Nome oficial: Reino da Arábia Saudita
Capital: Riade
Data Nacional: 23 de setembro
Dias de descanso: quinta e sexta-feira
Chefe de Estado e de Governo: Rei e Primeiro-Ministro Abdullah bin Abdul Aziz Al-Saud
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Príncipe Saud al-Faisal
População: 26,4 milhões de habitantes (2005 – CIA World Factbook)
População Rural: 12% (2004 – UNICEF)
População Urbana: 88% (2004 – UNICEF)
Densidade Demográfica: 11,4 hab/Km² (2004 – The Economist)
PIB: US$ 340,5 bilhões (2005 – CIA World Factbook)
PIB per capita: US$ 12.900 (2005 – CIA World Factbook)
Composição do PIB (2005):
Agricultura: 3,3%
Indústria: 74,7%
Serviços: 21,9%
Valor do Comércio Exterior (2005 – CIA World Factbook):
Exportação (FOB): US$ 165 bilhões
Importação (FOB): US$ 44,9 bilhões
Principais Produtos de Importação:
Máquinas e equipamentos, química, veículos motores, produtos alimentícios, têxteis
Principais Produtos de Exportação:
Petróleo e derivados de petróleo
Valor do Comércio com Brasil (US$ F.O.B – Fonte MDIC):
Importação: US$ 825.821.862 (2004)/US$ 1.203.338.542 (2005)
Exportação: US$ 1.231.859.218 (2004)/US$ 1.339.503.681 (2005)
Saldo: saldo de US$ 406.037.356 (2004)/saldo de US$ 136.165.139 (2005)
Principais Produtos da Pauta Comercial com o Brasil:
Carnes de frango e bovina, minério de ferro, açucar, resíduos de soja para alimentação animal, veículos motores
Óleos brutos de petróleo, óleo diesel, querosene.
Fonte: www.mre.gov.br
Capital: Sana
Idioma: árabe
Moeda: rial iemenita
Clima: árido
Fuso horário (UTC): +3
Ma´rib – antiga capital do Reino de Saba, é o melhor sítio arqueológico do país. No século VIII a.C, uma represa de 16m foi criada aqui e por 1000 anos abasteceu os campos com irrigação. No século II d.C., o império caiu, e a cidade se desintegrou. Em 1986, após a descoberta de petróleo, a cidade foi restaurada, e pode se ver as construções com pequenas janelas, algumas com inscrições feitas na pedra. Ruínas de vários templos podem ser vistas na região, em especial o Templo de Bilqis, de 400 a.C.
Possui a maioria dos edifícios construídos com uma técnica secular, usando uma mistura de barro, pedras e gesso, e com torres geométricas. A cidade se tornou um museu à céu aberto. O Palácio da Rocha, Dar Al Hajjar, fica num vale verdejante no meio do deserto e desponta na paisagem circundante.
Fonte: www.geomade.com.br
O atual Iêmen é resultado da fusão, em 1990, do Iêmen do Norte - nação de forte tradição islâmica - com o Iêmen do Sul, mais ocidentalizado e pró-socialista.
Localizado na entrada do mar Vermelho e bastante montanhoso, o país tem as terras mais férteis da península Arábica e numerosas fontes de água, que favorecem as culturas de cereais, algodão, frutas, vegetais e café. Segundo a tradição, o cafezinho teria sido inventado ali no século XI. O qat, planta de ação estimulante mascada pelos habitantes - e que dá origem a uma droga poderosa - também ocupa parte da área cultivada.

Sanaa capital do Iemem
Descoberto em 1984, o petróleo responde por 90% das exportações
iemenitas. As reservas, porém, são modestas se comparadas às
de outros Estados da região. O governo espera iniciar a exploração
de gás nos primeiros anos do século XXI. A taxa de desemprego
é alta, problema agravado a partir de 1990, quando cerca de 850 mil
iemenitas que trabalhavam na Arábia Saudita são expulsos e retornam
ao país. A decisão saudita foi considerada uma represália
ao governo do Iêmen por este não haver condenado com veemência
a invasão do Kuweit pelo Iraque. Os indicadores sociais da nação
são baixos: a expectativa de vida gira em torno de 54 anos e mais de
60% dos habitantes são analfabetos. Há diversas comunidades
tribais no país e as federações de tribos do norte têm
grande influência na política. A fusão entre um regime
islâmico e outro socialista gerou características peculiares.
As mulheres iemenitas têm direito a voto - coisa rara nos países
que vivem sob a lei islâmica - mas a poligamia é admitida para
os homens.
A região é chamada pelos romanos de Arábia Feliz por
causa de suas terras férteis, em contraste com o deserto que domina
o restante da península Arábica. Abrigou na Antiguidade vários
Estados. O mais famoso, o Reino de Sabá, é mencionado no Velho
Testamento. No século VII converte-se ao islamismo.
República do Iêmen (Al-Jumhuriya al-Yamaniya).
CAPITAL - Sanaa.
NACIONALIDADE - iemenita.
DATA NACIONAL - 22 de maio (Dia da Unificação).
Localização: sudoeste da Ásia.
Hora local: +6h.
Área: 527 968 km2.
Clima: árido tropical (N) e tropical (S).
Cidades principais: Sanaa (972 000), Áden (562 000) (1995); Ta'izz (290 107), Hodeida (246 068) (1993).
População: 18,1 milhões (2000)
Composição: árabes iemenitas 80%, outros árabes, afro-árabes e sul-asiáticos 20% (1996).
Idioma: árabe (oficial).
Religião: islamismo 99,9% (sunitas 53%, xiitas 46,9%), outras 0,1% (1980).
Densidade: 34,28 hab./km2.
População urbana: 24% (1998).
Crescimento demográfico: 3,7% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 7,6 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 57/58 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 80‰ (1995-2000).
Analfabetismo: 53,8% (2000).
IDH (0-1): 0,448 (1998).
República com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 17 governadorias.
Chefe de Estado: presidente Ali Abdullah Saleh (CGP) (desde 1990, reeleito em 1994 e em 1999).
Chefe de governo: primeiro-ministro Abdul Ali al-Karim al-Iryani (CGP) (desde 1998).
Principais partidos: Congresso Geral do Povo (CGP), al-Islah, Socialista do Iêmen.
Legislativo: unicameral - Casa dos Representantes, com 301 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constituição em vigor: 1991.
Moeda: rial iemenita; cotação para US$ 1: 154 (jul./2000).
PIB: US$ 4,3 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 18%; PIB indústria: 49%;
PIB serviços: 33% (1998).
Crescimento do PIB: 3,8% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 280 (1998).
Força de trabalho: 5 milhões (1998).
Agricultura: cereais, café, algodão em pluma, frutas.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 115,6 mil t (1997).
Mineração: petróleo, sal, gipsita, gás natural. Indústria: alimentícia, refino de petróleo, materiais de construção (cimento), siderúrgica (ferro e aço), têxtil, couro, jóias, papel e derivados.
Exportações: US$ 1,5 bilhão (1998). Importações: US$ 2,2 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, EUA, Coréia do Sul, Cingapura, Japão, Egito, Malásia, China, Tailândia, Brasil.
Efetivo total: 66,3 mil (1998).
Gastos: US$ 388 milhões (1998).
Fonte: www .tendarabe.hpg.ig.com.br
Conhecida na antiguidade como Arabia felix (Arábia feliz) graças a suas riquezas, o Iêmen foi unificado em 1990, depois de ter permanecido dividido durante décadas entre a República Árabe do Iêmen (Iêmen do Norte) e a República Popular Democrática do Iêmen (Iêmen do Sul).
O Iêmen localiza-se no sul da península arábica. Limita-se ao norte com a Arábia Saudita, ao sul com o golfo de Áden, a oeste com o mar Vermelho e a leste com Omã. Ocupa uma superfície de 531.869km2, que inclui uma faixa indefinida na fronteira com a Arábia Saudita. Também fazem parte do país as ilhas de Perim e Kamaran (no extremo sul do mar Vermelho), de Socotra (na entrada do golfo de Áden) e Kuria Muria (próximas ao litoral de Omã).
A estreita planície litorânea, conhecida pelo nome de Tihama, é dominada por uma cadeia de montanha cujo ponto culminante é o Djebel Suwaib, com 3.760m. A leste das montanhas estende-se um planalto desértico, que ocupa três quintas partes da superfície do país. As montanhas são de origem vulcânica e constituem um centro de atividade sísmica.
Na zona oriental, correspondente ao antigo Iêmen do Sul, o território divide-se em três regiões. A primeira é uma estreita franja de costas banhadas pelo golfo de Áden, que se estende por cerca de 1.400km.
A partir dessa franja, levanta-se bruscamente o planalto, mais elevado na zona subocidental, que alcança altitude máxima no Djebel al-Hasha, com 3.227m. O planalto é cortado por dois rios principais, o Adramaut, de curso permanente, e o Masila, de curso temporário. Na direção noroeste, o planalto desce lentamente até fundir-se com o deserto, que constitui a terceira região do país.
O clima do Iêmen varia de acordo com a altitude. A franja costeira e o deserto recebem menos de 100mm de precipitações pluviais por ano; e o setor subocidental do planalto, 400mm.
Na região mais ocidental do país, cerca de 14% do solo apresenta extraordinária fertilidade. Contribui para isso um regime de chuvas abundantes, que caem em duas estações por ano, e que permitem a prática da agricultura sem necessidade de irrigação. As temperaturas são altas em todo o país, e elevam-se com freqüência a mais de 38oC na costa.
Os iemenitas, em sua imensa maioria de raça árabe, distribuem-se em três grupos principais, de acordo com a forma de vida: agricultores sedentários, população urbana e pastores nômades.
O árabe é a língua oficial. A densidade demográfica é relativamente elevada, em comparação com outros países da região. As taxas de natalidade e mortalidade são muito elevadas. As principais cidades são Áden, Sana, Taiz, Hodeida, Muqalla, Saiun, al-Shihr e Tarim.
No território do antigo Iêmen do Norte, a agricultura e a pecuária se desenvolvem nas áreas de altitudes intermediárias, cujas encostas foram transformadas em terraços cultiváveis. Na produção de cereais, destacam-se o sorgo, o trigo, o milho e a cevada.
Também se cultivam hortaliças, cítricos, damasco, pêssego, uva e batata, além de culturas comerciais como fumo, café, algodão, cana-de-açúcar e gergelim. Os pastos cobrem cerca de um terço das terras férteis e permitem criar cabras, ovelhas, vacas, asnos e dromedários; essas duas últimas espécies são empregadas, em grande escala, no transporte de pessoas e cargas. O Iêmen desenvolveu também uma grande frota pesqueira, com capitais nacionais e estrangeiros, que pesca principalmente sardinha, cavala e siba.
O território do Iêmen não contém jazidas minerais significativas. As principais riquezas minerais são petróleo, gás natural, ouro, cobre, chumbo, molibdênio e zinco. O setor industrial encontra-se claramente dividido entre o artesanato tradicional, como o ramo têxtil, e as indústrias modernas, como a do petróleo.
As exportações são muito inferiores às importações, o que gera um vultoso déficit comercial, compensado pelas remessas dos emigrantes que trabalham em outros países e pelos empréstimos externos, sobretudo da Arábia Saudita. O comércio exterior flui pelos portos de Hodeida, al-Muja e Salif. As cidades de Sana, Hodeida e Taiz contam com aeroportos internacionais. A situação econômica geral teve de ser revista e replanejada a partir da unificação das duas repúblicas iemenitas, em 1990.
O reino lendário de Main, no século VII a.C., que exportava incenso para o Egito no século XIV a.C., é o primeiro de que se tem notícia em terras do Iêmen. Outro reino antigo foi o de Sabá, estabelecido no sudoeste do país, cuja rainha visitou Salomão, segundo o Antigo Testamento.
Durante o primeiro milênio antes da era cristã, o sul do Iêmen dividia-se em dois reinos: o de Qataban e o de Adramaut, que comerciavam com incenso e eram famosos por seus sistemas de irrigação. No século I a.C., o reino de Sabá entrou em decadência, e o poder passou para os himiaritas, que estabeleceram a capital em Sana. Após a destruição de Jerusalém, no ano 70 da era cristã, chegaram ao país colonos judeus, e em meados do século IV estabeleceram-se os primeiros grupos cristãos.
Em 525, o reino cristão da Abissínia derrubou o último rei himiarita. Em 575 o país foi invadido pelos persas sassânidas, e na segunda metade do século VII incorporou-se ao Islã. Na década de 630, o primeiro califa muçulmano, Abu Bakr, realizou incursões em território do Iêmen, que chegou a dominar por inteiro, unificando assim toda a península árabe. Apesar da integração, o território conservou um alto grau de autonomia, governado de fato por pequenas dinastias tribais.
As turbulências políticas prosseguiram, e no final do século IX foi instaurada a dinastia dos zaiditas, família poderosa, cujos membros participaram do governo do Iêmen do Norte até 1962. Entre 1173 e 1229 o Iêmen foi regido pela dinastia egípcia dos aiúbidas, e até o final do ano 1450, pelos resúlidas, período de florescimento artístico e científico. A arquitetura e agricultura tiveram grande avanço. Em princípios do século XVI, o Iêmen foi invadido por mamelucos egípcios, e em 1517 por turcos otomanos, expulsos em 1635 pelos zaiditas. No século XVIII houve nova divisão do território iemenita, provocada por lutas entre tribos inimigas. Durante o século seguinte, o desejo egípcio de recuperar Áden esbarrou na oposição do Reino Unido, que ocupou o Iêmen do Sul em 1839 e o transformou em protetorado e colônia em 1937. Enquanto isso, os turcos consolidavam seu domínio no Iêmen do Norte.
Um acordo anglo-turco tentou fixar os limites entre o Iêmen do Norte e o protetorado do Áden em 1914, mas a questão só foi resolvida em 1934. Uma revolução socialista proclamou, em 26 de setembro de 1962, a República Árabe do Iêmen (Iêmen do Norte). Apesar da oposição dos nacionalistas iemenitas, o protetorado foi incorporado à Federação da Arábia do Sul, criada em 1963. Os britânicos prometeram conceder a independência em 1968, mas um ano antes o poder foi ocupado pela Frente de Libertação Nacional, de orientação marxista. Nesse mesmo ano foi proclamada a República Popular do Iêmen (Iêmen do Sul), que em 1970 adotou o nome de República Democrática Popular do Iêmen.
Em 1979 as duas repúblicas iemenitas entraram em guerra. Forças do Iêmen do Sul penetraram na República Árabe do Iêmen. Após um mês de combates, ambas as partes aceitaram a mediação da Liga Árabe, e dois anos depois iniciaram conversações com vistas à unificação. As negociações começaram em 1981, mas a República Árabe do Iêmen acusou o vizinho de financiar as forças guerrilheiras da Frente Nacional Democrática que operavam em seu território. Na República Popular Democrática do Iêmen desencadeou-se em 1986 uma luta entre facções que provocou mais de duas mil mortes e a destituição do presidente Ali Nasir Mohamed Husani.
Ao cabo de muitas lutas, conseguiu-se a união em 22 de maio de 1990, quando os dirigentes de ambos os países, Ali Abdala Sale, pelo Iêmen do Norte, e Haidar Abu Bakr al-Attos, pelo Iêmen do Sul, proclamaram a República do Iêmen, em cerimônia histórica, festejada em todo o novo país. O governo foi confiado a Ali Abdala Sale, que promoveu eleições livres em 1993 e teve que enfrentar outra guerra civil contra os separatistas do sul no ano seguinte.
O sistema de previdência social é bastante deficiente. São altos os índices de doenças como tuberculose, gastrenterite, febre tifóide e malária. A população divide-se entre os ramos sunita e xiita do islamismo. O ensino é gratuito e cobre a grande maioria das crianças em idade escolar, embora haja altos índices de analfabetismo. O ensino religioso tem um centro avançado em Tarim.
O Museu Nacional de Arqueologia de Áden conserva restos das civilizações que se sucederam no sul da Arábia. No Museu Etnográfico Nacional há coleções do artesanato tradicional iemenita.
A literatura oral é rica em provérbios, contos, expressões místicas e poesia. A literatura escrita, mais limitada, prefere os temas históricos e teológicos, as biografias e a poesia.
Fonte: www.coladaweb.com
Nome oficial: República do Iêmen (Al-Jumhuriya
al-Yamaniya).
Nacionalidade: iemenita.
Data nacional: 22 de maio (Dia da Unificação).
Capital: Sanaa.
Cidades principais: Sanaa (972 000), Áden (562 000)
(1995); Ta'izz (290 107), Hodeida (246 068) (1993).
Idioma: árabe (oficial).
Religião: islamismo 99,9% (sunitas 53%, xiitas 46,9%),
outras 0,1% (1980).
Localização: sudoeste da Ásia.
Hora local: +6h.
Área: 527 968 km2.
Clima: árido tropical (N) e tropical (S).
Total: 18,1 milhões (2000), sendo árabes
iemenitas 80%, outros árabes, afro-árabes e sul-asiáticos
20% (1996).
Densidade: 34,28 hab./km2.
População urbana: 24% (1998).
População rural: 76% (1998).
Crescimento demográfico: 3,7% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 7,6 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 57/58 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 80 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 53,8% (2000).
IDH (0-1): 0,448 (1998).
Forma de governo: República com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 17 governadorias.
Principais partidos: Congresso Geral do Povo (CGP), al-Islah,
Socialista do Iêmen.
Legislativo: unicameral - Casa dos Representantes, com 301
membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constituição em vigor: 1991.
Moeda: rial iemenita.
PIB: US$ 4,3 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 18% (1998).
PIB indústria: 49% (1998).
PIB serviços: 33% (1998).
Crescimento do PIB: 3,8% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 280 (1998).
Força de trabalho: 5 milhões (1998).
Agricultura: cereais, café, algodão em pluma,
frutas.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 115,6 mil t (1997).
Mineração: petróleo, sal, gipsita, gás
natural.
Indústria: alimentícia, refino de petróleo,
materiais de construção (cimento), siderúrgica (ferro
e aço), têxtil, couro, jóias, papel e derivados.
Exportações: US$ 1,5 bilhão (1998).
Importações: US$ 2,2 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Emirados Árabes Unidos,
Arábia Saudita, EUA, Coréia do Sul, Cingapura, Japão,
Egito, Malásia, China, Tailândia, Brasil.
Efetivo total: 66,3 mil (1998).
Gastos: US$ 388 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
O Iêmen localiza-se na Península Arábica e tem fronteira com a Arábia Saudita ao norte e Omã a oeste. Grande parte da fronteira com a Arábia Saudita ainda não está definida. O país situa-se sobre uma importante cadeia de montanhas que separa uma pequena faixa litorânea dos desertos ao norte e no interior da Península Arábica. O relevo também é caracterizado pela presença de inúmeros vales onde se pode cultivar uma grande variedade de produtos agrícolas.
Mais de 18 milhões de pessoas vivem no país. Em sua esmagadora maioria são árabes pertencentes a uma das 1.700 tribos ou clãs que habitam a região, porém há também minorias de somalis, africanos, indianos e paquistaneses. Mais de 65% da população vive em áreas rurais e cerca da metade dos habitantes possui idade inferior a 15 anos. A expectativa de vida é de 55 anos. Embora 50% de toda a população adulta seja alfabetizada, apenas 25% possui escolaridade formal. A população cresce rapidamente e provavelmente dobrará de tamanho em apenas vinte anos.
Impérios ligados ao comércio ocuparam o atual território do Iêmen entre 1200 a.C. e 525 d.C. No século X a.C., a região abrigou o Reino de Sabá, que é mencionado no Velho Testamento. O islamismo, por sua vez, chegou ao país no século VII d.C. A história do Iêmen é recheada de guerras e, até 1990, o sul e o norte eram duas nações politicamente distintas, embora fossem interligadas econômica e culturalmente. No fim da década de 80, o Iêmen do Sul renunciou ao comunismo e iniciou um diálogo com o Iêmen do Norte que resultou na unificação das duas nações em maio de 1990. Em 1994, o sul tentou tornar-se independente outra vez, mas foi derrotado após dois meses de guerra civil.
O antigo Iêmen do Norte foi uma teocracia islâmica feudal que perdurou por mais de mil anos. Já o Iêmen do Sul sempre demonstrou maior abertura e aceitou uma considerável exposição ao cristianismo. Ainda assim, a região sul do Iêmen continua sendo uma área muito difícil para implantação de ministérios cristãos. Além disso, essa dicotomia entre norte e sul é bastante simplista, pois o país contém pelo menos seis áreas ou grupos culturais distintos: as tribos do norte, a população das montanhas, a costa do Mar Vermelho, o vale do Rio Adramaut, a região do Áden e a Ilha de Socotra.
A maioria dos iemenitas são agricultores, pescadores ou artesãos que fornecem produtos aos varejistas das áreas urbanas. A classe média é quase inexistente e a maioria da população é pobre, porém há uma pequena elite, formada por pessoas extremamente ricas. Muitos agricultores iemenitas cultivam uma espécie de árvore (Catha edulis) cujas folhas possuem uma substância alucinógena conhecida como Khat. Quando as folhas são mastigadas ou utilizadas em chás, obtem-se um efeito alucinógeno moderado.
O governo, dominado pela elite econômica, é repleto de heróis de guerra. O serviço militar é obrigatório no país e as bases militares estão espalhadas pelo campo. O atual presidente é um herói da guerra civil.
O islamismo é a religião oficial do país. O norte é mais conservador e deseja a implantação radical da sharia, enquanto o sul mantém uma posição mais moderada. Quase todos os habitantes são muçulmanos, dois terços dos quais de tradição sunita, enquanto os demais são xiitas. Poucos cristãos residem no país.
Tradicionalmente, o Iêmen é identificado com o antigo Reino de Sabá citado na Bíblia. Muitos cristãos viviam no país por volta do ano 500 d.C., mas foram expulsos pelo avanço do islamismo. Uma minoria de alguns milhares de cristãos habita o país, constituída principalmente de trabalhadores estrangeiros provenientes de países como Alemanha, Cuba, Rússia e Estados Unidos. Esses estrangeiros são católicos ou ortodoxos em sua maioria. Os cristãos nativos somam menos de mil pessoas e muitos deles chegaram ao conhecimento de Jesus Cristo por meio de transmissões radiofônicas. Eles mantêm suas identidades religiosas em sigilo, pois temem o que pode lhes acontecer se forem descobertos.
Século 4º - No tempo dos romanos, os himiaritas governavam sobre o que hoje é o Iêmen. No meio do 4º século é mandada uma missão lá para fortalecer os laços políticos. O líder desta missão é o diácono Teófilo. Ele testemunha sua fé perante o rei himiarita, que se converte e ordena a construção de três ou quatro igrejas em seu reino.
Século 6º - Os cristãos de Najran (hoje a área fronteiriça entre a Arábia Saudita e o Iêmen) apelam por ajuda dos cristãos etíopes para depor o rei himiarita, que tinha se convertido ao judaísmo. Eventualmente instala-se um rei etíope sob quem os cristãos progridem. Ele constrói uma grande catedral em Sanaa.
Século 7º - Estima-se que de 1 milhão de pessoas que viviam na Arábia quando chegou o islamismo, cerca de 100 mil eram cristãos. Na época da morte de Maomé, a Península Arábica une-se sob o islamismo. Devido a um acordo, os cristãos de Najran têm permissão para ficar e praticar sua religião livremente mediante pagamento de tributo. Entretanto, sob o reinado de Umar (634-644) fica estabelecido que não pode haver duas religiões ao mesmo tempo na Península Arábica. Contudo um diminuto grupo de cristãos permanece em Najran.
717 – Umar ibn Abd al-Aziz assume o poder. Os cristãos de Najran queixam-se a ele de que correm perigo de extinção. Por ordem de Umar é feito o recenseamento deles e descobre-se que eles estão reduzidos a um décimo da quantidade original.
1839-1937 – O Iêmen do Sul faz parte da Índia britânica. Em 1937 ele torna-se colônia da coroa britânica. Nesse período estabelecem-se as igrejas cristãs e os postos missionários.
1918 – As forças turcas retiram-se do Iêmen do Norte, que mais tarde se torna a República Árabe do Iêmen. Segue-se um longo período de guerra civil.
1967 – Depois de anos de instabilidade política, a Inglaterra sai do Iêmen do Sul, deixando o país para a Frente de Libertação Nacional, comunista. Nasce a República Democrática do Povo do Iêmen. Os comunistas fecham as igrejas existentes e confiscam seus edifícios para uso secular.
1990 – A República Árabe do Iêmen e a República Democrática do Povo do Iêmen se unem, tornando-se assim a República Árabe do Iêmen. Ali Abdallah Salih torna-se presidente. As organizações religiosas são convidadas a procurar a restituição de suas propriedades.
1994 – Irrompe a guerra civil e é travada principalmente na parte sul do país. Na cidade de Áden, soldados atacam e destroem a Igreja Sagrada Família, que tem 139 anos. A igreja de Cristo é seriamente danificada. A guerra acaba com a tomada de Áden pelas forças do norte. Em setembro o parlamento iemenita aprova uma constituição baseada na sharia depois de pressionado pelo partido islâmico Al-Islah.
Por muitos séculos, o norte do país tem sido governado pela sharia. Apesar disso e de a evangelização ser proibida no país, a região manteve-se aberta no passado a alguns ministérios cristãos de ajuda humanitária. O Iêmen do Sul, por sua vez, chegou a expulsar alguns missionários do país em 1973. Nenhuma missão cristã tem permissão oficial para atuar no Iêmen e geralmente não há autorização para a construção de novas igrejas. Alguns cristãos têm sido presos e torturados sob falsas acusações.
Em julho de 1998 um muçulmano fundamentalista de origem bósnia matou três freiras católicas romanas da ordem das Missionárias de Caridade na cidade de Al Hudaidah, no mar Vermelho. Elas trabalhavam lá entre pessoas deficientes físicas e mentais. O assassinato foi atribuído à ação de um homem. Foi dada proteção policial a obreiros religiosos e o presidente Salih ordenou uma investigação sobre o ataque. Em 2000 o muçulmano somali convertido, Omer Haji foi detido em Áden e acusado de apostasia. Foi dada a ele a alternativa de retornar ao islamismo ou enfrentar a pena de morte. Finalmente, Haji foi solto da prisão e recebeu asilo político na Nova Zelândia. Ele chegou lá com sua esposa Sarah e o bebê, Roger em 24 de agosto.
No Dia de Ano Novo de 2001, explodiu uma poderosa bomba na igreja de Cristo em Áden. Ninguém se feriu, mas a igreja ficou seriamente danificada.
Em dezembro de 2002 um membro do Jihad Islâmico, um grupo iemenita local, matou três americanos de um hospital missionário em Jibla, a 170 quilômetros ao sul de Sanaa. O atirador declarou que ele tinha executado o ataque para "limpar sua religião e ficar mais perto de Alá". O presidente Salih mandou uma mensagem de condolência ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, manifestando abalo e tristeza com o ataque a pessoas que estavam trabalhando para ajudar os iemenitas.
Para uma mulher iemenita chamada Bilquis, estudar o cristianismo significou ser espancada por sua própria família muçulmana. Segundo uma amiga de Bilquis, ela conheceu o Evangelho quando ouviu a transmissão de uma rádio cristã. A mensagem tocou seu coração e ela desejou saber mais sobre o cristianismo. Surpreendentemente, Bilquis descobriu que havia uma mulher cristã morando perto de sua casa e elas começaram a estudar a Bíblia juntas. Sua família, porém, suspeitou que ela estivesse interessada no cristianismo e a espancou. Ela ainda se encontra com sua vizinha cristã, mas vive sob constante medo. Bilquis sabe que se seus familiares descobrirem, ela será novamente espancada e ficará confinada dentro de sua casa.
A constituição declara que o islamismo é a religião do Estado e que a sharia (lei islâmica) é a fonte de toda legislação. O governo proíbe os não-muçulmanos de exercerem proselitismo. Sob o islamismo na forma como é aplicado no país, a conversão de um muçulmano para outra religião é considerada apostasia, um crime punível com a morte.
A lei iemenita permite que um homem muçulmano se case com uma mulher cristã, mas nenhuma mulher muçulmana pode se casar fora do islamismo.
Existem algumas igrejas na cidade de Áden. Não existem lugares públicos não-muçulmanos de culto no antigo Iêmen do Norte. O governo não permite a construção de novos locais públicos não-muçulmanos de culto sem permissão.
Em 1998 o Iêmen estabeleceu relações diplomáticas com o Vaticano e concordou com a construção e operação de um "centro cristão" em Sanaa. Eram realizados num auditório do edifício de uma empresa privada em Sanaa serviços religiosos semanais para estrangeiros católicos, protestantes e cristãos etíopes. Mas, isso está suspenso devido a tensões políticas. Em outras cidades os cultos cristãos são realizados em casas particulares ou instalações como de escolas.
Missionários cristãos operam no Iêmen e a maioria deles dedica-se a serviços médicos, outros estão empregados em serviços de ensino e social.
Aconteceu esporadicamente, da polícia maltratar estrangeiros por possuírem literatura religiosa não-islâmica. Alguns membros das forças de segurança censuram ocasionalmente a correspondência do clero cristão, provavelmente para evitar o proselitismo.
As escolas públicas ensinam o islamismo, mas não outras religiões.
Os não-muçulmanos podem votar, contudo, não podem se candidatar a cargos eletivos.
Em seguida à unificação do Iêmen do Norte e do Iêmen do Sul em 1990, as organizações religiosas foram convidadas a buscar a restituição de suas propriedades. Entretanto, a implementação do processo tem sido extremamente limitado e bem poucas propriedades voltaram a seus antigos donos.
O governo atual ficará no controle e tentará seguir um curso moderado, tendo a modernização do país como uma de suas principais metas. Para manter boas relações com o Ocidente, o governo iemenita está inclinado a tomar uma ação firme contra os partidos islâmicos do país. É provável que a raiva causada por isto, seja dirigida aos cristãos.
Pode ser esperada uma crescente procura por Bíblias e literatura cristã, devido a uma resposta positiva a programas de rádio e de televisão. Entretanto, não se podem fazer livres importações e distribuição de materiais na língua árabe. A pressão sobre os crentes indígenas irá continuar sendo severa. A perseguição vem de membros da família, autoridades locais e de líderes religiosos.
A igreja está crescendo, mas em um ritmo bastante lento. Durante o século XX, o número de conversões anuais foi mínimo e, devido às atuais circunstâncias, é pouco provável que haja mais de dez mil conversões neste século. Apesar disso, muitos observadores acreditam na possibilidade de ocorrer um grande avanço espiritual em um futuro próximo. Ainda que isso ocorra, a grande maioria de cristãos no país continuaria a ser constituída de estrangeiros, e a parcela de cristãos nativos permaneceria pequena, talvez abrangendo de 10 a 20 mil pessoas. O mais provável, no entanto, é que até 2050 a igreja iemenita continue sendo severamente perseguida, temendo por sua própria existência.
Áden está edificada sobre o topo de um vulcão inativo numa ilha perto da costa. Com o passar dos anos, a ilha tornou-se ligada ao continente. No lado leste a cidade limita-se com a Baía Holkat, um porto natural, que em tempos antigos costumava ser um importante porto por onde passavam produtos valiosos como incenso e mirra. Do século 16 ao 19, a cidade foi dominada pelos turcos, que foram substituídos pelos britânicos em 1839. Depois da independência em 1967, seguiu-se um período de dificuldade econômica. Pragas de ratos, epidemias e rebeliões populares ocorriam regularmente. A situação melhorou vagarosamente só depois da unificação com o Iêmen do Norte em 1990. Durante a curta guerra civil de 1994, Áden foi duramente atingida. O aeroporto foi destruído e irromperam doenças, matando muitas pessoas. Durante os conflitos, os soldados iemenitas atacaram e destruíram a Igreja Sagrada Família, que tinha 139 anos.
A população (cerca de 600 mil habitantes) de Áden é muito variada. A maioria dos iemenitas pertence a várias seitas muçulmanas xiítas. Uma pequena minoria é zoroastriana. Devido ao comércio internacional, pessoas da Indonésia, Quênia, Etiópia, Sudão, Tanzânia e Egito estabeleceram-se na cidade. Muitos trabalhadores europeus ocidentais vieram trabalhar no porto e um grande número de somalis estão abrigados em campos de refugiados nas vizinhanças de Áden. Existe uma notável diferença no número de homens e mulheres. Devido às guerras e ao trabalho migratório, existe cerca do dobro de mulheres em relação aos homens que vivem na cidade.
Áden é a única cidade iemenita onde existem e funcionam templos. A Igreja de Cristo (anglicana) foi construída nos anos de 1860 pelos britânicos no distrito de Tawahi. O edifício foi transformado num clube de esportes marítimos depois da independência, mas voltou a ser igreja em 1993 e abriu em 1996. Até recentemente os cristãos estrangeiros, que trabalhavam em Áden, freqüentavam cultos todas as semanas. No Dia de Ano Novo de 2001, explodiu uma poderosa bomba no templo. Ninguém se feriu, mas a igreja ficou seriamente danificada. Anexa à Igreja de Cristo há uma clínica onde voluntários prestam serviços médicos. Além desta igreja protestante, umas poucas igrejas católicas romanas estão operando na cidade.
No cemitério cristão de Áden pode ser encontrada a tumba do evangelista Ion Keith Falconer. O escocês Falconer viajou para o Iêmen pela primeira vez em 1885. Em seu relatório de viagem ele mencionou que a população de Áden era formada principalmente por muçulmanos árabes e africanos e uns poucos judeus. Ele apresentou um plano para estabelecer uma escola, um orfanato e um hospital ao xeique otomano, no interior de Áden, e um ano depois assumiu a tarefa de realizar o projeto, arcando ele próprio com a parte mais difícil do custo do projeto. Em dezembro de 1886 ele chegou ao Iêmen e em maio do ano seguinte, esse missionário pioneiro morreu de febre, com apenas 30 anos de idade. O seu projeto quase não foi feito, mas o seu trabalho inspirou muitos outros a seguirem seus passos e conscientizarem os cristãos do Ocidente do enorme campo missionário que existia naquela parte do mundo.
1. Os iemenitas sofrem por não conhecerem o Evangelho. O islamismo já domina o Iêmen por mais de mil anos. Ore para que o Evangelho alcance uma maior penetração no país.
2. Formas criativas são necessárias para levar o Evangelho ao Iêmen. Ore pela eficácia dos "fazedores de tendas" – cristãos que trabalham no país e têm a chance de testemunhar de forma discreta. Alguns têm obtido êxito em compartilhar o Evangelho e converter pessoas.
3. Os cristãos iemenitas são excluídos da estrutura social. Ore para que os cristãos nativos se unam e desenvolvam companheirismo. Em geral, os cristãos que vivem em países muçulmanos são marginalizados pela sociedade, o que pode resultar em profunda solidão. O companheirismo entre os cristãos, mesmo que estejam em pequeno número, pode ajudar a atenuar esse sentimento.
4. A única comunhão de alguns cristãos são os programas das rádios cristãs. Transmissões de rádio em ondas curtas direcionadas ao Iêmen têm sido responsáveis por centenas de conversões secretas. Ore pela continuidade da eficácia das rádios e pelo desenvolvimento de métodos que promovam o relacionamento entre os cristãos que mantêm sua fé em sigilo.
5. Muitos convertidos iemenitas sentem-se completamente sós, ainda que estejam rodeados por seus familiares muçulmanos. Os maridos ou esposas dos convertidos são muçulmanos, assim como seus filhos, por isso eles temem compartilhar sua fé com a própria família. A descoberta poderia levar à prisão, condenação e até à morte. No entanto, sem ter ninguém com quem se relacionar, muitos convertidos correm o risco de abandonarem o recém-descoberto relacionamento com Cristo.
6. É comum que cristãos nativos sejam presos. Alguns são até mesmo torturados e muitos são detidos sob falsas acusações. Ore para que o governo perdoe e liberte os cristãos que estão presos. Ore também para que ocorra um avanço nas relações entre a igreja e o governo.
7. Os lideres do país necessitam de um relacionamento com Jesus Cristo. Ore para que os governantes aprovem e cumpram leis que assegurem a liberdade religiosa, permitindo o livre exercício da religião e a evangelização. Peça pela conversão dos governantes.
Fonte: www.portasabertas.org.br