
Jacutinga
É uma das aves mais impressionantes da Floresta Atlântica. É negra com riscas brancas por todo o corpo. As penas do alto da cabeça (píleo) são brancas, além de bastante alongadas e eriçáveis. Possui a face toda emplumada de negro, com região perioftálmica nua, branco-gesso. Ainda, possui a base do bico azulada. A barbela, provida de pouquíssimas penas é vermelha em sua porção posterior, enquanto que a anterior é dividida em uma área lilás superior e outra azul brilhante, inferior. O colorido da barbela torna-se bastante acentuado durante o período reprodutivo, enquanto que fora deste, as cores ficam esmaecidas e mesmo a barbela encolhe.
Floresta atlântica primitiva sendo bastante exigente quanto a esse ambiente.
Típico da região Sudeste do Brasil, era encontrada na região da Serra do Mar em qualquer altitude, em locais acidentados, semeados de rochas e cobertos por mata espessa, onde nidificava
Alimentação – aprecia muito o fruto do palmiteiro
Como os demais representantes da família, são monogâmicos, ou seja: possuem apenas um parceiro. Podem fazer posturas sobre galhos grossos, ramificações de troncos e rochas quase sem material de construção. Os ovos são brancos e o período de incubação é de 28 dias. Os filhotes já nascem com os olhos abertos, e movimentam-se livremente apesar de sempre acompanhados pela mãe, abrigando-se sob sua cauda ou suas asas. Mesmo empoleirados, enquanto seu tamanho lhes permitir, abrigam-se embaixo das asas da mãe durante o seu desenvolvimento.
Em decorrência da caça, do tráfico de animais selvagens e da inclemente destruição de seu habitat natural, notadamente a Floresta Atlântica, a espécie desapareceu da maioria dos locais onde era encontrada habitualmente. Está ameaçada de extinção. Atualmente, apesar de admitir-se que a espécie tenha sua distribuição para o Brasil desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, é na verdade de ocorrência bastante pontual.
Fonte: www.vivaterra.org.br
A jacutinga é uma ave de grande porte, parente próxima dos jacus e mutuns. Mede cerca de 75 cm, podendo pesar até 1,5 Kg. Predominantemente negra, com parte das asas e as faces brancas, a jacutinga é típica da Floresta Atlântica, onde foi bastante comum antigamente. Por sua confiança diante da aproximação humana e pelo excelente sabor de sua carne, foi implacavelmente perseguida pelos caçadores. Vem se tornando cada vez mais rara, até pela a crescente destruição de seu habitat natural. A jacutinga foi batizada originalmente como Penelope jacutinga em 1825, pelo naturalista alemão Johann Baptist von Spix. Mais tarde, o ornitólogo francês Charles Bonaparte transferiu a espécie para o gênero Pipile, lembrando seu canto agudo e discreto, porém inconfundível, tal como um pipilar.
Fonte: www.pr.gov.br
Locais de observação: Cambarazal, Cerradão, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Mata Seca.

Jacutinga
Habitante das copas da mata ribeirinha, ocorre ao longo dos rios Cuiabá e São Lourenço, sendo mais freqüente nesse último. Grande ave negra, forte contraste com o branco dominante na cabeça e da asa, em especial voando. A barbela é cinza clara, quase branca, com uma estreita pele pendendo no centro. Também retrátil, como no jacu, mas sempre visível (na mata do Bebe ocorre junto o Cujubi de barbela azul e vermelha, a forma amazônica da espécie). As pernas, avermelhadas, são muito pequenas em proporção ao corpo. Cauda longa e negra.
Atravessa os rios e áreas abertas, em um vôo onde alterna rápidas batidas de asas com longos planeios, onde o branco das largas asas se destaca. Vive em casais ou em bandos, alimentando-se de frutos no meio das copas. Também vai nos ipês floridos para comer as flores. Raramente, pousa no solo.
O nome jacutinga é de origem tupi e ressalta o branco da ave. Tinga significa claro, usada pelos índios para diferenciar do jacu propriamente dito. Jacutinga também é usado para outra espécie desse gênero, exclusiva da Mata Atlântica e muito ameaçada de extinção.
Apesar de ter sido muito caçada no Pantanal, onde desapareceu de alguns trechos, mantém uma boa população na reserva, voando do alto de uma árvore para outra, no outro lado. Além dos rios, aparece em ambientes florestais do interior de toda a reserva.
Fonte: www.avespantanal.com.br
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Craciformes
Família: Cracidae
Gênero: Pipile
Nome científico: Pipile jacutinga
Nome popular: Jacutinga
Categoria: CRITICAMENTE EM PERIGO
A Jacutinga é uma ave da família dos cracídeos de ocorrência na Mata Atlântica no Brasil, mede cerca de 75 cm, alimenta-se de frutos e alguns invertebrados; sendo até as décadas de 1950 e 1960, relativamente comum nesse habitat. O desmatamento e a caça predatória, reduziram drasticamente as suas populações, sendo atualmente uma espécie em vias de extinção. Diversos programas de reprodução em cativeiro têm sido bem sucedidos, com a reintrodução sistemática dessas aves na natureza. Essa ave efetua migrações altitudinais, acompanhando a frutificação de diversas árvores da floresta, principalmente as dos palmiteiros; sendo que, a exploração predatória dessa palmeira, cujos frutos são um dos principais alimentos da Jacutinga, também tem contribuído para a sua decadência populacional.
Fonte: www.sindicatotrescoroas.com.br
Classe: Aves
Ordem: FALCONIFORMES
Família: CRACIDAE
Espécie: Pipile jacutinga (Spix,1825)
Nome vulgar: jacutinga

Jacutinga
É negra com riscas brancas por todo o corpo, com esta que se repete no alto da cabeça e asas. Vive em florestas primitivas sendo bastante exigente quanto a esse ambiente, onde aprecia muito o fruto do palmiteiro. Em tempos antigos era muito comum na região norte do Estado, onde foi caçada impiedosamente. Por esse motivo e pela severa destruição de seu hábitat natural tornou-se aqui, uma espécie ameaçada de extinção.
Fonte: www.sefloral.com.br

Jacutinga
Nome científico: Pipile jacutinga
Tamanho: Até 75 cm
Alimentação: Frutos, sementes e pequenos invertebrados
Ocorrência: Sudeste e sul do Brasil
Endêmico da Mata Atlântica. Encontrado em localidades onde ainda há mata preservada.
É um grande dispersor de sementes do palmito juçara ( Euterpe edulis ). Costuma deslocar-se pelo alto das árvores e também pelo solo em pequenos grupos ou em pares.
Espécie muito ameaçada pela caça e destruição de seu habitat.
Fonte: www.bioventura.com.br