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História da Topper

História da Topper

A história da marca começou no início da década de 70 quando a empresa São Paulo Alpargatas, estimulada por um momento de glórias sucessivas no esporte brasileiro, especialmente no futebol, automobilismo e atletismo, resolveu lançar no mercado a marca de material esportivo TOPPER em 1975.

O sucesso inicial da marca, que atuava basicamente no segmento de calçados esportivos, se deveu ao fato do período coincidir com o momento inicial da preocupação com a saúde corporal e boa forma por parte da população brasileira.

Rapidamente a TOPPER ampliou sua linha de produtos, passando a produzir bolas voltadas para a prática do futebol, basquete e voleibol.

Em 1979, a empresa passou a produzir também chuteiras.

A década de 80 representou um período de prosperidade para a marca. Patrocinando as transmissões das Olimpíadas de moscou, em 1980; tornando-se a marca oficial da seleção brasileira de futebol de 1980 a 1991, estando presente em três copas do mundo (Espanha em 1982, México em 1986 e Itália em 90); e patrocinando craques da época como Sócrates, Zico, Falcão e Júnior (além do patrocínio a diversos clubes de futebol como Corinthians, Botafogo, São Paulo, Internacional, Cruzeiro, Sport, Vitória, Goiás, entre outros), a TOPPER alcançou reconhecimento, credibilidade e confiança do público do meio esportivo.

Na década de 90, a TOPPER iniciou seus primeiros passos no Futsal, quando ampliou sua linha de produtos para esta modalidade e apoiou atletas de destaque da categoria como o atacante Schumacher.

Durante estes anos, ganhou visibilidade como uma marca que transpira futebol e sempre buscou trazer para o mercado as mais avançadas tecnologias em artigos esportivos para praticar o esporte.

Porém, nos últimos anos a TOPPER se transformou numa marca de pouca expressão, ofuscada pelas grandes grifes esportivas globais e mesmo pelas rivais brasileiras mais agressivas. Era preciso reagir. E foi, e está sendo, o que a marca vem fazendo desde 2005.

Durante toda sua história a TOPPER sempre esteve fortemente relacionada à trajetória de glórias do futebol brasileiro, sendo reconhecida pelo público como uma marca que entende do esporte mais popular do país.

E era preciso resgatar essa relação através do lançamento de produtos com alta tecnologia de ponta, como os tênis e chuteiras Dynatech Visible, que contam com o mais avançado sistema de anti-impacto em calçados para prática de futebol; a bola KV Carbon, a primeira com um substrato de microfibras de kevlar e carbono perfeitamente entrelaçados, uma mistura que resultou na redonda mais resistente, estável e precisa do planeta; e o tecido Maxi Dry, que possui a mais alta tecnologia em microfibra, proporcionando melhor controle da umidade produzida pelo suor, mantendo assim o corpo mais seco e a temperatura estável.

Produtos como estes, aos poucos, estão recolocando a marca definitivamente entre as melhores do mercado nacional. Além disso, de olho tanto no consumidor que pratica esportes como no que busca uma linha mais despojada e casual, a TOPPER também reforçou sua estratégia de lançar produtos que associem moda com tecnologia, designs arrojados e diferenciais tecnológicos voltados para melhora da performance dos atletas nos campos e nas quadras de society e futsal.

Recentemente, em 2009, a TOPPER iniciou uma nova fase em sua história, com a mudança de identidade visual; a adoção de um novo posicionamento de mercado (a TOPPER deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poliesportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte); além do lançamento de produtos mais tecnológicos, como a chuteira One Professional, feita de couro de canguru, usada pelo goleiro Marcos do Palmeiras e o meia Jorge Wagner do São Paulo; e o tênis Royal, do tenista Thomaz Belucci, primeiro colocado no ranking brasileiro. Também está investindo em patrocínios de grande visibilidade como o torneio de tênis Brasil Open (ATP 250) e inaugurou sua primeira loja em São Paulo, onde vende também roupas para ginástica e tênis femininos.

Fonte: www.malibuesportes.com.br

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A chuteira mudou de cara

Como parte da estratégia para internacionalizar a marca, a Topper muda seu visual e amplia seu portfólio para atuar no mercado de artigos esportivos

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Mudança no logotipo: Topper deixa de ser uma marca segmentada para ser unissex

Marca que se tornou sinônimo de futebol no Brasil, a Topper está passando pela maior transformação de sua história - e também pela mais visível. Seu logotipo, a tradicional letra "T" estilizada, em preto e vermelho, em uso desde a década de 70, será substituído por um novo símbolo. A partir da primeira semana de março, todos os produtos da marca passarão a ser identificados por uma linha curva.

Explica Ana Couto, da Ana Couto Branding & Design, responsável pela repaginação: "O novo símbolo pode ser associado a toda modalidade de esporte. Ele remete tanto uma rede quanto a uma fita de linha de chegada."

A mudança no logotipo da marca é o resultado de de duas mudanças cruciais que estão ocorrendo na estratégia da empresa. A primeira delas refere-se ao seu posicionamento no mercado.

A Topper deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poli esportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte - e consequentemente, ampliando o número de consumidores.

"O segmento de corrida é o que mais cresce no mundo. Não temos como ficar alheios às tendências de um mercado onde temos condições de atuar com força", diz Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, fabricante da Topper.

A segunda mudança diz respeito à ampliação da Alpargatas.

Em outubro do ano passado, a empresa comprou a unidade da Argentina, onde a marca Topper já detém 30% do mercado de material poliesportivo.

A ideia é conseguir esse market share também no Brasil. A união tornou a empresa uma gigante no mercado de calçados esportivos, produzindo anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias, com faturamento de 1 bilhão de dólares. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas quer ter uma unidade em seus produtos e ações relacionadas marca Topper.

"Queremos que o cliente entre em qualquer loja do mundo e reconheça nossa marca", diz Beer.

Na Argentina, a atuação da marca era feita de maneira completamente separada, com logotipo e estratégias diferenciadas. Não será mais assim. Com a unidade nos negócios será possível padronizar ações de marketing e propaganda, permitindo a redução de custos.

"Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer", diz o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, referindo-se às Havaianas, outra marca da empresa, comercializada em 80 países nos cinco continentes.

Fonte: revistaautoesporte.globo.com

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