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Londres

     

Passado histórico e presente vibrante!

Sim, Londres é tudo isso o que dizem. É uma das mais notáveis e excitantes cidades do mundo! Ela tem sempre alguma coisa diferente para oferecer a cada tipo de visitante. Uma terra de vanguarda, multicultural e com arquitetura espetacular. Tudo isso porque no século 20, a cidade foi palco de importantes transformações culturais.

Agora, algo que parece inútil, mas que será ótimo para você não se sentir completamente um patinho feio quando chegar por lá, é que Londres reúne gente de todas as idades e classes sociais. Muitos são turistas e também imigrantes com intenção de morar por lá. Esta diversidade cultural é um dos fatores que mais tem contribuído para aumentar, dia-a-dia, a popularidade da cidade, que tem hoje 7 milhões de habitantes. A quantidade de tendas, mercados, restaurantes, parques e centros esportivos impressionam desde o primeiro momento.

Cultura

Se você gosta de arte, com certeza não pode deixar de visitar o British Museum, o mais famoso de Londres com um acervo de 4 milhões de peças contendo (e não erramos nos números, não. São 4 milhões de peças mesmo!): raridades arqueológicas, pinturas, esculturas, manuscritos, moedas antigas. Um lugar imperdível é o Museu de Cera Madame Tussaud’s que é fantástico. Você vai encontrar de tudo. Calma aí! A rainha da Inglaterra ainda está viva, não espere encontrá-la por lá.

Reserve um dia para ir até a Tate Modern, galeria instalada em uma antiga usina às margens do rio Tâmisa, que apresenta obras de arte do século 20. Saindo da Tate pelo lado direito, siga pela margem do rio até o The Globe, réplica do teatro elizabetano onde Shakespeare encenou suas peças teatrais. Tá bom, vai, não queremos traçar todo o seu passeio, mas existem lugares que você vai se arrepender se não for. (Ir ou não ir? Eis a questão!)

Comida

A comida inglesa já foi considerada uma das piores do mundo, ainda mais para nós que somos acostumados com fartura. O prato mais popular da Inglaterra é o "fish & chips" (peixe com batatas fritas) que é vendido em milhares de lojinhas fast-food e vem embrulhado em um cone de jornal (Peixe, batata e jornal? Eca! Calma, é estranho, mas é bom).

Apesar de caros por causa do câmbio, Londres tem restaurantes de todas as nacionalidades, inclusive brasileiros. São mais de 6 mil, um para cada gosto. Portanto, nada de passar fome por lá.

Noite

Para você que é baladeiro, a vida noturna da cidade é bastante agitada. São dezenas de pubs, restaurantes, danceterias e cinemas.

Além disso, existem várias opções de teatros e você pode comprar ingressos bem baratos no Half Price Ticket Booth e na Leicester Square, que sempre oferecem bilhetes pela metade do preço (somente para o próprio dia).

Quer uma boa notícia? Apesar dos pubs fecharem às 11 horas da noite, a vida noturna de Londres vai longe. Os clubs, como são chamadas as baladas lá, funcionam direto e as opções são variadas. O Salsa, por exemplo, é um club onde brasileiros se reúnem todas as terças.

O Ministry of Sound é um dos maiores clubs da Europa, com quatro bares e quatro ambientes diferentes. Reúne os melhores DJ’s do mundo e é aconselhável chegar cedo para não enfrentar filas enormes. Outro point é o Notting Hill Arts Club que, apesar de pequeno, é bem agitado.

Passeios

Longe das baladas, mas perto dentro dos pontos turísticos, vale dar uma passada pela London Eye. De lá, você terá uma visão de até 40Km (pois é, Londres te leva para as alturas, sim) de uma das 32 cabines fechadas e envidraçadas da roda gigante. O que mais chama atenção é a vista do Rio Tâmisa e do Big Ben. Os ingressos custam £12,50.

Pronto! Chegamos ao maior símbolo de Londres: o Big Ben. Será que foi isso que tornou os ingleses tão rígidos com os horários? Bom, isso não interessa, mas vale ficar esperto com os compromissos, lá a pontualidade britânica vale sim. Bem ao lado do Big Ben fica a Abadia de Westminste, o lugar onde os monarcas são coroados e enterrados desde o século XI. No mesmo caminho está a Tower Bridge Exhibition, uma ponte do século XIX que cruza o Rio Tâmisa.

Como um pouquinho mais de cultura não faz mal para ninguém, dê uma passada pela Tower of London, um castelo que foi palco de prisões e decapitações de nobres, reis e rainhas. Hoje, guarda as jóias da Coroa Britânica, que podem ser vistas pelos visitantes. Aproveite o embalo histórico e vá também ao Palácio de Buckingham, a residência oficial da rainha Elizabeth II. Esse palácio tem mais histórias para contar do que o Tom Hanks no clássico Forrest Gump.

Outro passeio que vale a pena é o Hyde Park, principalmente aos domingos, passando pela Speak Corner. Lá, palanques são armados e abertos para quem quiser discursar ou defender alguma causa. Pode preparar o seu texto, porque lá vale subir e falar o que pensa. É o nosso Parque do Ibirapuera, nas devidas proporções, é claro.

Transporte

Não precisamos nem falar que visitar os pontos turísticos da cidade em um dos tradicionais ônibus vermelhos de dois andares é a melhor escolha. Primeiro por ser um dos passeios mais completos, segundo porque não dá para passar por Londres e nem entrar neste famoso personagem de todos (todos!) filmes londrinos.

Ok, você é brasileiro e gosta de coisas rápidas e que não tomem muito tempo, por isso, vale saber que o jeito mais fácil de se locomover em Londres é usando o metrô ("tube"). Há estações perto de todas as atrações turísticas. Se for necessário usar mais de uma linha, o ideal é comprar um "travelcard", bilhete válido para o metrô e para o ônibus também. O preço varia conforme a validade (um dia ou uma semana) e a distância em relação ao centro.

Mas, se você pensa em desembolsar uma grana a mais e preservar a comodidade, os táxis ("black cabs"), embora caros, são uma opção segura. Alugar um carro também pode ser uma boa idéia, mas você pode demorar para se acostumar a dirigir. Calma! Não achamos que você manda mal no trânsito, mas lá o volante fica do lado contrário. De modo geral a cidade é bem sinalizada, com indicações para todos os principais pontos turísticos.

Compras

Londres também é uma cidade para você detonar seu cartão de crédito. Lá existe uma enorme oferta de produtos e serviços. É possível fazer compras em algumas das melhores lojas, como a Harrod’s e a Fortnum and Mason. Conheça também a nova Top Shop, uma loja bem diferente das tradicionais.

Se o que você procura são novidades da música, vá até a Tower Records, em Picadilly Circus, ou a uma das lojas da rede Virgin. Na Baker Street tem uma loja especializada só em artigos relacionados aos Beatles, é impossível não passar por lá. Em Charing Cross Road ficam as boas livrarias.

Se faltou tempo e as suas compras ficaram só para os fins-de-semana, corra até os mercados de rua, como o de Portobello, em Notting Hill. Em Candem Town, além de fazer boas compras, você pode ter a oportunidade de ver alguns punks que fazem do local seu ponto de encontro aos domingos. Sim, é praticamente um circo ao céu aberto.

Apesar de Londres ser considerada o paraíso das vendas, as coisas são bem caras. Normalmente, a cidade tem dois períodos de liquidação: Janeiro e Julho (aproveite!). Mas cuidado, porque a Libra não é Real, e apesar da pontualidade inglesa, você pode voltar mais cedo para o Brasil, pior, sem dinheiro.

Informações Gerais

O fuso horário entre o Brasil e Londres é de 3 horas (os relógios de Londres marcam 3 horas a mais que o horário de Brasília).

A Inglaterra não aderiu ao Euro, portanto, a moeda utilizada lá é a Libra Esterlina.

O clima é bastante instável, então é aconselhável levar agasalhos em qualquer que seja a estação.

A voltagem padrão do Reino Unido é 240v AC, 50HZ. É preciso usar um adaptador de tomada com três pinos quadrados e/ou um conversor para os aparelhos elétricos.

O código telefônico da Inglaterra é 44 e de Londres, 20.

Clima: o verão vai de junho a setembro (média de 20ºC) e o inverno, de dezembro a março (média de 6ºC)

Fonte: www.ci.com.br

Londres

Londres não é uma cidade de charme imediatamente óbvio, como Praga ou Paris. Mas, para quem está disposto a dedicar tempo a explorá-la, tem muito a oferecer. Segredos profundos são perdidos em labirintos de culturas e ruas que formam a vasta, densa e intrincada metrópole.

Londres pode ser antiga e enraizada no passado, com uma dúzia de museus ou monumentos para cada século de seus 2 mil anos de história, mas também é extremamente moderna e vanguardista.

Em nenhum outro lugar a vida global é mais visível. Pessoas de todo o mundo pintam e vazam por lá e, como uma vasta esponja, a capital da Inglaterra as absorve e excreta indiferentemente. O fotógrafo mais famoso da cidade é peruano, a comida mais popular é indiana, a música do momento é o reggae jamaicano.

Estrelas de Hollywood pisam nos palcos de seus teatros, e as casas de shows apresentam estrelas líderes de países distantes tão diversos como Senegal e Brasil; e todos atraem grandes públicos.

Existem tantos brasileiros em Londres que eles tem três revistas em português ainda que os londrinos não façam idéia disso. Todos em Londres são anônimos fora de seus círculos de contato; junto a isso, vestem o que querem, fazem o que têm vontade. E Londres nem nota...

DDD: 020

Hora local: + 3h

Melhor época

Certamente é o verão, não só porque no resto do ano o tempo pode ser miserable, como reclamam os britânicos, mas também por todo o astral que vem junto com ele.

Entre julho e setembro, todo mundo está de bem com a vida e acontecem os grandes festivais de música e arte

Chamadas a cobrar

0800 890 055 (Embratel)

Transporte

O serviço público é excelente. O metrô (underground ou tube) cobre a cidade inteira, exceto no sudeste, onde há uma pequena rede de trens.

Um pouco mais baratos, os ônibus vermelhos de dois andares, verdadeira instituição londrina, estão por toda parte. À noite, o nightbus é a solução.

Os tradicionais táxis Rolls-Royce pretos são mais caros e sofisticados, e os comuns (cabs) têm preço fixo para as corridas.

Onde é melhor passear

Big Ben, Torres do Parlamento, Rio Tâmisa e Roda do Milênio
Big Ben, Torres do Parlamento, Rio Tâmisa e Roda do Milênio

ABADIA DE WESTMINSTER

Uma das mais belas igrejas inglesas é o centro espiritual da administração britânica. Ostenta de monumentos a ícones da cultura nacional, de Shakespeare a Gladstone. Diana se casou e foi velada aqui - Broad Sanctuary.

PALÁCIO DE BUCKINGHAM

A residência da família real tem quartos abertos ao público e decorados com valiosas peças de arte.

GALERIA TATE MODERN

O endereço mais importante de arte moderna e contemporânea do Reino Unido, com vista para o Tâmisa.

HYDE PARK

O mais famoso parque londrino tem uma Speakers Corner ("Esquina dos Falantes"), onde as pessoas discursam sobre tudo - e nada.

LONDON EYE

Uma das mais novas atrações de Londres, esta roda-gigante de ferro tem casulos de vidro que acomodam até 25 pessoas. Pára a 135 metros de altura para a melhor panorâmica da cidade, com o Parlamento ao fundo.

Onde é melhor comer

BEIGEL BAKE

Bagel shop 24 horas com preços imbatíveis: o bagel de salmão e cream cheese sai por £ 1,30.

BLEEDING HEART

Ótimo e pequeno restaurante francês no andar de baixo e bar-bistrô no andar de cima. Serve bons vinhos.

FAT DUCK

Três estrelas no Guia Michelin. A "gastronomia molecular" do chef Blumenthal é famosa por ser supreendente e rica em sabores exóticos. O menu degustação tem 16 pratos pequenos e sai por cerca de £ 180. A 20 minutos de táxi do aeroporto de Heathrow.

THE BALTIC

Restaurante polonês da moda, adorado por celebridades e vips. Dê um tempo no bar para uma vodca enquanto espera por uma mesa.

WAGAMAMA

Comida japonesa em conta num bairro chique, jovem e descolado.

Onde é melhor agitar

AIN'T NOTHING BUT

Boas bandas de blues ao vivo. Não cobra entrada antes das 20h30 nas sextas e nos sábados.

BAR DU MUSÉE

Ótima carta de vinhos em atmosfera romântica e aconchegante.

BROWNS

O clube da moda é supervip às sextas.

LOUNGE LOVER

Um dos lounges no estilo nova-iorquino mais animados.

THE CHANDOS

Tem uma sala superior atraente com sofás.

THE LAMB & FLAG

Pub histórico.

Fonte: viajeaqui.abril.com.br

Londres

Quando da conquista romana o local onde esta situada à cidade de Londres era uma região muito erma, e que ao iniciarem a construção de uma grande cidade os administradores romanos se viram obrigados a se retirarem apressadamente para defender a própria metrópole das ameaças de invasão dos bárbaros.

E no ano de 61 o escritor Tácito menciona a cidade de Londres com o nome de Augusta e que graça a sua privilegiada localização e as inúmeras estradas construídas pelos romanos que ligavam a cidade de Londres aos principais pontos do interior, ela se tornou o centro comercial da ilha, e com o correr do tempo a sua importância foi crescendo, e que chegou a merecer a distinção de receber a visita do imperador romano Teodorico no ano de 368, e após a partida dos romanos a cidade de Londres tornou-se a capital dos Saxonicos, e no ano de 851 ela foi conquistada pelos invasores dinamarqueses, e ao ser restaurada por Alfredo O Grande, que mandou construir fortes muralhas em redor da cidade, ela sofreu mais dois assaltos dos dinamarqueses nos anos de 994 e 1009.

Bandeira da Cidade de Londres
Bandeira da Cidade de Londres

Apesar de todos os obstáculos sofridos a cidade de Londres não cessou de se estender em todas as direções, até que no século XVII adquiriu grande relevo na vida do continente europeu e em todo o mundo, quando suas construções do tempo dos saxões foram sendo intercaladas por outras do estilo normando e das mais variadas influencias.

Desta maneira a cidade de Londres apresentou um aspecto de uma cidade construída sem ordem, pois apresentava um grande número de ruas estreitas e tortuosas, e para remodela-la foi feito um grande esforço que foi facilitado pelo grande incêndio ocorrido no ano de 1666 que destruiu milhares de prédios antigos, e no século XVIII a cidade sofreu uma grande transformação que o alargou os seus limites extraordinariamente. Atualmente sob o ponto de vista econômico Londres é uma das principais cidades da Europa e por ter sido o principal centro comercial do mundo durante o período de mais de dois séculos onde se reunia os grandes banqueiros e comerciantes, e que tinha no seu porto sobre o rio Tamisa o local onde transitava as principais especiarias procedentes das colônias do Oriente e da África misturadas com as mercadorias americanas que se destinavam para a Europa.

Rainha Vitória
Rainha Vitória

Com seus magníficos edifícios, belas ruas e praças e seus majestosos monumentos celebres, nós encontramos os bairros aristocráticos da cidade situados no West End principalmente em redor de Hyde Park, e a partir do reinado da rainha Vitória o palácio de Buckingham se constituiu na residência oficial da família real e que foi seriamente danificado pela aviação alemã durante a segunda guerra mundial.

E na oportunidade os londrinos combateram heroicamente os inúmeros incêndios na cidade ocasionados pelos sucessivos ataques aéreos, quando mantiveram a maior serenidade de espírito sem interromperem suas ocupações habituais. E entre os numerosos monumentos famosos nos entramos junto ao rio Tamisa na extremidade oriental da cidade um dos monumentos mais antigo, que é a celebre Torre de Londres que foi edificada por Guilherme da Normandia onde existia o resto de uma fortaleza construído pelos romanos e sucessivamente serviu como palácio real, prisão, arsenal e depois castelo fortificado, a sua arquitetura e constituída de quatro portas que são denominadas como: porta de ferro, da água, dos traidores, e dos leões e dentro do seu recinto ergue-se diversas torres que se tornaram celebres em virtude de seus episódios, na torre Sangrenta foram mortos os filhos de Eduardo, a torre do Sino este como prisioneira à rainha Isabel, a torre Bowyer o duque de Clarence foi afogado em um tonel de vinho por ordem de seu irmão, a torre Wakefield estão depositada as jóias da coroa e onde foi assassinado o rei Henrique VI e estiveram encarcerado o rei João II da França, quando foi aprisionado em uma das batalhas da guerra dos cem anos, Thomas Moore que era chanceler do rei Henrique VIII, a rainha Ana Bolena e o sir Walter Raleigh, no centro da cidade velha ergue-se a catedral de São Paulo que foi construída entre os anos de 1675 e 1710 sobre uma colina onde existia as ruínas de outra igreja dos remotos tempos em que o cristianismo foi introduzido na Inglaterra, e nela estão os restos mortais do duque de Wellinghton o vencedor de Napoleão Bonaparte na batalha de Waterloo, o do almirante Nelson vencedor da batalha de Trafalgar.


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A grandiosa abadia de Westminster tem suas bases edificadas sobre uma igreja construída pelo rei Eduardo O confessor antes da celebre batalha de Hastings no ano de 1066 cujo vencedor Guilherme duque da Normandia fez-se coroar rei da Inglaterra na nova igreja onde vários reis como Henrique III, Ricardo II, Henrique VII continuaram o engrandecimento da abadia e após a conquista normanda todos os reis e rainhas foram coroados e sepultados na abadia.

E em suas proximidades erguem-se os edifícios do parlamento cujo antigo palácio foi destruído por um incêndio em 1834 e no ano de 1840 foi iniciado a construção do atual edifício onde funcionam as câmaras dos comuns e a dos lordes que possui uma magnífica coleção de quadros históricos e retratos de soberanos e políticos notáveis e as estatuas de todos os soberanos ingleses de Guilherme O conquistador até a rainha Vitória. Trafalgar Square e uma das mais belas praças da capital inglesa cujo nome e dado em homenagem a gloriosa batalha em que o almirante Nelson derrotou a esquadra francesa e impossibilitou o desembarque das tropas de Napoleão Bonaparte na Inglaterra, no centro da praça ergue-se a estatua do vencedor de Aboukir e Trafalgar, cujas faces das colunas recordam varias cenas da vida do herói inglês, e na parte inferior estão esculpidos quatro leões de bronze. E para ser admirada as obras primas das grandes escolas de pintura a cidade de Londres possui grandes e numerosos museus, como o National Gallery, a galeria dos retratos, o museu de South Kensington e o British Museum que guarda alguns documentos de todas civilizações conhecidas, ruínas de palácios assírios, mármores gregos e objetos escavados de Herculano e Pompéia, e entre os diversos parques podemos destacar o de Saint James, Hyde Park e o Regent's Park e entre os mais antigos teatros da capital inglesa o Covent Garden, Drury Dane Haymarket e Lyceum são os que merecem citações especiais.

Fonte: www.geocities.com

Londres

Big Ben

Big Ben
Big Ben

O Big Ben é um dos pontos mais conhecidos de Londres, tornando-se ainda mais espetacular à noite, quando o mostrador do relógio fica iluminado. O nome Big Ben, na verdade, não se refere à torre do relógio, mas sim ao sino de treze toneladas suspenso em seu interior. O sino recebeu este nome em homenagem ao Primeiro Comissário de Trabalhos (Chief Commissioner of Works), Sir Benjamim Hall, e foi fundido em 1858, na Oficina de Fundição de Sinos de Whitechapel. A torre é conhecida simplesmente como Torre do Relógio. Algumas vezes, referem-se à torre como Torre de St Stephen’s, mas este nome não é usado pelos funcionários do Palácio de Westminster.

Existe uma idéia errônea de que o Big Ben é o mais pesado sino britânico. Na verdade, é o terceiro em termos de peso. O primeiro é o Great Paul, com 16 toneladas, que se encontra na Catedral de São Paulo, e o segundo é o Great George, com 14 toneladas, que pode ser visto na Catedral de Liverpool.

Os quatro mostradores do relógio têm sete metros de diâmetro; o ponteiro dos minutos tem 4,27 metros de comprimento e os algarismos, 61 cm de altura. Os minutos são regulados por uma pilha de moedas colocadas em um grande pêndulo.

Outra curiosidade sobre a Torre do Relógio é que lá existem celas onde Parlamentares podem ser presos por infrações ao privilégio parlamentar, embora seja raro isso ocorrer - o último caso registrado foi em 1880.

O Big Ben é o foco das comemorações de Ano Novo no Reino Unido, com estações de rádio e TV sintonizados nas badaladas para dar as boas vindas ao começo oficial do ano. Também pode ser ouvido marcando as horas antes de alguns boletins de notícias na BBC Radio 4 e na BBC World Service. Esta prática começou no dia 31 de dezembro de 1923, quando foi ao ar a primeira transmissão das badaladas.

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1941, uma bomba incendiária destruiu a Câmara dos Comuns do Parlamento, mas a Torre do Relógio permaneceu intacta e o Big Ben continuou marcando as horas pontualmente. Seu som único foi transmitido para a nação e para o mundo - uma bem-vinda renovação de esperança para todos que ouviram.

A torre não está aberta à visitação pública, mas aqueles com "interesses especiais" podem solicitar uma visita ao topo da Torre do Relógio por meio de seu representante eleito no Parlamento.

Fonte: www.britishembassy.gov.uk

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