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Guerra Fria

Guerra Fria

ESQUEMA GUERRA FRIA

Inicio- Ao final da 2ª Guerra mundial:

Enfraquecimento econômico e político dos países europeus

Bipolaridade mundial

Cortina de Ferro

Ausência de confrontos diretos entre EUA e URSS

Bomba atômica soviética

Criação da OTAN e do Pacto de Varsóvia

Descolonização da África e da Ásia

Revolução socialista na China

Plano Marchal

Marcatismo

Muro de Berlim (Maior símbolo da Guerra Fria)

Guerra da Coréia

Guerra do Vietnã

Invasão da Hungria

Primavera de Praga

Revolução cubana

Questão dos mísseis

Aliança para o Progresso

Combate ao populismo na América latina

Apoio as ditaduras latino-americanas

Detente

Perestroika e Glasnort

Queda do muro de Berlim ( maior representação do fim da guerra fria)

Resumo Guerra Fria

Disputa pela hegemonia mundial entre Estados Unidos e URSS após a II Guerra Mundial. É uma intensa guerra econômica, diplomática e tecnológica pela conquista de zonas de influência.

Ela divide o mundo em dois blocos, com sistemas econômico e político opostos: o chamado mundo capitalista, liderado pelos EUA, e o mundo comunista, encabeçado pela URSS. Provoca uma corrida armamentista que se estende por 40 anos e coloca o mundo sob a ameaça de uma guerra nuclear.

Após a II Guerra Mundial, os soviéticos controlam os países do Leste Europeu e os norte-americanos tentam manter o resto da Europa sob sua influência.

Apoiado na Doutrina Truman – segundo a qual cabe aos EUA a defesa do mundo capitalista diante do avanço do comunismo –, o governo norte-americano presta ajuda militar e econômica aos países que se opõem à expansão comunista e auxilia a instalação de ditaduras militares na América Latina. O Plano Marshall, por exemplo, resulta na injeção de US$ 13 bilhões na Europa. A URSS adota uma política isolacionista, a chamada Cortina de Ferro. Ajudada pelo Exército Vermelho, transforma os governos do Leste Europeu em satélites de Moscou.

Nos anos 50 e 60, a política norte-americana de contenção da expansão comunista leva à participação da nação na Guerra da Coréia e na Guerra do Vietnã. A Guerra Fria repercute na própria política interna dos EUA, com o chamado macarthismo, que desencadeia no país uma onda de perseguição a supostos simpatizantes comunistas.

Corrida nuclear

A Guerra Fria amplia-se a partir de 1949, quando os soviéticos explodem sua primeira bomba atômica e inauguram a corrida nuclear. Os EUA testam novas armas nucleares no atol de Bikini, no Pacífico, e, em 1952, explodem a primeira bomba de hidrogênio. A URSS lança a sua em 1955. As superpotências criam blocos militares reunindo seus aliados, como a OTAN, que agrega os anticomunistas, e o Pacto de Varsóvia, do bloco socialista.

Com a descoberta da instalação de mísseis soviéticos em Cuba, em 1962, os EUA ameaçam um ataque nuclear e abordam navios soviéticos no Caribe. A URSS recua e retira os mísseis. O perigo nuclear aumenta com a entrada do Reino Unido, da França e da China no rol dos detentores de armas nucleares. Em 1973, as superpotências concordam em desacelerar a corrida armamentista, fato conhecido como Política da Détente.

Esse acordo dura até 1979, quando a URSS invade o Afeganistão. Em 1985, com a subida ao poder do líder soviético Mikhail Gorbatchov, a tensão e a guerra ideológica entre as superpotências começam a diminuir. O símbolo do final da Guerra Fria é a queda do Muro de Berlim, em 1989. A Alemanha é reunificada e, aos poucos, dissolvem-se os regimes comunistas do Leste Europeu. Com a desintegração da própria URSS, em 1991, o conflito entre capitalismo e comunismo cede lugar às contradições existentes entre o hemisfério norte, que reúne os países desenvolvidos, e o hemisfério sul, onde está a maioria dos subdesenvolvidos.

Observações:

Existiu também a "Aliança para o Progresso" um plano de ajuda economica para ajudar os paises da América Latina a sair do subdesenvolvimento porem com valores bem inferiores ao plano Marshal.

No Brasil a Guerra Fria se fez sentir principalmente no governo Dutra com o rompimento de relações diplomaticas com os paises socialistas, na "Aliança para o Progresso",No golpe militar de 1964 e no apoio a ditadura militar (1964 a 1985)

Perestroika

Plano economico criado no governo Gorbachov que reinicia a introdução do capitalismo na URSS

Glasnort

Plano que visava um democratização do socialismo soviético

Fonte: br.geocities.com

Guerra Fria

Após a segunda guerra mundial, o mundo conheceu o poder de duas superpotências e o aspecto mais marcante da ordem geopolítica bipolar foi a chamada guerra fria.

Ela consistiu simultaneamente numa disputa e numa conivência entre Estados Unidos e ex-União Soviética. Foi uma disputa tanto político-militar e econômica como diplomática, cultural e ideológica.

O termo “Guerra Fria” pode ser justificado devido à ausência de campos de batalhas, isto é, não houve conflitos militares diretos entre essas duas superpotências.

Foi uma espécie de “guerra” não declarada, por outros meios diferentes dos convencionais: disputas econômicas e comerciais, espionagem de ambos lados, propaganda de cada modelo societário, competição por áreas de influências, etc.

2- Ideologia da Guerra Fria

A guerra fria não consistiu somente numa disputa ou oposição de duas superpotências e dois modelos sociais alternativos. Ela foi também uma forma de dominação internacional. Cada superpotência tinha sua “zona de influencia” e havia uma intensa disputa por regiões do terceiro mundo, onde as transformações aconteciam com mais freqüências.

Os estados Unidos através de seus porta-vozes e apologetas, diziam representar o “mundo livre” - isto é o capitalismo identificado de forma incorreta. E os divulgadores da ex-União Soviética afirmavam que ela seria a guardiã dos ideais socialistas e igualitários.

O mundo bipolar possuía também uma ideologia, que consistia na supervalorização da oposição entre capitalismo e socialismo ou comunismo. Como se no século XX pudesse ser interpretado como um momento de luta ou oposição entre esses dois sistemas socioeconômicos.

3- O preço desta guerra

A guerra fria foi também acompanhada por uma fantástica corrida armamentista. O mundo após 45 ingressou na era atômica e na conquista do espaço, fatos que foram instrumentalizados pela guerra fria.

Da bomba atômica chegou-se á termonuclear e em seguida à bomba de nêutrons. Um dos principais motivos que levaram ao desmoronamento do edifício bipolar foi sem dúvida alguma o desenvolvimento desigual das nações nas últimas décadas, em especial nos anos 70 e 80. Pouco a pouco enquanto o ritmo de crescimento anual dos Estados Unidos era de 0,5 ou 1% e o da URSS era praticamente nulo, esse era de 7 ou 9% no Japão e na Alemanha isto devido aos altos gastos das duas superpotências em armamento.

Elas gastavam por volta de 50% do total mundial de despesas militares, ou até mais em alguns anos.

Esses enormes gastos no setor militar, sem duvida prejudicaram muito a economia das superpotências, todos estes gastos militares podem ser considerados improdutivos, isto é, eles não ampliam em nada o padrão de vida dos povos.

São gastos que não tem retorno social alguns, não acrescem em nada a base produtivo do país.

Em outras palavras, um investimento de centenas de bilhões de dólares para fabricar algumas bombas nucleares é um recurso praticamente jogado fora do ponto de vista da coletividade.

Não é por acaso que os dois principais beneficiários com a globalização e a modernização da economia internacional das ultimas décadas, o Japão e a Alemanha, estiveram entre os países que menos gastaram com militarismo.

Fonte: www.gicn.hpg.ig.com.br

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