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Guiné-Bissau

 

GUINÉ-BISSAU, REMANSO DE PAZ

Guiné-Bissau tem estado fechada ao turismo por muitos anos e só recentemente tem-se aberto ao visitante.

E é uma sorte, porque, apesar de ser um dos países mais pobres do continente, é ainda um remanso de paz, com povoações tranquilas, gente amistosa e praias inexploradas.

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor, visto obrigatório e passagem de saída.

CLIMA

Clima tropical. As chuvas chegam de abril a novembro.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.

IDIOMA

O idioma oficial é o português. Também fala-se o português crioulo.

ELETRICIDADE

A corrente elétrica é de 220 volts/Hz.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Peso (GWP). Um GWP equivale a 100 centavos. Está proibida a importação ou exportação de moeda do país, mais não é necessária uma declaração de moeda à entrada do país. Pode-se realizar as trocas nos hotéis e nos bancos.

EMERGÊNCIA - SAÚDE - POLICIAMENTO

É imprescindível a vacina contra a febre amarela e a profilaxia anti-malária. Recomendável a vacina contra o tifo e têtano. Não pode-se beber água da torneira e nem comer alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada com analgésicos, antiestamínicos, antidiarréicos, antibióticos, antisépticos, repelentes para insetos, loções calmantes contra mordidas ou alergias, vendas, tesouras, pinças, termômetro e, se necessitar seringas hipodêrmicas levá-las do país de origem. É recomendável viajar com um seguro médico e de assistência. Para emergências médicas ou policiais se deve solicitar ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próximos.

CORREIOS E TELEFONIA

Tanto em serviço de correios internacional como o telefônico são bastante bons para a região. As chamadas ao estrangeiro do interior do país se fazem através de operadora. Para chamar a Guiné-Bissau da Espanha deve marcar 00-245 mais o número do assinante.

FOTOGRAFIA

É melhor levar material que vai usar, pois embora na capital pode-se encontrar filme facilmente, não é raro que esteja estragados pelo calor ou simplesmente fora de prazos. Por respeito, e para evitar problemas, peça sempre permissão antes de fotografar as pessoas.

HORÁRIO COMERCIAL

Normalmente os comércios abrem das 9 às 10 horas, fazem uma pausa de duas horas para o almôço ao meio dia e continuam até 20 ou 21 horas.

GORJETAS

Se está satisfeito com o serviço, e este não está incluido na conta, o normal é deixar entre 10% e 15% da importância, em conceito de gorjeta.

TAXAS E IMPOSTOS

Existe uma taxa de saída do aeroporto.

Como no resto da região, o mais habitual é preencher um formulário de alfândega enumerando o dinheiro e posses pessoais, incluindo câmaras, eletrônica e joalheria. Ao sair se deixa este formulário e se preenche outro de saída.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Guiné-Bissau tem uma extensão de 36.125 quilometros quadrados, e limita-se ao norte com Senegal, ao leste com Guiné, e ao sul e ao oeste com o oceano Atlântico. Todo o território é baixo, exceto no nordeste, onde algumas extensões da planície de Fout Djallon chegam a uma altitude de 100 à 200 metros.

Ao longo da costa abundam os estuários barrentos e os braços de rios. Fazem parte do país o arquipélago das Bissagos e outras ilhas frente à costa. No interior o terreno eleva-se gradualmente entre o rio Geba e a fronteira senegalesa.

Os principais rios (Cacheu, Mansoa, Geba, Corubal, Río Grande de Buba e Cacine) são navegáveis por embarcações menores.

FLORA E FAUNA

Guiné-Bissau contém em seu território vários ecossistemas e, consequentemente, uma grande variedade de espécies vegetais e animais. Especialmente interessante é a fauna própria das zonas pantanosas que se criam nos estuários dos rios.

HISTÓRIA

Guiné-Bissau fez parte do império de Mali quando os portugueses tiveram o primeiro contato com as costas deste país em 1440. Estes não ficariam com o controle do interior do país até 1915. Os portugueses não se resignaram a deixar o poder, e os guineos tiveram que lutar a guerra de libertação mais prolongada da África. Embora os rebeldes do Partido Africano para a Libertação de Guiné e Cabo Verde declararam unilateralmente a independência em 1973, não foi até a morte do ditador Salazar em 1974 que Portugal se resignou a abandonar o país.

Amilcar Cabral, líder dos independentistas, foi assassinado seis meses antes de lograr a independência e substituido pelo seu meio irmão Luis Cabral, que convirteu-se no primeiro presidente do novo país.

Após falidos intentos de lograr a união de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Cabral foi destituido pelo primeiro ministro, Bernardo Vieira, que pegou o mando do país com determinação e independência. Em 1991, após muitos anos de governo uni-partidista, Vieira autorizou a criação de partidos de oposição, e em 1994 realizaram-se eleições presidenciais, que foram ganhas por Vieira.

ARTE E CULTURA

Para desfrutar das expressões artísticas e culturais do país, além de algumas construções coloniais, aconselha-se ir, na capital, ao Museu Nacional e ao Centro Artístico Juvenil, onde se preparam os jovens artistas do país. Neste último pode-se obter boas peças a preços razoáveis.

GASTRONOMIA

Guiné-Bissau possui uma rica gastronomia, mistura de portuguesa e africana, na que destacam os produtos do mar. Como curiosidade, o visitante tem a oportunidade de experimentar a carne de macaco. Entre os pratos mais típicos há que mencionar o cachupa, carne de porco com milho e feijão e o arroz com peixe, frango ou vitela.

BEBIDAS

Quanto às bebidas, encontrará algumas marcas renconhecidas de licores e cervejas. Água deve ser engarrafada.

COMPRAS

Os artigos mais apreciados pelos turistas são os artesanatos em madeira, os taburetes com incrustações e as peles. Deve-se evitar comprar peles de espécies protegidas.

POPULAÇÃO E COSTUMES

Guiné-Bissau tem uma população de 1.179.000 habitantes repartidos em numerosos grupos. Os principais são os balante, fulani, majanco e mandinga, fora de alguns mestiços mistura de indígenas e colonizadores europeus.

Ao redor de 65% professa religiões tribais, 30% são muçulmanos e o resto cristãos. Todos os comerciantes libaneses e portugueses abandonaram o país, após a independência, embora alguns tenham voltado nos últimos anos.

ENTRETENIMENTO

Para entreter o espírito e corpo, Guiné-Bissau oferece excelentes e tranquilas praias onde pode-se descansar. Em algumas é possível praticar alguns esportes aquáticos.

Para quem procurar movida noturna, esta é muito reduzida. Na capital e em alguns centros pode-se encontrar bares e lanchonetes.

FESTIVIDADES

As festas oficiais são: 1 de janeiro, 20 de janeiro (morte de Amilcar Cabral), 8 de março (Dia Internacional da Mulher), 1 de maio, 3 de agosto, 24 de setembro (Dia da Independência), 14 de novembro, 25 de dezembro e algumas festas muçulmanas que variam dependendo do calendário lunar.

TRANSPORTES

Avião

As linhas aéreas que cobrem Bissau são TAP (Linhas Aéreas de Portugal), Aeroflot e outras linhas européias. Na África ocidental, Air Senegal e Air Bissau voam a Dakkar

Barco

Pode-se viajar a Gâmbia em umas embarcações muito precárias. Não é recomendável.

Por terra

O transporte público em Bissau consiste em mini-ônibus e táxis coletivos nas rotas principais e umas combes chamadas kandongas nas rotas rurais. São relativamente seguros e muito econômicos.

Fonte: www.rumbo.com.br

Guiné-Bissau

A Guiné-Bissau com uma superfície de 36.125 km2, situa-se na Costa Ocidental de África, estendendo-se, no litoral, desde o Cabo Roxo até à ponta Cagete.

Tem fronteira, a norte, com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. Além do território continental, o país integra ainda cerca de 40 ilhas que constituem o arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais de Geba, Pedro Álvares, Bolama e Canhabaque.

A sua população é 1,2 milhões de habitantes. Bissau é a capital e cidade mais importante do país, tem o porto e o aeroporto internacional. Outras cidades importantes são Bafatá, Gabú, Mansôa, Cacheu e Bolama.

O território é formado, na metade ocidental, por terrenos baixos com mato e semi-pantanosos, com litoral de mangues, dominado por rios de grande caudal com seus inúmeros braços que formam lodo em quase todo a costa - a única praia de areia fica em Varela, no norte. Na parte oriental predominam planícies áridas.

Em frente ao território continental fica o arquipélago dos Bijagós com ilhas de vegetação tropical densa. Numerosos rios, dos quais o Cacheu, o Mansoa e o Geba são os mais importantes, percorrem o território e são as melhores vias de penetração no interior.

A agricultura, que emprega cerca de 80% da força de trabalho, tem como principais produtos a castanha de caju e o algodão. Há ainda reservas de bauxite e fosfato.

A nação abriga cerca de 20 etnias, sendo as principais: Balanta 27%, Fula 22%, Mandinga 12%, Mandjaco 11%, Papel 10%.

A Guiné-Bissau tem fronteiras com o Senegal e Guiné-Conakry, ambos francófonos o que foi um fator decisivo para a Guiné-Bissau absorver como moeda o Franco CFA, utilizado em toda a África Ocidental francófona.

História

O território da atual Guiné-Bissau sempre foi habitado por tribos indígenas. Em 1446, o navegador português Nuno Tristão chegou às Terras da Guiné.

Estabeleceram-se, a partir de então, contatos contínuos com entrepostos na Costa Ocidental de África.

A primeira povoação portuguesa nessa época foi Cacheu, fundada em 1588, mas sujeita administrativamente ao arquipélago de Cabo Verde. Após a Restauração, foi retomado o povoamento, tendo-se construído as povoações de Farim e Zinguinchor.

A colonização portuguesa iniciou-se a partir da foz dos rios Casamansa, Cacheu, Geba e Buda. Durante séculos o território foi um ponto essencial para o comércio de escravos. Nos finais do século XVIII edificou-se a fortaleza de Bissau, numa altura em que os ingleses começaram a interferir-se nos tradicionais interesses portugueses na área. Foi necessária uma arbitragem internacional, resolvida a favor de Portugal, para encerrar a questão. Em 1879 foi separado administrativamente de Cabo Verde como a Guiné Portuguesa.

Em 1884-86, dá-se a divisão da África pelas potências coloniais na célebre Conferência de Berlim. A Guiné-Bissau, agora com as suas fronteiras traçadas, foi entregue a Portugal.

Porém, as subsequentes tentativas de ocupação e colonização portuguesas não se fizeram sem resistência das populações locais. A última delas ocorreu em 1936 com a revolta dos bijagós de Canhabaque.

Em 1951, a Guiné-Bissau mudou de estatuto, tornando-se numa Província Ultramarina de Portugal. Em 1956, Amílcar Cabral e mais cinco correligionários fundam o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Em 1963, face a intransigência de Portugal, o PAIGC passa a ação armada com vista a liquidação do colonialismo português. O movimento de libertação dos dois territórios fazia uma guerra do tipo guerrilha e com apoios de outros países possuía um armamento razoável.

Em 1973, Amílcar Cabral foi assassinado em Conakry tendo sido substituído por Luis Cabral. Em 1974 com a revolução em Portugal que levou a uma constituição e governo democráticos, naturalmente surgiu a repentina descolonização da Guiné e independência no mesmo ano em 10 de Setembro, tornando-se na República da Guiné-Bissau.

Luis Cabral tornou-se presidente da nova república até 1980 quando um golpe de estado foi conduzido por João Bernardo (Nino) Vieira que assumiu a liderança do PAIGC.

Desde então o país foi governado em regime autoritário. Só em 1994 houve as primeiras eleições livres que Nino Vieira ganhou. Em 1998 surgiu um golpe de estado liderado pelo General Ansumane Mané que provocou uma guerra civil sangrenta. O exército deixou centenas de desabrigados.

O presidente foi deposto por uma junta militar em Maio de 1999. Um governo interino assumiu o poder em Fevereiro de 2000 quando o líder da oposição, Koumba Yalla, ganhou eleições. A transição posterior de Guiné-Bissau para democracia será complicada por uma economia deficiente devastada pela guerra civil e pela preferência de militares pela intromissão do governo.

A Guiné-Bissau tem hoje um novo presidente eleito democraticamente pelo povo, mas infelizmente ainda continua em ruínas. Cidades destruídas, bem como suas escolas, hospitais e indústrias. Isso tem contribuindo para fracos ou quase inexistentes recursos próprios para saúde, alfabetização, emprego e alimentação.

Fonte: mundofred.home.sapo.pt

Guiné-Bissau

A Guiné-Bissau é um país localizado na costa ocidental de África, estendendo-se, no litoral, desde o Cabo Roxo até a ponta Cagete. Faz fronteira, a norte, com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. Além do território continental, o país integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais do rio Geba, Pedro Álvares, Bolama e Canhabaque.

Foi uma colônia de Portugal, desde o século XV até à sua independência, em 1974. O primeiro navegador e explorador português a chegar à Guiné-Bissau foi Álvaro Fernandes em 1446. A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico negreiro, que mais tarde viria a ser elevada a cidade, e a capital da Guiné-Bissau após sua independência. Faz parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), Nações Unidas, PALOP e União Africana.

História

Guiné-Bissau foi previamente uma parte do reino de Gabu, pertencente ao Império Mali; partes do reino existiram até o século XVIII. Apesar dos rios e costa dessa área terem sido uma das primeiras partes colonizadas pelos portugueses, o interior só foi explorado a partir do século XIX. Uma rebelião começada em 1956 pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), liderado por Amilcar Cabral, consolidou o seu controle sobre o país em 1973. Independência foi declarada unilateralmente em 24 de Setembro de 1973, e só reconhecida na Revolução dos Cravos, em 1974. O país foi controlado por um conselho revolucionário até 1984. As primeiras eleições pluripartidárias aconteceram em 1994, mas um golpe militar em 1998 depôs o presidente e mergulhou o país numa guerra civil (1998-1999). Eleições novamente ocorreram e em 2000, Kumba Yala foi eleito.

Em Setembro de 2003, outro golpe militar aconteceu, e desta vez o presidente Yala foi preso, alegando-se que ele era incapaz de resolver problemas. Após ter sido adiada por inúmeras vezes, eleições legislativas aconteceram em Abril de 2004. Um motim em diversas facções das forças armadas em Outubro de 2004 resultou na morte do comandante mor das forças do país, causando comoção por todo o país.

Em 2005 houve novas eleições presidenciais ganhas por João Bernardo "Nino" Vieira (o presidente deposto em 1998), ainda que envoltas em polêmica.

Política

Na Guiné-Bissau, em 1989, o partido em comando, Partido Africano pela independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) sob o controlo do presidente Vieira começou o esboço de um programa de liberalização política, reformas essas que abriram caminho para uma democracia pluripartidária que incluiu a exclusão de vários artigos da constituição que privilegiavam o papel de liderança exercido pelo PAIGC. Leis foram ratificadas para permitir a formação de outro partidos políticos, livre imprensa, e sindicatos independentes com permissão para fazer greves.

As primeiras eleições pluripartidárias para presidente e parlamento na Guiné-Bissau aconteceram em 1994. Logo após o fim da guerra civil 1998-1999, novas eleições foram convocadas, levando ao poder Kumba Yalá, líder oposicionista e seu partido, PRS. O PRS atualmente ocupa 28 dos 102 assentos na Assembleia Nacional e 18 dos 25 gabinetes de governo. Yalá foi deposto em um pacífico golpe em Setembro de 2003, Henrique Rosa assumiu o posto. A transição da Guiné-Bissau de volta à democracia será complicada pela sua debilitada economia, devastada pela guerra civil.

Feriado nacional: Independência, 24 de Setembro (1973)

Constituição: 16 de Maio de 1984, revisada em: 4 de Maio de 1991, 4 de Dezembro de 1991, 26 de Fevereiro de 1993, 9 de Junho de 1993, e 1996

Sufrágio: Universal a partir dos 18 anos. A área da Guiné é de 36.120 Kms quadrados e a sua população de 1.345.479 habitantes.

Economia

Guiné-Bissau está entre as nações menos desenvolvidas do globo e entre os 20 países mais pobres, e depende fortemente da agricultura e da pesca. O preço das castanhas de caju aumentou invejavelmente em anos recentes, e hoje o país encontra-se em sexto na produção mundial do produto. A Guiné-Bissau exporta peixe e mariscos juntamente com amendoim, semente de palma e madeira. As licenças para a pesca são uma fonte de receitas do governo. O arroz é o cereal mais produzido e comida típica.

As lutas intermitentes entre as tropas revolucionárias apoiadas pelo Senegal e a junta militar que controlava o país destruiu grande parte das infra-estruturas do país e causaram danos em todas as suas regiões em 1998; a guerra civil fez cair o PIB em 28% naquele ano, com uma recuperação parcial em 1999. A produção agrícola caiu à volta de 17% durante o conflito, assim como a produção de castanhas de caju caíram até 30%. Piorando a situação, no ano 2000 o preço das castanhas caíram em 50% no mercado internacional, aumentando a devastação começada com a guerra civil.

Antes da guerra, as reformas mais bem sucedidas do governo foram a reforma comercial e a liberalização dos preços, tudo sob a tutela do FMI (Fundo Monetário Internacional). A austeridade fiscal e o incentivo ao desenvolvimento do setor privado deram novo fôlego à economia. Após a guerra civil, as medidas de recuperação lançadas pelo governo (novamente com a ajuda do FMI e também do Banco Mundial) trouxeram alento à debilitada economia e recuperaram o PIB em 8% em 1999. Em Dezembro de 2000 a Guiné-Bissau tentou uma ajuda internacional de de U$800 milhões para a estratégia de redução da pobreza, que deverá ser colocado em prática em 2002. O país só começará a receber boa parte da quantia quando responder a necessidades básicas da população, condições para o empréstimo.

Devido aos altos custos, a prospecção de petróleo e de fosfato e outros recursos minerais não são objetivos de curto prazo.

Cultura

Guiné-Bissau possui uma herança cultural bastante rica e diversificada. Esta cultura, que varia de etnia para etnia, passando desde a diferença linguística, a dança, a expressão artística, a profissão, a tradição musical até as manifestações culturais.

A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diferentes grupos étnicos.

Os povos animistas caracterizam-se pelas suas belas e coloridas coreografias. No dia a dia, estas fantásticas manifestações culturais podem ser observadas na altura das colheitas, dos casamentos, dos funerais, das cerimônias de iniciação.

Nas cidades, a música é dominada pelo conhecido gumbe Guineense. O Carnaval guineense é completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do País.

Clima

A Guiné-Bissau tem um clima tropical. Situada sensivelmente a meia distância entre o equador e o trópico de Câncer, a Guiné-Bissau tem um clima quente e húmido característico das regiões tropicais.

Tem duas estações: a quente e da da época das chuvas. A época das chuvas começa em meados do mês de Maio e estende-se até meados de Novembro. Os meses de maior pluviosidade são Julho e Agosto. A estação seca e fresca corresponde aos restantes meses do ano.

Os meses de Dezembro e Janeiro são os mais frescos. No entanto, as temperaturas são muito elevadas durante todo o ano.

Guiné-Bissau

Capital: Bissau

Localização: A Guiné Bissau, com 36.125 km2 de superfície, situa-se na Costa Ocidental de África, estendendo-se, no litoral, desde o Cabo Roxo até à ponta Cagete. Tem fronteira, a norte, com o Senegal, a este e sudeste com a República da Guiné e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. Além do território continental, o país integra ainda cerca de 40 ilhas que constituem o arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais de Geba, Pedro Álvares, Bolama e Canhabaque.

Relevo, vegetação e hidrografia: A superfície continental consiste numa parte costeira semi-pantanosa e numa zona planáltica pouco elevada. Numerosos rios, dos quais o Cachéu, o Mansôa e o Gêba são os mais importantes, percorrem o território e são as melhores vias de penetração no interior.

Clima: O clima é tropical, embora marítimo. A temperatura média é de 20º C

População: 1,2 milhão (2001)

Nacionalidade: guineense

Composição: balantas 30%, fulanis 20%, maniacas 14%, mandingas 13%, papeles 7%, outros 16% (1996).

Idioma: português (oficial), crioulo, dialetos regionais.

Religião: crenças tradicionais 45,2%, islamismo 39,9%, cristianismo 13,2% (católicos 11,6%, outros 3,8%, dupla filiação 2,2%), sem religião e ateísmo 1,6% (2000).

Densidade: 33,22 hab./km² (2001).

Pop. urb.: 24% (2000).

Cresc. dem.: 2,41% ao ano; fecundidade: 5,99 filhos por mulher; exp. de vida M/F: 44/46,9 anos; mort. infantil: 121,2- (2000-2005).

Analfabetismo: 63,2% (2000).

Grupos Etno-lingüísticos: Existem diversos grupos étnicos, dos quais se destacam os Balantas (27%) , os Fulas (22%), os Mandigas (12%), os Nianjacos (11%) e os Papéis (10%). Antes da independência, a população de origem não africana era, na sua maioria, constituída por funcionários públicos e comerciantes Portugueses, assim como comerciantes da Síria e Líbano.
A língua oficial é o Português.

História: O navegador português Nuno Tristão chegou a terras da Guiné em 1446. Estabeleceram-se, a partir de então, contatos contínuos com entrepostos na Costa Ocidental de África. Colônia portuguesa desde então, a Guiné-Bissau iniciou a sua revolta armada nos anos 60, através do PAIGC - Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde. A independência foi unilateralmente declarada em 24 de Setembro de 1973, vindo a ser reconhecida por Portugal a 10 de Setembro de 1974.

Política: República da Guiné Bissau.

Constituição: aprovada em 16 de Maio de 1984 e revista em Maio de 1991.

O poder legislativo é exercido pela Assembléia Nacional Popular e o poder executivo está investido no Presidente da República

Representações Diplomáticas:

Em Portugal - Embaixador José Pereira Batista

Em Cabo Verde - Embaixador Lassana Toure

Organizações Internacionais: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, OUA.

Perfil econômico:

Moeda: franco CFA; cotação para US$ 1: 771,41 (jul./2001).
PIB: US$ 218 milhões (1999).
PIB agropec.: 62%.
PIB ind.: 12%.
PIB serv.:
26% (1999).
Cresc. PIB: 0,3% ao ano (1990-1999).
Renda per capita: US$ 160 (1999).
Força de trabalho: 1 milhão (1999).
Export.: US$ 49 milhões (1999).
Import.: US$ 95 milhões (1999).
Parceiros comerciais: Portugal, Holanda (Países Baixos), China, Japão, Espanha, Índia, França.
Defesa - Exército: 6,8 mil

Marinha: 400
Aeronáutica:
100 (2000)
Gastos:
US$ 6 milhões (1999).

Fonte: www.geocities.com

Guiné-Bissau

Nome oficial: República da Guiné-Bissau.

Nacionalidade: Guineense.

Data nacional: 24 de setembro (Dia da Pátria).

Capital: Bissau.

Cidade principal: Bissau (233.000) (1995).

Idioma: português (oficial), crioulo, dialetos regionais.

Religião: crenças tradicionais 54%, islamismo 38%, cristianismo 8% (1992).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da África.
Hora local: + 3h.
Área: 36.125 km2.
Clima: equatorial.
Área de floresta: 23 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 1,2 milhões (2000), sendo balantas 30%, fulanis 20%, maniacas 14%, mandingas 13%, papeles 7%, outros 16% (1996).
Densidade: 33,22 hab./km2.
População urbana: 23% (1998).
População rural: 77% (1998).
Crescimento demográfico: 2,2% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,75 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 43,5/46,5 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 130 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 63,2% (2000).
IDH (0-1): 0,331 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República, com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 9 regiões.
Principais partidos: Renovação Social (PRS), Resistência da Guiné-Bissau-Movimento Bah-Fatah (RGB-MB), Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional do Povo, com 102 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constituição em vigor: 1984.

ECONOMIA

Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 206 milhões (1998).
PIB agropecuária: 62% (1998).
PIB indústria: 13% (1998).
PIB serviços: 25% (1998).
Crescimento do PIB: 1,1% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 160 (1998).
Força de trabalho: 1 milhão (1998).
Agricultura: castanha-de-caju, algodão em pluma, algodão com caroço, palmito.
Pecuária: bovinos, suínos, caprinos.
Pesca: 7,2 mil t (1997).
Mineração: Reservas não exploradas de bauxita e sal de fosfato.
Indústria: alimentícia, bebidas (cerveja), beneficiamento de algodão.
Exportações: US$ 49 milhões (1997).
Importações: US$ 100 milhões (1997).
Parceiros comerciais: Portugal, Holanda (Países Baixos), China, Japão, Espanha, Índia, França.

DEFESA

Efetivo total: 7,3 mil (1998).
Gastos: US$ 15 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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