Impressionismo, movimento de pintores franceses, do final do século XIX, que surgiu como reação à arte acadêmica e é considerado o ponto de partida da arte contemporânea. Por extensão, o termo foi aplicado a um determinado estilo musical do início do século XX.
Os impressionistas escolheram a pintura ao ar livre e temas da vida cotidiana com o objetivo de conseguir uma representação espontânea e direta do mundo. Para tal, concentraram-se nos efeitos da luz natural sobre os cenários e modelos. As principais figuras do movimento foram Edgar Degas, Claude Monet, Berthe Morisot, Camille Pissarro, Auguste Renoir e Alfred Sisley.
Mais preocupados com a luz do que com representação de formas, os impressionistas acreditavam que a luz tendia a suavizar os contornos, refletindo as cores de objetos na penumbra. Os pintores acadêmicos definiam as formas mediante uma gradação tonal, utilizando o preto e o marrom para definir as sombras. Os impressionistas eliminaram os detalhes minuciosos e se limitaram a sugerir formas, empregando as cores primárias - ciano (azul-esverdeado), magenta (vermelho-carmim) e amarelo — e as complementares — laranja, verde e violeta. Desta maneira, conseguiram simular uma sensação de realidade aplicando pinceladas de cores curtas e justapostas que, aliadas à ilusão de óptica do observador à uma distância adequada, aumentavam a luminosidade pelo contraste da cor primária (por exemplo, magenta) e sua complementar (verde). Com esta técnica, o brilho obtido pelos impressionistas em suas pinturas era maior do que o alcançado anteriormente quando, simplesmente, os artistas misturavam os pigmentos antes de aplicá-los.
Termo que engloba os diferentes estilos de pintura sucessores do impressionismo francês (entre 1880 e 1905, aproximadamente). A expressão foi cunhada, em 1910, pelo crítico britânico Roger Fry, inspirado na exposição, realizada em Londres, com obras de Paul Cézanne, Paul Gauguin e Vincent van Gogh. Também pertencem a esta corrente Henri de Toulouse-Lautrec e Georges Seurat.
Movimento artístico, do final do século XIX, fundado pelo pintor francês Georges Seurat. Seu objetivo era sistematizar a teoria da cor intuída e sem rigor científico formulada pelos impressionistas.
O neoimpressionismo utilizou a técnica do pontilhismo. Suas composições, se contempladas a partir de uma distância ideal, reproduzem os efeitos luminosos nos modelos retratados.
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Foi o movimento artístico mais importante do século XIX. Representou o fim do Realismo na França e serviu como uma transição para a Arte Moderna.
O impressionismo surgiu da busca de querer pintar as coisas como realmente as vemos e de demonstrar os efeitos da luz nas cores dos objetos.
Os precursores desse estilo foram: Constable; Delacroix; Courbet; Boundin; Jongkind e Manet. O estudo das cores de Delacroix e o livro de Eugene Chevreul, que se baseava na aplicação das cores da teoria de Newton, inspiraram os outros pintores e os estimularam na investigação das propriedades da sombra e da luz incidindo na água.
Esses artistas tentaram provar que não existe cor imutável. Para alcançar os efeitos do brilho da luz, utilizaram fortes traços de pura cor, deixaram de usar as cores preta e marrom e desenhavam os objetos de forma vaga. Essa liberdade com que definiam as formas, lhes renderam oposições e críticas por parte do público.
Em 1874, Monet, Pissaro, Sisley, Renoir, Cézanne, Degas, Morisot e outros, fizeram uma primeira apresentação em grupo. O nome impressionismo, usado pelos críticos, foi dado devido a um quadro de Monet chamado de "Impressão: nascer do sol".
Os escultores dessa época não tiveram a mesma repercussão que os pintores, já que os efeitos dos quadros impressionavam muito mais.
O mais importante escultor foi Auguste Rodin. Sofrendo fortes influências de Barye, ele redefiniu a escultura, produzindo formas e efeitos no bronze que a depender da posição do observador, o reflexo da luz e a impressão visual se modificavam.
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