As Ilhas Salomão só não igualam em riqueza de ouro às lendárias daquele rei que leva seu nome, mas é seguro que uma outra riqueza aguarda o visitante: Um mundo cultural apenas intacto entre as selvas inacessíveis, um paraíso natural lotado de animais curiosos, e umas cidades peculiares a balancear entre a modernidade e a tradição. Quem sabe se as lendas dos incas que trouxeram os primeiros espanhóis aqui, falavam destas riquezas?
Geografia das Ilhas Salomão
As Ilhas Salomão formam parte da Melanésia. Encontram-se no Pacífico Sul, ao noroeste da Austrália e ao leste da Nova Guiné Papua. O território das ilhas é em geral muito montanhoso e as vezes vulcânico, por encontrar-se às márgens das placas indo-australiana e pacífica, onde se dá uma grande atividade vulcânica. A extensão das ilhas varia entre os 80 e 171 quilômetros de comprimento e 25 a 50 de largura. Estão quase todas rodeadas de barreiras de coral e entre lagoas. O solo vulcânico é muito fértil, mas há também terreno de rocha caliça pouco fértil.
Flora e Fauna das Ilhas Salomão
O território interior das ilhas está coberto de bosques quase impenetráveis, enquanto nos planaltos do norte extendem-se os pastos, e as costas estão cheias de arrecifes de coral.
Os animais que encontrará nas ilhas lhe surpreenderão, entre eles destacamos o dugão, o falcão imitador, o pássaro de óculos de Gizo, pombas amarelas, crocodilos, o rascão, a raposa voadora, várias espécies de répteis e insetos e uma enorme e formosa borboleta, a Qeen Victoria's Birdwing, muito cotizada pelos colecionadores.
História das Ilhas Salomão
Sabe-se que há uns 10.000 anos viviam nas ilhas pessoas de fala papuana, dedicadas à pesca, que foram absorvidos pelos agricultores de fala austronésia há uns 4000 anos. Nas ilhas Salomão foram chegando habitantes procedentes de outras vizinhas, e inclusive alguns espanhóis que ouviram falar de umas ricas terras nas lendas Incas, situadas mais ou menos neste extremo do mundo.
Daquelas expedições ficaram nomes espanhóis nas ilhas, ainda hoje utilizados. Entre os aventureiros, Mendanha, que viveu no século XVI, após sua passagem violenta pelas ilhas, as quais deram o troco à seus modais com a malária que o matou, deu nome ao território pela sua riqueza comparável às lendárias minas do rei Salomão.
Até o século XVII as ilhas não receberam mais visitas européias. Carteret descubriu aos europeus Santa Cruz e Malaita, Bogainville abriu ao comércio as ilhas do norte, e depois alemães e ingleses disputariam seus domínios sobre as ilhas do norte. Os britânicos declararam seu domínio sobre as ilhas de N. Geórgia, Malait e Makira.
Durante a II Guerra Mundial desembarcaram nas ilhas japoneses e alemães, destruindo uma parte delas. A capital, Tulagi, desloca-se para Honiara e em 1960 se cria um conselho legislativo nominal. Em 1978 as Ilhas Salomão declaram-se independentes.
Arte e Cultura das Ilhas Salomão
Quase todo o artesanato popular das Salomão está enfocado aos rituais e cerimônias religiosas ou à parte funcional de suas vidas. Trabalha-se sobretudo a madeira, em instrumentos de uso diário, em decorações sofisticadas como nas canoas com figuras de madeira com forma humana, em máscaras, pentes, e em todo tipo de miniaturas.
Locais Turísticos das Ilhas Salomão
ILHA DE GUADALCANAL
Nesta ilha, a maior de Salomão, encontra-se Honaria, a capital do país. Ocupa uma faixa costeira de 11 quilômetros de comprimento. Os eixos centrais da cidade giram em torno a Point Cruz, Mendanha Avenue, Chinatowm e o Honaria Tama Sports Ground. Entre os lugares mais destacados encontra-se o Museu Nacional, que mostra artigos da vida tradicional das ilhas; os Jardins Botânicos e o Mercado Central, onde vende-se todo tipo de artigos, desde produtos alimentícios até elementos decorativos. Nos arredores da cidade ergue-se uma formosa paisagem de vales e colinas dominados pelo Monte Austen.
Através da rota do Skyline Drive, só transitável de jeep, podemos admirar a vida rural das ilhas, detendo-nos em Vara e em Vavaea. Outro belo lugar é Valeatu e não menos o é Dolo.
ILHA DE MALAITA
É a mais povoada do país embora é a segunda maior. A vegetação da ilha é abundante, selvas e bosques acolhem pequenas comunidades isoladas, mas muito numerosas. A maioria delas vive da produção de copra. Na lagoa Langa Langa encontra-se Auki, a povoação principal e um lugar verdadeiramente pitoresco.
ILHA DE ILHABEL
Na província do mesmo nome, encontra-se esta ilha que leva o nome da esposa de Mendanha. A ilha não atrai muitos turistas pelo que as tradições se mantém bastante puras. Entre os lugares que não se deve perder nas ilhas destacamos Buala, à beira da Maringe Lagoon, as cascatas de Tholana, e a vila de Kia, que conserva rituais e cerimônias muito curiosos, alguns dos quais viraram lenda.
ILHA DE GIZO
A cidade de Gizo é a segunda mais importante do país, trata-se de uma cidade comercial e moderna, somada ao mar através de um bonito porto e dominada por uma colina. Desde Gizo pode-se viajar à Ilha Kennedy, onde abandonaram a Jhom F. Kennedy, durante a Segunda Guerra Mundial.
ILHA DE CHOISEUL
A costa concentra os povoados da ilha, caracterizados pelas peças de olaria de fabricação tradicional.
ILHA DE MAKIRA
Os espanhóis batizaram-a como São Cristovão. Trata-se de uma ilha mais de terreno plano, cheio de grutas inacessíveis habitadas pelos kakamora, de baixa estatura e compridos cabelos por único vestido.
PROVÍNCIA TEMOTU
Esta província está separada do país por uma fenda de 6.000 metros de profundidade no mar chamada Torres Tremch.
GRUPO DE ILHAS DE SANTA CRUZ
O grupo compreende um conjunto de ilhas de formação vulcânica: Nendo, Tinakula, Utupua e Vanikolo; isolados vulcões extintos: Duff Ilhands e Tukopia; e atolões coralinos.
ILHA DE NENDO
É a maior da província e é conhecida também como Santa Cruz. É um paraíso para os amantes das aves curiosas e as borboletas.
A maioria dos povoados encontram-se perto do mar, pelo que o peixe constitui uma parte muito importante da dieta diária da população. O peixe costuma ir acompanhado de carne de porco selvagem, de cachorro e de frango. Outros alimentos do consumo são o taro, o inhame, o boniato e a cassava, produtos nativos.
Nas Ilhas Salomão encontrará uma extensa oferta de restaurantes, que servem comidas francesas, vietnamita, chinesa e hindu.
Bebidas
Consomem-se sobretudo sucos de frutas. Porém, em Taiti podem-se encontrar as principais marcas das bebidas internacionais.
O artesanato das ilhas é o mais típico que poderá levar. Entre eles há que ressaltar as máscaras rituais e os pigmentos de origem natural.
Nas ilhas Salomão vivem quase 400.000 pessoas. A população é maioritariamente melanésia, o resto são micronésios, polinésios, europeus e asiáticos.
Os habitantes das Salomão vivem principalmente da agricultura de subsistência e da pesca, que utilizam métodos rudimentares como redes ou arpões. O trabalho realiza-se de forma coletiva. Um dos rituais mais característicos das ilhas é a "cerimonia de iniciação dos jovens" à idade adulta, que tem muito que ver com a consecução da destreza suficiente para começar pescar. Outro costume de algumas das comunidades das ilhas é passar a herança da terra de mães para filhas.
ENTRETENIMENTO
Em Honiara poderá entretener o espírito com diversas atividades, como uma excursão às Cascatas de Matanikau, visita aos crocodilos do rio Lungga ou visitar o Red Beach, um lugar histórico.
Na ilha de Ilhabel lhe aconselhamos escalar o cume do Mount Kubonito (1.392 metros), enquanto em Guadalcanal, Marau Sound irá leva-lo a visitar um paraíso de coral.
Em todas as ilhas poderá fazer esportes náuticos e sobretudo, pescar. Em algumas cidades poderá também assistir cinema, ir a discotecas ou relaxar bebendo uma bebida em algum tranquilo local.
Os dias festivos oficiais são: 1 de Janeiro Ano Novo, Semana Santa, 5, 6 e 8 de Abril, 26 de Maio, 10 de Junho, 7 de Julho (Dia da Independência), 1 de Novembro e 25 e 26 de Dezembro.
Avião
Solomon Islands Airlines comunica regularmente os principais aeroportos do país. Outra companhia é Aztec Airways.
Barco
A comunicação marítima é a mais utilizada. Existem numerosos serviços que vão de uma ilha a outra.
Ônibus
No rádio da capital há duas companhias a operar com relativa frequência. Ao mesmo tempo há uma linha que comunica com o aeroporto.
Carro
Há muito poucas estradas asfaltadas, a maioria são caminhos de superfícies de areia. Nas ilhas encontrará as principais firmas de aluguel de veículos.
Táxi
Aconselha-se fixar o preço da viagem antes de iniciar o percuso, pois não há taxímetros. Normalmente, se o freguês viaja sozinho, deverá sentar na frente, ao lado do motorista.
Nesta ilha, a maior de Salomão, encontra-se Honaria, a capital do país. Ocupa uma faixa costeira de 11 quilômetros de comprimento. Os eixos centrais da cidade giram em torno a Point Cruz, Mendanha Avenue, Chinatowm e o Honaria Tama Sports Ground. Entre os lugares mais destacados encontra-se o Museu Nacional, que mostra artigos da vida tradicional das ilhas; os Jardins Botânicos e o Mercado Central, onde vende-se todo tipo de artigos, desde produtos alimentícios até elementos decorativos. Nos arredores da cidade ergue-se uma formosa paisagem de vales e colinas dominados pelo Monte Austen.
Através da rota do Skyline Drive, só transitável de jeep, podemos admirar a vida rural das ilhas, detendo-nos em Vara e em Vavaea. Outro belo lugar é Valeatu e não menos o é Dolo.
ILHA DE MALAITAÉ a mais povoada do país embora é a segunda maior. A vegetação da ilha é abundante, selvas e bosques acolhem pequenas comunidades isoladas, mas muito numerosas. A maioria delas vive da produção de copra. Na lagoa Langa Langa encontra-se Auki, a povoação principal e um lugar verdadeiramente pitoresco.
ILHA DE ILHABELNa província do mesmo nome, encontra-se esta ilha que leva o nome da esposa de Mendanha. A ilha não atrai muitos turistas pelo que as tradições se mantém bastante puras. Entre os lugares que não se deve perder nas ilhas destacamos Buala, à beira da Maringe Lagoon, as cascatas de Tholana, e a vila de Kia, que conserva rituais e cerimônias muito curiosos, alguns dos quais viraram lenda.
ILHAS OCIDENTAIS
ILHA DE GIZO
A cidade de Gizo é a segunda mais importante do país, trata-se de uma cidade comercial e moderna, somada ao mar através de um bonito porto e dominada por uma colina. Desde Gizo pode-se viajar à Ilha Kennedy, onde abandonaram a Jhom F. Kennedy, durante a Segunda Guerra Mundial.
ILHA DE CHOISEUL
A costa concentra os povoados da ilha, caracterizados pelas peças de olaria de fabricação tradicional.
ILHAS ORIENTAIS
ILHA DE MAKIRA
Os espanhóis batizaram-a como São Cristovão. Trata-se de uma ilha mais de terreno plano, cheio de grutas inacessíveis habitadas pelos kakamora, de baixa estatura e compridos cabelos por único vestido.
PROVÍNCIA TEMOTUEsta província está separada do país por uma fenda de 6.000 metros de profundidade no mar chamada Torres Tremch.
GRUPO DE ILHAS DE SANTA CRUZO grupo compreende um conjunto de ilhas de formação vulcânica: Nendo, Tinakula, Utupua e Vanikolo; isolados vulcões extintos: Duff Ilhands e Tukopia; e atolões coralinos.
ILHA DE NENDOÉ a maior da província e é conhecida também como Santa Cruz. É um paraíso para os amantes das aves curiosas e as borboletas.
Fonte: www.rumbo.com.br
As Ilhas Salomão são um país no Pacífico. A capital é Honiara. A principal religião é o Cristianismo. As principais línguas são o Inglês e o Inglês-Pidgin. O protetorado Britanico das Ilhas Salomão se tornou independente em 1978. O país é um estado democrático parlamentarista com a rainha Britanica como monarca.
O Reino Unido estabeleceu um protetorado sobre as Ilhas Salomão nos 1890s. Algumas das lutas mais amargas da Segunda Guerra Mundial ocorreram nestas ilhas. A autonomia foi conseguida em 1976 e a independência dois anos mais tarde. A violência étnica, o descrédito no governo, e o crime endemico têm minado a estabilidade e a sociedade civil.
1. Poucos lugares na Terra são tão fascinantes quanto as Ilhas Salomão, um arquipélago no sudoeste do Pacífico que é ocupado principalmente por uma única nação independente. As ilhas foram nomeadas por um explorador espanhol que tentou e não as colonizou há mais de 4 séculos atrás. Nomeou-as pelas fabulosas Ilhas de Salomão, supostas conter a inimaginável riqueza do local bíblico das minas do Rei Salomão.
Hoje, estas ilhas são valorizadas não pelas pedras preciosas e metais que o explorador espanhol procurou, mas por sua rica mistura de culturas e por sua espantosa variedade de maravilhas naturais. Os ilhéus das Solomons são Melanesios, Polinesios, e Micronesios. Falam quase 90 línguas e vivem entre montanhas cobertas de selvas e cachoeiras em cascata, vulcões ativos e recifes de corais, praias de areia branca e preta, e mais de 230 variedades de orquídeas selvagens e outras flores tropicais. A capital é Honiara.
2. A nação das Ilhas Salomão encontra-se cêrca de 1.900 km nordeste da Austrália. A maior ilha do arquipélago das Solomons, Bougainville, pertence a Papua-Nova Guiné, como seu vizinho do norte de tamanho médio, Buka. O restante do arquipélago pertence à nação das Ilhas Salomão. Se estende 1.800 km das Ilhas Shortland no noroeste à Tikopia e Fataka no sudeste, e a quase 900 km do atoll de Ontong Java no norte à Ilha Rennell no sul.
A maioria das principais ilhas da nação estão dispostas em duas linhas paralelas que são separadas pelo New Georgia Sound. Do oeste ao leste, as 6 principais ilhas são Choiseul, Nova Georgia, Santa Isabel, Malaita, Guadalcanal, e São Cristóvão. O grupo de Santa Cruz, mais distante ao leste, contem, entre outras ilhas, Nendo, com ricas reservas de bauxita, e a ilha inabitada de Tinakula, o vulcão mais ativo das Solomons.
As maiores ilhas são montanhosas e cobertas com densas florestas tropicais. Estas florestas abundam em animais, incluindo mais de 140 espécies de pássaros, 70 espécies de répteis, e deslumbrantes borboletas e mariposas. As linhas costeiras, onde a maioria dos ilhéus das Solomons vivem, são alinhadas com palmeiras de coco e cercadas por recifes.
As ilhas menores são baixos atóis de coral. A New Britain Trench, sudoeste do arquipélago, é fonte de frequentes terremotos. A Ilha de Rennell, 200 km ao sul de Guadalcanal, tem 150 m de penhascos de pedra calcária, formados pelo movimento da crosta terrestre; a ilha é o maior atol soerguido do mundo. Os penhascos da Ilha de Rennell cercam um lago pontilhado por cêrca de 200 pequenas ilhas.
A capital das Ilhas Salomão, Honiara, está na costa do nordeste de Guadalcanal, o local de pesada luta durante a Segunda Guerra Mundial. Honiara tornou-se a capital das Solomons após a guerra, quando os oficiais coloniais britânicos decidiram usar as facilidades abandonadas pelos Estados Unidos. Hoje, Honiara tem mais de 45.000 residentes, ligeiramente mais de 1/10 da população da nação.
O tempo é geralmente quente e húmido durante todo o ano, com uma temperatura média de 27 °C. A chuva é pesada, cêrca de 305 cm num ano, e as ilhas sofrem ventanias e ciclones de novembro à abril. Em maio de 1986, um ciclone tardio devastou as ilhas. As chuvas torrenciais solaparam seções das montanhas que o desmatamento excessivo já tinha feito instáveis. Grandes massas de solo e árvores colossais desceram aos vales, levando pontes, varrendo casas, e destruindo anos de ganhos políticos.
3. Cêrca de 93% dos ilhéus das Solomons são Melanesios, e vivem principalmente nas 6 ilhas maiores. Cêrca de 4% são Polinesios, vivendo nas ilhas de Rennell, Bellona, Sikaiana, Ontong Java, Anuta, e Tikopia. Os Micronesios que reassentaram das Ilhas Gilbert, agora Kiribati, viveram perto de Honiara e na ilha de Gizo desde os anos 1950s. Pequenas comunidades de Europeus e de Chineses vivem também em Gizo e em Guadalcanal.
Numa nação onde os povos falam quase 90 línguas distintas, uma forma simplificada do Inglês chamado pidgin das Ilhas Salomão permite aos povos de grupos diferentes comunicar-se. O Inglês é a língua oficial, mas é falado por menos de 2% da população. Quase todos os ilhéus das Solomons são cristãos. A educação não é compulsória, embora 3/4 de todas as crianças em idade escolar atendam a alguma escola primária. Mais do que a metade dos povos podem ler e escrever.
Nas Ilhas Salomão cêrca de 2/3 dos povos vivem em pequenas vilas, na maior parte perto da costa. Ali, eles cultivam vegetais nativos em lotes individuais e suplementam suas dietas com peixes, porco selvagem, e frutas tropicais. Na ilha de Malaita, onde muitos povos vivem no interior acidentado, pequenos rebanhos de gado são criados para alimento.
A maioria dos aldeões vivem nas casas de sapé construídas nas plataformas que são levantadas fora da terra. A propriedade da terra é importante de fato, é a fonte principal do status de um ilhéu e é passada através da mãe ou do pai, de acordo com o costume local. Somente um em três ilhéus das Solomons participa da economia rentável, operando um negócio ou trabalhando por salários. A disputa étnica em 2000 perturbou a pequena indústria turística.
Os peixes, a madeira, o cacau, o copra (côco sêco), e o óleo de palma são as exportações principais. A pesca do atum e o processamento de peixes estão expandindo ràpidamente. Com a ajuda Japonesa, as Ilhas Salomão puderam lançar uma frota de pesca. Há uns depósitos de bauxita (minério do alumínio), de fosfatos, e algum ouro.
O crescimento da população é elevado, entretanto, e o desemprego é um problema sério, especialmente em torno das cidades como Honiara, a que os jovens gravitam em busca de trabalho. Um outro problema econômico envolve o madeiramento. Poucas árvores estão sendo replantadas, arriscando a perda do solo rico, a vida animal, e eventualmente a própria indústria da madeira.
4. Os arqueólogos acreditam que caçadores viveram nas ilhas maiores pelo ano 1000. O europeu que pôs as Solomons no mapa foi o explorador espanhol Alvaro de Mendana y Neyra, que navegava do Peru em 1567. Morreu da malária ao tentar estabelecer uma colônia em Nendo em 1595. Outras tentativas de colonizar as ilhas falharam, e as Ilhas Salomão foram deixadas sozinhas por quase dois séculos.
As ilhas remanesceram isoladas até que os missionários, os comerciantes, e os navegantes chegaram nos anos 1800s. A Alemanha reivindicou as ilhas do norte em 1885, enquanto as Solomons do sul se tornaram um protetorado britânico em 1893. Algumas das ilhas controladas pelos Alemães foram transferidas para a Austrália depois da Primeira Guerra Mundial. As ilhas do norte tornaram-se parte de Papua-Nova Guiné em 1975.
As Solomons britânicas tornaram-se autonomas em 1976, e independentes como as Ilhas Salomão em 7 de julho de 1978. Depois de um golpe arrefecido em junho de 2000 de rivalidades étnicas sobre direitos da terra em Guadalcanal, a legislatura escolheu um novo primeiro ministro. As milícias étnicas rivais assinaram então um acordo de cessar-fogo, mas as tensões remanesceram elevadas.
As Ilhas Salomão são uma democracia parlamentarista na Comunidade Britânica. O monarca britânico é o chefe de estado, e é representado por um governador-geral escolhido pelo Parlamento de uma-casa de 81 membros.
O primeiro ministro, eleito pelo Parlamento, dirige o governo. Todos os cidadãos com mais de 18 anos tem o direito de votar.
O grosso da população depende da agricultura, pesca, e silvicultura para ao menos parte da sua subsistência. A maioria dos bens manufaturados e dos produtos do petróleo devem ser importados. As ilhas são ricas em recursos minerais subdesenvolvidos como chumbo, zinco, níquel, e ouro.
Entretanto, a severa violência étnica, o fechamento de empresas chaves, e uma tesouraria vazia do governo levaram à séria desordem econômica, na verdade perto do colapso. As entregas dos petroleiros das provisões de combustível cruciais (incluindo aquelas para a geração elétrica) têm se tornado esporádicas devido à inabilidade do governo para pagar e aos ataques contra os navios.
As telecomunicações estão ameaçadas pelo não-pagamento das contas e pela falta da equipe técnica e de manutenção dos funcionários, muitos dos quais sairam do país. A desintegração da lei e da ordem deixou a economia em farrapos por meados-2003, e em 24 de Julho de 2003 mais de 2000 soldados Australianos entraram nas Ilhas Salomão para restaurar a ordem e para facilitar a restauração dos serviços básicos.
Fonte: br.geocities.com