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Telefone de Uso Público

Desenvolvido pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Telebrás - CPqD -, que levou em conta até as características de nosso clima, surgiu o cartão indutivo que queima créditos à medida que as ligações são feitas. O primeiro aparelho brasileiro a cartão foi mostrado pela primeira vez em 1992 no Grande Prêmio de Fórmula 1, no Autódromo de Interlagos em São Paulo. Mas só em junho desse mesmo ano - durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - ECO 92 -, que contou com a participação de vários chefes de Estados, ONGs e autoridades - ele foi lançado oficialmente.

Estes aparelhos se comunicam com uma unidade centralizada automaticamente para reportar defeitos, receitas, tráfego e outras informações necessárias, possibilitando ainda que sejam feitas ligações locais e interurbanas.

Cartão telefônico - 1992 - Arara Azul
Cartão telefônico - 1992 - Arara Azul

Até agosto de 1982 no Brasil, os TPs não recebiam chamada, mas com a inauguração do primeiro "Orelhão Comunitário" na favela de Vila Prudente em São Paulo, os aparelhos começam a tocar e em 1997 foram implantados em todo o Estado de São Paulo, os telefones públicos a cartão que recebem chamadas.

Primeiro Orelhão a receber chamada.
Primeiro Orelhão a receber chamada.

Em junho de 1998 a Telefônica adquiriu a Telesp, e na noite do dia 25 de novembro lançou sua marca mundial em São Paulo. No dia seguinte, a população paulistana acordou com os "Orelhões" verde-limão espalhados por vários pontos da Capital.

Orelhão Telefônica.
Orelhão Telefônica.

Em 1999, a Telefônica implantou novos tótens - importados da Europa - nas ruas da cidade de São Paulo e cidades litorâneas.

Totem da Telefônica.
Totem da Telefônica.

Em outubro de 2000, a Telefônica implantou em São Paulo, em shoppings e aeroportos, cerca de 30 aparelhos públicos que recebiam moedas, de maneira experimental.

TP experimental à moeda.
TP experimental à moeda.

De ambientes internos

Um pouco maiores que os telefones residenciais convencionais, podem ser colocados em balcões, mesas ou mesmo fixados na parede.

TP com leitora externa
TP com leitora externa

Com leitora externa de cartões telefônicos

Inibem o vandalismo, uma vez que os cartões não são inseridos no aparelho.

TP ambiente interno
TP ambiente interno

No início do novo milênio, a Telefônica introduziu novos modelos de telefones públicos:

Cabine interna

Lançada em 2003, modelo mais confortável, onde o usuário paga ao final da ligação.

Cabine para pagamento posterior
Cabine para pagamento posterior

O telefone público pertence à gente de todas as idades, sexos, raças e credos. É de todos. É uma das expressões de cidadania.

Cuidar para que estejam sempre à disposição e funcionando é também, dever de todos.

Fonte: www.museudotelefone.org.br

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