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Guiné-Bissau

GUINÉ-BISSAU, REMANSO DE PAZ

Guiné-Bissau tem estado fechada ao turismo por muitos anos e só recentemente tem-se aberto ao visitante. E é uma sorte, porque, apesar de ser um dos países mais pobres do continente, é ainda um remanso de paz, com povoações tranquilas, gente amistosa e praias inexploradas.

INFORMAÇÃO PRÁTICA

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor, visto obrigatório e passagem de saída.

CLIMA

Clima tropical. As chuvas chegam de abril a novembro.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.

IDIOMA

O idioma oficial é o português. Também fala-se o português crioulo.

ELECTRICIDADE

A corrente elétrica é de 220 volts/Hz.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Peso (GWP). Um GWP equivale a 100 centavos. Está proibida a importação ou exportação de moeda do país, mais não é necessária uma declaração de moeda à entrada do país. Pode-se realizar as trocas nos hotéis e nos bancos.

EMERGÊNCIA-SAÚDE-POLICIAMENTO

É imprescindível a vacina contra a febre amarela e a profilaxia anti-malária. Recomendável a vacina contra o tifo e têtano. Não pode-se beber água da torneira e nem comer alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada com analgésicos, antiestamínicos, antidiarréicos, antibióticos, antisépticos, repelentes para insetos, loções calmantes contra mordidas ou alergias, vendas, tesouras, pinças, termômetro e, se necessitar seringas hipodêrmicas levá-las do país de origem. É recomendável viajar com um seguro médico e de assistência. Para emergências médicas ou policiais se deve solicitar ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próximos.

CORREIOS E TELEFONIA

Tanto em serviço de correios internacional como o telefônico são bastante bons para a região. As chamadas ao estrangeiro do interior do país se fazem através de operadora. Para chamar a Guiné-Bissau da Espanha deve marcar 00-245 mais o número do assinante.

FOTOGRAFIA

É melhor levar material que vai usar, pois embora na capital pode-se encontrar filme facilmente, não é raro que esteja estragados pelo calor ou simplesmente fora de prazos. Por respeito, e para evitar problemas, peça sempre permissão antes de fotografar as pessoas.

HORÁRIO COMERCIAL

Normalmente os comércios abrem das 9 às 10 horas, fazem uma pausa de duas horas para o almôço ao meio dia e continuam até 20 ou 21 horas.

GORJETAS

Se está satisfeito com o serviço, e este não está incluido na conta, o normal é deixar entre 10% e 15% da importância, em conceito de gorjeta.

TAXAS E IMPOSTOS

Existe uma taxa de saída do aeroporto.

Como no resto da região, o mais habitual é preencher um formulário de alfândega enumerando o dinheiro e posses pessoais, incluindo câmaras, electrônica e joalheria. Ao sair se deixa este formulário e se preenche outro de saída.

SITUAÇÃO E GEOGRAFIA

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Guiné-Bissau tem uma extensão de 36.125 quilometros quadrados, e limita-se ao norte com Senegal, ao leste com Guiné, e ao sul e ao oeste com o oceano Atlântico. Todo o território é baixo, exceto no nordeste, onde algumas extensões da planície de Fout Djallon chegam a uma altitude de 100 à 200 metros. Ao longo da costa abundam os estuários barrentos e os braços de rios. Fazem parte do país o arquipélago das Bissagos e outras ilhas frente à costa. No interior o terreno eleva-se gradualmente entre o rio Geba e a fronteira senegalesa.

Os principais rios (Cacheu, Mansoa, Geba, Corubal, Río Grande de Buba e Cacine) são navegáveis por embarcações menores.

FLORA E FAUNA

Guiné-Bissau contém em seu território vários ecossistemas e, consequentemente, uma grande variedade de espécies vegetais e animais. Especialmente interessante é a fauna própria das zonas pantanosas que se criam nos estuários dos rios.

HISTÓRIA

DADOS HISTÓRICOS

Guiné-Bissau fez parte do império de Mali quando os portugueses tiveram o primeiro contato com as costas deste país em 1440. Estes não ficariam com o controle do interior do país até 1915. Os portugueses não se resignaram a deixar o poder, e os guineos tiveram que lutar a guerra de libertação mais prolongada da África. Embora os rebeldes do Partido Africano para a Libertação de Guiné e Cabo Verde declararam unilateralmente a independência em 1973, não foi até a morte do ditador Salazar em 1974 que Portugal se resignou a abandonar o país.

Amilcar Cabral, líder dos independentistas, foi assassinado seis meses antes de lograr a independência e substituido pelo seu meio irmão Luis Cabral, que convirteu-se no primeiro presidente do novo país.

Após falidos intentos de lograr a união de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Cabral foi destituido pelo primeiro ministro, Bernardo Vieira, que pegou o mando do país com determinação e independência. Em 1991, após muitos anos de governo uni-partidista, Vieira autorizou a criação de partidos de oposição, e em 1994 realizaram-se eleições presidenciais, que foram ganhas por Vieira.

HISTÓRIA

DADOS HISTÓRICOS

Guiné-Bissau fez parte do império de Mali quando os portugueses tiveram o primeiro contato com as costas deste país em 1440. Estes não ficariam com o controle do interior do país até 1915. Os portugueses não se resignaram a deixar o poder, e os guineos tiveram que lutar a guerra de libertação mais prolongada da África. Embora os rebeldes do Partido Africano para a Libertação de Guiné e Cabo Verde declararam unilateralmente a independência em 1973, não foi até a morte do ditador Salazar em 1974 que Portugal se resignou a abandonar o país.

Amilcar Cabral, líder dos independentistas, foi assassinado seis meses antes de lograr a independência e substituido pelo seu meio irmão Luis Cabral, que convirteu-se no primeiro presidente do novo país.

Após falidos intentos de lograr a união de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Cabral foi destituido pelo primeiro ministro, Bernardo Vieira, que pegou o mando do país com determinação e independência. Em 1991, após muitos anos de governo uni-partidista, Vieira autorizou a criação de partidos de oposição, e em 1994 realizaram-se eleições presidenciais, que foram ganhas por Vieira.

ARTE E CULTURA

Para desfrutar das expressões artísticas e culturais do país, além de algumas construções coloniais, aconselha-se ir, na capital, ao Museu Nacional e ao Centro Artístico Juvenil, onde se preparam os jovens artistas do país. Neste último pode-se obter boas peças a preços razoáveis.

LOCAIS TURÍSTICOS

BISSAU

Bissau (197.610 habitantes) é uma pequena e tranquila cidade com um inconfundível sabor de Portugal em suas ruas. Vale a pena ser visitados o Museu Nacional e o Centro Artístico Juvenil, onde se preparam os jovens artistas do país e pode-se obter boas peças a preços razoáveis.

O Palácio Nacional é outro edifício significativo, embora não se pode tirar fotografias. O porto e suas ruas confinantes são o canto mais português da cidade e supõe um agradável passeio, igual que o barulhento Mercado Central, onde principalmente se vende comida, mas também pode-se encontrar artesanatos.

O ARQUIPÉLAGO BIJAGOS

São um grupo de pequenas ilhas na costa de Bissau, muitas delas estão desabitadas e em outras só há pequenas comunidades de pescadores.

Bolama é a mais perto do continente, e nela há excelentes praias. Não há alojamento, mas a hospitalidade dos nativos garante a comida e um lugar para dormir.

Em Bubaque, mais urbanizada, pode-se passar tranquilamente o dia passeando pelos palmerais e bosques ou tomando sol nas magníficas praias. A mais renomada é Praia Bruce.

CACHEU

Cacheu é uma tranquila vila na costa noroeste de Bissau, e tem como principal atrativo o forte onde o pirata inglês Sir Francis Drake lutou contra os portugueses em 1567.

VERELA

À poucos quilometros de Senegal, esta população oferece excelentes praias, quase virgens e com a possibilidade de acampar na mesma praia.

GASTRONOMIA

Guiné-Bissau possui uma rica gastronomia, mistura de portuguesa e africana, na que destacam os produtos do mar. Como curiosidade, o visitante tem a oportunidade de experimentar a carne de macaco. Entre os pratos mais típicos há que mencionar o cachupa, carne de porco com milho e feijão e o arroz com peixe, frango ou vitela.

Bebidas

Quanto às bebidas, encontrará algumas marcas renconhecidas de licores e cervejas. Água deve ser engarrafada.

COMPRAS

Os artigos mais apreciados pelos turistas são os artesanatos em madeira, os taburetes com incrustações e as peles. Deve-se evitar comprar peles de espécies protegidas.

POPULAÇÃO E COSTUMES

Guiné-Bissau tem uma população de 1.179.000 habitantes repartidos em numerosos grupos. Os principais são os balante, fulani, majanco e mandinga, fora de alguns mestiços mistura de indígenas e colonizadores europeus.

Ao redor de 65% professa religiões tribais, 30% são muçulmanos e o resto cristãos. Todos os comerciantes libaneses e portugueses abandonaram o país, após a independência, embora alguns tenham voltado nos últimos anos.

ENTRETENIMENTO E FESTIVIDADES

ENTRETENIMENTO

Para entreter o espírito e corpo, Guiné-Bissau oferece excelentes e tranquilas praias onde pode-se descansar. Em algumas é possível praticar alguns esportes aquáticos.

Para quem procurar movida noturna, esta é muito reduzida. Na capital e em alguns centros pode-se encontrar bares e lanchonetes.

FESTIVIDADES

As festas oficiais são: 1 de janeiro, 20 de janeiro (morte de Amilcar Cabral), 8 de março (Dia Internacional da Mulher), 1 de maio, 3 de agosto, 24 de setembro (Dia da Independência), 14 de novembro, 25 de dezembro e algumas festas muçulmanas que variam dependendo do calendário lunar.

TRANSPORTES

Avião

As linhas aéreas que cobrem Bissau são TAP (Linhas Aéreas de Portugal), Aeroflot e outras linhas européias. Na África ocidental, Air Senegal e Air Bissau voam a Dakkar

Barco

Pode-se viajar a Gâmbia em umas embarcações muito precárias. Não é recomendável.

Por terra

O transporte público em Bissau consiste em mini-ônibus e táxis coletivos nas rotas principais e umas combes chamadas kandongas nas rotas rurais. São relativamente seguros e muito econômicos.

Fonte: www.rumbo.com.br

Guiné-Bissau

História de Guiné-Bissau

Guiné-Bissau

O território foi descoberto no séc. XV pelos portugueses. A primeira povoação portuguesa nessa época foi Cacheu, fundada em 1588, mas sujeita administrativamente ao arquipélago de Cabo Verde. Após a Restauração, foi retomado o povoamento, tendo-se construído as povoações de Farim e Zinguinchor.

A ocupação portuguesa iniciou-se a partir da foz dos rios Casamansa, Cacheu, Geba e Buda. Nos finais do séc. XVIII edificou-se a fortaleza de Bissau, numa altura em que os ingleses começaram a interferir-se nos tradicionais interesses portugueses na área. Foi necessária uma arbitragem internacional, resolvida a favor de Portugal, para encerrar a questão. Na segunda metade do séc. XX, Amílcar Cabral fundou o PAIGC.

Entre 1963 e 1974, verificou-se uma luta de guerrilhas entre os guerrilheiros do PAIGC e as tropas coloniais portuguesas. Após a revolução de 25 de Abril de 1974, Portugal reconheceu a independência da Guiné-Bissau. A pretendida união com Cabo Verde foi inviabilizada a partir de 1980, após o afastamento do presidente Luís Cabral por Nino Vieira, oficial das Forças Armadas. Este, perante o fracasso econômico, e pressionado pela França e Portugal, viu-se obrigado a proceder a uma lenta abertura no sentido da democracia.

O país possui um conflito latente com o vizinho Senegal, sobre a posse da região fronteiriça de Casamansa, rica em petróleo. Em 1994, 20 anos após a independência, foram convocadas eleições presidenciais. Uma revolta armada provocou uma guerra civil sangrenta em 1998. O exército deixou centenas de desabrigados.

O presidente foi deposto por uma junta militar em maio de 1999. Um governo interino assumiu o poder em fevereiro de 2000 quando o líder da oposição, Koumba YALLA, levou o cargo a dois círculos de eleições presidenciais transparentes.

A transição posterior de Guiné-Bissau para democracia será complicada por uma economia deficiente devastada pela guerra civil e pela preferência de militares pela intromissão do governo. Guiné-Bissau tem hoje um novo presidente eleito democraticamente pelo povo, mas infelizmente ainda continua em ruínas. Cidades destruídas, bem como suas escolas, hospitais e indústrias. Isso tem contribuindo para fracas ou quase inexistentes recursos próprios para saúde, alfabetização, emprego e alimentação. Enfim, o país se encontra no caos, pois ainda não conseguiu reconstruir o que foi destruído pela guerra.

Economia

Economia - visão geral

Um dos 20 países mais deficientes no mundo, Guiné-Bissau depende principalmente da agricultura e pesca. As colheitas do caju aumentaram notavelmente nos últimos anos, e o país alcançou agora o sexto lugar na produção da fruta. Guiné-Bissau exporta peixes e frutos do mar e, também, quantidades pequenas de amendoins, de sementes de palma e de madeira.

O arroz é a colheita e o alimento principal do país. Entretanto, a luta intermitente entre tropas senegalesas do governo e uma junta militar destruiu muito da infra-estrutura do país e causou os danos difundidos à economia em 1998; a guerra civil reduziu 28% do PIB anual, com recuperação parcial em 1999. Antes da guerra, a reforma do comércio e a liberação do preço eram a parte mais bem sucedida do programa de ajuste estrutural do país sob o patrocínio do FMI.

O arrocho da política monetária e do desenvolvimento do setor privado tinha, também, começado a revigorar a economia. Por causa dos custos elevados, o desenvolvimento do petróleo, o fosfato, e outros recursos minerais não são uma perspectiva a curto prazo. Entretanto, as reservas do óleo explorado na costa podiam fornecer o rendimento necessário a longo prazo.

Economia - Detalhes

PIB - comparado com poder de compra: $1,1 bilhões (1999)

PIB - taxa de crescimento real: 9,5% (1999)

PIB -per capita: poder de compra: $ 900 (1999.)

PIB - composição pelo setor: agricultura: 54% ; indústria: 11% ; serviços: 35% (1996)

População abaixo da linha da pobreza: 50% (1991.)

Taxa de inflação (preços ao consumidor): 5,5% (1999)

Mão de obra: 480.000

Mão de obra- pela ocupação: agricultura 78%

Indústrias: produtos agrícolas que processam, cerveja, refrigerante

Taxa de crescimento da produção industrial: 2,6% (1997.)

Eletricidade - produção: 40 milhão kWh (1998)

Eletricidade - produção pela fonte: Gerador diesel: 100% (1998)

Eletricidade - consumo: 37 milhão kWh (1998)

Agricultura - produtos: arroz, milho, feijão, mandioca (tapioca), castanha de caju, amendoim, semente de palma, algodão; madeira; peixes

Exportações: $26,8 milhões (1998)

Exportações - produtos: as porcas de caju 70%, camarão, amendoins, sementes de palma, madeira serrada (1996)

Importações: $22,9 milhões (1998)

Importações - produtos: gêneros alimentícios, maquinaria e equipamento de transporte, produtos de petróleo (1996)

Divida externa: $921 milhões (1997)

Moeda corrente: Franco de Comunidade Financeira Africana (CFAF)

Taxas de troca: Francos de Comunidade Financeira Africana (CFAF) por US$ 1,00 - 647,25 (janeiro 2000), 615,70 (1999), 589,95 (1998), 583,67 (1997);

Nota: como de 1º de maio de 1997, Guiné-Bissau adotou o franco do CFA como a moeda corrente nacional; desde 1ºde janeiro de 1999, o CFAF é avaliado ao euro em uma taxa de 655,957 francos do CFA por euro

Comunicações

Telefonia - linhas principais no uso: 13.120 (1995)

Telefonia - celular móvel: Não há

Estações de rádio de transmissão: Am 1, FM 2 (1998) Rádios: 49.000 (1997)

Estações de transmissão de televisão: 2 (1997)

Transporte Estradas de Ferro: Não há

Estradas: total: 4.400 quilômetros, pavimentados; 453 quilômetros, não pavimentadas; 3.947 quilômetros (1996)

Canais: diversos rios são acessíveis ao transporte para o litoral Portos: Bissau, Buba, Cacheu, Farim

Aeroportos: 1 Aeroportos - com pistas de decolagem pavimentadas (1999)

Militar

Filiais militares: Força Armada Revolucionária Do Pessoa (Farp; inclui o exército, a marinha, e a força aérea), força paramilitares

Força militar - disponibilidade: Idade 15-49: 296.482 (2000)

Força militar - ajuste para o serviço militar: Idade 15-49: 168.930 (2000)

Despesas militares - figura do dólar: $ 8 milhões (1996)

Despesas militares - por cento do PIB: 2,8% (1996)

Povo

Guiné-Bissau

População: 1.285.715 (julho 2000)

Estrutura etária

0-14 anos: 42% (homens 271.100; mulheres 272.304)

15-64 anos: 55% (homens 335.150; mulheres 370.667)

Mais de 65 : 3% (homens 16.574; mulheres 19.920) (2000)

Taxa de crescimento da população: 2,4% (2000)

Taxa de natalidade: população 39,63 nascimentos/1,000 (2000)

Taxa de mortalidade: população 15,62 mortes/1,000 (2000)

Guiné-Bissau

Relação do sexo

No nascimento: 1,03 homens/mulheres

Até aos 15 anos: 1 homens/mulheres

15-64 anos: 0,9 homens/mulheres

Mais de 65: 0,83 homens/mulheres

População total: 0,94 homens/mulheres (2000)

Taxa de mortalidade infantil: 112,25 nascimentos /1,000 vivos (2000)

Expectativa de vida

População total: 49,04 anos

Homens: 46,77 anos

Mulheres: 51,37 anos (2000 est.)

Taxa de fertilidade total: 5,27 crianças nascimentos/mulher (2000)

Nacionalidade: Adjetivo: Guineensse

Grupos étnicos: 99% africano (Balanta 30%, Fula 20%, Manjaca 14%, Mandinga 13%, Papel 7%), europeu e mulato menos do que 1%

Religiões: opinião indígena 50%, muçulmanos 45%, cristão 5% Línguas: Português (oficial), Crioulo, línguas africanas

Alfabetização Definição: a idade de 15 para cima pode ler e escrever

População total: 53,9%

Homens: 67,1%

Mulheres: 40,7% (1997)

Fonte: www.jocum.org.br

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