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Ilha de Capri

Vai por mim: Capri

O que é

Capri é um destino cobiçado desde a época dos imperadores romanos – Otaviano e Tibério construíram palacetes por lá. Por sua proximidade à Costa Amalfitana, pode ser visitada na mesma viagem.

Como chegar: Capri

Capri está ligada ao continente por linhas regulares de barco partindo de Nápoles (40 a 80 minutos de viagem, dependendo do equipamento) e Sorrento (20 a 40 minutos de viagem).

Capri

Quando ir?

Capri só “funciona” a pleno de meados da primavera a meados do outono. Julho e agosto, porém, ficam cheios demais por conta das férias européias. Os meses ideais são junho e setembro.

Na baixíssima temporada há muita coisa fechada (incluindo hotéis), e pouca vida ao ar livre. As paisagens e os cenários, porém, continuam por lá, e o trânsito está livre. Eu não iria no inverno, não. Mas… dois blogueiros que eu respeito, a Luisa e o Marcio, foram e gostaram; clique nos nomes para ler os relatos. (Atualização: nos comentários, a Luisa avisa que a sua recomendação é específica para a época do Réveillon, quando a maioria dos hotéis da costeira volta a abrir; e o Marcio relata que adorou compartilhar os lugares da costeira freqüentados pelos moradores, mas que achou Capri excessivamente parada.)

Dá para ir e voltar no mesmo dia saindo de Roma?

De carro (ou mesmo de ônibus, em excursão), são três horas e tralalá de viagem até Sorrento; eu sinceramente não faria um bate-volta que envolvesse seis horas de estrada só de deslocamento.

Capri é um pouquinho mais viável, se você pegar o primeiro trem a Nápoles. Ainda assim, o ritmo puxado e os horários marcados podem deixar o passeio, além de corrido, tenso demais; nesse caso, é melhor cacifar uma excursão.

Estratégia de viagem 1: ideal

Se eu fosse fazer essa viagem hoje, eu pegaria o trem de Roma a Nápoles.

Caso tivesse um dia sobrando, me hospedaria uma noite em Nápoles. Aproveitaria o dia para ir a Pompéia pela Circumvesuviana e, na volta, passar no Museu Arqueológico para ver as obras que não estão mais nas ruínas. (E de noite experimentaria uma autêntica redonda napoletana.) Para ler sobre minha última passagem por Nápoles, clique aqui.

Caso não tivesse tempo sobrando, tomaria um táxi da estação para o porto de Molo Beverello e pegaria direto um alíscafo (barco rápido) para Capri.

Em Capri ficaria uma ou duas noites. Os lerês básicos (da incontornável — e, para mim, decepcionante — Gruta Azul, ao forte no topo do Monte Solaro, para cima de Anacapri) tomam o primeiro dia inteiro. A noite é para você fazer a passeggiata sem os turistas do dia; e o segundo dia, para se dar ao luxo de curtir Capri sem lerês, fazendo suas próprias descobertas.

Depois pegaria o barco para Sorrento e lá alugaria um carro. Montaria base 15 km adiante, em Positano, que para mim é o mais encantador dos vilarejos da costeira. (Há muitíssimos, porém, que preferem Ravello — mas os 8 km de subida a 15 km/h prejudicam bastante os planos de quem quer ficar no vaivém.)

Ficaria três noites por lá (o mínimo-mínimo-mínimo são duas); não deixaria de subir a Ravello nem de visitar as lojas de fábrica de cerâmica pintadas a mão em Vietri sul Mare (no finzinho da costeira, quase em Salerno).

Alternativa ao carro: há quem sustente — e acho o ponto de vista interessantíssimo — que de carro você perde muito do encanto da costeira, já que precisa prestar atenção no trânsito (e achar lugar para estacionar). Se você não vai com tempo muito corrido, considere fazer os trajetos de ônibus (no sentido Salerno, no lado da estrada que acompanha o penhasco) e de Metrò del Mare (no sentido Sorrento; funciona apenas na temporada).

Por fim, devolveria o carro em Sorrento e voltaria de trem a Roma, via Nápoles (Circumvesuviana até a Piazza Garibaldi, então trem rápido).

Estratégia de viagem 2: prática/econômica

Com menos tempo e dinheiro para gastar, eu viria de trem até Nápoles e pegaria a Circumvesuviana a Sorrento. Montaria base em Sorrento mesmo.

Separaria dois dias para fazer a costeira, de ônibus ou carro (veja estratégia número 1) e um terceiro dia para fazer o bate-volta de barco a Capri.

Pompéia poderia ser feita na ida ou na volta de trem (desça na estação Pompei Villa Scavi); a entrada Marina Grande/Piazza dell’Anfiteatro tem um guarda-volumes.

Onde ficar

Capri (com pernoite) combina com romance e lua-de-mel — e valem um investimentozinho a mais.

Se puder, pense em hotéis do padrão do Luna ou da Casa Morgano em Capri; da Casa Albertina e da Villa Rosa em Positano; ou do Chiaja em Nápoles.

Fonte: www.viajenaviagem.com

Ilha de Capri

Capri foi o lugar que me fez mudar de idéia sobre ser Positano o lugar mais lindo do mundo. Capri é tão linda que eu passei a achar que toda a Costa Amalfitana é o lugar mais lindo do mundo. E eu não sei, ainda, qual é mais bonita, Capri ou Positano…

Capri fica bem pertinho de Sorrento e, para chegar lá, é necessário pegar um barco (uma espécie de catamarã) no porto de Sorrento. Do hotel em que ficamos em Sorrento (o Ulysse Deluxe) até o porto dava para ir andando e foi o que fizemos. É bem perto. A viagem de Sorrento para Capri dura cerca de 25 minutos e o bilhete custou 14 euros cada trecho (é meio caro…). Os barcos saem durante o dia todo, sendo desnecessário comprar com antecedência. Basta consultar os horários e programar o horário de ida e de volta.

Capri
O bilhete para o catamarã de Capri

Capri
O catamarã para Capri

Chegando em Capri, é necessário comprar um bilhete para subir a montanha. Capri (a ilha toda) é uma montanha. Aliás, várias montanhas enormes juntas e também no meio do mar. e vc só chega na parte realmente habitada de Capri subindo a montanha. E, para subir a montanha, vc vai de FUNICOLARE!

Era só eu olhar para aquele troço que eu me lembrava da música italiana engraçada do “Funicolì Funicolà”. E depois eu acabei descobrindo que a música foi criada para celebrar a criação do primeiro Funicolare do Vesúvio no século XIX. Hehehe! A passagem de Funicolare custa 1,40 euro cada vez que vc anda nele.

Capri
O bilhete do Funicolare

Funicolare é o meio de transporte em Capri. Senão o único, um dos poucos. Lá quase não se vê carros, ônibus… O que mais se vê são barcos, funicolare, scooter e uns carrinhos bem pequeninhos e engraçados, que a prefeitura disponibiliza para transportar os velhinhos que moram na cidade. Fantástico, né?! E isso é bem necessário, porque a população é quase toda idosa e a ilha é cheia de ladeiras e escadas muito íngremes.

Capri
As ladeiras

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