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Iluminação de Jardim

Água é vida

Água é elemento fundamental da vida, e compõe a maior parte de nosso corpo. É a necessidade mais importante a ser satisfeita a cada dia.

Beber, cozinhar, limpar e tantas outras utilidades que nos permitem manter a vida e sua qualidade. Por isso a certeza de poder satisfazer essas necessidades é o que justifica a vontade inata de se estar próximo dela. Faz parte do instinto humano e animal, do nosso inconsciente. A sua proximidade gera um relaxamento natural - nem é preciso que se mergulhe nela. Basta vê-la. Ouvi-la. Sentir seu cheiro, quando possível. Saber que está próxima. Imagine jardins idênticos de duas casas, com a mesma área, mesma jardinagem, para onde se abram as salas e as janelas de seus quartos... Um deles com piscina. Qual lhe agrada mais? Evidente. A presença de água em uma casa como parte da decoração, seja uma fonte, cascata, um espelho d'água ou uma piscina, recompensa o projeto arquitetônico, ao potencializar a qualidade de vida que seus moradores irão desfrutar. Piscinas não servem apenas para recreação ou para nadar. Sua arquitetura enfeita e refresca. Incorporam-se ao paisagismo, à decoração e ao estilo da arquitetura da casa. Assim como o vento, dá a impressão térmica de uma temperatura mais amena.

Saber que se pode mergulhar para livrar-se do calor ou do cansaço é uma expectativa que nos acompanha durante todo o dia. Hoje em dia só se pode desfrutar desses elementos, o jardim e a piscina, à noite, quando se volta do trabalho. A vida atribulada não oferece muitas opções. Então o desfrutar desse meio ambiente aconchegante fica completo quando se anexa a ele luz e calor. Família pede luz e calor. Quando iluminados o jardim e a piscina aquecida, finalmente completa-se a integração do espaço externo com a residência, tornando-a muito mais ampla e perfeitamente utilizável a qualquer hora, promovendo o tão desejado relaxamento e o convívio com a família e os amigos.

Faça-se a luz! Iluminação paisagística: o toque final

Iluminação paisagística é o toque de finalização dos projetos de arquitetura e/ou paisagísticos, desde a iluminação destacada para algumas espécies de árvores até as bordas da piscina. Mais de 50% dos proprietários de casas onde haja projeto paisagístico opta por aplicar a iluminação em seu projeto. Quem aplica milhares de reais para que seu projeto se revele fabuloso quer que as pessoas o vejam. Além das razões estéticas, a iluminação também acrescenta horas ao tempo que você pode desfrutar seu jardim, ou mesmo relaxar no pátio, entretendo-se com amigos ou nadando na piscina. Por fim, instala-se iluminação no jardim por razões de segurança, para que se possa locomover com segurança e para dificultar o acesso de invasores. Há vários meios para se alcançar esses propósitos. A maioria usa uma combinação de métodos, incluindo iluminação a partir do solo (de baixo para cima), aérea (de cima para baixo) e de caminhos. A iluminação de solo é a mais artificial, e tende a incorporar um ar dramático à sua propriedade. Usa-se frequentemente para iluminar árvores, muros, arbustos ou qualquer elemento onde se deseje o efeito. A iluminação aérea é a mais natural, por apresentar luz e sombra mais parecidos com a iluminação natural. A iluminação de caminhos é instalada ao longo dos mesmos ou em escadas, por segurança. A iluminação da paisagem acrescenta ao projeto detalhes que não podem ser vistos durante o dia. À noite, a iluminação adequada colocada nos pontos certos pode-se ver um lado totalmente novo da casa e de seu jardim.

Tipos e características da iluminação de piscinas

Piscinas destacam-se muito com um pouco de luz. A iluminação ao longo da borda vem ganhando popularidade, definindo uma elegante visão de todo o perímetro da piscina. Em cascatas o efeito pode ser arrebatador. Piscinas que tem incorporada uma queda d'água ficam maravilhosas à noite, com a iluminação sub-aquática brilhando através delas.

Não é apenas durante o verão que uma piscina iluminada vai se fazer presente, chamando as pessoas para perto de si ou convidando às brincadeiras na água, mas mesmo durante o mais frio inverno a iluminação do jardim e da piscina permanecerá dando um show à parte, engrandecendo sua casa e cobrindo o orvalho de magia. E não importa que o sol se ponha, suas luzes poderão brilhar assim que escureça. A iluminação pode ser acoplada a timers que poderão ser ajustados conforme a necessidade.

E se além de iluminada a sua piscina dispuser de uma bomba de calor Light Tech, o prazer desfrutado durante os meses mais quentes dura o ano inteiro, com segurança e economia.Piscinas devem ser iluminadas por dentro, com iluminação subaquática. Se for usada apenas a mesma iluminação externa usada para seu entorno, o resultado obtido será o de reflexos da iluminação sobre a água, e não sua iluminação interna. Antigamente iluminava-se piscinas através de faróis selados, como de automóveis. Depois foram substituídos por projetores menores, dicróicos. Atualmente essa iluminação é feita por fibra ótica ou LEDs Light Tech, que proporcionam muito mais segurança, maior economia e variedade de cores e efeitos.

Iluminação de piscinas por Fibras Óticas

A fibra ótica é o material mais seguro para iluminação em meio aquático. O cabo de fibra ótica só conduz luz. O cabo não conduz eletricidade nem calor. Com o sistema de fibra ótica pode-se alternar cores e criar efeitos de iluminação com um inigualável nível de segurança. A fibra ótica permite também criar pequenos pontos de luz para iluminar plantas, cascatas, degraus, delimitar passeios, etc. Claro que a cor do revestimento interior da piscina tem muita influência no resultado final. Quanto mais escuro for, mais luz absorverá, sendo menor a reflexão de luz e menor a capacidade de iluminação.

Vantagens das fibras óticas na iluminação de piscinas:

100% seguro em meios aquáticos

Possibilidade de se ter várias cores de iluminação no mesmo cabo

Segurança absoluta quanto à choques elétricos, já que não conduz eletricidade

Instalação muito simples

Pontos de luz são muito pequenos, sendo pouco visíveis durante o dia

Ausência de radiação infravermelha e ultravioleta

Reduzido consumo de energia

Possibilidade de criação de efeitos especiais

Controle digital

Iluminação pode ser controlada ao toque de um botão.

Iluminação de piscinas por LEDs

LEDs não são lâmpadas. São diodos emissores de luz. Um diodo emissor de luz ( light-emitting diode - LED) é um dispositivo semicondutor que emite luz incoerente e de espectro estreito quando excitado eletricamente na direção da junção p-n. Este efeito é uma forma de eletroluminescência.

Um LED é, usualmente, uma fonte de luz pequena, frequentemente com o acréscimo de elementos óticos em seu corpo de acrílico para moldar o padrão de seu espalhamento. A cor emitida por ele depende da composição e da condição de uso do material semicondutor usado, podendo ser infravermelha, luz visível ou ultra-violeta próxima. A iluminação gerada pelo LED possui vida útil estimada em 100.000 horas sob circunstâncias normais de operação. LEDs são mais duráveis, mais brilhantes, não esquentam e consomem muito menos energia. Sua luz, além de ter mais brilho, pode ser branca, ao contrário das lâmpadas incandescentes que são amarelas. São muito mais duráveis que lâmpadas incandescentes.

Vantagens dos LEDs na iluminação de piscinas:

Baixíssimo consumo

Baixo custo de instalação

Não necessita manutenção preventiva ou corretiva

Vida útil dos LEDs em torno de 100.000 horas

Não necessita troca de lâmpadas

Permite iluminação colorida estática e dinâmica na piscina, com efeitos visuais ou paradas na cor da preferência

Economia de água e produtos de tratamento por não ser preciso baixar o nível da piscina para efetuar troca das lâmpadas

Riscos de choques elétricos eliminados: segurança pela baixa voltagem (12V, corrente contínua)

Baixa potência / baixa temperatura: os projetores com LEDs podem funcionar fora da água sem risco de queimar.

Fonte: www.lighttech.com.br

Iluminação de Jardim

A melhor iluminação de um jardim deve ser sutil, fazendo algumas plantas serem vistas como silhuetas e outras focalizadas diretamente.

Nunca devemos usar a luz como se fosse um campo de futebol - sem sombras e chapado. Luz em demasia reduz a profundidade e destrói o mínimo senso de mistério. Um jardim grande deve ser iluminado perto das construções e no fundo. Não se deve deixar totalmente às escuras o meio dele, pois formará uns "buracos negros". Ilumine-o sutilmente.

Num jardim muito pequeno ou num jardim- páteo, devemos restringir a iluminação, escolhendo somente um detalhe muito particular, como uma escultura, uma fonte, uma planta especial.

A iluminação lateral enfatiza melhor a forma e mostra mais a textura. Iluminação focada tende a chapar e diluir a superfície. O foco de luz (refletor) deverá ficar escondido, e o faço da luz poderá ser abrangente ou direto, criando assim diferentes intensidades, dependendo do objeto a ser iluminado e do efeito desejado. Com o refletor no chão, a luz pode lavar uma parede, criando um efeito teatral com formas de plantas ou outros objetos. Por exemplo uma escada em caracol cuja sombra formará um desenho decorativo: se usar esse artifício, pouca coisa mais precisará de iluminação - o jardim assim iluminado focará como um cenário, um palco. Com um simples interruptor de luz por cima, focando o objeto principal, enquanto os materiais ou plantas por trás e ao redor, adquirirão uma profundidade ilimitada.

Outra técnica de iluminação, envolve focos de luz de baixo para cima, no chão, iluminando troncos e galhos de uma árvore.

Se houver água no jardim a luz irá enfatizar cada gota, tremor ou movimento. Deverá ser sutil em de chamativa. Ass, ilumine abaixo do nível da água ou ao longo da borda - tornando assim a superfície da água maravilhosamente reflectiva.

Fonte: www.wmulher.com.br

Iluminação de Jardim

Para grandes áreas

Se a sua área externa dispõe de muito espaço, ou você está pretendendo iluminar o jardim da chácara ou sitio, é importante que haja um bom equipamento com foco amplo para iluminação de grandes áreas, e para esta utilidade as peças mais indicadas são os postes de luz.

O objetivo dos postes de luz não é especificamente criar efeitos ou destacar alguma parte do jardim. Eles devem ser colocados em locais onde se pretenda ter uma iluminação intensa e por isso não são indicados para pequenos espaços, já que seu foco, bastante aberto, ofuscaria a visão da área externa nos espaços menores, não permitindo que os moradores aproveitem a visão do jardim.

Existem postes de luz de todos os tamanhos e modelos. Procure escolher um que combine com arquitetura do seu jardim; afinal, um projeto em estilo clássico merece uma peça que siga a mesma linha.

Balizadores

Este tipo de equipamento é muito utilizado para iluminar caminhos existentes no jardim. Sendo quase sempre colocados em seu contorno, dão luz suficiente ao espaço, mas sem excessos.

0s balizadores também possuem foco amplo, mas por serem de pequeno porte sua iluminação é periférica e menos intensa que a dos postes de luz. Assim, este tipo de equipamento pode ser utilizado em áreas de qualquer tamanho, podendo até substituir os postes de luz em áreas grandes. Tendo menor potência, eles clareiam sem ofuscamento, sendo uma ótima opção para quem gosta de admirar o céu à noite, ação que um equipamento mais potente poderia atrapalhar.

Para quem gosta de equipamentos mais sofisticados e modernos, já existem balizadores com alto falantes, ideais para quem gosta de ouvir boa música enquanto curte a beleza do jardim.

Arandelas

Existem no mercado arandelas com todos os tipos de focos possíveis, mas o objetivo maior de seu emprego nas áreas externas é iluminar o plano geral do espaço onde é exposta.

A diferença básica da arandela para os postes e balizadores é que esta é instalada na parede e não no solo como os outros dois equipamentos. O mais comum é utilizar este tipo de iluminador para dar claridade a terraços ou varandas.

Dependendo do modelo da arandela, é possível colocá-la nas paredes em volta do jardim, prendendo-a em altura mais baixa que o convencional e escondendo-a atrás das plantas. Desta maneira a vegetação será iluminada com sutileza e sem foco centrado.

Efeitos especiais

Os projetores são equipamentos muito especiais para dar aquele destaque aos elementos mais importantes da área externa. Devido ao seu foco centrado, estes objetos trazem ao jardim uma nova cara no período noturno.

É muito importante saber quais os pontos que se pretende deixar em primeiro plano para não cometer excessos. Afinal, para obter o efeito desejado, é importante que se destaque apenas alguns pontos do jardim, que devem ser antecipadamente planejados para não exagerar na dose e distorcer a arquitetura vigente.

Existem projetores de tamanhos diversos, com potências e focos diferentes. 0s equipamentos grandes normalmente são mais utilizados para destacar a fachada da casa ou uma árvore, pois possuem foco um pouco menos concentrado. Já os equipamentos de menor porte têm como objetivo focar pequenos ou médios espaços, deixando o verde existente no local em primeiro plano.

Bem planejado

As lâmpadas mais comuns utilizadas em equipamentos para iluminação externa são as de vapor de sódio, halógenas ou as econômicas fluorescentes incandescentes, que normalmente trazem luz de coloração branca, tonalidade que costuma dar maior efeito estético.

O material utilizado na fabricação dos equipamentos para iluminação de jardim deve ser sempre resistente aos fatores climáticos do local onde ficarão expostos, principalmente se o lugar a ser iluminado for à casa de praia. Afinal, spots feitos em ferro ou aço poderão enferrujar facilmente com a maresia. Neste caso, o mais indicado é adquirir peças em alumínio, que não sofrerão este tipo de problema.

Outro fator que deve ser levado em consideração é a segurança do equipamento e do projeto a ser executado. Por isso, é imprescindível que, antes de trazer luz ao jardim, você procure um profissional competente que com certeza irá Ihe dar as dicas dos melhores equipamentos para sua casa.

Fonte: www.paisagismobrasil.com.br

Iluminação de Jardim

Iluminação em Paisagismo

A iluminação artificial é arte e técnica de iluminar. É técnica, pois requer cálculos onde os fatores básicos são a dimensão, a função do ambiente, a refletância dos materiais e outros mais. É arte porque está ligada a sensibilidade de quem a projeta, por realçar formas, cores e texturas com efeitos diversos e ainda por criar uma nova visão proporcionando beleza.

Em um jardim, a iluminação artificial adequada realça caminhos, dá destaque a árvores e arbustos, multiplica o colorido das flores e, sobretudo, oferece segurança.Existem vários tipos de efeitos de iluminação utilizados em jardim, como por exemplo:

Iluminação focal

Direcionada, possui a atenção para um ponto específico do jardim: arbustos, esculturas e centros de interesses.

Iluminação indireta

Demarca levemente o jardim sem um foco de destaque; normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos.

Iluminação geral

Ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto; percebe-se o jardim como um todo. Para cada efeito existem luminárias e lâmpadas específicas, como por exemplo:

Spot e projetores

São indicados para criar efeitos especiais, como o da iluminação focal. Devem ser posicionados a uma distância de 1/3 da altura do elemento a ser iluminado.

Postes

Indicados para iluminar uma área de maneira geral. Porém, é recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar as vistas das pessoas.

Balizadores e mini postes

Ideais para iluminar caminhos e elementos baixos, como as forrações de um jardim. Normalmente o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Também é viável que tenham menos de 1.10m de altura para não incomodar os olhos.

Arandelas

Também chamadas de "varre paredes", normalmente proporcionam uma iluminação indireta, onde se percebe o contorno do local.Estas luminárias devem ser específicas para as áreas externas: devem ter proteção contra sol, água, ventos, etc. Normalmente possuem vidros temperados, fiação resistente, vedação eficiente e borrachas de pressão.

As lâmpadas, normalmente, são determinadas na escolha das luminárias. Por exemplo: um refletor já possui especificado o tamanho da lâmpada, o encaixe da boquilha e a potência máxima de watts que suporta.

No projeto de iluminação para jardim deve se levar em consideração à função do jardim à noite; a arquitetura do local e o projeto do jardim. Além disso, deve prever a capacidade da rede elétrica disponível, o que é feito através da consulta de um técnico em eletricidade. A instalação da iluminação no jardim é sempre de responsabilidade de eletricistas ou firmas que prestam esse tipo de serviço. Seja qual for a forma de iluminar jardins, a iluminação externa deve proporcionar segurança e beleza. Desenvolver a arte de iluminar jardins é um desafio para todos os paisagistas.

Fonte: www.luciaborges.com.br

Iluminação de Jardim

À noite o jardim torna-se misterioso, ganhando contornos indescritíveis e aromas deliciosos, com a iluminação adequada você pode usá-lo a noite inteira! Por isso, destacar a vegetação, iluminar caminhos, muros, piscinas, quadras e acessos tornou-se muito importante.

Iluminação de Jardim

O projeto de iluminação deve ser feito junto com o projeto paisagístico, estudando o tipo de iluminação apropriada a cada setor de seu jardim, estabelecendo os pontos a serem realçados ou atenuados, com o auxílio da iluminação.

A luz do sol proporcia efeitos fantásticos de contrates que variam conforme a hora do dia e a nebulosidade do céu, tornando-os mais ou menos intensos. Permite, também, destacar cores e volumes com nitidez.

Já a luz artificial é fixa, os efeitos são menores e as cores não ficam tão nítidas, por isso deve-se buscar uma iluminação que gere um efeito quase "teatral", que embeleze e possibilite o uso seguro, de seu jardim à noite.

LÂMPADAS E LUMINÁRIAS

A eficácia da iluminação está diretamente relacionada com o conhecimento do que se deseja iluminar e o tipo de equipamento utilizado, isto é, o conjunto formado por luminária e lâmpada.

As lâmpadas devem ter baixo custo, longa vida e alta eficácia luminosa, facilitando a manutenção. Em geral, são empregadas lâmpadas incandescentes e fluorescentes, e em casos especiais, lâmpadas de descarga de vapor de sódio, vapor de mercúrio ou vapor metálico.

Combinações de cores que variam entre o branco, amarelo, alaranjado e verde são de grande efeito.Não se esqueça que as lâmpadas fluo-compactas são mais econômicas e não deixe de considerar os automotismos ou os detectores de luz, no seu projeto, que podem facilitar sua vida e poupar despesas.

As luminárias num espaço externo devem garantir a facilidade de manutenção e limpeza, resistência às intempéries (excesso de calor ou frio, umidade, sol, temperatura das lâmpadas) e, é claro, devem ser econômicas.

As luminárias precisam, ainda, ser estanques e bem vedadas, para oferecerem segurança. Portanto fique atento ao escolher os materiais, evitando os que oxidam. Dê preferência a peças blindadas e a soquetes e roscas de porcelana. Não se esqueça, também, que os cabos, fios e demais materiais elétricos devem ter boa qualidade. As conexões devem ter cabo de borracha ou silicone e os vidros devem resistir aos choques térmicos.

As modernas luminárias de alumínio vêm sendo muito utilizadas, por sua maior durabilidade e por permitirem o uso de cores variadas e pintura especial resistente. Existem ainda, modelos em cerâmica natural com acabamentos diversos (haste em latão e eucalipto, por exemplo), modelos em alumínio injetado. Existem, ainda, as luminárias que são próprias para áreas sujeitas à umidade com pintura epóxi, alumínio fundido com refletores em alumínio martelado, cerâmica, bambu e madeiras de reflorestamento, etc.

As luminárias são basicamente de quatro tipos: postes, projetores, balizadores e arandelas.

O JARDIM

ILUMINAÇÃO DO JARDIM

À noite o jardim torna-se misterioso, ganhando contornos indescritíveis e aromas deliciosos, com a iluminação adequada você pode usá-lo a noite inteira! Por isso, destacar a vegetação, iluminar caminhos, muros, piscinas, quadras e acessos tornou-se muito importante.

Fonte: Revista Natureza No.145. Editora Europa. SP, Brasil.
Área externa iluminada com projetores no pergulado e canteiros. Fachada e caminhos bem definidos pela iluminação e piscina com projetores subaquáticos.

O projeto de iluminação deve ser feito junto com o projeto paisagístico, estudando o tipo de iluminação apropriada a cada setor de seu jardim, estabelecendo os pontos a serem realçados ou atenuados, com o auxílio da iluminação.

A luz do sol proporcia efeitos fantásticos de contrates que variam conforme a hora do dia e a nebulosidade do céu, tornando-os mais ou menos intensos. Permite, também, destacar cores e volumes com nitidez.

Já a luz artificial é fixa, os efeitos são menores e as cores não ficam tão nítidas, por isso deve-se buscar uma iluminação que gere um efeito quase "teatral", que embeleze e possibilite o uso seguro, de seu jardim à noite.

LÂMPADAS E LUMINÁRIAS

A eficácia da iluminação está diretamente relacionada com o conhecimento do que se deseja iluminar e o tipo de equipamento utilizado, isto é, o conjunto formado por luminária e lâmpada.

As lâmpadas devem ter baixo custo, longa vida e alta eficácia luminosa, facilitando a manutenção. Em geral, são empregadas lâmpadas incandescentes e fluorescentes, e em casos especiais, lâmpadas de descarga de vapor de sódio, vapor de mercúrio ou vapor metálico.

Combinações de cores que variam entre o branco, amarelo, alaranjado e verde são de grande efeito.Não se esqueça que as lâmpadas fluo-compatas são mais econômicas e não deixe de considerar os automotismos ou os detectores de luz, no seu projeto, que podem facilitar sua vida e poupar despesas.

As luminárias num espaço externo devem garantir a facilidade de manutenção e limpeza, resistência às intempéries (excesso de calor ou frio, umidade, sol, temperatura das lâmpadas) e, é claro, devem ser econômicas.

As luminárias precisam, ainda, ser estanques e bem vedadas, para oferecerem segurança. Portanto fique atento ao escolher os materiais, evitando os que oxidam. Dê preferência a peças blindadas e a soquetes e roscas de porcelana. Não se esqueça, também, que os cabos, fios e demais materiais elétricos devem ter boa qualidade. As conexões devem ter cabo de borracha ou silicone e os vidros devem resistir aos choques térmicos.

As modernas luminárias de alumínio vêm sendo muito utilizadas, por sua maior durabilidade e por permitirem o uso de cores variadas e pintura especial resistente. Existem ainda, modelos em cerâmica natural com acabamentos diversos (haste em latão e eucalipto, por exemplo), modelos em alumínio injetado. Existem, ainda, as luminárias que são próprias para áreas sujeitas à umidade com pintura epóxi, alumínio fundido com refletores em alumínio martelado, cerâmica, bambu e madeiras de reflorestamento, etc.

As luminárias são basicamente de quatro tipos: postes, projetores, balizadores e arandelas.

POSTES

A iluminação geral do jardim deve ser feita por postes decorativos com luminárias que comportem tanto lâmpadas incandescentes, como fluorescentes ou fluo-compatas.

A altura dos postes é que define o seu número, a distância entre eles e a potência instalada.

Quanto maior a altura, maior o espaçamento entre os postes, menor o número de postes e menor a sensação de "intimidade" e de aconchego gerada no seu jardim.

PROJETORES

Os projetores são muito usados na iluminação de jardins, variando seu efeito conforme a altura de sua fixação.

Os projetores de piso com o facho de luz orientado para cima são utizados para iluminar a vegetação, muros e fachadas. Seu posicionamento não deve ofuscar as pessoas nem dificultar ou causar acidentes em áreas de circulação.

Os projetores fixados em postes com o facho de luz orientado para baixo são indicados para iluminar quadras e piscinas.

BALIZADORES

Iluminação de Jardim

Os balizadores são empregados, principalmente, para delimitar caminhos e rampas, de pessoas ou carros e escadas. Fixados no piso devem possuir proteção contra o ofuscamento.

ARANDELAS

As arandelas, luminárias fixadas nas paredes, são comumente empregadas para a iluminação de varandas, pátios, nichos em fachadas e muros.

ESPAÇOS ILUMINADOS

Iluminação de Jardim

A iluminação do jardim deve acompanhar a setorização de seus espaços destacando: circulações, elementos aquáticos, elementos construídos, quadras, piscinas, etc.

Contudo, é imprescendível uma iluminação geral de fundo. Você pode tirar partido de coisas incríveis, como o efeito vagalume. Usando luminárias independentes e soltas no jardim, você pode criar a sensação de pequenos vagalumes voando no seu canteiro.

ILUMINAÇÃO DE CIRCULAÇÕES

A iluminação dos caminhos, rampas e escadas de ser feita de dois modos, exclusivamente ou combinados: pela maior concentração da iluminação geral e/ou pela colocação de balizadores ao longo destes. No caso de balizadores, pode-se utilizar lâmpadas incandescentes ou fluorescentes.

ILUMINAÇÃO DA VEGETAÇÃO

Iluminação de Jardim

A iluminação de árvores e arbustos cumpre duas finalidades: segurança e embelezamento através de efeito de luz e sombra, que destaca as massas de vegetação.

São usadas lâmpadas que gerem boa reprodução de cores, do tipo: incandescentes, halógenas, ou ainda, fluorescentes de cor verde para iluminar as folhagens verde escuras.

As luminárias são sempre do tipo projetores no piso e devem ser instalados de modo a evitar o ofuscamento das pessoas.

ILUMINAÇÃO DE ELEMENTOS COM ÁGUA

A iluminação das águas de seu jardim trarão muita vida no período noturno. O modo com você irá iluminá-los variará conforme o tipo.

A iluminação de uma piscina para lazer ou de um espelho d'água é similar, podendo ser feita por focos subaquáticos instalados ao longo da borda, utilizando lâmpadas halógenas; ou por projetores de piso colocados na borda com o facho de luz dirigido para a superfície da água. No caso de piscinas para prática esportiva, a segunda opção deve ser abandonada, entretanto, projetores instalados em postes são excelente escolha.

A iluminação de um chafariz deve combinar 3 tipos distintos de iluminação: a iluminação da peça em si para destacar seus detalhes construtivos; a iluminação da água projetada usando com projetores; e a iluminação do espelho d'água com projetores na borda ou com iluminação subaquática.

ILUMINAÇÃO DE QUADRAS

A iluminação de quadras varia conforme a dimensão, mas sempre é localizada longitudinalmente, de modo a não ofuscar jogadores e espectadores, possibilitando filmagens e gravações.

No caso de quadras menores (volei, basquete, tênis, etc) a iluminação pode ser feita por 4 projetores de duas luminárias, com 2 lâmpadas de 1000W de vapor metálico em cada uma, instalados em postes de 10 a 12m de altura.

No caso de quadras maiores (futebol) a iluminação pode ser feita por 6 projetores de duas luminárias, com 2 lâmpadas de 1000W de vapor metálico em cada uma, instalados em postes de 15m de altura.

ILUMINAÇÃO DE ELEMENTOS CONSTRUÍDOS

Iluminação de Jardim

A iluminação de fachadas, pérgulas, gazebos, quiosques, etc visa mostrar os detalhes arquitetônicos através de efeitos de luz e sombra, devendo ser instalada de modo a destacar as saliências e reentrâncias.

Em geral é feita por projetores de piso, no caso de fachadas, estátuas do jardim e cercas; ou ainda, por arandelas em muros, varandas, quiosques, etc.

Para um efeito especial pode-se combinar diferentes tons de luzes, reforçando o efeito de luz e sombra.

Fonte: www.homekit.com.br

Iluminação de Jardim

A PRIMEIRA FUNÇÃO DA ILUMINAÇÃO DE JARDINS E ÁREAS externas é a segurança, no sentido de permitir ao indivíduo andar sem tropeçar. Nada impede, entretanto, que a luz que permite enxergar sirva também para exaltar a beleza de uma paisagem noturna.

Iluminação de Jardim
Excluindo raras exceções, lâmpadas com tonalidade entre 2.700K e 4.000K
são as mais indicadas para iluminar os jardins.

O conceito de jardim bem-iluminado não está na grande quantidade de luz aplicada, e sim na criatividade e na qualidade do projeto. Por isso, é preciso cuidado especial para evitar excessos desnecessários. A decisão depende muito de uma boa conversa com o cliente.

Para diferentes ocasiões

Iluminação de Jardim

Existem inúmeras formas para iluminar jardins, como destacar árvores e arbustos, demarcar caminhos e realçar o colorido das flores. Podem ser utilizadas a iluminação direta, para realçar um ponto específico do jardim, e a indireta, que determina o espaço sem um foco de destaque. Escadas, entradas e caminhamentos devem ser mais bem-iluminados por questão de segurança.

Há possibilidade de um projeto ser dividido em várias fases, permitindo o uso da luz de acordo com a ocasião. Assim, é possível ter numa mesma área, desde uma iluminação mais econômica, de segurança, basicamente, até algo mais apropriado para recepcionar pessoas ou realizar festas. No dia-a-dia, por exemplo, não é necessário que todo o aparato fique aceso, mas apenas alguns pontos estratégicos para possibilitar o trabalho de vigia.

Uso de cor só é recomendável em situações de festividade, ambientes de entretenimento ou comerciais, pois, no dia-a-dia, pode tornar-se estressante devido à distorção das cores naturais da vegetação.

Evitando ofuscamento

Quando se destaca algum volume, árvore ou escultura, deve-se tomar cuidado para que a fonte de luz não ofusque o observador. Se a luz for colocada à frente do objeto teremos valorizadas suas cores e texturas. Se a fonte for colocada por trás, conseguiremos uma valorização de seus contornos. Luminárias subterrâneas podem ser aplicadas junto aos arbustos, árvores e esculturas para gerar um foco direcionado e criar efeitos.

Tipos de equipamentos

Iluminação de Jardim

Balizadores para demarcar caminhos ou postes pouco mais altos, com no máximo dois metros de altura, para iluminar de maneira geral, são recomendados para grandes áreas ou só nas áreas de circulação.

Postes, minipostes e projetores (não holofotes) colocados em beirais e muros altos iluminam uma área uniformemente, e se prestam mais a um recurso de segurança, ao passo que projetores, blocos de concreto e espetos posicionados no chão oferecem iluminação direcionada e mais dramática. Luminárias utilizadas em jardim devem ser bem vedadas, uma vez que estarão expostas ao sol e à chuva. As lâmpadas que melhor resistem são as PAR20, 30 e 38, mas mesmo estas devem ter o seu soquete protegido.

Para grandes áreas, as lâmpadas mais adequadas são as de vapor de sódio ou vapor metálico, disponíveis em vários modelos e potências. Já em áreas com flores, em que o colorido deve ser realçado, é importante escolher lâmpadas com alto Índice de Reprodução de Cores, como as lâmpadas PAR 20, 30 ou 38, dicróicas, halógenas bipinos e as fluorescentes compactas. Lâm padas de vapor metálico, 5.000 K, com tonalidade azulada, são aconselhadas para causar efeitos, como próximo à piscina, por exemplo. Excluindo raras exceções, lâmpadas com tonalidade entre 2.700 K (branca-amarelada) e 4.000 K (branca-neutra) são as mais indicadas para iluminar os jardins. Modernas tecnologias como fibras óticas e LEDs vêm ganhando terreno em projetos residenciais ou comerciais, quando o orçamento permite um investimento inicial mais elevado. No caso da fibra ótica, uma única fonte pode alimentar diversos pontos. Os equipamentos podem ser aplicados como balizadores, uplight – para arbustos, plantas de porte pequeno e médio e algumas espécies de árvores de porte maior – e também iluminando piscinas, espelhos d’água, cascatas, fontes, etc. Os cabos não transmitem energia elétrica por seu percurso, reduzindo possibilidades de acidente. Os LEDs oferecem baixo consumo de energia como principal vantagem, além do longo tempo de vida útil. São empregados principalmente como balizadores

Fonte: www.lumearquitetura.com.br

Iluminação de Jardim

O contraste do espaço escuro à noite com a piscina bem iluminada internamente fazem com que ela cresça. Desta forma, a iluminação do jardim ao redor da piscina deve ser feita de forma indireta, nunca orientando o facho de luz para a água e, se possível, dimerizando a luz deste jardim para se ter possibilidade de regular o contraste entre o claro e o escuro. É recomendado orientar sempre o facho de luz para as plantas usando lâmpadas ou refletores de facho estreito.

Uma observação a ser feita é de que a incidência de luz externa sobre uma piscina com iluminação subaquática dará a impressão de que ela não está iluminada.

Iluminação Subaquática

Uma piscina bem iluminada, à noite, é um elemento muito importante no contexto geral da decoração de uma residência, valorizando sobre tudo o imóvel ou o ambiente freqüentemente festivo de hotéis e clubes.

É importante que se faça essa iluminação sempre abaixo do nível da água pelas seguintes razões:

Rememorando os ensinamentos do colégio temos que, ao introduzirmos uma vara parcialmente na água esta parecerá ter entortado. Isto ocorre porque existe uma diferença de índice de refração entre a água da piscina e o ar.

Nas filmagens subaquáticas notamos que, a partir de um certo ângulo, o nível da água parece um "espelho mole" e que antes deste ângulo capta-se a imagem exterior.

Na inter-relação de duas substâncias translúcidas, com índices de refração diferentes (no caso água / ar) é criado, nesta interface, por efeito ótico, um espelho a partir do ângulo crítico. Isto é o que ocorre na piscina e é também o princípio de funcionamento da fibra ótica.

Piscina com iluminação externa

A tentativa de se fazer uma iluminação externamente faz com que ocorra uma maior iluminação do ambiente externo do que da própria piscina, porque a luz ao incidir no nível da água terá o espelho invertido refletindo a maior porcentagem dos raios luminosos para fora.

Deve-se nunca esquecer que o resultado na iluminação de uma piscina é tanto melhor quanto maior for o contraste: claro dentro da piscina e escuro fora no jardim.

Tipos de Iluminação

Até pouco tempo tínhamos um único tipo de iluminação interna de piscinas, que era feito através de lâmpadas de automóvel tipo “sealed beam”, adaptadas em grandes nichos, normalmente feitos de cobre, instalados na época da construção das paredes da piscina. Eram peças grandes e grotescas que interferiam muito na arquitetura da piscina, principalmente levando-se em conta que, em curto espaço de tempo, ocorria uma deterioração do revestimento de cromo destas peças, expondo o cobre e por conseqüência aparecendo o zinabre esverdeado.

Mais recentemente surgiram as iluminações menores, através de lâmpadas halógenas do tipo dicróicas, igualmente instaladas em nichos metálicos ou ainda, mais recentemente, em nichos termoplásticos, que melhoraram sensivelmente o aspecto visual do iluminador.

As desvantagens destes tipos de iluminação são as seguintes:

Infiltração, exudação do vidro e acúmulo de água;

Degradação da borracha de vedação;

Quebra do vidro e conseqüente acidente com cortes;

Oxidação e formação de manchas verdes de zinabre, que escorre pelas paredes;

Parafusos que emperram;

Dificuldades de manutenção subaquática: é aquele constante "enche e esvazia";

Queima constante de lâmpadas;

Dificuldade e complexidade na instalação;

Choque "descarga elétrica" (acidentes elétricos).

A vantagem se resumia a uma boa quantidade de luz. Com o advento da fibra ótica pareciam que todos os problemas da iluminação haviam sido solucionados, mas não. O custo da iluminação foi para a estratosfera e os resultados, a nível de intensidade de luz, eram muitas vezes frustrantes, além de termos um aumento considerável (apesar de pequenos) no número de pontos de luz distribuído pela piscina.

As vantagens incontestáveis:

O risco é "zero", pois não existe eletricidade em contato com a água. - A lâmpada fica a distância e quem conduz a claridade é a fibra ótica;

A instalação é extremamente simples;

A eventual manutenção não tem nada a ver com a piscina, tudo fica afastado dela;

A distribuição da luz é mais homogênea;

Os pontos de luz são minúsculos, quase imperceptíveis durante o dia, não interferindo na arquitetura da piscina, como acontece com estes gigantes e arcaicos holofotes.

Recentemente, foi desenvolvido e patenteado no Brasil um bastão de acrílico, com o "princípio da fibra ótica" a curta distância, ou seja, o bastão de acrílico é o condutor da luz através de reflexões internas.

Este sistema, apresentado no desenho ao lado, tem alta performance de iluminação que, aliado às vantagens da fibra ótica, reduz significativamente o custo da iluminação e o número de pontos de luz, oferecendo uma grande facilidade e rapidez na instalação e podendo, inclusive, fazer a piscina mudar de cor ou estacionar em uma cor desejada.

Fonte: www.arq.ufsc.br

Iluminação de Jardim

Para um jardim ser apreciado e utilizado à noite é óbvio que precisamos da iluminação artificial. O que poucos percebem, é o quanto o uso correto (e criativo!) da luz artificial pode determinar a segurança e eficiência das áreas externas e, também, valorizar-las esteticamente.

Algumas regrinhas básicas:

O jardim iluminado à noite não deve nem precisa ser igual ao jardim de dia! Iluminação de quadra esportiva...só em quadra esportiva!

Determinar o uso noturno de cada área do jardim, lembrando que a segurança se aplica tanto em evitar um intruso quanto em evitar que alguém se machuque.

Observar as áreas ou elementos do jardim que estão mais bonitos no momento e destacá-los.

Evitar o ofuscamento do observador, pelo foco dirigido direto na altura de seus olhos.

Caprichar nos cuidados com a fiação. Os fios que passam por entre canteiros devem estar em perfeitas condições, dentro de conduítes e serem enterrados para evitar tropeções. É muito interessante que se anote o caminho dessas fiações enterradas, para indicá-lo aos jardineiros. Acidentes e consertos são evitados dessa maneira simples. Ah, e os conduítes devem ter suas aberturas isoladas (fechadas).

Organize a fiação agrupando as luminárias por tipo e/ou zona, tornando possível que cada gr upo seja acionado de modo independente. Isso aumenta a economia na conta de luz e maximiza as opções de utilização da iluminação.

Observar o quanto as luminárias esquentam e se esse calor está queimando as plantas próximas.

Muito importante

Usar sempre luminárias e lâmpadas produzidas para áreas externas. Somente essas terão condições de resistir à umidade, terra, etc... Sim, são mais caras de início, mas mais econômicas a médio prazo.

Costuma-se agrupar os aparelhos de iluminação externa em três tipos básicos. O primeiro tipo é o difusor. Ele emite luz por todos os lados, como no caso dos postes encimados por globos de vidro. Sua luz é homogênea, iluminando por igual todo um ambiente, e, em geral, está fixa sobre um poste ou na parede.

Outro tipo é o projetor. Ele emite um facho de luz dirigido, mais ou menos concentrado. São também chamados de refletores. Criam contrastes de claro e escuro, e destacam objetos ou áreas. Pode ser fixo ou móvel.

O terceiro tipo é o balizador, que na verdade é um refletor com características específicas para a iluminação de áreas de circulação. Essas características: facho dirigido para o chão, altura reduzida (sempre inferior a 50cm) e pequena intensidade de luz. São encontrados fixos ou móveis.

Um exemplo de utilização desses equipamentos.

Na entrada, onde termina a rua e começa o jardim da frente, é uma boa medida de segurança, um poste com uma luminária tipo difusor, de média intensidade. Assim enxergamos bem quem está se aproximando da casa. Segue-se por três metros de um caminho de pedras e uma escada com poucos degraus, largos, que se tornarão muito atrativos e seguros com pequenos balizadores embutidos nas laterais da escada. A escada termina na porta da casa, que fica sob um arco. Um projetor delicado fixado no alto desse arco ilumina a porta de cima para baixo. Agora, não vamos nos esquecer de iluminar o número da casa! Podemos usar variados tipos de luminárias ornamentais fixas, que iluminam uma pequena área da parede, sem emitirem luz direta para os olhos do observador.

No jardim, difusores criam uma área de luz homogênea e suave no terraço. Projetores ocultos pela vegetação lançam luz direta sobre uma fonte, ou destacam um conjunto de palmeiras e arbustos. Aliás, na época de seca, com forrações e gramados sofridos, pode-se usar os refletores para atrair os olhares para os pontos fortes do jardim e ocultar os pontos fracos.

Por isso eu sempre recomendo que se dê preferência a refletores e balizadores móveis e com extensa fiação. Em uma festa, por exemplo, passeios no jardim podem se desestimulados deixando as luzes mais perto da casa; ou, ao contrário, levamos os convidados ao jardim criando focos de interesse e usando fartamente balizadores para indicar caminhos entre os canteiros.

Some a essas opções as tochas, velas (inclusive flutuantes, para piscinas e fontes) e lanternas em mil formas e estilos...e transforme seu jardim!

Fonte: renatapolga.blogspot.com

Iluminação de Jardim

Iluminação apropriada para seu jardim

Apreciar um jardim à noite é muito prazeroso, principalmente nas noites quentes do verão. Além de embelezar sua edificação, um jardim bem iluminado é sempre um convite a uma boa conversa noturna entre amigos e parentes.

A iluminação artificial deve, no entanto, primar por algumas regras básicas:

1. As luzes brancas ou frias, ou seja, as lâmpadas a vapor, são extremamente fortes e devem ficar restritas à áreas públicas e/ou quadras esportivas.

2. Nas residências devemos usar as lâmpadas incandescentes e com média ou baixa intensidade de luz. O jardim iluminado à noite não deve e nem precisa ser igual ao jardim de dia.

3. Evitar o ofuscamento do observador pelo foco dirigido direto na altura de seus olhos.

4. Caprichar nos cuidados com a fiação

Os fios que passam por entre canteiros devem estar em perfeitas condições e serem enterrados para evitar-se tropeções. É muito interessante que se anote o caminho dessas fiações enterradas, para indicá-lo aos jardineiros. Acidentes e consertos são evitados dessa maneira simples.

Devemos usar luminárias produzidas para áreas externas. Estas luminárias têm condições de resistir à umidade, terra, etc. A aparelhagem para iluminação externa classifica-se em três tipos:

Difusor

A emissão da luz se dá por todos os lados e é homogênea, iluminando por igual todo um ambiente. Na maioria das vezes fica fixa sobre um poste ou na parede.

Projetor ou Refletor

A luz é dirigida, formando um facho de luz mais ou menos concentrado. Criam contrastes de claro e escuro e destacam objetos ou áreas. Pode ser fixo ou móvel.

Balizador

É um refletor que possui características para se iluminar áreas de circulação. Seu facho é dirigido para o chão, altura reduzida (sempre inferior a 50cm) e pequena intensidade de luz. São encontrados fixos ou móveis.

A utilização desta aparelhagem deve ser pensada e planejada para se tirar melhor proveito das características de cada um bem como a necessidade de valorização da área a ser iluminada.

A maioria dos arquitetos paisagistas recomenda a colocação de um poste com uma luminária tipo difusor, de média intensidade na entrada, onde termina a rua e começa o jardim da frente, servindo como uma boa medida de segurança.

Desta forma tem-se a visualização de quem está se aproximando da casa. Outro conselho é em caminhos de pedra ou escadas com poucos degraus colocar pequenos balizadores embutidos nas laterais, o que tornam tais caminhos muito mais atrativos e seguros. Iluminar o número da casa é também bastante importante. Para tanto, usam-se variados tipos de luminárias ornamentais fixas, que iluminam uma pequena área da parede, sem emitirem luz direta para os olhos do observador.

Iluminação de Jardim

Para o jardim, difusores criam uma área de luz homogênea e suave no terraço. Projetores ocultos pela vegetação lançam luz direta sobre uma fonte, ou destacam um conjunto de palmeiras e arbustos.

Por último: a iluminação tem poder de estimular passeios noturnos no jardim com a criação de focos de interesse usando fartamente balizadores para indicar caminhos entre os canteiros. Pode-se ainda atribuir elementos como tochas, luminárias encontradas em lojas de antiguidades.Tudo isto somado à criatividade valorizará muito seu jardim e, conseqüentemente, seu imóvel. No entanto, convém lembrar que é extremamente necessária a contratação de um paisagista, uma vez que ele indicará todas as medidas de segurança que deverão ser tomadas, bem como criará um desenho que traduza bom gosto e qualidade ambiental.

Paisagismo e jardinagem

Estrutura para trepadeiras

Uma estrutura triangular simples de bambu pode ser um suporte muito bom para trepadeiras. Além de serem firmes devido à forma triangular estas estruturas darão ares escultóricos a seu jardim, criando sensações visuais agradáveis.

Como as plantas crescem para cima será necessário algum tipo de laço. Um simples barbante permite certa “elasticidade” e não desliza tão facilmente. A estrutura deve ser cravada antes de plantar-se a trepadeira, já que muitas espécies vegetais têm raízes suscetíveis a sofrer algum dano.

Para direcionar o crescimento da trepadeira com os barbantes, é interessante atá-los junto aos nós dos bambus o que evitará que haja o deslizamento do barbante podendo danificar a planta.

Iluminação de Jardim

Fonte: www.folhanorte.com.br

Iluminação de Jardim

Iluminação de Jardim Iluminação de Jardim
A iluminação artificial adequada realça caminhos, dá destaque a árvores e arbustos, multiplica o colorido das flores e, sobretudo, oferece segurança

A iluminação artificial conjuga a arte e a técnica para criar uma nova visão e proporcionar beleza, por realçar formas, cores e texturas com efeitos diversos.

Tipo de iluminação

Iluminação focal

Direcionada, ilumina um ponto específico do jardim: arbustos, arvores, esculturas e centros de interesse.

Iluminação indireta

Demarca levemente o jardim sem um foco de destaque; normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos

Iluminação geral

Ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto; percebe-se o jardim como um todo.

Tipo de aparelhos

Focos e projetores: são indicados para criar efeitos especiais, como o da iluminação focal. Devem ser posicionados a uma distância de 1/3 da altura do elemento a ser iluminado

Postes de iluminação

Indicados para iluminar uma área de maneira geral. É recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar as vistas das pessoas.

Balizadores e mini postes

Ideais para iluminar caminhos e elementos baixos de um jardim. Normalmente o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Também é viável que tenham menos de 1.10m de altura para não ofuscar.

Armaduras e apliques

Normalmente proporcionam uma iluminação indireta, onde se percebe o contorno do local. Estes equipamentos devem ser específicos para as áreas externas: devem ter proteção contra sol, água, ventos, etc. Normalmente possuem vidros temperados, vedação eficiente e borrachas de pressão.

No projeto de iluminação para jardim deve se levar em consideração a função do jardim à noite; a arquitetura do local e o projeto do jardim. Além disso, deve prever a capacidade da rede elétrica disponível

Seja qual for a forma de iluminar jardins, a iluminação externa deve proporcionar segurança e beleza.

Fonte: www.senado.gov.br

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