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Islamismo

OS ÁRABES E O ISLAMISMO

A civilização árabe-muçulmana nasceu na Arábia, extensa península banhada pelo Mar Vermelho, a oeste, pelo Golfo Pérsico, a leste, e pelo Mar Arábico, ao sul.

Na Península Arábica, o clima é quente e seco. O território é formado por planícies áridas ou desertos enormes pontilhados de oásis, pequenas áreas cobertas de vegetação em razão da existência de água.

Península Arábica no século VII

A presença humana na Península Arábica é muito antiga. Até o século VII, os povos árabes viviam dispersos por essa península, cada qual com seus líderes e seu modo de viver.

No deserto viviam os beduínos, grupos nômades que criavam camelos, carneiros e cabras, animais capazes de sobreviver no clima quente e seco do deserto.

Próximo aos oásis viviam os agricultores que cultivavam plantas, como a palmeira e a tamareira, cereais, como o trigo. Já os artesãos e os comerciantes residiam nas vilas e cidades. O grupo de maior prestígio era o de comerciantes.

No sudoeste, a região mais fértil da Península Arábica, estavam situadas as duas maiores cidades árabes da época, Meca e Yatreb.

Meça, um centro religioso

No início do século VII, Meca era o principal centro religioso da Arábia. Todos os anos durante alguns meses, os árabes suspendiam qualquer tipo de hostilidade para ir a Meca orar pedir e agradecer. As preces eram feitas ao redor da Caaba, templo religioso em forma de cubo que abrigava imagens de vários deuses, pois na época, os árabes eram politeístas. Dentro da Caaba estava, e ainda está, a Pedra Negra, que, segundo se conta, era branca, mas foi escurecendo por causa dos pecados das pessoas. Esse templo era controlados por ricos comerciantes da tribo coraixita. Foi justamente em Meca que nasceu Maomé, o criador do islamismo.

Maomé, o profeta do Islã

Maomé nasceu por volta de 570 numa família humilde da tribo coraixita; era menino ainda quando ficou órfão e foi morar com o avô no deserto, entre os beduínos. Aos 15 anos, no entanto voltou para a cidade de Meca e começou a trabalhar como condutor de caravanas, viajando para lugares distantes, como Síria e Palestina. Nessas viagens, entrou em contato com duas importantes religiões monoteístas: o judaísmo e o cristianismo.

Aos 25 anos, casou-se com uma viúva chamada Cadija; pouco tempo depois, interessou-se pela vida religiosa, passando a fazer retiros espirituais nas montanhas da região. Conta-se que num desses retiros Maomé recebeu do arcanjo Gabriel uma revelação e começou a pregar que Deus é um só (Alá) e que aqueles que o aceitassem podiam confiar na sua misericórdia.

Pregando a crença num Deus único e verdadeiro, Maomé foi reunindo a sua volta um grupo de seguidores, os muçulmanos. Isso desagradou muito aos comerciantes coraixitas, pois eles lucravam com a multidão de peregrinos que iam a Meca cultuar os deuses locais. Os comerciantes passaram, então, a perseguir Maomé, que, por isso, decidiu mudar-se de Meca para Yatreb, chamada depois de Medina, “cidade do profeta”. Esse episódio, conhecido como Hégira, ocorreu em 622, data que os muçulmanos usam como ano I de seu calendário. Oito anos depois, no entanto, Maomé e seus seguidores conquistaram Meca pela força das armas e destruíram as estátuas dos deuses locais, mas conservaram a Caaba. Esse fato marca o nascimento do Islã, palavra derivada do árabe que significa “submissão total a Deus”.

Meca tornou-se, desde então, a capital da religião muçulmana. Medina continuou capital política e residência de Maomé, que, em pouco tempo, passou a governar vasta região da Arábia. O dinheiro que alimentava a expansão vinha das doações e dos impostos cobrados dos que convertiam. Ao falecer, 632, Maomé já havia conseguido unir em torno do islamismo as populações árabes das cidades e do deserto; ao mesmo tempo, havia criado um Estado árabe.

CORÃO, O LIVRO SAGRADO DOS MUÇULMANOS

Maomé não deixou nada escrito. Alguns dos seus seguidores, porém, anotaram o que ele dizia em suas pregações. Após sua morte, Abu Bakr, sucessor imediato de Maomé, ordenou que se reunissem todas as anotações, as quais estavam espalhadas por diferentes lugares. Assim, duas décadas após a morte do líder árabe, havia a versão do Corão considerada definitiva. Ao todo, o Corão possui 114 suras (capítulos) e mais de 6.200 versículos. O Corão foi traduzido para muitas línguas. Crianças ainda, os muçulmanos dedicam-se a sua leitura.

Islamismo

A religião criada por Maomé é chamada islamismo, e seu princípio fundamental é a crença num único Deus (monoteísmo). O islamismo é uma religião simples, e este é, com certeza, um dos motivos de sua rápida expansão pelo mundo.

Todo muçulmano deve:

Crer em um só Deus (Alá) e seguir os ensinamentos de Maomé, seu mensageiro

Orar cinco vezes ao dia com o rosto voltado para Meca

Jejuar durante os trinta dias do Ramadã (mês do jejum). O fiel não deve ingerir alimento nem água, do nascer ao pôr do sol

Dar esmolas proporcionais aos bens que possui

Ir a Meca ao menos uma vez na vida.

XIITAS E SUNITAS

Com a morte de Maomé, em 632, ocorreram violentas disputas entre seus sucessores, os califas. Os quatro primeiros califas foram eleitos entre os parentes de Maomé. Em 661, o quarto califa, de nome Ali e genro de Maomé, foi assassinado.

Os muçulmanos então se dividiram quanto à sucessão: uns defendiam que somente um membro da família de Maomé podia sucedê-lo; para outro i o não era necessário.

A vitória nessa disputa coube a um governante da Síria que não era parente de Maomé. A minoria dos muçulmanos revoltou- e, pois queria que o sucessor fosse um dos filhos do califa assassinado. Essa minoria formou a seita xiita, para a qual só os parentes de Maomé podem liderar os muçulmanos. Além disso, os xiitas acreditam que o líder (político e religioso) possui uma proteção divina contra o erro e o pecado.

A maioria dos muçulmanos, por sua vez, formou a seita sunita. Atualmente os sunitas são maioria em quase todos os países muçulmanos. O Irã e o Iraque estão entre os poucos países muçulmanos de maioria xiita.

A expansão islâmica

Após a morte de Maomé, os primeiros califas partiram para a conquista de terras e homens para o islamismo. A justificativa para a conquista era a jihad, guerra santa contra os infiéis, ou seja, contra as pessoas de outras religiões. O que movia os árabes muçulmanos era o interesse em expandir o comércio e a crença de que quem morresse lutando pela expansão do islamismo ganharia o paraíso.

A conquista de terras e pontos-chave do comércio internacional pelos árabes se deu numa velocidade espantosa; em cem anos - a contar da morte de Maomé - formaram um Império imenso, que ia desde as fronteiras da China, a leste, até o nordeste de Portugal dos dias atuais.

O islamismo hoje

O islamismo é hoje a segunda maior religião do mundo, e os muçulmanos parecem estar prestes a passar os católicos em número de seguidores. Com base em dados de 2005, existem hoje 1 bilhão, cento e quinze milhões de católicos no mundo, o equivalente a 17,3% da população mundial; já o número de muçulmanos no mesmo ano foi avaliado em 1 bilhão, cento e doze milhões, ou seja, 17,2% da população mundial.

O Comércio Árabe

Desde os tempos de Maomé, os árabes já se destacavam como comerciantes. Com a formação e a expansão do Império Islâmico, o comércio árabe cresceu de modo extraordinário. Agindo como intermediários entre o Oriente e o Ocidente, os árabes transportavam e vendiam, sobretudo, artigos de luxo, como tapetes, sedas, armas, móveis, joias e as especiarias do Oriente (pimenta, cravo, canela, mostarda etc.), muito cobiçadas na Europa. Suas caravanas levavam artigos da Índia e da China até os portos do Mediterrâneo, de onde eram distribuídos para diversos pontos da Europa.

Os árabes também praticavam o artesanato nas principais cidades do Império:

Damasco, na Síria, era conhecida por seu tecido estampado

Marrakesh, no norte da África, por sua produção de couro

Bagdá, no atual Iraque, por seus vidros, joias e sedas. .

Entre os gêneros agrícolas que a Europa, e depois a América, conheceu por intermédio dos árabes estão o café, a cana-de-açúcar e o algodão.

A Cultura Islâmica

A civilização árabe medieval foi, sobretudo, urbana e comercial. Com o comércio, os árabes promoveram a circulação de ideias e conhecimentos; foram eles que introduziram na Europa a bússola, o papel e a pólvora, inventados pelos chineses. Além disso, produziram conhecimento, sobretudo no campo da Medicina, da Matemática e da Química.

Na Medicina descobriram o contágio por meio da água, da comida e das roupas e identificaram as causas de várias doenças contagiosas, como a varíola e o sarampo

Por meio da prática da alquimia, os árabes inventaram o sabão e descobriram novos compostos, como o álcool e o ácido sulfúrico que têm hoje várias aplicações na indústria; tais avanços contribuíram para o desenvolvimento da Química como ciência. Na literatura, os árabes muçulmanos revelaram-se imaginosos, como se pode concluir lendo As mil e uma noites, coletânea de histórias persas, chinesas e árabes mundialmente conhecidas.

Fonte: marista.edu.br

Islamismo

Islamismo

Uma das quatro religiões monoteístas baseada nos ensinamentos de Maomé (570-632 d.C.), chamado “O Profeta”, contidos no livro sagrado islâmico, o Corão.

A palavra islã significa submeter, e exprime a submissão à lei e à vontade de Alá. Seus seguidores são chamados de muçulmanos, que significa aquele que se submete a Deus.

História do Islamismo

Maomé nasceu na cidade de Meca, na Arábia Saudita, centro de animismo e idolatria. Como qualquer membro da tribo Quirache, Maomé viveu e cresceu entre mercadores. Seu pai, Abdulá, morreu por ocasião do seu nascimento, e sua mãe, Amina, quando ele tinha seis anos. Aos 40 anos, Maomé começou sua pregação, quando, segundo a tradição, teve uma visão do anjo Gabriel, que lhe revelou a existência de um Deus único. Khadija, uma viúva rica que se casou com Maomé, investiu toda sua fortuna na propagação da nova doutrina. Maomé passou a pregar publicamente sua mensagem, encontrando uma crescente oposição.

Perseguido em Meca, foi obrigado a emigrar para Medina, no dia 20 de Junho de 622. Esse acontecimento, chamado Hégira (emigração), é o marco inicial do calendário muçulmano até hoje. Maomé faleceu no ano 632.

Segundo os muçulmanos, o Corão contém a mensagem de Deus a Maomé, as quais lhe foram reveladas entre os anos 610 a 632. Seus ensinamentos são considerados infalíveis. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho, tendo o maior 286 versos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos do profeta).

Os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos: os Sunitas e os Xiitas.

Os Sunitas subdividem-se em quatro grupos menores: Hanafitas, Malequitas, Chafeitas e Hambanitas. Os Sunitas são os seguidores da tradição do profeta, continuada por All-Abbas, seu tio. Os Xiitas são partidários de Ali, marido de Fátima, filha de Maomé. São os líderes da comunidade e continuadores da missão espiritual de Maomé.

O Islamismo é atualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de adeptos que professam a religião mundialmente já passa dos 935 milhões.

O objetivo final do Islamismo é subjugar o mundo e regê-lo pelas leis islâmicas, mesmo que para isso necessite matar e destruir os “infiéis ou incrédulos” da religião.

Segundo eles, Alá deixou dois mandamentos importantes: o de subjugar o mundo militarmente e matar os inimigos do Islamismo -- judeus e cristãos.

Algumas provas dessa determinação foi o assassinato do presidente do Egito, Anwar Sadat, por ter feito um tratado de paz com Israel e o massacre nas Olimpíadas de Munique em 1972.

A guerra no Kuweit, nada mais foi do que uma convocação de Saddam Hussein aos muçulmanos para uma “guerra santa”, também chamada de Jihad, contra os países do Ocidente (U.S.A.) devido à proteção dada a Israel. Vinte e seis países entraram em uma guerra, gastaram bilhões de dólares, levaram o Estados Unidos a uma recessão que se sente até hoje, para combater um homem que estava lutando por razões religiosas. Eles aparentemente perderam a guerra, mas, como resultado, houve 100 atos terroristas cometidos contra a América e Europa no mesmo mês. O “espírito” da liga muçulmana em unificar os países islâmicos e a demonstração do que podem fazer ficou bem patente aos olhos do mundo.

Artigos de Fé do Islamismo

O Islamismo crê que existe um só Deus verdadeiro, e seu nome é Alá

Islamismo
Alá (Allah) em árabe

Alá não é um Deus pessoal, santo ou amoroso, pelo contrário, está distante e indiferente mesmo de seus adeptos. Suas ordens expressas no Corão são imperativas, injustas e cruéis. Segundo Maomé, ele é autor do bem e do mal.

Num dos anais que descreve as mensagens de Alá para Maomé, ele diz: “Lutem contra os judeus e matem-nos”.

Em outra parte diz: “Oh verdadeiros adoradores, não tenha os judeus ou cristãos como vossos amigos. Eles não podem ser confiados, eles são profanos e impuros”.

O Islamismo crê erroneamente em anjos

Segundo eles, Gabriel foi quem transmitiu as mensagens de Alá para Maomé. É ensinado que os anjos são inferiores aos homens, mas intercedem pelos homens.

O Islamismo crê que exista um só livro sagrado dado por Alá, o Corão, escrito em Árabe

Os muçulmanos creêm que Alá deu uma série de revelações, incluindo o Antigo e Novo Testamentos, que é chamado de Corão. Segundo eles, as antigas revelações de Alá na Bíblia foram corrompidas pelos cristãos, e, por isso, não são de confiança.

O Islamismo crê que Maomé é o último e o mais importante dos profetas

Conforme o Islamismo, Alá enviou 124,000 profetas ao mundo, apesar de unicamente trinta estarem relacionados no Corão.

Os seis principais foram:

Profeta Adão, o escolhido de Alá

Profeta Noé, o pregador de Alá

Profeta Abraão, o amigo de Alá

Profeta Moisés, o porta-voz de Alá

Profeta Jesus, a palavra de Alá

Profeta Maomé, o apóstolo de Alá

Islamismo crê na predestinação do bem e do mal

Tudo o que acontece, seja bem ou mal, é predestinado por Alá através de seus decretos imutáveis.

O Islamismo crê que haverá o dia da ressurreição e julgamento do bem e do mal

Neste grande dia, todos os feitos do homem, seja bem ou mal, serão colocados na balança. Os muçulmanos que adquiriram suficientes méritos justos e pessoais em favor de Alá irão para o céu; todos os outros irão para o inferno.

Cinco Colunas do Islamismo

A vida religiosa do muçulmano tem práticas bastante rigorosas, as quais são chamadas de “Colunas da Religião”.

Recitação do credo islâmico: Não existe nenhum deus além de Alá e Maomé, o seu profeta.

Preces cotidianas: chamadas de slãts, feitas cinco vezes ao dia, cada vez em uma posição diferente (de pé, ajoelhado, rosto no chão, etc), e virados em direção à Meca. A chamada para a oração é feita por uma corneta, denominada de muezim, desde uma torre chamada de minarete, a qual faz parte de um santuário ou lugar público de adoração conhecido como mesquita.

Observação do mês de Ramadã: o qual comemora a primeira revelação do Corão recebida por Maomé. Durante um mês, as pessoas jejuam desde o nascer até o pôr do sol. Segundo eles, os portões do paraíso abrem, os do inferno fecham, e os que jejuam têm seus pecados perdoados.

Pagamento do zakat: imposto anual de 2.5% do lucro pessoal, como forma de purificação e ajuda aos pobres. Também ofertam para a riquíssima Liga Muçulmana.

Peregrinação para Meca: ou Hajj, ao lugar do nascimento de Maomé, na época de Eid el Adha (festa islâmica que rememora o dia em que o profeta Abraão aceitou a ordem de sacrificar um carneiro em lugar de seu filho), pelo menos uma vez na vida por todo muçulmano dotado de condições físicas e econômicas.

O Jihad, ou guerra santa: é a batalha por meio da qual se atinge um dos objetivos do islamismo, que é reformar o mundo. Qualquer muçulmano que morra numa guerra defendendo os direitos do islamismo ou de Alá, já tem sua vida eterna garantida. Por esta razão, todos que tomam parte dessa “guerra santa”, não têm medo de morrer ou de passar por nenhum risco.

Verdades Bíblicas

Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.

Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.

Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. Cremos no batismo no Espírito Santo, que nos é ministrado por Jesus, com a evidência de falar em outras línguas, e na atualidade dos nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.

Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primática diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.

Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.

Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.

Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.

Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratutitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.

Profissão de Fé: Para uma mais ampla informação sobre a doutrina bíblica fundamental, acesse aqui a Profissão de Fé da Igreja Pentecostal Betânia e do Sepoangol World Ministries.

Fonte: www.sepoangol.org

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