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Guerra da Coréia

Período

1950 -1953

Área do conflito

Sudeste da Ásia

Protagonistas

Estados Unidos, União Soviética, China, Coréia do Sul e Coréia do Norte

Histórico

Com o final da Segunda Guerra, a Coréia foi dividida em dois Estados, separados pelo paralelo 38: a Coréia do Sul, apoiada pelos Estados Unidos e a Coréia do Norte, amparada pela União Soviética. Na madrugada de 25 de junho de 1950, o Exército norte-coreano (EPCN) invadiu seu vizinho do sul, encorajado pela vitória comunista na China e pelo descaso dos americanos, que não reagiram a agressões fronteiriças anteriores.

O ataque surpresa pegou o Exército sul-coreano (ERC) despreparado, e numa ofensiva avassaladora, obrigou as tropas sul-coreanas e americanas a recuarem para defender o reduzido perímetro de Pusan, cidade portuária no sudeste do país. Os americanos, comandados pelo General Douglas MacArthur, prepararam um grande desembarque em Inchon, a oeste, que ocorreu ao amanhecer do dia 15 de setembro, precedido de bombardeio aéreo e naval, com poucas baixas. Vencida esta etapa, os marines seguiram em direção a capital Seul, defendida por 20.000 soldados do EPCN, que resistiram ao intenso fogo de artilharia e somente depois de sete dias de combate encarniçado, a cidade foi completamente retomada.

Em 7 de novembro, após avanço das tropas americanas e do ERC em diversas frentes, inclusive atravessando a fronteira em direção ao norte, a China resolveu socorrer seus aliados do EPCN, com cinco divisões de infantaria. A preocupação dos EUA era de que a intervenção chinesa em larga escala levasse a uma guerra global. No mesmo mês, os marines desembarcaram em Wonsan, a leste, e tentaram dominar a área dos reservatórios de Chosin, mas foram rechaçados pelo 13° Exército chinês e obrigados a efetuar uma retirada, perseguidos pelo inimigo que provocou a morte de 718 homens e 3.508 feridos entre os fuzileiros. Em janeiro de 51, com suas forças reequipadas e com todo material suficiente, os americanos promoveram um contra-ataque, numa ampla linha de frente, sempre precedido por forte fogo de artilharia e ataques aéreos, caracterizado por duas fases distintas e ao longo dos três meses seguintes avançaram vigorosamente rumo ao norte, recuperando o domínio de diversas cidades que estavam em poder do EPCN e dos chineses, forçando o inimigo para além do paralelo 38, infringindo-lhe cerca de 70.000 baixas. Então a guerra da Coréia entrou num período de escaramuças e pequenos combates, com ambos os lados preocupados em manter os pontos estratégicos já conquistados, lembrando a luta de trincheiras da Primeira Guerra Mundial.

Esta situação persistiu por longos dezoito meses, enquanto as negociações de paz, intermediadas pela ONU, prosseguiam. Apesar da natureza estática dos dois últimos anos do conflito, as perdas de vidas foram acentuadas, e todos sofreram muito mais do que nos dois anos de guerra de movimento. O armistício total foi assinado em 27 de julho de 53 e a guerra da Coréia terminava praticamente como havia começado, apesar de ter causado tanta morte e destruição.
Principais forças envolvidas Coréia do Norte: 135.000 efetivos e 100.000 reservistas; 150 tanques T-34; morteiros de 122 mm; obuseiros de 76 mm; 180 caças-bombardeiros soviéticos.

Coréia do Sul: 100.000 efetivos. Não contava com tanques pesados ou médios, não possuía muitos aviões de combate, nem artilharia.

Estados Unidos: 300.000 efetivos; bombardeiros B-29; caças Sabre F-86. Diversos porta-aviões, navios de escolta e transporte de tropas.

China: 300.000 efetivos; caças Mig-15; tanques e artilharia pesada.

Tropas da ONU: 35.000 homens de mais de vinte nações, entre elas Grã-Bretanha, Austrália, Canadá, Bélgica, Colômbia, Turquia, Holanda e África do Sul.

Guerra da Coréia
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Principais batalhas

Desembarque em Inchon, defesa do perímetro de Pusan, travessia do Rio Yalu, batalha de Chosin, resistência em Imjin, combate pela colina de Pork Chop e retomada da cidade de Seul.

Resultado final

Fixação de uma linha entre os dois lados, permitindo a criação de uma zona desmilitarizada; acertos sobre a repatriação de prisioneiros de guerra entre as partes; criação de uma comissão composta por países neutros para supervisionar o cessar-fogo e o cumprimento dos acordos.

Fonte: www.militarypower.com.br

Guerra da Coréia

Em 1950, cinco anos depois de derrotar a Alemanha nazista, os Estados Unidos e a União Soviética, ex-aliados, entram em conflito pelo controle da Coréia, uma nova zona de influência, arriscando provocar uma terceira guerra mundial.

A península da Coréia é cortada pelo paralelo 38, uma linha demarcatória que divide dois exércitos, dois Estados: a República da Coréia, no sul, e a República Popular Democrática da Coréia, no norte. Essa demarcação, existente desde 1945 por um acordo entre Moscou e Washington, dividiu o povo coreano em dois sistemas políticos opostos: no norte o comunismo apoiado pela União Soviética, e, no sul, o capitalismo apoiado pelos Estados Unidos.

Em 3 de julho de 1950, depois de várias tentativas para derrubar o governo do sul, a Coréia do Norte ataca de surpresa e toma Seul, a capital.

As Nações Unidas condenam o ataque e enviam forças, comandadas pelo general americano Douglas MacArthur, para ajudar a Coréia do Sul a repelir os invasores.

Em setembro, as forças das Nações Unidas começam uma ambiciosa ofensiva para retomar a costa oeste, ocupada pelo exército norte-coreano. Em 15 de setembro, chegam inesperadamente em Inchon, perto de Seul, e algumas horas depois entram na cidade ocupada. Os setenta mil soldados norte-coreanos são vencidos pelos cento e quarenta mil soldados das Nações Unidas. Cinco dias depois, exatamente três meses após o início das hostilidades, Seul é libertada.

Com essa vitória, os Estados Unidos mantêm sua supremacia no sul. Mas, para eles isso não basta.

Em primeiro de outubro, as forças internacionais violam a fronteira do paralelo 38, como os coreanos haviam feito, e avançam para a Coréia do Norte. A capital, Piongiang, é invadida pelo exército sul-coreano e pelas tropas das Nações Unidas, que, em novembro, aproximam-se da fronteira com a China. Ameaçada, a China envia trezentos mil homens para ajudar a Coréia do Norte.

A Coréia do Norte é devastada. Os suprimentos enviados pela União Soviética são interceptados pelas forças das Nações Unidas. Durante quase três anos, o povo coreano, uma das mais notáveis culturas da Ásia, é envolvido em uma brutal guerra fratricida. Milhares de prisioneiros amontoados em campos de concentração esperam ansiosamente por um armistício.

Com a ajuda da China, as forças das Nações Unidas são rechaçadas para a Coréia do Sul. A luta pelo paralelo 38 continua. Em Seul, as tropas são visitadas por artistas que tentam elevar seu moral.

O General MacArthur, insistindo em um ataque direto à China, é substituído, em abril de 51, pelo General Ridway. Em 23 de junho começam as negociações de paz, que duram dois anos e resultam num acordo assinado em Pamunjon, em 27 de julho de 53.

Mas, o único resultado é o cessar fogo. Na guerra coreana morreram cerca de três milhões e meio de pessoas. O tratado de paz ainda não foi assinado, e a Coréia continua dividida em Norte e Sul.

Fonte: www.tvcultura.com.br

Guerra da Coréia

A Guerra da Coréia travou-se entre 25 de Junho de 1950 e 27 de Julho de 1953, opondo a Coréia do Sul e seus aliados, que incluíam os Estados Unidos da América, à Coréia do Norte, apoiada pela República Popular da China e antiga União Soviética. O resultado foi a divisão da península da Coréia em dois países, que perdura até aos dias de hoje.

Em 1950, cinco anos e meio depois de derrotar a Alemanha nazista, os Estados Unidos e a União Soviética, ex-aliados, entram em conflito pelo controle da Coréia, uma nova zona de influência comercial e territorial, arriscando provocar uma terceira guerra mundial.

A península da Coréia é cortada pelo paralelo 38, uma linha demarcatória que divide dois exércitos, dois Estados: a República da Coréia, no sul, e a República Popular Democrática da Coréia, no norte. Essa demarcação, existente desde 1945 por um acordo entre Moscou e Washington, dividiu o povo coreano em dois sistemas políticos opostos: no norte o comunismo apoiado pela União Soviética, e, no sul, o capitalismo apoiado pelos Estados Unidos.

Em 3 de julho de 1950, depois de várias tentativas para derrubar o governo do sul, a Coréia do Norte ataca de surpresa e toma Seul, a capital. As Nações Unidas condenam o ataque e enviam forças, comandadas pelo general americano Douglas MacArthur, para ajudar a Coréia do Sul a repelir os invasores.

Em setembro, as forças das Nações Unidas começam uma ambiciosa ofensiva para retomar a costa oeste, ocupada pelo exército norte-coreano. Em 15 de setembro, chegam inesperadamente em Inchon, perto de Seul, e algumas horas depois entram na cidade ocupada.

Os setenta mil soldados norte-coreanos são vencidos pelos cento e quarenta mil soldados das Nações Unidas. Cinco dias depois, exatamente três meses após o início das hostilidades, Seul é libertada.

Com essa vitória, os Estados Unidos mantêm sua supremacia no sul. Mas, para eles isso não basta.Em primeiro de outubro, as forças internacionais violam a fronteira do paralelo 38, como os coreanos haviam feito, e avançam para a Coréia do Norte.

A capital, Piongiang, é invadida pelo exército sul-coreano e pelas tropas das Nações Unidas, que, em novembro, aproximam-se da fronteira com a China. Ameaçada, a China envia trezentos mil homens para ajudar a Coréia do Norte.

A Coréia do Norte é devastada. Os suprimentos enviados pela União Soviética são interceptados pelas forças das Nações Unidas. Durante quase três anos, o povo coreano, uma das mais notáveis culturas da Ásia, é envolvido em uma brutal guerra fratricida.

Milhares de prisioneiros amontoados em campos de concentração esperam ansiosamente por um armistício.Com a ajuda da China, as forças das Nações Unidas são rechaçadas para a Coréia do Sul.

A luta pelo paralelo 38 continua. Em Seul, as tropas são visitadas por artistas que tentam elevar seu moral.O General MacArthur, insistindo em um ataque direto à China, é substituído, em abril de 51, pelo General Ridway.

Em 23 de junho começam as negociações de paz, que duram dois anos e resultam num acordo assinado em Pamunjon, em 27 de julho de 53.

Mas, o único resultado é o cessar fogo. Na guerra coreana morreram cerca de três milhões e meio de pessoas. O tratado de paz ainda não foi assinado, e a Coréia continua dividida em Norte e Sul.

Fonte: pt.wikipedia.org

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