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História da Diesel

 

Conhecida como a “alta costura do casual”, a griffe criada pelo italiano Renzo Rosso reinventou o jeans como item fashion, criou celebridades de mentira, subiu ao patamar de marca de luxo e conquistou o mundo - tudo isso em menos de um quarto de século.

O nome de Renzo Rosso, um italiano de 48 anos, já tem seu lugar reservado na história da moda como o criador do império Diesel. Nascido em Molvena, no nordeste da Itália, já começou a desenhar suas próprias roupas pelos idos de 1975, quando era recém-formado em Engenharia Têxtil.

Na mesma época, teve a idéia de criar o Genius Group (do inglês, “grupo de gênios”), uma união de forças de várias pequenas confecções da região, iniciativa que deu origem a marcas bem-sucedidas como Katherine Hamnett, Ten Big Boys e, obviamente, Diesel.

Nos anos 90, o estilista foi nomeado “Empresário do Ano” pela companhia norte-americana de consultoria empresarial Ernst & Young e mencionado pela revista inglesa Select entre as 100 pessoas que mais contribuíram para moldar o novo milênio.

Apesar de a Diesel ter crescido absurdamente, Renzo Rosso ainda acompanha cada detalhe de perto, desde reuniões de rotina até o processo de seleção de novos funcionários. O lema desse visionário, apaixonado pelo trabalho, é “a Diesel não é a minha empresa, é a minha vida”.

Pesquisa tenta decifrar o sucesso da Diesel

Diesel

Em 1985, Renzo Rosso alçou vôo solo. Já fora do Genious Group, assumiu sozinho o controle acionário e de criação da Diesel e deu início a um período de expansão tão espantoso que se tornou objeto de estudo de especialistas.

A década de 90 foi o período em que a Diesel mais cresceu: seus rendimentos foram de 220 bilhões de liras em 1991 para 600 bilhões de liras (aproximadamente R$ 1,2 bilhão) em 1995, graças às exportações.

Um dos detalhes impressionantes na história da Diesel é o fato de a griffe italiana ter alcançado status de marca de luxo, sem ter sido criada como tal. Essa transição é quase impossível nesse segmento, especialmente em tão curto espaço de tempo, antes que a palavra “tradição” seja associada à marca.

Segundo pesquisadores da Universidade de Munique, na Alemanha, o sucesso da Diesel consiste na combinação de criatividade, originalidade, interpretação do futuro, estratégias de comunicação e tecnologia. E muitas doses de ousadia, é claro.

Imagem é tudo

Diesel

Não é só o ajuste perfeito do jeans que fez da Diesel uma das marcas de maior destaque na Itália e no mundo. Mais do que comercializar produtos, a marca propõe um estilo de vida e o fato de suas controversas campanhas publicitárias terem imenso apelo junto aos consumidores é inegável.

Diesel for Successful Living (que, em inglês, significa algo como “Diesel para uma vida bem-sucedida”), foi criada nos anos 90 e continua sendo reformulada até hoje. No início, a campanha fazia referência explícita a anúncios dos anos 50.

Em 2001, a garota-propaganda era uma cantora polonesa famosa e decadente chamada Joanna Zychowicz, em cuja existência muitas pessoas passaram a acreditar, com direito a fã-clube, músicas e manchetes escandalosas em um tablóide sensacionalista - tudo “de mentirinha”.

Mais recentemente, a campanha se baseava em pesquisas que revelavam uma súbita prosperidade dos países africanos, enquanto todo o ocidente caía na pobreza. A campanha atual tem o trabalho como foco, em todos os sentidos - inclusive a realização de tarefas corriqueiras como agitar uma caixa de suco ou acender uma lâmpada, que podem ser realizadas virtualmente no site www.diesel.com/workhard.

Favorita no Reino Unido

Uma pesquisa de mercado intitulada Superbrands (isto é, “supermarcas”), elegeu a Diesel uma das três marcas favoritas do consumidor britânico em 2003 - ao lado da norte-americana DKNY e da ousada griffe inglesa de roupas íntimas e acessórios Agent Provocateur. Foi essa mesma pesquisa que elegeu David Beckham a celebridade número um na terra da Rainha e destacou o Volkswagen Beetle, a Apple e a Mercedez-Benz na categoria design.

História da Diesel

A marca Diesel, uma das mais prestigiadas grifes do mundo, foi criada em 1978 pelos designers italianos Renzo Rosso e Adriano Goldschmied. Seu nome, escolhido por significar exatamente a mesma coisa em qualquer lugar e ser pronunciado da mesma forma em diversos idiomas, já indicava a intenção de expansão mundial da Diesel.

Incluída no ranking das marcas mais luxuosas, a grife é reverenciada mundialmente por combinar ousadia e excelência na fabricação de seus produtos.

Confortável, com aparência de usada e caimento impecável, a princípio, foi a calça jeans que consagrou a Diesel como uma das marcas mais cobiçadas do mercado. A marca ousou ao colocar no lado direito do bolso frontal da calça jeans o nome Diesel gravado em uma etiqueta transversal e nem mesmo o elevado preço travou o sucesso e crescimento explosivo da marca que logo se tornou ícone dos jovens descolados do mundo inteiro.

Após tornar-se único proprietário da grife em 1985, Renzo Rossa firmou seu lugar na história da moda como o criador do império Diesel. Em uma ousada estratégia a marca italiana se instalou e conquistou o mercado americano alavancando suas vendas e consolidando sua aceitação mundial.

Além das calças jeans e de coleções incríveis, a marca também pode se orgulhar de uma coleção de acessórios luxuosos com design inconfundível que transmite o espírito inovador da marca. Sucesso entre o público jovem, os relógios de pulso Diesel aliam funcionalidade a um design exclusivo projetado para diversas ocasiões.

Certa de seu público alvo, jovens descolados que fazem parte de uma tribo global, a Diesel se destaca por seu estilo intenso e inovador, que foge às tendências ditadas pela indústria da moda. Hoje, a marca fabricante de jeans, roupas casuais e acessórios, está presente em mais de 100 países esbanjando a criatividade, originalidade e ousadia de seus produtos.

Fonte: www.glamour.com.br

História da Diesel

O hotel

A DIESEL não se contentam em vesti-lo: ela quer hospedá-lo. Tudo começou em 1994 quando Renzo Rosso comprou o decadente hotel Pelican em Miami Beach. Quatros anos depois o hotel, totalmente reformado e decorado pela equipe de estilistas da DIESEL, foi reaberto com o nome Diesel Pelican Hotel.

O hotel se transformara em uma hospedaria de primeira classe nem um pouco convencional. Foi criado para ser uma arma extra na estratégia de comunicação da marca e logo virou “point” entre os descolados da moda, da música e do cinema.

As trinta suítes foram decoradas cada uma de um modo e receberam nomes inusitados, como “Garota Psicodélica” (um quarto vermelho com cadeiras em forma de coração) e “Uma Fortuna em Alumínio” (com desenhos prateados nas paredes).

A decoração era uma interessantíssima mistura de estilos, com mesas e cadeiras dos anos 40 mesclando-se a eletrodomésticos dos anos 60 e bugigangas hi-tech do século 21, como uma televisão de plasma de 50 polegadas na suíte presidencial. Cores fortes nas paredes, ventiladores de botequim no teto, sofás com tecido de zebra, geladeiras antigas encimadas por pingüins de louça, cadeiras Luís XVI.

Para alguns, um mau gosto sem tamanho. Para o pessoal da DIESEL (e os seguidores da marca), um grande barato – ou “o único hotel do mundo onde você realmente se sente em casa”.

E não parou por aí: toneladas de material foram reaproveitadas de boates, igrejas, escolas e de tudo que tenha sido demolido na Ocean Drive, Miami Beach, uma das avenidas mais descoladas de Miami Beach, pelo designer sueco Magnus Ehrland. “Uma veneração à cultura underground, que remonta aos cineastas John Waters, Pedro Almodóvar e aos desenhos da Disney”, diz o próprio Rosso.

Com quartos extravagantes e diárias que chegam a US$ 440, exceto a fantástica suíte presidencial com três quartos voltados para o mar, dois banheiros e TV de plasma (custa US$ 2.500 e só pode ser utilizada quando Renzo Rosso não está nos Estados Unidos), o hotel vive lotado. É lá que a família Rosso (seis filhos de dois casamentos) passa as férias de verão.

O gênio por trás da marca

O nome de Renzo Rosso, um italiano de 52 anos filho de agricultores de Brugine, pequeno vilarejo do norte da Itália, já tem seu lugar reservado na história da moda como o criador do império DIESEL. Nascido em Molvena, uma pequena cidade rural no nordeste da Itália, já começou a desenhar suas próprias roupas em 1975, quando era recém-formado em Engenharia Têxtil. Costuma dizer: “Comecei desenhando roupas para mim e para os meus amigos.

Queria dinheiro para comprar uma lambreta, só isso. Mas acabei indo um pouco mais longe”. Na mesma época, teve a idéia de criar o Genius Group (do inglês, “grupo de gênios”), uma união de forças de várias pequenas confecções da região, iniciativa que deu origem a marcas bem-sucedidas como Katherine Hamnett, Ten Big Boys e, obviamente, DIESEL.

Diesel

Nos anos 90, o estilista foi nomeado “Empresário do Ano” pela empresa norte-americana de consultoria empresarial Ernst & Young e mencionado pela revista inglesa Select entre as 100 pessoas que mais contribuíram para moldar o novo milênio.

Apesar da marca DIESEL ter crescido absurdamente, ele ainda acompanha cada detalhe de perto, desde reuniões de rotina até o processo de seleção de novos funcionários. O lema desse visionário, apaixonado pelo trabalho, é “a Diesel não é a minha empresa, é a minha vida”.

Diesel

Dados corporativos

Origem: Itália
Fundação: 1978
Fundador: Renzo Rosso e Adriano Goldschmied
Sede mundial: Molvena, Vicenza
Proprietário da marca: Diesel S.p.A.
Capital aberto: Não
CEO: Renzo Rosso
Diretor criativo: Wilbert Das
Faturamento: US$ 2.3 bilhões (estimado)
Lucro: Não divulgado
Lojas: 450
Presença global: + 100 países
Presença no Brasil: Sim (5 lojas)
Maiores mercados: Estados Unidos, Inglaterra e Japão
Funcionários: 2.500
Vendas globais: 28 milhões de jeans/ano
Segmento: Vestuário
Principais produtos: Calças jeans, roupas casuais, acessórios e objetos de decoração
Outras marcas: 55-DSL e Diesel Kids
Ícones: A etiqueta vermelha e seus jeans
Slogan: For Successful Living.
Website: www.diesel.com

A marca no mundo

A marca de jeans mais cobiçada do mundo e admirada por astros como Nicole Kidman, Sandra Bullock, Gwyneth Paltrow, Brad Pitt, Bruce Willis, Gisele Bundchen, Tom Cruise, Dennis Quaid, Bono Vox, Lenny Kravitz, John Gagliano e Karl Lagerfeld, que tem sede na cidade de Molvena, norte da Itália, está presente em mais de 100 países com aproximadamente 450 lojas próprias, controlando 18 subsidiárias na Europa, Ásia e América, e empregando mais de 2.500 pessoas.

A marca tem aproximadamente 30 Flagship Stores (lojas âncoras) em cidades como Nova York, Londres, San Francisco, Berlim, Barcelona, Paris, Tóquio, Hong Kong e Roma, além de lojas menores em cidades como Santa Monica, Antuérpia e São Paulo.

Hoje, 85% de suas receitas (US$ 2.3 bilhões) vêm do exterior, sobretudo dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Japão. A loja do shopping Iguatemi, o mais sofisticado de São Paulo, é a que mais vende por metro quadrado no mundo.

Você sabia?

A marca DIESEL foi incluída no ranking das mais luxuosas do mundo, ao lado de BMW, Rolex e Chanel.

Fonte: mundodasmarcas.blogspot.com

História da Diesel

Desfile às avessas

Em 1997, Londres sediou um controverso desfile da Diesel Style Lab, a linha top da marca. Os modelos não eram profissionais, mas figuras conhecidas da noite londrina que vestem Diesel em seu dia-a-dia. Em um labirinto de salas temáticas, com nomes como “Laboratório espacial” e “Minha vida de sereia”, os modelos ficavam dentro das salas observando o público, que “desfilava” pelos corredores.

Principais linhas de produtos

Diesel Style Lab - Literalmente, um “laboratório de estilo” da marca, que prima pela inovação e a ousadia nos tecidos, acessórios e design.

D-Diesel - A letra “D” é abreviação de denim, ou seja, o bom e velho jeans. Peças femininas e masculinas que primam pela qualidade, modernidade e cuidadoso acabamento.

Diesel Kids - Já que atitude não tem idade, essa linha combina cores vivas com design nada infantil, para as mais novas gerações de “antenados”.

55-DSL - Roupas esportivas inspiradas pelo senso de aventura e liberdade dos esportes radicais.

O kaiser também usa jeans

O alemão Karl Lagerfeld, que além de comandar sua própria griffe, também cria para as maisons Chanel e Fendi, não ficou alheio à explosão do jeans nos últimos anos e tratou de mexer os pauzinhos - ou melhor, as tesouras.

Em parceria com a Diesel, o estilista criou a coleção Lagerfeld Gallery by Diesel. O sucesso foi imediato e as peças sumiram rapidamente das prateleiras da Diesel Denim Gallery, no Soho, em Nova York.

Na época do lançamento, em março de 2002, uma calça exclusiva Diesel assinada por Lagerfeld custava, no mínimo, o equivalente a R$ 700 - embora algumas peças mais elaboradas chegassem a R$ 5 mil.

Valores Diesel

O manual para os vendedores ressalta alguns valores da marca como fundamentais:

Imprevisibilidade
Individualidade
Exclusividade
Ironia com inteligência
Sensualidade
Paixão pela qualidade

Óculos à Diesel

A Diesel abriu uma loja própria no Brasil - mais exatamente na Rua Oscar Freire, em São Paulo - apenas em novembro de 2001, com a presença de Renzo Rosso em si. Entretanto, desde 1996, a Safilo comercializa as coleções de armações de receituário e óculos solares da griffe em solo verde-e-amarelo.

O glamour irreverente da marca fica evidente também nas coleções da marca. Nessa temporada, a inspiração retrô é evidente nas peças amplas de acetato e nos modelos tipo aviador.

Ícone

Os jeans de ajuste perfeito com suas lavagens especialíssimas.

Pronúncia

A Diesel repousa no panteão como uma das marcas de mais fácil pronúncia, sem falar no fato de ser uma palavra universal, facilmente entendível pelo menos em todo o mundo ocidental. Mas, para quem tem dúvida mesmo assim, aí vai: “dí-zel”, sendo que a sílaba tônica é a primeira.

Fonte:  www.revistaview.com.br

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