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Impressionismo

Movimento das artes plásticas que se desenvolve na pintura entre 1870 e 1880, na França, no fim do século, e influencia a música.

É o marco da arte moderna porque é o início do caminho rumo à abstração. Embora mantenha temas do realismo, não se propõe a fazer denúncia social.

Retrata paisagens urbanas e suburbanas, como o naturalismo.

A diferença está na abordagem estética: os impressionistas parecem apreender o instante em que a ação está acontecendo, criando novas maneiras de captar a luz e as cores. Nessa tendência a mostrar situações naturais há influência da fotografia, nascida em 1827.

Impressionismo
Duas Lavadeiras, Degas

A primeira exposição pública impressionista é realizada em 1874, em Paris.

Entre os expositores está Claude Monet, autor de Impressão: o Nascer do Sol (1872), tela que dá nome ao movimento.

Outros expoentes são os franceses Édouard Manet (1832-1883), Auguste Renoir (1841-1919), Alfred Sisley (1839-1899), Edgar Degas (1834-1917) e Camille Pissarro (1830-1903). Para inovar a forma de pintar a luminosidade e as cores, os artistas dão enorme importância à luz natural. Nos quadros são comuns cenas passadas à beira do rio Sena em jardins, cafés, teatros e festas. O que está pintado é um instante de algo em permanente mutação.

Com a dispersão do grupo, alguns artistas tentam superar as propostas básicas do movimento, desenvolvendo diferentes tendências, agrupadas sob o nome de pós-impressionismo.

Nessa linha estão os franceses Paul Cézanne e Paul Gauguin (1848-1903), o holandês Vincent van Gogh e os neo-impressionistas, como os franceses Georges Seurat (1859-1891) e Paul Signac (1863-1935).

Impressionismo
As Escarpas de Etret, Monet, Kunstmuseum

Pós-impressionismo

Influenciados pelos conhecimentos científicos sobre a refração da luz, os neo-impressionistas criam o pontilhismo ou divisionismo. Os tons são divididos em semitons e lançados na tela em pequeninos pontos visíveis de perto, que se fundem na visão do espectador de acordo com a distância em que se coloca. A preocupação em captar um instante dá lugar ao interesse pela fixação das cenas obtida pela subdivisão das cores. Como resultado, elas tendem a exibir um caráter estático. Um exemplo é Uma Tarde de Domingo na Ilha da Grande-Jatte, de Seurat.

Embora inicialmente ligado ao impressionismo, Cézanne desenvolve uma pintura que será precursora do cubismo. Van Gogh alia-se ao expressionismo, enquanto Gauguin dá ao impressionismo uma dimensão simbólica que influencia o simbolismo e o expressionismo.

Música

As idéias do impressionismo são adotadas pela música por volta de 1890, na França. As obras se propõem a descrever imagens e várias peças têm nomes ligados a paisagens, como Reflexos na Água, do compositor francês Claude Debussy (1862-1918), pioneiro do movimento.

O impressionismo abandona a música tonal - estruturada a partir da eleição de uma das 12 notas da escala (as sete básicas e os semitons) - como principal.

Sustenta-se nas escalas modais (definidas a partir da recombinação de um conjunto de notas eleito como básico para as melodias de uma cultura) vindas do Oriente, da música popular européia e da Idade Média.

A obra de Debussy é marcada por sua proximidade com poetas do simbolismo. Prelúdio para a Tarde de um Fauno, considerado marco do impressionismo musical, ilustra um poema do simbolista Stéphane Mallarmé. Na ópera, Debussy rejeita o formalismo e a linearidade, como em Pelléas et Mélisande. Outro grande nome é o francês Maurice Ravel (1875-1937), autor de A Valsa e Bolero.

IMPRESSIONISMO NO BRASIL

Nas artes plásticas há tendências impressionistas em algumas obras de Eliseu Visconti (1866-1944), Georgina de Albuquerque (1885-1962) e Lucílio de Albuquerque (1877-1939). Uma das telas de Visconti em que é evidente essa influência é Esperança (Carrinho de Criança), de 1916.

Características pós-impressionistas estão em obras de Eliseu Visconti, João Timóteo da Costa (1879-1930) e nas primeiras telas de Anita Malfatti, como O Farol (1915).

O impressionismo funciona como base da música nacionalista, como a que é desenvolvida no Brasil por Heitor Villa-Lobos.

Fonte: www.artesbr.hpg.ig.com.br

Impressionismo

Impressionismo, movimento de pintores franceses, do final do século XIX, que surgiu como reação à arte acadêmica e é considerado o ponto de partida da arte contemporânea. Por extensão, o termo foi aplicado a um determinado estilo musical do início do século XX.

Os impressionistas escolheram a pintura ao ar livre e temas da vida cotidiana com o objetivo de conseguir uma representação espontânea e direta do mundo.

Para tal, concentraram-se nos efeitos da luz natural sobre os cenários e modelos. As principais figuras do movimento foram Edgar Degas, Claude Monet, Berthe Morisot, Camille Pissarro, Auguste Renoir e Alfred Sisley.

Mais preocupados com a luz do que com representação de formas, os impressionistas acreditavam que a luz tendia a suavizar os contornos, refletindo as cores de objetos na penumbra. Os pintores acadêmicos definiam as formas mediante uma gradação tonal, utilizando o preto e o marrom para definir as sombras.

Os impressionistas eliminaram os detalhes minuciosos e se limitaram a sugerir formas, empregando as cores primárias - ciano (azul-esverdeado), magenta (vermelho-carmim) e amarelo — e as complementares — laranja, verde e violeta.

Desta maneira, conseguiram simular uma sensação de realidade aplicando pinceladas de cores curtas e justapostas que, aliadas à ilusão de óptica do observador à uma distância adequada, aumentavam a luminosidade pelo contraste da cor primária (por exemplo, magenta) e sua complementar (verde). Com esta técnica, o brilho obtido pelos impressionistas em suas pinturas era maior do que o alcançado anteriormente quando, simplesmente, os artistas misturavam os pigmentos antes de aplicá-los.

Pós-impressionismo

Termo que engloba os diferentes estilos de pintura sucessores do impressionismo francês (entre 1880 e 1905, aproximadamente). A expressão foi cunhada, em 1910, pelo crítico britânico Roger Fry, inspirado na exposição, realizada em Londres, com obras de Paul Cézanne, Paul Gauguin e Vincent van Gogh. Também pertencem a esta corrente Henri de Toulouse-Lautrec e Georges Seurat.

Neo-impressionismo

Movimento artístico, do final do século XIX, fundado pelo pintor francês Georges Seurat. Seu objetivo era sistematizar a teoria da cor intuída e sem rigor científico formulada pelos impressionistas.

O neoimpressionismo utilizou a técnica do pontilhismo. Suas composições, se contempladas a partir de uma distância ideal, reproduzem os efeitos luminosos nos modelos retratados.

Fonte: www.vestibular1.com.br

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