História do Rádio - Página 2

HISTÓRIA DO RÁDIO

A história do Rádio se confunde com a história de vários personagens que contribuíram para que hoje possamos ligar a nossa TV em casa e assistir um programa que está sendo transmitido ao vivo por exemplo do Japão.

Desde Willian Gilbert quando no ano de 1600 inventa o eletroscópio realizando estudos sobre magnetismo até Lee De Forest o qual é atribuído a primeira transmissão de ópera pelo rádio, dezenas de pessoas ao longo de centenas de anos, participaram desta descoberta que revolucionou o século vinte, aproximando, divertindo, informando e salvando milhões de pessoas ao redor do mundo.

Não podemos deixar de mencionar Michael Faraday, grande sábio inglês que descobriu em 1831 a indução magnética assim como a grande contribuição dada por James C. Maxwell que descobriu matematicamente a existência das ondas eletromagnéticas, diferente somente em tamanho, das ondas de luz, mas com a mesma velocidade ( 300.000 ) trezentos mil quilômetros por segundo.

Outro personagem que marcou a história das comunicações foi Thomas A. Edison quando em 1880 descobriu que colocando-se em uma ampulheta de cristal um filamento e uma placa de metal separadas entre si e ligando-se o filamento ao negativo de uma bateria e a placa ao positivo, constatava-se a passagem de uma corrente elétrica da placa para o filamento e nunca em sentido contrário.

Grande contribuição foi dada pelo professor alemão Henrich Rudolph Hertz que comprovou na prática em 1890 a existência das ondas eletromagnéticas, chamadas hoje de "ONDAS DE RÁDIO". Suas experiências basearam-se na teoria de Maxwell.

Hertz descobriu que ao fazer saltar uma chispa em seu aparelho oscilador, saltavam tambem chispas entre as pontas de um arco de metal colocado a certa distância denominado resonador. Hertz demonstrou com essa experiência que as ondas eletromagnéticas tem a mesma velocidade que as ondas de luz. Em sua homenagem, as ondas de rádio passam a ser chamadas de "Ondas Hertzianas" , usando-se tambem o "HERTZ"como unidade de freqüência.

Muitos personagens da história do rádio contribuíram para o aperfeiçoamento da transmissão e recepção dos sinais eletromagnéticos. Assim temos o Professor Pupim que em 1887 descobriu a "Sintonia Elétrica" usada em quase todos os aparelhos de rádio, Branly que em 1892 descobriu seu famoso 'COHESOR", Popoff que idealizou uma forma de agregar um vibrador elétrico ao cohesor de Branly melhorando seu funcionamento.

Eis que surge em 1896 Guglielmo Marconi, utilizando um oscilador tipo "Hertz" e um cohesor de "Branly-Popoff", realizando a transmissão e recepção de sinais a pequena distância.

Marconi colocou em prática as teorias, idéias e descobertas de Faraday, Maxwell, Edison, Hertz, Branly e Popoff.

Corria o final do século 19 e grandes descobertas estavam sendo realizadas em curto intervalo de tempo em todo o mundo no campo das comunicações envolvendo a perspectiva de ganho de grandes fortunas assim como o interesse de certos países em manter em segredo para uso militar, os inventos de seus cientistas e pesquisadores. Desta forma é muito difícil afirmar com absoluta certeza quem foi o inventor do Rádio.

Existe uma corrente mundial que concede esse crédito a Guglielmo Marconi, porem não podemos nos esquecer do físico russo Alexander Stepanovitch Popov ( 1859-1906 ) que no dia 7 de maio de 1895, transmitiu, recebeu e decifrou a primeira mensagem telegráfica sem fios com sucesso. O cientista russo Alexander Popov tinha enviado uma mensagem de um navio da Marinha russa distante 30 milhas no mar, para seu laboratório em St. Petersburg, Rússia. Era um feito incrível, mas o mundo não tomou conhecimento. A intenção da Marinha russa era monopolizar esta tecnologia poderosa, incitando Popov a não dar qualquer notícias de suas descobertas. Considerado como um fantástico segredo de estado, Popov perde qualquer chance de fama mundial.

Comete-se uma injustiça a um cientista brasileiro, predecessor de Marconi e de outros.

Padre Roberto Landell de Moura, gaúcho, nascido em 21 de janeiro de 1861.

O padre-cientista, construiu diversos aparelhos que expôs ao público na capital paulista em 1893, tais como:

Nesta ocasião, estabeleceu os príncipios básicos em que se fundamentaria todo o progresso e a evolução das comunicações, tal como conhecemos hoje.

Suas teses, firmadas antes de 1890, previram a "telegrafia sem fio", a "radiotelefonia", a "radiodifusão", os "satélites de comunicações" e os "raios laser".

No ano de 1900, enquanto o grande feito de Marconi não ultrapassava a distância de 24 quilômetros, o Padre Landell de Moura obtinha do governo brasileiro a carta patente nº 3279, reconhecendo-lhe os méritos de pioneirismo científico, universal, na área das telecomunicações.

Em 1901, o Padre Landell de Moura, embarcou para os Estados Unidos e em fins de 1904, o The Patent Office at Washington concedeu-lhe três cartas patentes: para o telégrafo sem fio, para o telefone sem fio e para o transmissor de ondas sonoras.

Poderia se considerar o Padre Landell de Moura o precursor nas transmissões de vozes e ruídos outros. Suas patentes afirmam isso.

No século vinte, acontece o grande salto nas descobertas e modernização, quando em 1904 John Ambrose Fleming, grande cientista britânico inventa a válvula elementar, conhecida como "Válvula de Fleming" que era constituída de Placa e Filamento.

Baseado nas descobertas de Fleming, o Dr. Lee De Forest constrói em 1905 a válvula Audion que transformou por completo a indústria do rádio. Essa válvula se compunha de Filamento, Placa e Grade, substituindo os transmissores de chispas de Marconi por essa nova tecnologia. Assim, transmitia-se não só os sinais como tambem a voz e a música pelas ondas Hertzianas.

Coube a De Forets a honra de ter sido o primeiro a transmitir música de ópera pelo rádio diretamente de sua estação na California. Ele foi o primeiro a transmitir programas humorísticos pelo rádio.

Com o fim da 1a Guerra Mundial, a indústria americana Westinghouse ficou com um grande estoque de aparelhos de rádio fabricados para as tropas na guerra.

A radiodifusão nasceu meio por acaso, quando instalou-se uma grande antena no pátio da fábrica para transmitir música, e por meio desse "Marketing", comercializar os aparelhos "encalhados" para os habitantes do bairro.

Tem desta forma a Westinghouse Eletric Co. a honra de ter promovido a primeira difusora comercial do mundo que foi a bem conhecida "K. D. K. A." de Pitisburgh. Ela começou a funcionar regularmente em 1920 e daí dia após dia vem aumentando cada vez mais o número de estações de rádio pelo mundo.

Fonte: www.bn.com.br

História do Rádio

A radiocomunicação é um meio de comunicação sonoro transmitido por Radiação eletromagnética que se propaga através do espaço.

História do Rádio
Guglielmo Marconi

Segundo alguns autores, a tecnologia de transmissão de som por ondas de rádio foi desenvolvida pelo italiano Marconi, no fim do século XIX. Outros advogam que foi desenvolvida pelo sérvio Nikola Tesla.

Na mesma época em 1893, no Brasil, um padre chamado Roberto Landell de Moura também buscava resultados semelhantes, em experiências feitas em São Paulo.

As invenções como telefone (por Alexander Graham Bell ou Antonio Meucci), o fonógrafo (por Thomas Edison), o microfone (em 1877, por Émile Berliner), o circuito elétrico sintonizado (em 1897, por Oliver Lodge) e as próprias ondas de rádio (em 1887, por Heinrich Rudolph Hertz) deitaram o terreno que possibilitou a criação de um novo meio de comunicação.

Entre as diversas modalidades de radiocomunicação está a radiodifusão. Esta utiliza somente a transmissão de rádio através de estações transmissoras comerciais, estando a recepção por conta daqueles que possuem equipamento para captar os programas, músicas e sons emitidos.

Segundo Martin Barbero, o rádio é a mídia que oferece maior possibilidade de acesso no tempo e no espaço. Este caráter popular exige do editor de um programa de radiojornalismo uma linguagem coloquial, sintética e disposta em frases curtas e claras.

As primeiras radioemissões

Consideram alguns que a primeira transmissão radiofônica do mundo foi realizada em 1906, nos EUA por Lee de Forest experimentalmente para testar a válvula tríodo como componente de amplificação eletrônica recém inventado por si.

Em 1907 Forest transmitiu programas musicais experimentalmente para a cidade de Nova York, sendo uma das primeiras transmissões comerciais conhecidas e reconhecidamente com audiência, embora acadêmica. Quatorze anos mais tarde, o desenvolvimento das ondas curtas possibilitaria as transmissões internacionais.

De 1920 à era de ouro do rádio

Em 1922, por ocasião do Centenário da Independência do Brasil, foi inaugurada a radiodifusão brasileira, com a primeira transmissão realizada no Rio de Janeiro.

No mesmo ano, nos EUA, surgiu a primeira emissora comercial, a WEAF, de Nova York, criada pela companhia telefônica Telegraph and Telephone Company (atual AT&T). A primeira emissora do Brasil foi a Rádio Sociedade, no Rio, fundada por Roquette Pinto e Henrique Morize.

Em um Brasil ainda sem televisão, viveu-se a época do auge do sucesso desse meio de comunicação, a chamada Era do Rádio, onde nomes famosos, como o do gaitista Maurício Einhorn começaram a destacar-se (Revista Veja, 2.11.2005, pág.114).

Entre as décadas de 1930 a 1950, o rádio viveu sua chamada Era de Ouro, como a principal mídia para divulgação de informações, artistas e talentos, junto ao Cinema. A autorização do governo Vargas para a veiculação de publicidade no rádio, em 1932, deu à nova mídia um impulso comercial e popular. No mesmo ano, o governo começou a distribuir concessões de canais a indivíduos e empresas privadas. Em 1934, surgiu a Rádio Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro, uma das mais importantes do país pelas três décadas seguintes. No ano seguinte, foram criadas a Rádio Jornal do Brasil e a Rádio Tupi, duas emissoras históricas que existem até hoje. Em 1936, aparece a Rádio Nacional, que liderou audiência por 20 anos e transformou os padrões de linguagem do rádio brasileiro.

Rádio e Sociedade

O rádio é um meio de comunicação ao qual a maioria da população tem acesso apenas como ouvinte. Por se tratar de um instrumento de baixo custo, pequeno porte e programações diversificadas, exerce uma maior incidência na vida diária das pessoas, tanto em zonas urbanas quanto rurais. Ele é rico em sugestão e sua capacidade de criar imagens, estabelecer laços afetivos e suscitar uma cálida sensação de intimidade com o ouvinte que recebe a mensagem em sua solidão, facilita a adesão, a identificação afetiva - mais que intelectual - a ela.

Educação a distância

Devido à facilidade de acesso, à ampla cobertura e à flexibilidade, o rádio oferece inúmeras possibilidades para a educação a distância no desenvolvimento de programas de educação formal e não formal.

Ao utilizar esse recurso aliado às escolas públicas, amplia-se a capacidade de estratégias criativas para uma educação de qualidade chegar o mais longe possível.

Esse veículo de comunicação tem como característica seu apelo da fala direta com o público, o contato íntimo entre o ouvinte e o locutor. O rádio cria a oportunidade para uma identificação mútua com a população, integrando-se à rotina cotidiana do ambiente familiar da comunidade, com grande potencial de mobilização e divulgação.

Assim, motivado pela cultura da oralidade, pelo seu grande poder de penetração nas áreas rurais - grande parte sem acesso a energia elétrica - e pelos custos mais baixos em relação a outras mídias, o rádio é ainda o principal meio de comunicação, justificando-se seu grande potencial de parceria pela educação.

Seu uso educacional pode ser realizado utilizando músicas e textos em sessões pedagógicas, auxiliando em diversos conteúdos professores e alunos, que a partir de suas realidades locais, vão definindo estratégias de ensino em suas escolas.

Um dos pontos positivos de se ter esse recurso na escola é poder fazer uso das peculiaridades locais em seus conteúdos programáticos, dando a professores e alunos a oportunidade melhorar sua auto estima.

Graduação em radialismo

Mais recentemente, foi registrado o curso de graduação em Radialismo no qual são formados profissionais aptos a produzir programas de rádio.

Infelizmente, no que se trata ao uso do rádio como meio de comunicação popular e comunitária o Brasil ainda esta longe.

Para que se possa usufruir desse meio de comunicação, que se utiliza do ar como veiculo, o Estado e as corporações de midia impõe uma série de leis que dificultam imensamente o acesso da população ao direito de comunicação e liberdade de expressão.

Segundo o artigo 5° da constituição brasileira, que garante a qualquer brasileiro o direito de se comunicar por qualquer meio, e que os meios de comunicação jamais devem ser objetos de monopólio e oligopólio.

Emissoras comunitárias

No Brasil algumas poucas emissoras comunitárias conseguem concessão governamental para funcionar; em grande maioria, as concessões de rádios são dadas a políticos, igrejas e empresas que só se utilizam da rádio como objeto de lucro.

Um movimento que cresce a cada dia no Brasil e no restante do mundo, onde a repressão a rádios sem concessão é uma realidade, é o movimento de rádios livres.

Partindo do príncipio de que o ar não pertence ao Estado, e pondo em prática o artigo 5° da constituição, a rádio livre propõe estimular a produção cultural local, servir de real instrumento popular, apresentação de artistas locais e debates polêmicos que jamais são permitidos de se transmitir por uma rádio comercial.

O Estado brasileiro infringe diversos pontos da constituição em sua repressão a rádios livres, desde a não liberdade de comunicação por qualquer meio até a autonomia universitária, uma vez que a universidade é um território livre e autônomo, e por diversas vezes são fechadas rádios dos estudantes dentro das universidades.

Um mito que já foi há muito tempo desmascarado, mas no entanto ainda assombra a vida de grande parte da população, é o de que uma rádio "irregular" pode interferir nas comunicações em aeronaves.

Tecnologia

Receptor

A função do radioreceptor é a decodificação dos sinais eletromagnéticos recebidos do espaço, captados pela antena, transformando-os em ondas sonoras, sinais digitais e/ou analógicos. A televisão e o rádio automotivo, por exemplo, são receptores.

O equipamento é conectado a uma antena receptora, um sistema de sintonia e amplificadores de áudio, vídeo e/ou sinais digitais.

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Rádio com toca-fitas cassette. Anos 80.

Transmissor

O radiotransmissor converte sinais sonoros, analógicos ou digitais em ondas eletromagnéticas, enviando-os para o espaço através de uma antena transmissora, para serem recebidos por um radioreceptor, por exemplo, emissoras de AM, FM ou de TV Alem do LW.

Transceptor

O radio-transceptor, funciona das duas formas, como transmissor e receptor, alguns exemplos de transceptor são, o telefone celular, os radares nos aeroportos, os equipamentos de comunicações em veículos oficiais, e de empresas particulares.

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Rádio de 1936, em madeira, AM e Ondas Curtas.

Modalidades

Além da radiodifusão, existem outras modalidades na utilização de equipamentos emissores de radiofreqüência que influenciam nas radiocomunicações.

Radiotelegrafia, bastante utilizada até meados da década de 1970. Após o advento da digitalização, a transcepção via código morse caiu em desuso comercialmente e militarmente, embora ainda existam utilizadores da radiotelegrafia.

Radiotelefonia ainda utilizada, porém em outros modos, por exemplo, os telefones celulares são modos de radilotelefonia.

Radioemissora não é necessariamente radiodifusão, ou radiocomunicação. Uma radioemissora pode emitir sinais de rádio para os mais diversos fins, desde militares até industriais.

Radiocomunicação é a modalidade mais utilizada.

Radiogoniometria é uma modalidade de radiolocalização. Um radiogoniômetro localiza uma emissão de radiofreqüência de qualquer modalidade.

Radiolocalização é uma forma de radiogoniometria. Um radiofarol, por exemplo, sendo um radioemissor, emite sinais que são recebidos por um radiogoniômetro, que tendo um sistema monodirecional de recepção, faz a triangulação da emissora, localizando-a com precisão.

Radioterapia por Diatermia, chamdo por alguns do meio médico de Ondas Curtas. Este sistema, embora não pertença ao assunto radiocomunicação, tem sua relevância, pois, é um dos maiores interferentes (Poluidor) nas radiocomunicações. Trata-se de um equipamento transmissor de radiofreqüência de alta potência utilizado em medicina e não em comunicação. Também não se deve confundir com Radioterapia por Radiação Ionizante), esta é realizada no comprimento de onda dos raios-x.

Radiocirurgia, também não diz respeito, até certo modo, à radiocomunicação, pois, trata-se de uma modalidade da utilização de potententes transmissores de radiofreqüência chamados de Bisturís Eletrônicos. Estes equipamentos podem ser utilizados como Cauterizadores eletrônicos, Eletrocoaguladores, além de eficientes equipamentos de corte de tecidos vivos. Nas neurocirurgias são excelentes por causarem menos danos do que as lâminas de corte dos bisturís convencionais. Sua relevância à radiocomunicação se dá pelo fato de serem (juntamente aos equipamentos de diatermia) grandes poluidores do espectro eletromagnético.

Rádio digital

A rádio digital é uma alternativa recente para a comunicação que permite que as transmissões por FM tenham qualidade de CD e as transmissões por AM tenham qualidade semelhante às FM tradicionais.

Apesar dos testes com o modelo de transmissão IBOC (In Band On Channel), o padrão ainda não está definido. Por enquanto, as empresas realizam transmissões em analógico e digital para observar vantagens e problemas desta alternativa. Segundo estimativas da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo, toda a malha de receptores de rádio será atualizada para o formato digital em dez anos. Ou seja, durante este período ocorrerá o simulcasting para que todas as pessoas possam ter condições de adquirir um aparelho de rádio digital.

Este novo formato de transmissão também traz diversas possibilidades para as emissoras. Por ser um meio digital, a transmissão de rádio poderá também incluir além do som, vídeos e imagens. Nos Estados Unidos já são realizadas transmissões de imagens para os aparelhos de rádios. Boletins metereológicos e sobre as condições de trânsito da cidade possuem apoio de mapas que são transmitidos pelas telas incluídas nos receptores.

Atualmente, como é de costume com todo produto novo no mercado, os receptores de rádio digital estão com um preço relativamente elevado. Com o passar dos anos este custo será diminuído consideravelmente. Os receptores automotivos estão na faixa dos R$900,00 e os receptores comuns estão custando cerca de R$ 700,00. Valores ainda distantes da realidade da maioria dos ouvintes de rádio.

Um dos fatores positivos trazidos pelo rádio digital é a melhora considerável na qualidade do áudio. A qualidade da transmissão AM será melhorada para o patamar da transmissão em FM. E a atual transmissão em FM será aprimorada para a qualidade de CD. Com estas novas características a favor, a expectativa que fica é de que o rádio seja revitalizado com a entrada desta nova tecnologia.

Radioamadorismo

Nas radiocomunicações o radioamadorismo é um meio de comunicação que ocupa lugar de destaque. Apesar de ser um hobby, este tem vital importância para as pesquisas e desenvolvimento em diversas modalidades desta ciência.

As estações de radiocomunicação mantidas por radioamadores, se prestam para comunicados e conversas informais além dos concursos e competições nacionais e internacionais os chamados contestes. Além do passatempo, os radioamadores prestam serviços para testes de condições de propagação ionosférica, direta, e por reflexão, (inclusive lunar) nas mais diversas freqüências do espectro.

Em casos extremos, as estações de radiocomunicações de radioamadores, em função de sua portabilidade, agilidade, gama de utilização, potência, e sistemas de (antena)s de fácil montagem e alcance, auxiliam as autoridades de Defesa Civil do mundo inteiro nas situações de risco e calamidades públicas.

Fonte: pt.wikipedia.org

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