais uma vez para expulsar a placenta. Em relação a sutura da episiotomia, quando é necessária, se cicatriza em poucos dias.

A indução do parto, pode ser efetuada se a gestação já passou das 40 semanas, quando há imcompatibilidade de Rh, à diabetes ou quando acontece o rompimento prematuro da bolsa d’água,isso se o médico achar conveniente. A indução consiste em acelerar o trabalho de parto, através de medicamentos e rompimento precoce da bolsa.

Parto sem Dor

O próprio nome diz, toda mulher quer esse tipo de parto. No Brasil a técnica utilizada é com a aplicação de anestesia peridural ou raquianestesia. O período de dilatação é aliviado pela anestesia peridual, alivia as dores e as contrações se mantêm.

O parto sem dor deve ser orientado no pré -natal, como reconhecer as contrações verdadeiras, o momento de ir para o hospital e o que vai acontecer lá.

Existe no EUA, outro método que alivia a dor do parto é o treino da respiração, que deixa a gestante relaxada e preparada, menos assustada e tensa.

Anestesia no parto: tipos de anestesias existentes.

As técnicas utilizadas em anestesia para o parto  geralmente são três tipos. A escolha depende do quadro clínico, da tolerância a dor da paciente e de como o trabalho de parto se encontra. No parto normal pode-se utilizar qualquer uma delas.

Tipos de Anestesia para o parto

Anestesia peridural

É injetada na região lombar e ligada a um cateter onde esta o anestésico; é mais fraca, mas permite novas doses e não tira a sensibilidade da mulher  aos movimentos. Num parto normal o ideal é que a mulher não sinta dor , mas ela tem que ter a força para empurrar o bebê.

Anestesia Raquidiana

É bastante utilizada em parto cesariano, onde não necessita a ajuda da mulher para que o bebê nasça. Neste tipo de anestesia a agulha entra mais profundamente, vai até o liquor, e a aplicação é única, a mulher fica sem movimento da cintura para baixo.

A terceira opção de anestesia de duplo bloqueio, geralmente se faz em pessoas que tem muita sensibilidade à dor e ainda se encontra em início de parto. É introduzido uma agulha até a região peridural e por dentro dela a agulha da raqui, até o liquor, aproveitando a combinação das duas técnicas, para que o efeito seja mais rápido.

Todas as três técnicas mencionadas acima, tem que ser avaliadas pelos médicos que acompanham o parto e pela evolução do mesmo. Não existe a melhor técnica, mas a que poderá ser utilizada no momento e só o medico poderá optar.

Fonte: mulheresgravidas.net

Parto

Calendário Obstétrico

Como usar o Calendário Obstétrico

Procure na linha amarela a data do início da sua última menstruação, e a seguir procure na linha laranja logo abaixo a data prevista para o parto.

Por exemplo:

Se sua última menstruação foi dia 10 de janeiro, a data prevista do parto será dia 17 de outubro do mesmo ano.

Calcule uma margem de erro de 20 dias, sendo 10 antes da data prevista e 10 depois, ou seja, neste exemplo, as chances seriam do parto ocorrer entre 07 e 27 de outubro.

Janeiro 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
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Fevereiro 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28      
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Dezembro
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Março 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
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Janeiro
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Abril 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30  
Janeiro/
Fevereiro
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Maio 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Fevereiro/
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Junho 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30  
Março/
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Fonte: www.clubedobebe.com.br

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