
Em Londres, a pitoresca capital da Grã-Bretanha, há muito o que fazer, ver e se divertir. Nos passeios aos seus mais famosos museus, relaxando em seus parques, nas compras em seus famosos shoppings e famosas ruas de comércio, nos teatros, nos pubs e restaurantes e vida noturna. Uma das melhores maneiras de se familiarizar com esta cidade é comprar um bilhete de ônibus de excursão guiada para passear pela cidade, os famosos ônibus vermelhos de dois andares, podendo descer nos pontos turísticos mais famosos e depois pegar o mesmo ônibus e seguir a diante. Sugere-se no primeiro dia andar nestes ônibus em seu roteiro inteiro. Como os bilhetes duram 24 horas, você poderá pegar o mesmo ônibus no dia seguinte e descer para conhecer os pontos que lhe interessar mais.

Para compras, ande a pé pela Oxford Street, lojas que vendem de tudo, roupas, souveniers e os grandes centros de compras: Selfridge e Marks&Spencer. Vale a pena andar pela Regent Street, esquina com a Oxford Street, onde estão as lojas mais chiques e famosas, porém mais caras, cuja decoração de Natal é a mais bela de Londres. Andar de metrô é a maneira mais simples, fácil e barata. Escolha os pontos turísticos que quer conhecer, tenha um mapa da cidade nas mãos e economize tempo circulando de metrô. Mas analise mais atentamente o mapa do metrô, pois existem várias linhas que levam a qualquer parte da cidade e ainda fazem interligações com as estações de trem.
História é o que não falta nesta cidade. Visite o Museu Britânico e a National Gallery, agora a entrada é gratuita e a partir de Dezembro deste ano o governo inglês estenderá a gratuidade para todos os museus e galerias públicas. O Parlamento inglês, originalmente um palácio real, abriga o relógio Big Ben - ao qual se dá corda manualmente e no qual pode-se ter absoluta confiança. A Abadia de Westminster, onde os monarcas ingleses têm sido coroados e sepultados há mais de 900 anos. A Catedral de São Paulo, onde o Príncipe Charles e Lady Diana se casaram. Buckingham Palace, residência da família Real, onde a troca da guarda acontece todos os dias no verão e dias alternados no resto do ano, um espetáculo assistido por milhares de turistas.
Trafalgar Square, o meeting point de Londres, praça com maior concentração de turistas e onde várias manifestações acontecem. A Torre de Londres, um castelo construído no século XI, e onde vários assassinatos aconteceram, nesta torre também se encontra o tesouro da Coroa, indispensável visita. O famoso museu de cera Madame Tussauds com mais de 400 figuras famosas da atualidade e personagens da Revolução Francesa. Piccadily Circus, um cruzamento muito movimentado de ruas onde várias manifestações políticas, culturais e de comportamento acontecem, presença permanente de pessoas exóticas, hippies, punks e outros.
Soho, bairro da eterna boemia, local calmo durante o dia e muito agitado à noite, boates, cinemas alternativos, restaurantes internacionais e muitas livrarias. Próximo ao Soho está Covent Garden, comércio de frutas, verduras, flores e após grande reforma concentra excelentes pubs, cafés , bistrôs e butiques e apresentações de artistas nos calçadões. Londres ganhou nova atração com a chegada do Terceiro Milênio, uma imensa roda gigante, London Eye, operacionalizada pela British Airways, com 135 metros de altura à margem do Rio Tâmisa, proporciona ao turista paisagem da cidade inteira.
Fonte: www.globalexchange.com.br
Na planície de Salisbury, sul da Inglaterra, é que se ergue esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quanto ao das pirâmides.

Stonehenge é o monumento pré-histórico mais importante da Inglaterra e não há nada semelhante à ele em todo o mundo. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos e até hoje não se tem certeza absoluta qual era sua finalidade. Rituais Druidas, cerimônias em homenagem ao sol, ou portal para seres de outros planetas são algumas das possibilidades sempre lembradas.

Stonehenge
Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".
As "pedras azuis" usadas para construir Stonehenge foram trazidas de até 400 km de distância, nas montanhas de Gales, com direito a travessia marítima, quando não faltavam pedreiras na vizinhança. Algumas pesam 50 toneladas e tem 5 metros de altura. Se alguém traçar uma linha no chão, passando no meio do círculo formado pelas pedras, vai ver que esta linha aponta para a posição do nascer do sol de verão.

Stonehenge
A mais antiga referência ao monumento, supõe-se, é a que faz o grego Hecateu de Abdera na sua "História dos Hiperbóreos", datada de 350 a.C. : "ergue-se um templo notável, de forma circular, dedicado a Apolo, Deus do Sol..."
O monumento é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas: 1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento.

Stonehenge
As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano. 2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.
Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.

Originalmente Stonehenge era um círculo externo media 86 m de diâmetro. O círculo interno,com as pedras maiores, media 30 m. Havia ainda uma avenida de acesso principal onde ficavam os portais de pedra, marcando o alinhamento do sol e os ciclos da lua. Analisando-se as pedras viu-se que elas foram cortadas para encaixar exatamente uma na outra, o que é incrível, já que na época não existiam ferramentas de construção com esta precisão.
Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.
Alguns relatos históricos contam que os Druidas, uma tribo Celta que habitou a região da Inglaterra durante o império Romano fizeram cerimônias aqui, mas é certo que não foram eles que construíram Stonehenge, pois o monumento já existia quando os Druidas chegaram à Inglaterra, a datação pelo carbono-14 prova isto. Eles apenas herdaram a tradição, costumes e rituais dos primeiros moradores deste lugar.
Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.

Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas
Diversas pedras de Stonehenge tem desenhos ou inscrições feitas pelas antigas civilizações, embora já estejam bastante apagadas pelo tempo. Como o local não fica longe de Londres, há diversas excursões de um dia que vão até lá. Se você está de carro, Stonehenge fica duas milhas à oeste de Amesbury, quase na junção das estradas A303 e A344.
O fim de Stonehenge aconteceu por volta do ano 1600 AC. Foi a partir daí que começou sua destruição. Apesar do tamanho enorme, muitas das pedras desapareceram. As menores foram carregadas por visitantes que queriam levar uma "lembrança". A partir de 1918 o local começou a ser recuperado, e muitas das grande pedras que estavam inclinadas e ameaçando tombar foram reerguidas. Atualmente, o lugar é administrado pelo English Heritage, e como o número de visitantes é de cerca de 700.000 por ano, foram tomadas medidas mais rigorosas para garantir a preservação de Stonehenge.
Ao redor do monumento principal existem outras obras intrigantes. Afastado de Stonehenge, 800 m ao norte está o chamado Cursum. Semelhante à uma pista reta de corridas de cavalos, com 2,8 km de comprimento e 90 m de largura, imagina-se que ele também era usado em cerimoniais religiosos e procissões. Alguns adeptos do estudo dos OVNI afirmam entretanto que seu objetivo era servir como pista de pouso para naves interplanetárias.
Depois da visita à Stonehenge, ficam muitas dúvidas, algumas suposições, e poucas certezas. Porque trouxeram pedras tão imensas e pesadas de tão longe, exatamente para aquele lugar? Quem de fato construiu o monumento e porque? Sozinhos ou tiveram ajuda de alguma outra civilização? Que civilizações eram estas, que já na pré-história tinham conhecimentos tão profundos de astronomia, engenharia, e matemática? Teria sido Stonehenge realmente construído com ajuda de povos vindos de outros planetas, ou isto tudo não passa de ficção?

A Inglaterra representa 57% da área total da ilha da Grã-Bretanha. Diferente da Escócia, onde colinas e montanhas são uma característica marcante, a Inglaterra é predominantemente um país de planícies, mesmo havendo regiões de planaltos no norte (a Cadeia Pennine, as montanhas Cumbrian e as charnecas de Yorkshire) e no sudoeste, na Cornualha, Devon e Somerset.
A Inglaterra possui uma população variada. Durante séculos, imigrantes vieram do exterior e de outras ilhas britânicas, trazendo com eles suas culturas, suas crenças religiosas, seus costumes e suas línguas. Essa diversidade resultou em um grande enriquecimento de muitos aspectos do modo de vida inglês. As diversas histórias de vida e tradições dos grupos étnicos que fizeram da Inglaterra a sua casa influenciaram na qualidade e na pluralidade das artes e da cultura popular, bem como nos negócios, na arte de design, na comida e em outros aspectos da vida cotidiana. Espera-se que a população da Inglaterra aumente de 49,9 milhões em 2001 para 52,5 milhões em 2021. A média da densidade demográfica na Inglaterra é muito maior do que a média para a União Européia - 376 pessoas por km² comparadas com 117 pessoas por km². As maiores concentrações de população são em Londres e no Sudoeste, em Yorkshire Ocidental e nas cidades industriais do noroeste, na conurbação da região central em torno de Birmingham, nas conurbações nos rios Tyne e Tees, e ao longo da Costa do Canal.
O nome "England" é derivado dos anglos, uma das tribos germânicas que estabeleceram monarquias nas planícies britânicas no século V, após a retirada final dos romanos em 409. Os reinos anglo-saxões eram inicialmente bastante pequenos e numerosos, mas surgiram entidades maiores gradualmente. Wessex passou a exercer o domínio, após seu papel de líder na resistência às invasões dinamarquesas do século IX. Athelstan (924-939) usou o título de "Rei de toda a Bretanha", e a partir de 954 passou a haver um único reino da Inglaterra. A Família Real atual é descendente da antiga família real de Wessex.
Em 1066, ocorreu a última invasão bem-sucedida da Inglaterra. O Duque William da Normandia derrotou os ingleses na Batalha de Hastings. Os normandos e outros povos vindos da França foram estabelecer-se. O francês tornou-se a língua da nobreza pelos três séculos seguintes, e as estruturas sociais e legais foram influenciadas pelas que prevaleciam do outro lado do Canal.
Perderam-se quase todas as possessões da Coroa Inglesa na França durante o fim da Idade Média. A união da Inglaterra e Escócia ocorreu em 1707, estabelecendo a Inglaterra como a parte mais populosa da nação britânica.
Diferentemente do País de Gales, da Escócia e da Irlanda do Norte, a Inglaterra não tem um ministro de governo ou um ministério exclusivamente responsável por sua administração central. Em vez disso, há vários ministérios do governo, cujas responsabilidades em alguns casos também cobrem aspectos de assuntos no País de Gales e na Escócia. Uma rede de dez Departamentos do Governo para as Regiões (Government Offices for the Regions - GOR) é responsável pela implementação de vários programas governamentais nas regiões inglesas.
Após uma revisão das divisas feita em 1995, há atualmente 529 distritos parlamentares ingleses representados na Câmara dos Comuns (House of Commons). Após as Eleições Gerais de junho de 2001, a Inglaterra elegeu 323 Membros do Parlamento (MPs) do Partido Trabalhista, 165 do Partido Conservador, 40 do Partido Liberal Democrata e um independente. O apoio ao Partido Conservador tende a ser mais forte nas áreas suburbanas e rurais, e o partido tem um grande número de cadeiras parlamentares na metade sul da Inglaterra. O Partido Trabalhista tinha a tendência de atrair um maior apoio das cidades grandes e das áreas associadas à indústria tradicional, mas ganhou muitas cadeiras nas Eleições Gerais, os quais eram anteriormente considerados como distritos seguros para os Conservadores. Os Liberais Democratas, com forte apoio na região sudoeste, ganharam recentemente maior apoio em outras partes da Inglaterra e o partido agora tem quase 40% de suas 40 cadeiras inglesas na Grande Londres e na região sudeste.
O governo local é administrado principalmente por meio de um sistema de duas fileiras de municípios, subdivididos em distritos. No entanto, há algumas autoridades de fileira única, principalmente nas cidades maiores. Desde julho de 2000, o governo estratégico de Londres é de responsabilidade da Autoridade da Grande Londres (GreaterLondonAuthority).
A Inglaterra elege 71 representantes (MEPs) para o Parlamento Europeu. Nas eleições de junho de 1999, os Conservadores ganharam 33 cadeiras, o Partido Trabalhista 24, os Liberais Democratas 9, o Partido Independente do Reino Unido 3 e o Partido Verde 2.
O sistema legal inglês abrange, de um lado, um corpo histórico de convenções conhecido como "direito consuetudinário" e "direito de eqüidade" e, do outro lado, a legislação parlamentar e da União Européia. Na formulação do direito consuetudinário desde a Conquista da Normanda, uma grande confiança foi depositada nos precedentes. O Direito de Eqüidade - direito fora do alcance do direito consuetudinário ou direito estatutário - é derivado da prática de petições ao Chanceler do Rei em casos que o direito consuetudinário não cobre.
A Igreja Anglicana, que foi separada da Igreja Católica Romana na época da Reforma no início do século XVI, é a igreja que representa a religião oficial da Inglaterra. O Monarca é a "Autoridade Suprema" da Igreja e nomeia seus dois arcebispos e 42 outros bispos diocesanos.
Ocorreram mudanças consideráveis na economia da Inglaterra durante o século XX. Nos últimos 50 anos, houve um aumento nos empregos no setor de serviços, que atualmente constitui 75% dos empregados, com uma expansão particularmente notável em serviços financeiros e de negócios. O setor de serviços constitui três quartos do produto interno bruto (PIB) em Londres e na região sudeste, e mais de um quarto dos empregados na Grande Londres trabalham em serviços financeiros. Londres é um dos maiores centros do mundo em serviços bancários, de seguros e outros serviços financeiros.
O setor manufatureiro, embora em declínio à proporção da base de empregos, permanece importante em várias áreas. Em termos de PIB, é mais significante na região de West Midlands (onde o setor manufatureiro correspondeu a 31% do PIB da região em 1995, em comparação a 22% no país como um todo), na região norte e na região de East Midlands.
No setor agrícola, a indústria de laticínios é mais comum na região oeste da Inglaterra; rebanhos ovinos e bovinos são comuns nas áreas montanhosas e de charnecas do norte e do sudoeste. O cultivo de terras aráveis, criação de porcos e aves e horticultura estão concentrados nas regiões leste e sul.
Como parte de seus planos de conceder mais poderes às regiões, o Governo estabeleceu Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) em nove regiões da Inglaterra em abril de 1999. Os objetivos das ADRs são, entre outras coisas, promover desenvolvimento econômico regional coordenado e regeneração, além de reduzir os desequilíbrios econômicos que existem dentro e entre as regiões inglesas de forma a melhorar seus poderes de competitividade.
A rede de rodovias abrange quatro rotas de longa distância ligando Londres com as cidades das regiões central, norte, noroeste e sudeste; o anel rodoviário de Londres (M25); e mais de 30 rodovias menores. Ao todo, há cerca de 2.800 km (1.750 milhas) de rodovias na Inglaterra, mais cerca de 7.700 km (4.800 milhas) de outras estradas principais.
Virtualmente, todo o sistema ferroviário foi agora privatizado. O Governo planeja reforçar a regularização das empresas operadoras de trens privadas, bem como a empresa de infra-estrutura, a Railtrack.
A Inglaterra possui uma vida cultural excepcionalmente vibrante. A língua inglesa é falada no mundo inteiro e possui uma tradição com grandes artistas, entre escritores, poetas e dramaturgos - de Shakespeare e Dickens a premiados escritores contemporâneos - que contribuíram em grande parte para a riqueza da língua inglesa.
Várias regiões e cidades têm associações com grandes artistas, escritores e músicos ingleses, tais como Stratford-upon-Avon (William Shakespeare), Lake District (William Wordsworth), Stroke-on-Trent (Arnold Bennett), Haworth (as irmãs Bronte), Dorset (Thomas Hardy) e Cotswolds (Laurie Lee); Essex e Suffolk (John Constable) e Salford (L.S. Lowry); e Worcestershire (Edward Elgar) e Aldeburgh (Banjamin Britten).
Londres e as outras grandes cidades têm vários centros culturais, incluindo grandes galerias de arte, muitos museus de renome, além de teatros, casas de ópera, de balé e de concertos. Muitos teatros localizados fora de Londres recepcionam espetáculos organizados por empresas nacionais de teatro, dança e ópera. A cultura popular também se desenvolve bem na Inglaterra, assim como em outros lugares do Reino Unido: há muitos tipos de música popular e estilos de teatros, tais como pantomima e musicais, festivais de jazz e apresentações de comediantes.
A Inglaterra é um do pólos mundiais de música pop. Bandas inglesas tais como Spice Girls e Oasis são estrelas internacionais, com uma grande quantidade de fãs. Entretanto, há também uma impressionante rede de orquestras e companhias de óperas, além de vários conjuntos de jazz e de improvisação, de música asiática, africana e caribenha, dentre outros.
Apesar da densidade populacional relativamente alta e do aumento constante da urbanização, a Inglaterra ainda possui muitas áreas legitimamente rurais e litorâneas. Há sete Parques Nacionais, seis parques florestais, 37 áreas de destacada beleza natural, 22 áreas de proteção ambiental, mais de 200 parques no interior aprovados pela Comissão do Interior, mais de 1.000 km (625 milhas) de litoral designado patrimônio histórico, cerca de duas mil construções históricas e em torno de 3.600 jardins abertos ao público. Também há quase 200 Reservas Nacionais.
Fonte: www.britishembassy.gov.uk