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Ingá

Ingá-cipó

Nome científico: Inga edulis
Família: Fabáceas (sinonímia: Leguminosas)
Nome comum: ingá-cipó, ingá, ingá-rabo-de-mico (no Brasil); guaba (Peru); pois sucre (Guiana Francesa); guano (Costa Rica); guamo (Colômbia).
Origem: América Latina tropical

Ingá

Descrição e característica da planta

Essa é uma planta de clima tipicamente tropical, daí ser encontrada principalmente na região Amazônica. Árvore de 10 a 15 metros de altura e com ramos longos e ramificados.

Folhas – compostas de 4 a 6 pares de folíolos, grandes, formato elíptico, cor verde-clara a verde-escura.

Flores – em inflorescências terminais ou subterminais nas axilas das folhas com os ramos.

Frutos – vagens cilíndricas, indeiscentes (não se abrem como nos feijões), 20 a 100 centímetros de comprimento por 3 a 4 centímetros de diâmetro, contêm muitos sulcos longitudinais e a cor da casca verde-oliva.

Em cada vagem contêm muitas sementes envoltas por uma massa branca flocosa (alilo) que é a parte comestível. As sementes são pretas e brilhantes com 3,5 centímetros de comprimento e 2 centímetros de diâmetro.

As condições favoráveis ao bom desenvolvimento da planta e frutificação são: clima ameno a quente, boa disponibilidade de água durante o ano e solosricos em matéria orgânica. A propagação é feita através de sementes.

Produção e produtividade

A planta inicia a frutificação a partir de 2 anos de idade e produz por cerca de 20 anos. Na região Amazônica, ela produz duas vezes ao ano.

Utilidade

O alilo é comestível ao natural e é muito apreciado pelos povos da região. Composição da polpa: 70% de umidade; ºBrix – 25; grande parte tomada por açúcar e fibras. As sementes contêm 17% de proteína.

Fonte: globoruraltv.globo.com

Ingá

Ingá

A fruta é originária da Amazônia, O ingá produz frutos em vagem, grandes e verdes. A fruta é branquinha e levemente adocicada e as sementes são pretas.

Deve ser consumida ao natural, pois, não serve para as preparações na culinária. É também utilizada para combater bronquites e cicatrizantes.

A árvore pode chegar a uma altura de 15 metros, a árvore é muito utilizada para sombreamento dos cafezais. A planta prefere solos arenosos perto de rios.

Fonte: www.midiaville.com.br

Ingá

Ingá

O Ingá, fruto da Ingazeira (árvore da Subfamília Mimosoideae, muito comum nas margens de rios e lagos), é muito procurado pela fauna e pelo homem por suas [sementes] envolvidas pela sarcotesta branca e adocicada.

De acordo com Pio Corrêa, ingá é nome de origem indígena, - que significa "embebido, empapado, ensopado", devido talvez à consistência de sua polpa aquosa (sarcotesta) que envolve as sementes. Costuma apresentar floração mais de uma vez por ano.

São conhecidas cerca de 300 espécies do gênero Inga, e o atual centro de diversidade do gênero é a floresta amazônica, mas o gênero possue representantes no México, Antilhas Maiores e Menores e em toda a América do Sul, sendo um gênero exclusivamente neotropiccal.

Em geral, os ingás preferem nascer às margens dos rios, devido à grande quantidade de sementes levadas e depositadas nas várzeas pelas enchentes.

Ingá

Descrição

Todas as espécies de ingá produzem frutos em vagens, que podem atingir até mais 1 m de comprimento, dependendo da espécie, mas no geral, a maioria das espécies possuem frutos com até cerca de 10 - 30 cm de comprimento.

As espécies são facilmente reconhecidas a nível de gênero por apresentares folhas compostas, paripinadas, raque foliar normalmente alada, nectários foliares entre cada par de folíolos e sarcotesta envolvendo as sementes. Esta última característica é única na subfamília, o que diferencia Inga dos demais gêneros.

E existem várias espécies, que se diferenciam pelo tamanho do fruto, outras pelo tamanho e tipo dos nectários foliares, porém, quase sempre, se utiliza vária características morfológicas para diferenciar as espécies, tarefa que nem sempre é fácil.

A polpa que envolve as sementes, denominada em termos corretos de sarcotesta é branca, levemente fibrosa e adocicada, bastante rica em sais minerais, e é consumida ao natural.

Espécies

Há vários táxons, como Inga vera subsp. affinis (ingá-doce), Inga laurina (ingá-feijão), Inga subnuda subsp. luschnatiana, Inga marginata, Inga edulis (ingá-cipó), Inga barbata, Inga virescens e outros.

Fonte: pt.wikipedia.org

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