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Dia do Farmacêutico

20 de Janeiro

Saiba mais sobre o profissional que realiza um papel relevante para que a população tenha uma vida saudável

Hoje é o dia do farmacêutico, e a DIVS homenageia os profissionais pela data, que marca a fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos em 1916.

Símbolo do Farmacêutico

Com uma função essencial para a saúde humana, o farmacêutico estuda os remédios, cosméticos e alimentos industrializados de modo a garantir sua eficácia e segurança na produção e utilização pelo consumidor.

Pode atuar na pesquisa, produção e distribuição dos mesmos, sendo obrigatório o registro no Conselho Regional de Farmácia. Segundo o CRF-SC, só em Santa Catarina são mais de 6.500 profissionais, sendo um total de 115 mil em todo o país.

No Brasil, a atividade profissional está sob a jurisdição do Conselho Federal de Farmácia, que regulamenta seu exercício, com base na Lei 3.820, assinada em 11 de novembro de 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitschek. As primeiras boticas ou apotecas surgiram no século X e são consideradas as precursoras das farmácias modernas.

História

A figura do apotecário ou boticário aparece nos conventos da França e Espanha, desempenhando o papel de médico e farmacêutico. Para exercer as profissões, deveria pertencer a uma família honrada, com boa situação econômica, conhecer o latim, ter boa redação e apresentar certidão de cristianismo e moralidade.

Tinha ainda que cultivar as plantas utilizadas na preparação dos medicamentos e trabalhar sob a vista do público.No entanto, há milênios, a atividade do farmacêutico já era exercida e de grande importância para a saúde.

Há mais de 2.600 anos, os chineses, por exemplo, já desenvolviam seus remédios, extraindo drogas de milhares de plantas para curar doenças. Os egípcios também preparavam seus medicamentos a partir de vegetais, sais de chumbos, cobre e ungüentos de banha de leão, hipopótamo, crocodilo e cobra há mais de 1.500 anos.

Na Índia, os brâmanes desenvolveram remédios a partir de 600 tipos diferentes de plantas medicinais. E na Grécia, os processos de cura aconteciam no interior dos templos, onde eram pendurados os ex-votos dos doentes quando alcançavam a cura.

Eram utilizadas para a cura as chamadas fórmulas mágicas e conjuros, procedimentos que hoje não fazem parte da rotina do farmacêutico.

O grego Hipócrates, considerado o pai da medicina, também marcou uma nova era para a cura, quando sistematiza os grupos de medicamentos, dividindo-os em narcóticos, febrífugos e purgantes.

E a evolução e o desenvolvimento da farmácia, como atividade diferenciada, só aconteceria na Alexandria, após um período de instabilidade marcado por guerras, epidemias e envenenamentos. A farmacologia ganhou grande impulso, principalmente no tratamento de soldados abatidos nos campos de batalha.

Os farmacopistas, no início do século II, incrementaram as diversas fórmulas existentes para melhor atender às necessidades da época. E em Bagdá, Arábia Saudita, os árabes fundaram a primeira escola de farmácia.

Fonte: www.vigilanciasanitaria.sc.gov.br

Dia do Farmacêutico

20 de Janeiro

Quando a coroa portuguesa instituiu no Brasil o governo geral, o primeiro governador, Tomé de Souza, veio, em 1549, para a colônia trazendo várias autoridades, funcionários civis e militares, aproximadamente mil pessoas que se instalaram na Bahia.

O corpo sanitário da armada compunha-se de apenas um boticário (antiga denominação do farmacêutico), Diogo de Castro, com função oficial e com salário. Não havia nesta armada nenhum físico, denominação de médico na época. O físico-mor só viria a ser instituído no segundo governo, o de Duarte da Costa.

O comércio das drogas e medicamentos era privativo dos boticários, segundo o que estava nas  ordenações , conjunto de leis portuguesas que regeram o Brasil durante todo o período colonial.

No tempo da Real Botica os remédios eram, na sua grande maioria, plantas medicinais, porém desde 1730 o brasileiro usava o mercúrio e o arsênico importados da Europa. Em 3 de outubro de 1832, criou-se, no Rio de Janeiro, o primeiro curso de farmácia do Brasil, ligado à faculdade de medicina.

Em 4 de abril de 1839, criou-se por meio da lei provincial No. 140, publicada na secretaria do governo da provincia de Minas Gerais em 13/05/1839, a Escola de Farmácia de ouro preto, a primeira faculdade independente do curso de medicina no Brasil. A Escola de Farmácia de Porto Alegre surgiu em 1896 e a de São Paulo em 1898.

Fonte: www.sifep.org.br

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