Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Guiné Equatorial  Voltar

Guiné Equatorial

GUINÉ EQUATORIAL, MAGIA INDESCRISTÍVEL

Guiné Equatorial é um dos paraísos da zona ocidental da África. Está cheia de mistérios da natureza e da humanidade.

Ali coexistem grandes extensões florestais banhadas por caudalosos rios, que desembocam no mar, passando por montanhas, elevações, precipitações e cascatas de água.

A riqueza da fauna e flora selvagens, unida aos tradicionais costumes de povoações tribais, denota ao território uma magia indescritível.

Um conjunto de milagres naturais, que encontra-se quase como oásis, os avanços das zonas urbanas, cheias das histórias de crenças místicas e dominações coloniais.

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor, imprescindível visto e vacina contra a febre amarela. Aconselhamos viajar com certidão internacional de vacinação.

CLIMA

Clima equatorial muito úmido, com altas temperaturas. As chuvas extendem-se de fevereiro a junho e de setembro a dezembro.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

É bom levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.

IDIOMA

O idioma oficial é o espanhol. Também fala-se inglês crioulo e outras línguas etnicas.

ELETRICIDADE

A corrente elétrica é de 220/240 volts.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Franco Centro-africano (CFA). Um CFA equivale a 100 centavos. Dólares norte-americano e euros são admitidos sem problemas. Pode-se trocar nos bancos e hotéis.

EMERGÊNCIA - SAÚDE - POLICIAMENTO

É imprescindível vacina contra a febre amarela e a profilaxia anti-malária. Recomendável a vacina contra o tifo, anginas e o tétano. Não pode-se beber água da torneira e nem comer alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada e viajar com um seguro médico e de assistência.

CORREIOS E TELEFONIA

O escritório de correios oferece serviços postais normais, assim como, giros postais. Também há empresas de mensajaria e pacotes.

Em Malabo e Bata existem Centros de Telecomunicações desde onde é possível chamar sem dificuldade à qualquer país. Também oferecem serviços de envio e recepção de fax. O horário de atenção é continuado. Da Espanha 00-240, seguido do prefixo da cidade e do número do assinante.

FOTOGRAFIA

Não existe problema para fotografar ou filmar qualquer evento de interesse turístico. Porém, é importante consultar nos lugares estratégicos e nas cerimônias, além de respeitar a intimidade das pessoas.

HORÁRIO COMERCIAL

Os horários comerciais são das 8 às 13 horas, e das 16 às 20 horas. No setor da alimentação (mercado público) o horário é continuado desde as primeiras horas da manhã até o entardecer. Os restaurantes servem desjejuns e comidas das 7 às 15 horas. aproximadamente. Pode-se jantar até 23 horas.

GORJETAS

À consideração do viajante. Como em quase todos os países da África, aconselha- se caso tenha ficado satisfeito como o serviço recebido.

TAXAS E IMPOSTOS

Deve-se pagar as taxas de aeroporto nas saídas internacionais.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

O território que corresponde a Guiné Equatorial está situado ao ocidente da zona equatorial da África. Tem uma superfície de 28,050 km2 a extender-se em uma zona insular compreendida pelas ilhas Bioco, Annobão, Carisco, Evobye Chico e Egobey Grande, e uma zona continental rodeada dos países de Camerúm ao norte e Gabão no resto de seus limites geográficos do sul e leste. A capital encontra-se na ilha de Bioco situada ao sudoeste de Camerúm e recebe o nome de Malabo.

FLORA E FAUNA

A fisionomia do país é, na zona insular, de aspecto vulcânico. É comum ver zonas de relevos íngremes com profundos vales de rios curtos e abundantes cascatas.

O lado continental é formado por uma antiga planície elevada granítica desde a costa atlântica até o maciço de Adamawa ao norte, até o maciço angolês ao sul e até o rio Congo a oeste.

O clima é tropical com grandes épocas de chuva entre abril e janeiro. A temperatura é normalmente muito alta e estável, com altos graus de umidade, contexto propício para que frutifiquem as plantações de café, cacau, banana e palmas azeiteiras. Existem árvores madereiras (okume, sapeli, ukola, aloma, bakapí, calabó, ébano, moreira e pau vermelho), plantas frutíferas (mamão, manga, abacate), tubérculos (malanga cubana, malanga bubi e mandioca), plantas medicinais (bitalif, cássia de asas, contrití, pau amarelo, etc.)

Existem abundantes zonas florestais e uma grande diversidade de vida selvagem em meio da qual convivem comunidades tribais. A fauna está conformada por macacos, cobras, porco-espinhos, pequenos veados, pangolins, leopardos, gorilas, elefantes, tartarugas, lagartos, crocodilos, águias, abutres, morcegos, ardilas, hipopótamos, queixadas, etc.

HISTÓRIA

DADOS HISTÓRICOS

Nos arquivos da história ocidental aparece Guiné Equatorial logo que os portugueses descobriram seus territórios no século XV. Em 1470 é descoberta a ilha de Carisco e dois anos depois a ilha de Annobão. Esse mesmo ano Fernando Po batiza como "Fermosa" à ilha que depois levaria seu nome e que atualmente conhece-se com o nome de Bioco.

Presença Espanhola

A relação com Espanha começa a partir de 1582, quando Portugal é anexado para a coroa de Felipe II. Com a independência dos portugueses, em 1648, essa zona volta a estar sob seu domínio. Após 130 anos, assina-se o Tratado de El Pardo em 24 de março de 1778 entre espanhóis e portugueses e combina-se levar à Espanha os territórios do Golfo de Guiné. Assim, acontece em 21 de outubro desse ano, levantam a fragata Santa Catalina e o bergantím Santiago sob mando do brigadier Conde dos Arguelejos. O comando ataca a Baia de Fernando Po (atual Lubá) e apodera-se da região.

Província Ultra-marina

Com o Tratado de Paris de 1900 a Espanha perde as posse que tinha na zona e que correspondiam ao que hoje é Camerúm, Nigéria e Gabão, ficando somente com 28,000 km2 desse território, extensão que hoje corresponde a Guiné Equatorial. Em 1959, estes territórios deixam de ser colônia e passam converter-se em província ultramarina. Já para 1963 ganha governo de autonomia e atinge a independência total em 12 de outubro de 1968, sob a presidência de Macias Nguema. Meses depois as relações com Espanha enfraquecem quando descobre-se que o país quase carecia de divisas.

A Independência

Nguema expulsou o embaixador espanhol do país e Espanha mobilizou suas forças estabelecendo-se um estado de emergência no país. Durante dez anos de ditadura o clima foi de conflito. Guiné Equatorial afundou em uma série de conspirações e confrontos entre o governo e as forças opositoras.

Em 1979 só um terço da população que habitava o país em tempos da independência permanecia no território.

As perseguições não foram apenas contra os líderes políticos, mas também contra a igreja. As escolas fundadas por missionários religiosos foram fechadas definitivamente em 1975, terminando também com a educação formal no país; à este feito seguiu o fechamento de todas as igrejas. Com este estado de coisas, inclusive os membros próximos ao presidente decidiram que tinham ultrapassado os limites da cordura. Um golpe de estado pegou as rédeas do governo e Nguema foi assassinado em setembro de 1979. O novo regime foi comandado por Nguema Mbasogo Obiang, sobrinho do ditador e atual líder do país.

Ultimas Décadas

As circunstâncias pareceram mudar e inclusive foram feitas eleições em 1984, cujos resultados eram prognosticáveis: nova etapa de repressão.

Por outro lado, o governo deu um passo positivo na administração e foi a Aliança à zona francesa do CFA (Comunidade Financeira Africana). Este feito permitiu ao país um maior fluxo de comércio com seus vizinhos Gabão e Camerúm. Também se conseguiu apoios importantes por parte do fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial.

Guiné Equatorial tem tentado incursionar no ambiente da democracia multi-partididária; porém, o processo se vive devagar. Hoje, apesar de haver levado a cabo eleições parlamentares, ainda continuam dirigindo o governo Obiang e seus chegados.

ARTE E CULTURA

Os artesãos da tribo fang realizam basicamente estátuas de madeira do culto aos antepassados "bieri" e máscaras das sociedades asiáticas "so" e "nguíi".

O tema geralmente é o antepassado em meditação. Os personagens se apresentam nús e com rosto pensativo, braços cruzados sobre o peito e um recipente de oferenda nas mãos. As máscaras foram usadas no "Ngoam Ntangan", um tipo de ritual satírico contra o branco colonizador.

GASTRONOMIA

Na gastronomia de Guiné Equatorial pode-se encontrar pratos tanto de cozinha européia como de comida tradicional. Entre os pratos típicos da zona está o Pepesup, uma sopa de peixe muito picante e o frango com chocolate, a ave guisada no molho de uma semente de gosto particular. Come-se com regularidade animais como o pangolím, o porco-espinho, o tucano, o veado e animais da selva em geral. Também se consome peixe, marisco e diversas frutas tropicais.

Bebidas

O topé ou vinho de palma é bebida cotidiana e consumida em todas as festas.

COMPRAS

Pode-se adquirir uma grande variedade de artesanato com talhas de madeiras nobres como caoba, ébano, palisandro, etc. Também fabricam-se colares, pulseiras e armas de metal, malaquite ou conchas marinhas. As pinturas e gravados representativos da cultura tradicional são mostras destacáveis do talento nativo e pode-se comprar facilmente. As máscaras de diversas qualidades e materiais são, provavelmente, o objeto mais cotado pelos turistas.

POPULAÇÃO E COSTUMES

A população de Guiné Equatorial é de 443.000 habitantes e está composta por três grandes etnias localizadas em áreas concretas do país. Os fang constituem 80% da população e, obviamente, são a tribo maioritária. Eles extendem-se por toda a região continental fazem séculos, mas na atual idade também conta com um importante número de membros na ilha de Bioco, zona onde residem os componentes da segunda etnia em extensão, os bubis. Em terceiro lugar está a etnia ndowe, que habita maioritariamente na zona costeira do continente e as ilhas do estuário. Outros grupos estão constituidos pelas etnias kombe, balengue, bujeba, bapuku, baseke, buico e bayele.

Os costumes estão estreitamente relacionados com o grupo tribal, que pertecem os povoadores. Os fang realizam cultivos do tipo nômade e praticam a caça mediante armadilhas para animais pequenos e com armas para animais de maior envergadura. A pesca fluvial é realizada pelas mulheres.

Os bubis criam animais domésticos para sua alimentação. Nas povoações não pode entrar ninguém que não pertença à família. Cada povoado tem vinte ou trinta agrupações. Há moradas destinadas a receber visitas e caracterizam-se por ter um grande número de portas, outras estão destinadas a ser cozinhas, currais, etc.

O caminho de acesso está enquadrado por arcos rudimentares, no centro da praça acha-se a "casa da palavra" ("wetcha" em bubi). Os ndowe são os que têm mais influência européia. Sua principal atividade é a pesca e são muito bons navegantes. Constroem suas embarcações ou "caiucos" esvaziando o interior de um pau grosso, para ir dando forma pouco a pouco a um casco, para ser impulsionado com remos de madeira ou uma vela.

ENTRETENIMENTO

Existem muitos bares onde não faltam bebidas com o "pica-pica" (acompanhamento de comida servido com a bebida). Também há discotecas de diversos estilos que completam a vida noturna da Guiné Equatorial. Desde os primeiros dias de agosto e durante seis meses aproximadamente, celebra-se na cidade de Bra a "ferial", consistente na construção de mais de cem "casetas" (bares tradicionais) adosados. Concorrem entre si quanto à música e o serviço que oferecem. Em Malabo a ferial instala-se de 12 de outubro à 6 de janeiro.

FESTIVIDADES

A Festa do Inhame é celebrada pelos bubis com verdadeira veneração e é a mais importante de suas festividades. O inhame é o tubérculo que constitui a base alimentar do grupo e guarda um significado religioso anscestral. Sua planta e colheita dava lugar a cerimônias multitudinárias.

Os feriados são: Ano Novo, Sexta-Feira da Paixão, Dia do Trabalho, Corpus Christi e Natal. Outras datas de celebrações locais são 5 de junho, 3 de agosto, 15 de agosto, 12 de outubro, 1 de novembro e 8 de dezembro.

TRANSPORTES

Avião

Três companhias de aviação trabalham no país: Ecuato Guineána de Aviação, Linhas Equato-guineánas de Aviação e Aviação de Guiné Equatorial.

Os vôos ligam normalmente com as cidades de Malabo e Bata. Também realizam-se vôos regulares a Douala (Camerúm) e Livreville (Gabão).

Barco

Existe uma linha marítima, COMAGE, que une as cidades de Malabo e Bata com as ilhas Corisco e Annobão. No barco pode-se viajar em camarote individual ou compartido. Isto afeta o preço da passagem.

Transporte Público

Existem táxis e combis para deslocar-se dentro das cidades ou entre elas. Os veículos podem ser compartidos ou alugados para uso privado por horas ou dias.

As tarifas incluem a pagamento do motorista, sua manutenção e o combustível. Também pode-se alugar os carros sem motorista.

Fonte: www.rumbo.com.br

Guiné Equatorial

Capital: Malabo

Idioma Oficial: Espanhol e francês

A Guiné Equatorial é um país da África ocidental, dividido em três territórios descontínuos, um continental e os restantes insulares.

A norte, no Golfo da Guiné, a ilha de Bioko é o território mais importante e alberga a capital do país, Malabo.

O vizinho mais próximo é os Camarões, a nordeste, seguindo-se a Nigéria, a noroeste, Mbini, a sueste, e São Tomé e Príncipe, a sudoeste.

O segundo território é a parte continental do país, Mbini, encravado entre os Camarões, a norte, o Gabão a leste e sul e o Golfo da Guiné a oeste. Partes deste território estão mais próximas de São Tomé e Príncipe do que de Bioko.

Finalmente, a sudoeste, a pequena ilha de Pagalu completa o país, tendo como vizinhos mais próximos São Tomé e Príncipe, a nordeste, e o Gabão a leste.

Moeda: Franco CFA

Fuso Horário: UTC +1

Código Telefônico: 240

Fonte: www.vistos.com.br

Guiné Equatorial

Nome oficial: República da Guiné Equatorial

Área: 28.051 km2

População: 616 459 habitantes.

Capital: Malabo

Principais cidades: Batan, Malabo

Idioma: Espanhol, Francês, Português

Moeda: Franco CFA

Dia Nacional: 12 de outubro - Dia da Independência

HISTÓRIA

O período colonial

A partir do século XV, as ilhas e as margens foram integrados na área de Português de São Tomé. Em 1778, o Tratado de El Pardo, em Portugal, cuja implementação foi limitada ao estabelecimento de um Annobón post para o tráfico de escravos para a Espanha cedeu seus direitos sobre as ilhas e Annobón Fernando Poo (Biocon) e parte da lateral. Em 1778, o espanhol tentou estabelecer-se em Bioco mas retirou-se três anos mais tarde, e perdeu o interesse nessas dependências. Em 1827, os ingleses, que ocuparam o porto de Santa Isabel (Malabo), deixou uma base da Marinha Real em suas ações contra o comércio de escravos no Golfo da Guiné, e estabeleceu um grande número de escravos libertados em Bioko. Em 1843, eles se mudaram sua base naval antinégrière em Serra Leoa, e no ano seguinte, os espanhóis recuperou a posse da ilha, o primeiro governador espanhol assumiu o comando da colônia em 1858, mas até 1898, a ele apenas serviu como um lugar de exílio para os presos políticos em Cuba, e é somente após a perda de suas colônias na América do Norte e do Sudeste Asiático, como a Espanha começou a focar o potencial econômico da a ilha.

Em 1885, após uma década de exploração da costa continental, que decretou um protetorado sobre a região. Interesses espanhóis foram reconhecidos pela França em 1900, e dois anos depois, os acordos bilaterais estabeleceu as fronteiras das possessões espanholas na África equatorial (Rio Muni, Fernando Poo, Elobey, Annobón e Corsico), que se reuniu em 1909, formou o colônia de Guiné Espanhola. É, no entanto, que em 1920 os espanhóis conseguiram apresentar totalmente Fangs do país. Colonização espanhola ocorreu sob um sistema de encomienda, comparável ao que havia sido estabelecido no século XVI México e Peru, a terra e seu povo foram em grande parte atribuída a empresas de missionários católicos. Em Fernando Poo, os investidores europeus desenvolveram culturas de plantação de cacau () usando o trabalho importado, principalmente da Nigéria. O Río Muni foi quase totalmente negligenciado, e não foi até 1945 que outras empresas estrangeiras começaram a usar a madeira da floresta tropical.

Em 1950, antes da onda de exigências nacionalistas, a Espanha foi obrigada a alterar a sua política colonial, e, em 1959, juntou-se a colônia, como a região equatorial, formando as duas províncias espanholas de Río Muni e Fernando Poo, representado no Parlamento de Madrid, em 1963, as duas províncias foram dotada de autonomia sob o nome de Guiné Espanhola, em 1964, um governo local que consiste de nacionalistas moderados era administrar o país, mas foi rapidamente dominado pelos movimentos mais radicais, como a de MONALIGE, formada em 1962, destinado a manter a unidade do país se opôs fortemente as tentativas separatistas de proprietários de Fernando Poo. Em 1968, a Espanha decidiu retirar completamente a região e, após negociações rápidas, uma constituição unitária foi aprovada, as eleições realizadas imediatamente viu a derrota dos nacionalistas moderados.

Independência

Guiné Espanhola ganhou sua independência em 12 de Outubro de 1968. Um grande proprietário fang grupo étnico, Francisco Macias Nguema, tornou-se presidente. Em 1970, ele estabeleceu um sistema de partido único e governou pelo terror. Prisões e assassinatos multiplicado. Cerca de um terço da população fugiu do país.

03 de agosto de 1979, o coronel Teodoro Obiang Nguema Mbasogo deposto de seu tio, o Presidente Macias Nguema. O novo chefe de Estado suaviza os métodos do antigo regime, mas para acabar com autocracia. Em agosto de 1990, sob pressão da Igreja Católica, o PDGE (partido) aceitou o princípio de um sistema multipartidário. Uma nova Constituição foi aprovada por referendo em 1991 foi legalizado e multipartidário, em 1992. A anistia política permitiu o retorno de muitos adversários. Em 1996, os partidos de oposição boicotaram a eleição presidencial vencida por Obiang Nguema, com 99% dos votos.

GEOGRAFIA

Estado da África Equatorial, no Golfo da Guiné, limitado ao norte pelos Camarões, a leste, a sul pelo Gabão e abrange 28.050 km2. É composto por uma ilha principal e um enclave continente.

Guiné Equatorial é composto por duas áreas (uma ilha a outra e continente), separados por centenas de quilômetros do Oceano Atlântico. A topografia da área Mbini continente (ex-Rio Muni) é atormentado com uma planície costeira e peneplanície. Offshore Camarões, a área da ilha é composta principalmente da ilha vulcânica de Bioko (antiga Fernando Pó), atingindo um máximo de 3.008 m no pico de Santa Isabel. É povoada por Bubi e de casa para a capital do país, Malabo (antigo Santa Isabel). A ilha de Annobón (anteriormente Pagalu) anexado a ele.

No continente, ao longo do Golfo da Guiné, estende Mbini (ex-Rio Muni), drenada por Benito, ao pé da Mitra. É cercada por pequenas ilhas. Mbini é o principal rio. O Rio Muni, na realidade, um estuário de vários rios disgorging lado.

População

População (400.000 habitantes guineenses Equatorial) é distribuído principalmente entre três grupos étnicos: a Presa (Fang Ntumu norte de Fangs Mbini Okak sul) representam 82,9% do total da população, o Bubi da ilha de Bioko 9,6% para 3,8% Ndowe. A Malabo capital (50 mil habitantes), está localizado na ilha de Bioko. Outra cidade importante é Bata (52.000 habitantes), o principal porto da costa continental.

A Guiné Equatorial é o único estado Africano que o espanhol é a língua oficial. As línguas faladas são todas as línguas bantu os alto-falantes para uma presa quatro quintos da população. Cristãos (88,8%) são os mais numerosos. Há também seguidores 4,6% das religiões tradicionais e 0,5% muçulmanos. Representa o 6,1% restante.

ECONOMIA

Sem indústria, arruinado pelo regime ditatorial sangrenta de Macias Nguema, devido a uma emigração muito grande, o país sofreu uma grave crise econômica após a queda do café e do cacau, leva meia seu PIB em ajuda internacional. A desvalorização do franco CFA (1994) foi compensado por um 50% de sua dívida externa, que era muito pesado.

Agricultura é centrada em produtos de exportação, especialmente de madeira (okoume, ébano), que é a primeira riqueza. Cocoa Island Bioco fez Guiné Equatorial o maior produtor de quarto. Outros produtos de exportação são café e amendoim. O clima permite que as culturas alimentares (mandioca, bananas), complementados pelo gado eo saldo agrícola é excedentária (1% do PIB).

As autoridades concluíram em abril de 1990, um acordo com uma empresa americana para a exploração de jazidas de petróleo Alba cuja produção começou em 1992.

Fonte: www.afrique-planete.com

Guiné Equatorial

Nome oficial: República da Guiné Equatorial (República de Guinea Ecuatorial).

Nacionalidade: Guinéu-equatoriana.

Data nacional: 12 de outubro (Independência).

Capital: Malabo (ilha de Bioko).

Cidades principais: Malabo (15.253), Bata (24.100) (1983).

Idioma: espanhol e francês (oficiais), fangue, combe, balenque, bujeba, bubi, ibo.

Religião: cristianismo 88,8% (maioria católica), religiões tribais 4,6%, islamismo 0,5%, sem filiação e ateísmo 5,9%, outras 0,2% (1980).

GEOGRAFIA

Localização: centro-oeste da África.
Hora local: + 4h.
Área: 28.051 km2.
Clima: equatorial.
Área de floresta: 18 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 450 mil (2000), sendo fangues 80%, bubis 15%, outros 5% (1996).
Densidade: 16,15 hab./km2.
População urbana: 46% (1998).
População rural: 54% (1998).
Crescimento demográfico: 3% ao ano (1998).
Fecundidade: 5,58 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 48/52 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 108 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 16,8% (2000).
IDH (0-1): 0,555 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República, com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 4 regiões continentais e 3 insulares.
Principais partidos: Democrático da Guiné Equatorial (PDGE), União Popular (UP), Convergência para a Democracia Social (CPDS).
Legislativo: unicameral - Casa dos Representantes, com 80 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1991.

ECONOMIA

Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 456 milhões (1998).
PIB agropecuária: 22% (1998).
PIB indústria: 66% (1998).
PIB serviços: 12% (1998).
Crescimento do PIB: 21% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 1.110 (1998).
Força de trabalho: 180 mil (1998).
Agricultura: café, cacau, mandioca, baunilha, pimenta, corantes.
Pecuária: suínos, ovinos, caprinos.
Pesca: 6,1 mil t (1997).
Mineração: petróleo, gás natural.
Indústria: madeireira.
Exportações: US$ 73 milhões (1997).
Importações: US$ 90 milhões (1997).
Parceiros comerciais: EUA, Camarões, China, França.

DEFESA

Efetivo total: 1,3 mil (1998).
Gastos: US$ 7 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

voltar 12avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal