A iluminação artificial é arte e técnica de iluminar. É técnica, pois requer cálculos onde os fatores básicos são a dimensão, a função do ambiente, a refletância dos materiais e outros mais. É arte porque está ligada a sensibilidade de quem a projeta, por realçar formas, cores e texturas com efeitos diversos e ainda por criar uma nova visão proporcionando beleza.
Em um jardim, a iluminação artificial adequada realça caminhos, dá destaque a árvores e arbustos, multiplica o colorido das flores e, sobretudo, oferece segurança.Existem vários tipos de efeitos de iluminação utilizados em jardim, como por exemplo:
Direcionada, possui a atenção para um ponto específico do jardim: arbustos, esculturas e centros de interesses.
Demarca levemente o jardim sem um foco de destaque; normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos.
Ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto; percebe-se o jardim como um todo. Para cada efeito existem luminárias e lâmpadas específicas, como por exemplo:
São indicados para criar efeitos especiais, como o da iluminação focal. Devem ser posicionados a uma distância de 1/3 da altura do elemento a ser iluminado.
Indicados para iluminar uma área de maneira geral. Porém, é recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar as vistas das pessoas.
Ideais para iluminar caminhos e elementos baixos, como as forrações de um jardim. Normalmente o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Também é viável que tenham menos de 1.10m de altura para não incomodar os olhos.
Também chamadas de "varre paredes", normalmente proporcionam uma iluminação indireta, onde se percebe o contorno do local.Estas luminárias devem ser específicas para as áreas externas: devem ter proteção contra sol, água, ventos, etc. Normalmente possuem vidros temperados, fiação resistente, vedação eficiente e borrachas de pressão.
As lâmpadas, normalmente, são determinadas na escolha das luminárias. Por exemplo: um refletor já possui especificado o tamanho da lâmpada, o encaixe da boquilha e a potência máxima de watts que suporta.
No projeto de iluminação para jardim deve se levar em consideração à função do jardim à noite; a arquitetura do local e o projeto do jardim. Além disso, deve prever a capacidade da rede elétrica disponível, o que é feito através da consulta de um técnico em eletricidade. A instalação da iluminação no jardim é sempre de responsabilidade de eletricistas ou firmas que prestam esse tipo de serviço. Seja qual for a forma de iluminar jardins, a iluminação externa deve proporcionar segurança e beleza. Desenvolver a arte de iluminar jardins é um desafio para todos os paisagistas.
Fonte: www.luciaborges.com.br
À noite o jardim torna-se misterioso, ganhando contornos indescritíveis e aromas deliciosos, com a iluminação adequada você pode usá-lo a noite inteira! Por isso, destacar a vegetação, iluminar caminhos, muros, piscinas, quadras e acessos tornou-se muito importante.

O projeto de iluminação deve ser feito junto com o projeto paisagístico, estudando o tipo de iluminação apropriada a cada setor de seu jardim, estabelecendo os pontos a serem realçados ou atenuados, com o auxílio da iluminação.
A luz do sol proporcia efeitos fantásticos de contrates que variam conforme a hora do dia e a nebulosidade do céu, tornando-os mais ou menos intensos. Permite, também, destacar cores e volumes com nitidez.
Já a luz artificial é fixa, os efeitos são menores e as cores não ficam tão nítidas, por isso deve-se buscar uma iluminação que gere um efeito quase "teatral", que embeleze e possibilite o uso seguro, de seu jardim à noite.
A eficácia da iluminação está diretamente relacionada com o conhecimento do que se deseja iluminar e o tipo de equipamento utilizado, isto é, o conjunto formado por luminária e lâmpada.
As lâmpadas devem ter baixo custo, longa vida e alta eficácia luminosa, facilitando a manutenção. Em geral, são empregadas lâmpadas incandescentes e fluorescentes, e em casos especiais, lâmpadas de descarga de vapor de sódio, vapor de mercúrio ou vapor metálico.
Combinações de cores que variam entre o branco, amarelo, alaranjado e verde são de grande efeito.Não se esqueça que as lâmpadas fluo-compactas são mais econômicas e não deixe de considerar os automotismos ou os detectores de luz, no seu projeto, que podem facilitar sua vida e poupar despesas.
As luminárias num espaço externo devem garantir a facilidade de manutenção e limpeza, resistência às intempéries (excesso de calor ou frio, umidade, sol, temperatura das lâmpadas) e, é claro, devem ser econômicas.
As luminárias precisam, ainda, ser estanques e bem vedadas, para oferecerem segurança. Portanto fique atento ao escolher os materiais, evitando os que oxidam. Dê preferência a peças blindadas e a soquetes e roscas de porcelana. Não se esqueça, também, que os cabos, fios e demais materiais elétricos devem ter boa qualidade. As conexões devem ter cabo de borracha ou silicone e os vidros devem resistir aos choques térmicos.
As modernas luminárias de alumínio vêm sendo muito utilizadas, por sua maior durabilidade e por permitirem o uso de cores variadas e pintura especial resistente. Existem ainda, modelos em cerâmica natural com acabamentos diversos (haste em latão e eucalipto, por exemplo), modelos em alumínio injetado. Existem, ainda, as luminárias que são próprias para áreas sujeitas à umidade com pintura epóxi, alumínio fundido com refletores em alumínio martelado, cerâmica, bambu e madeiras de reflorestamento, etc.
As luminárias são basicamente de quatro tipos: postes, projetores, balizadores e arandelas.
À noite o jardim torna-se misterioso, ganhando contornos indescritíveis e aromas deliciosos, com a iluminação adequada você pode usá-lo a noite inteira! Por isso, destacar a vegetação, iluminar caminhos, muros, piscinas, quadras e acessos tornou-se muito importante.
Fonte: Revista Natureza No.145. Editora Europa. SP, Brasil.
Área externa iluminada com projetores no pergulado e canteiros. Fachada
e caminhos bem definidos pela iluminação e piscina com projetores
subaquáticos.
O projeto de iluminação deve ser feito junto com o projeto paisagístico, estudando o tipo de iluminação apropriada a cada setor de seu jardim, estabelecendo os pontos a serem realçados ou atenuados, com o auxílio da iluminação.
A luz do sol proporcia efeitos fantásticos de contrates que variam conforme a hora do dia e a nebulosidade do céu, tornando-os mais ou menos intensos. Permite, também, destacar cores e volumes com nitidez.
Já a luz artificial é fixa, os efeitos são menores e as cores não ficam tão nítidas, por isso deve-se buscar uma iluminação que gere um efeito quase "teatral", que embeleze e possibilite o uso seguro, de seu jardim à noite.