Uma das principais guerras do século XX, a Guerra do Vietnã foi um conflito armado entre 1964 e 1975. Durante uma década, a guerra dominou as manchetes de jornais americanos e de todo o mundo pela brutalidade e pelo fracasso dos Estados Unidos.

Na Guerra do Vietnã, utilizou-se pela primeira vez helicópteros
para transportar os soldados
De um lado uma coalizão de forças incluindo os Estados Unidos, a República do Vietnã (Vietnã do Sul), a Austrália e a Coréia do Sul; do outro estavam a República Democrática do Vietnã, a Frente de Liberação Nacional (FLN) e a guerrilha comunista sul-vietnamita, com ajuda material da União Soviética e da China.
Vários presidentes americanos resumiram a ação militar no Vietnã como um ato contra a propagação do comunismo na região. Armas, soldados e dinheiro foram enviados ao país. Os Estados Unidos chegaram a manter cerca de 550 mil soldados na região. Em 1973, após uma derrota vexatória, retiraram suas tropas do Vietnã e deixaram apenas militares que apoiariam as tropas locais. O final da guerra aconteceu em 1975, quando o governo de Saigon (capital do Vietnã do Sul) se rendeu aos vietcongs.
Vietnã, Laos e Camboja faziam parte do território conhecido como Indochina que, desde o final do século XIX, eram colônias francesas. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Japão avançou sobre o Sudeste Asiático e anexou a região sob seu domínio. Liderados por Ho Chi Minh, os vietnamitas se organizaram na Liga Revolucionária para a Independência do Vietnã com o objetivo de reagir contra os japoneses. Logo após o final da 2ª Guerra, os vietnamitas proclamaram, na parte norte do país, a República Democrática do Vietnã.
Em 1946, a tentativa francesa de restabelecer o colonialismo no Sudeste Asiático provocou a Guerra da Indochina, em que o imperialismo francês enfrentou grupos de guerrilhas no Vietnã e no Laos, culminando com a derrota francesa na Batalha de Dien Bien-phu em 1954.
A Conferência de Genebra, de 1954, convocada para negociar a paz, reconheceu a independência do Camboja, Laos e Vietnã. Outra medida da conferência foi que, até as eleições gerais de 1956, o Vietnã independente ficaria divido em
Outras determinações da Conferência de Genebra:
Com o aquecimento da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, a rivalidade entre Vietnã do Norte e do Sul aumentou. Desde fevereiro de 1955, os Estados Unidos, aliados de Ngo Dinh Diem, católico e favorável à contenção do comunismo na Ásia, começaram a treinar sul-vietnamitas para lutar contra o Vietminh (Liga da Independência do Vietnã, sucessora do Partido Comunista Indochinês).
O cancelamento das eleições populares pelo governo do Vietnã do Sul desencadeou a Guerra do Vietnã, em 1960. No mesmo ano, como forma de oposição à divisão do país, os sul-vietnamitas organizaram a Frente Nacional de Libertação (FNL). Formada por guerrilheiros socialistas conhecidos como vietcongs, a FNL recebeu o apoio do Vietnã do Norte.
No intuito de barrar a expansão do socialismo na região, os Estados Unidos se aproximaram do governo do Sul e enviaram ajuda militar para combater os insurgentes. O então presidente americano, John Kennedy, aumentou para 15 mil o número de conselheiros militares na região. Era o início de uma nova guerra no país.
Com a ajuda dos americanos, e um poderoso arsenal bélico, os sul-vietnamitas atacaram durante uma década os insurgentes do norte. Em 1964, o presidente Lyndon Johnson decidiu intervir militarmente no país, alegando que navios americanos tinham sido atacados por lanchas do Vietnã do Norte. O número de soldados americanos no país aumentou. Com a ajuda de helicópteros - usados pela primeira vez em uma guerra - as tropas se deslocavam rapidamente para qualquer lugar do país, propiciando aos soldados participarem de mais combates do que na 2ª Guerra.

Saigon - Vietnã - 1968 - Ngunyen Ngoc, chefe da polícia sul-vietnamita,
mata um guerrilheiro vietcong
Uma nova escalada de guerra começou em 1965, quando o governo dos Estados Unidos iniciou um bombardeio sistemático sobre o Vietnã do Norte. Em janeiro de 1968, o Vietnã do Norte e os vietcongs desencadearam a 'ofensiva do Tet' (o ano-novo vietnamita), ocupando Hué. A ofensiva teve como resultado a suspensão dos bombardeiros por parte do presidente americano Johnson e a ocupação de importantes cidades do sul pelos norte-vietnamitas.
Nesse mesmo ano, tem início, em Paris, as conversações entre Hanói e Washington para o fim da guerra. Em seguida, o debate se estendeu para os representantes de Saigon e da FNL. As tratativas não tiveram resultados, porque os Estados Unidos se recusaram a retirar suas tropas do país.
Além de despejarem sobre o Vietnã milhões de toneladas de bombas químicas de alto poder destrutivo, como as de 'napalm', condenadas pelas Nações Unidas, os Estados Unidos investiram mais de 250 bilhões de dólares no conflito. No auge da guerra, mantiveram na região 550 mil soldados americanos.

Retrato da guerra
Kim Phuc (à direita) foge de incêndio
A opinião pública foi altamente influenciada pelas imagens marcantes que eram divulgadas da guerra. Pela primeira vez, transmissões puderam ser vistas em todo o mundo, provocando o descontentamento com a ofensiva americana. Um exemplo foi o confronto de 8 de junho de 1972, quando um avião do Vietnã do Sul lançou, acidentalmente, sua carga de 'napalm' no vilarejo de Trang Bang. Com a roupa em chamas, a pequena Kim Phuc eternizaria a imagem cruel da disparidade da guerra. Phuc fugiu do vilarejo com a família, para ser hospitalizada. A menina sobreviveu e, atualmente, mora nos Estados Unidos.
Mesmo com o poderoso arsenal bélico, os norte-americanos foram derrotados. Os norte-vietnamitas usaram melhor as estratégias de guerrilha, aproveitando-se das vantagens geográficas (selva fechada e calor de 40 graus). O exército americano se retirou da região em 1973, encerrando a mais longa guerra em sua história. Cerca de 60 mil soldados americanos morreram no Vietnã e mais de 300 mil ficaram feridos. Do lado vietnamita, a baixa foi muito mais alta. Estimativas indicam que mais de 500 mil tenham morrido e milhões ficaram feridos.
Alguns militares ficaram mais dois anos no Vietnã do Sul, enquanto o país ainda lutava contra o Norte. O final da guerra, no entanto, só foi declarado em 30 de abril de 1975. Tanques norte-vietnamitas invadiram o palácio presidencial em Saigon, encerrando a guerra. Os últimos militares americanos no país buscaram segurança no telhado de sua embaixada. No ano seguinte, o Vietnã se reunificou e se transformou em um Estado socialista, com a denominação de República Socialista do Vietnã.
Fonte: revistaepoca.globo.com

Recolha do 2º Batalhão, 14º Regimento de Infantaria,
de uma plantação de borracha em Filhol, durante a Operação
Wahiawa, por uma brigada de Hueys, os célebres helicópteros
imortalizados pelo seu sucesso nesta guerra.
A Guerra do Vietname (ou Vietnã, ou ainda Vietnam) foi um conflito armado entre 1958 (com a invasão de Laos pelo Vietnã do Norte) e 1975 no Vietnã do Sul e nas zonas fronteiriças do Camboja e do Laos, e bombardeios (Rolling Thunder) sobre o Vietnã do Norte. O envolvimento dos EUA no conflito teve como pretexto um ataque norte-vietnamita aos seus navios USS Maddox e USS C.Turney Joy enquanto patrulhavam o golfo de Tonquim, em Julho de 1964. Hoje em dia especula-se que o ataque tenha sido uma ação do governo norte-americano usada como pretexto de intervir no Vietnã.
As hostilidades originaram-se com a intromissão dos EUA na política interna do Vietnam. Conforme definido pela Convenção de Genebra, os vietnamitas teriam direito a eleições livres para escolher seus governantes. Mas diplomatas estado-unidenses sabiam muito bem que, se fossem autorizados plebiscitos no país, os comunistas venceriam com mais de 90% dos votos, graças à enorme popularidade de seu líder, Ho Chi Minh, patriota e herói da resistência vietnamita contra as ocupações japonesa e francesa. O maior temor dos Estados Unidos não era apenas a possibilidade de o Vietnã cair nas mãos dos comunistas, e sim o chamado "efeito dominó", isto é, que outros países vizinhos tentassem seguir o exemplo da insubordinação vietnamita.

Explosão de uma bomba de napalm muito utilizada na guerra.
No início, os EUA apoiavam o regime ditatorial do Vietnã do Sul com dinheiro, armas, carros de combate, assessores militares e, a partir de 1962, tropas. Combatiam de um lado uma coalizão de forças incluindo os Estados Unidos da América, a República do Vietnã (Vietnã do Sul), a Austrália, a Nova Zelândia, as Filipinas e a Coréia do Sul, e do outro lado a República democrática do Vietnã, a Frente de liberação nacional (FLN, Vietcong, ex-Vietmin) e a guerrilha comunista sul-vietnamita. Cerca de 540 000 estado-unidenses foram enviados para o Vietnam entre 1965 e 1973 para ajudar a preservar a independência do Vietnã do Sul pró-capitalista em relação ao norte comunista. Os helicópteros indispensáveis à campanha dos aliados e a artilharia pouco ou nada podiam fazer, na maioria das vezes os soldados estado-unidenses ficavam vulneráveis neste território pouco conhecido, ao contrário dos Vietcongs que o conheciam como a palma da mão e possuíam uma grande rede de abrigos subterrâneos e túneis, realizando armadilhas e emboscadas. A URSS e a China forneceram ajuda material ao Vietnã do Norte e ao FLN, mas não tiveram participação militar activa no conflito.
Entrementes no Sul, assumia a administração em nome do imperador, Ngo Dinh Diem, um líder católico, que em pouco tempo tornou-se o ditador do Vietnã do Sul. Ao invés de realizar as eleições em 1956, como previa o acordo de Genebra, Diem proclamou a independência do Sul e cancelou a votação. Os americanos apoiaram Diem porque sabiam que as eleições seriam vencidas pelos nacionalistas e pelos comunistas de Ho Chi Minh. Em 1954, o Gen. Eisenhower, presidente dos Estados Unidos, explicou a posição americana na região pela defesa da Teoria de Dominó: "Se vocês porem uma série de peças de dominó em fila e empurrarem a primeira, logo acabará caindo até a última... se permitirmos que os comunistas conquistem o Vietnã corre-se o risco de se provocar uma reação em cadeia e todo os estados da Ásia Oriental tornar-se-ão comunistas um após o outro."
A partir de então Diem conquistou a colaboração aberta dos EUA, primeiro em armas e dinheiro e depois em instrutores militares. Diem reprimiu as seitas sul-vietnamitas, indispôs-se com os budistas e perseguiu violentamente os nacionalistas e comunistas, além de conviver, como bom déspota oriental, com uma administração extremamente nepótica e corrupta. Em 1956, para solidificar ainda mais o projeto de contenção ao comunismo, especialmente contra a China, o secretário John Foster Dulles criou, em Manilla, a OTASE (Organização do Tratado do Sudeste Asiático), para servir de suporte ao Vietnã do Sul.

Abertura que dá acesso a uma rede subterrânea de túneis.
Essa guerra era uma parte do conflito regional envolvendo os países vizinhos do Cambodja e do Laos, conhecido como Segunda Guerra da Indochina. No Vietnã, esta guerra é chamada de guerra da América (Vietnamita: Chi?n Tranh Ch?ng M? C?u Nu?c, literalmente guerra contra os americanos e para salvar a nação). Para tal, os vietnamitas tiveram de suportar baixas e bombardeios terríveis. O grande número de baixas americanas (57939 soldados perderam suas vidas entre 1962 e a retirada aliada, em 1975) tornou o conflito extremamente impopular. Muitos dos que passaram a protestar contra essa guerra eram pessoas que a apoiaram entusiasticamente no início.
Este conflito se inscreve no contexto da Guerra Fria, conflito entre as potências capitalistas e o bloco comunista.
A participação crescente dos EUA na Guerra e a brutalidade e inutilidade dos bombardeios aéreos - inclusive com bombas napalm - fez com que surgisse na américa um forte movimento contra a guerra. Começou num bairro de São Francisco, na Califórnia, o Haight - Aschbury, com "as crianças das flores" (flower children), quando gente jovem lançou o movimento "paz e amor" (peace and love), rejeitando o projeto da Grande Sociedade do pres. Johnson.
A partir de então tomou forma a movimento da contra-cultura - chamado de movimento hippie - que teve enorme influência nos costumes da geração dos anos 60, irradiando-se pelo mundo todo. Se a sociedade americana era capaz de cometer um crime daquele vulto, atacando uma pobre sociedade camponesa no sudeste asiático, ela deveria ser rejeitada. Se o americano médio cortava o cabelo rente como um militar, a contracultura estimulou o cabelo despenteado, cumprido, e de cara com barba. Se o americano médio tomava banho, opunham-se a ele andando sujos. Se aqueles andavam de terno e gravata, aboliram-na pelo brim e pela sandália. Repudiaram também a sociedade urbana e industrial, propondo o comunitarismo rural e a atividade artesanal, vivendo da fabricação de pequenas peças, de anéis e colares. Se o tabaco e o álcool era a marca registrada da sociedade tradicional, aderiram à maconha e aos ácidos e as anfetaminas. Foram os grandes responsáveis pela prática do amor livre e pela abolição do casamento convencional e pela cultura do rock. Seu apogeu deu-se com o festival de Woodstock realizado no Estado de N.York, em 1969.
A revolta instalou-se nos Campi Universitários, particularmente em Berkeley e em Kent onde vários jovens morrem num conflito com a Guarda Nacional. Praticamente toda a grande imprensa também se opôs ao envolvimento. Surgiu entre os negros os Panteras Negras (The Black Panthers) um expressivo grupo revolucionário que pregava a guerra contra o mundo branco americano da mesma forma que os vietcongs. Passeatas e manifestações ocorriam em toda a América. Milhares de jovens negaram-se, pela primeira vez na história do país, a servir no exército, desertando ou fugindo para o exterior.
Esse clima espalhou-se para outros continentes e, em 1968, em março, eclodiu a grande rebelião estudantil no Brasil contra o regime militar, implantado em 1964, e em maio, na França, a revolta universitária contra o governo do Gen. de Gaulle. Outras ainda ocorreram no México e na Alemanha e Itália. O filósofo marxista Herbert Marcuse afirmou que a revolução seria feita doravante pelos estudantes e outros grupos não assimilados pela sociedade de consumo conservadora.
Em 30 de janeiro de 1968, os vietcongs fizeram uma surpreendente ofensiva - a ofensiva do Ano Tet (o ano lunar chinês) - sobre 36 cidades sul-vietnamitas, ocupando inclusive a embaixada americana em Saigon. Morreram 33 mil vietcongs nessa operação arriscada, pois expôs quase todos os quadros revolucionários, mas foi uma tremenda vitória política. O gen. Wetsmoreland, que havia dito que "já podia ver a luz no fim do túnel", predizendo uma vitória americana para breve, foi destituído, e o presidente Johnson foi obrigado a aceitar negociações, a serem realizadas em Paris, além de anunciar sua desistência de tentar a reeleição. Para a opinião pública americana tratava-se agora de sair daquela guerra de qualquer maneira. O novo presidente eleito, Richard Nixon, assumiu o compromisso de "trazer nossos rapazes de volta", fazendo com que lentamente as tropas americanas se desengajassem do conflito. O problema passou a ser de que maneira os Estados Unidos poderiam obter uma "retirada honrosa" e manter ainda o seu aliado, o governo sul-vietnamita.
Desde 1963, quando os militares sul-vietnamitas, apoiados pelos americanos, derrubaram e mataram o ditador Diem (aquela altura extremamente impopular), os sul-vietnamitas não conseguiram mais preencher o vácuo de sua liderança. Uma série de outros militares assumiram a chefia do governo transitoriamente enquanto os combates mais e mais eram tarefa dos americanos. Nixon passou a reverter isso, fazendo com que os sul-vietnamitas voltassem a ser encarregados das operações. Chamou-se isso de "vietnamização" da guerra. Imaginou que abastecendo-os o suficiente de dinheiro e armas eles poderiam lutar sozinhos contra o vietcong. Transformou o presidente Van Thieu num simples títere desse projeto. Enquanto isso as negociações em Paris marcavam passo. Em 1970, Nixon ordenou o ataque a célebre trilha Ho Chi Minh que passava pelo Laos e Camboja e que servia como estrada de abastecimento do vietcong. Estimulou também um golpe militar contra o neutralista príncipe N.Sianouk do Camboja, o que provocou uma guerra civil naquele país entre os militares direitistas e os guerrilheiros do Khmer Vermelho (Khmer Rouge) liderados por Pol Pot.
Alguns equipamentos e armamentos são considerados símbolos da Guerra do Vietnã. Abaixo uma relação das principais aeronaves, tanques e equipamentos militares imortalizados pelo conflito:
O total de vítimas da Guerra do Vietnã entre os anos de 1964 até 1975 é impreciso, oscilando entre 1 milhão e meio a dois milhões de vietnamitas mortos, entre civis e militares, que de certa forma significavam a mesma coisa, pois o povo era quem compunha o exército da guerra. Parte considerável da população economicamente ativa do país morreu durante o conflito. Este fato provocou uma grave crise econômica nos anos seguintes ao término do conflito. Morreram aproximadamente 54.000 soldados estado-unidenses até a retirada dos Estados Unidos do conflito em 1973.
Quando os vietnamitas começaram a construir o socialismo no país unificado, primeiramente eles optaram pelo velho modelo soviético que, por não levar em conta as peculiaridades e as realidades nacionais, fracassou. O país então entrou em uma crise econômica que agravou ainda mais sua situação social. Em 1987 o Vietnã enfrentava uma inflação de quase 700% ao ano, uma grande carência no abastecimento de mercadorias e artigos de primeira necessidade como o arroz, por exemplo, estavam sendo importados. Além disso, o país só mantinha relações comerciais e diplomáticas com países socialistas, pois sofria o embargo de países capitalistas, sob imposição dos EUA.
Estados Unidos: 2.300.000 homens serviram no Vietnã de 1961 a 1974, com 46.370 mortos e 300.000 feridos.
Vietnã do Sul: 1.048.000 homens (Exército regular e Forças Populares), com 184.000 mortos.
Vietnã do Norte e Vietcongs: cerca de 2.000.000 homens, com 900.000 mortos no total.

Um helicóptero Bell UH-1D pulverizando vegetação
com desfolhadores, o agente laranja
Entre as novas tecnologia usadas pelos americanos estava os sprays desfolhadores de árvores. Este produto químico era conhecido como o Agente laranja. A guerrilha do norte se escondia em arbustos provocando grandes baixas nos soldados aliados. Era necessário desfolhar estas árvores para visualizar o inimigo. Muitos dos combatentes vietnamitas fugiam em túneis. O impacto ecológico deste agente químico foi catastrófico para a cobertura vegetal e para a população que habitava a região. Ainda hoje é possível perceber resíduos nos sistemas ecológicos em várias partes no país.
Fonte: pt.wikipedia.org