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Dia do Carteiro

 

25 de Janeiro

Dia do Carteiro

Faça chuva, faça sol, ele entrega cartas, mensagens e encomendas aos seus devidos destinatários, cumprindo um itinerário preestabelecido, depois de ordená-las rigorosamente.

Também devolve ao remetente o que não pode ser entregue ou providencia o seu encaminhamento para o destino certo.

De quem estamos falando?

Do carteiro ou também tropeiro, que foi o primeiro entregador de correspondências que o Brasil teve, estafeta, carregador de mala postal e inspetor de serviço postal. Antigos nomes que, com suas peculiaridades, marcaram diferentes épocas da história postal brasileira, sendo cada um reflexo de seu tempo.

A profissão na história

Existem várias maneiras de se corresponder com alguém à distância. Telefone, fax e e-mail são algumas delas, mas o correio tradicional é ainda uma das mais usadas e também mais importantes.

Antes dele, rufar de tambores, sinal de fumaça ou pombo-correio. Frente à necessidade de se comunicar, dava-se um jeito. No ano de 3.000 A.C., mensageiros velozes corriam quilômetros para dar recados a governantes. Ao chegar, recitavam o texto da carta. Haja memória e pernas. Não é à toa que a palavra correio deriva do verbo correr (pessoas que levavam as notícias correndo).

Vejamos alguns exemplos rudimentares, porém eficientes na época em que foram criados, de serviços postais.

O primeiro imperador romano, Otávio Augusto, por volta do ano 10 A.C. decidiu construir estradas para os mensageiros levarem e trazerem as mensagens já que o império era muito grande.

Já os incas, povos indígenas que habitaram a América do Sul no século XVI, faziam suas correspondências viajar por uma estrada de pedra, entre Colômbia e Chile, com cerca de 8 mil quilômetros de extensão. A cada 5 quilômetros, um homem esperava o outro que estava por vir, interceptava a mensagem e seguia adiante até encontrar o próximo. O revezamento assim se sucedia até chegar o local de destino, sem cansar os mensageiros.

E o comerciante italiano Marco Polo visitou a China no ano de 1270 e observou que existiam 10 mil postos de correio espalhados pelo território. Os mensageiros chineses entregavam seus objetos postais a cavalo, assim como os persas.

Do navio de Cabral

A primeira correspondência oficial brasileira, enviada daqui para o rei de Portugal em 1500, saiu das mãos do navegante Pero Vaz de Caminha, contando as maravilhas do país recém-descoberto por Pedro Álvares Cabral.

A carta de Caminha é considerada a certidão de nascimento do país por ser seu primeiro documento oficial. Atualmente está guardada na Torre do Tombo, em Lisboa, Portugal.

Breve Cronologia

Da carta de Caminha até a criação do primeiro correio brasileiro passaram-se 173 anos. Em 1673, era criado o "Correio-mor das cartas do mar", que não resolveu o problema de ligação postal entre Brasil e Portugal já existente e preocupante. Os dois países não mantinham um serviço organizado e eficiente, tendo que recorrer às nações vizinhas.

Os problemas só seriam solucionados com a criação dos Correios Marítimos em 1798, que estabeleceu uma ligação postal marítima regular entre Rio de Janeiro e Lisboa.

A primeira agência postal é criada no mesmo ano na cidade de Campos, no Rio, e o serviço de caixas postais passa a ser instituído em 1801.

Em 1844, é criado o serviço de entrega de correspondências a domicílio e 83 anos depois, em 1927, inicia-se o transporte de correspondência via aérea entre América do Sul e Europa.

Três anos mais tarde, o então presidente da república, Getúlio Vargas, instituiu o Departamento de Correios e Télegrafos (DCT), que originaria a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), criada em 20 de março de 1969 e responsável pela prestação de serviços postais, recebendo e despachando para todo Brasil.

Fonte: IBGE

Dia do Carteiro

25 de Janeiro

Em 2002, cerca de 20.000 carteiros participaram do programa que atingiu 4 milhões de pessoas, em cerca de 500 municípios brasileiros, eleitos pelo Ministério da Saúde, por apresentarem altos índices de desnutrição e de mortalidade infantil.

De acordo com o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) o Brasil é o segundo país do mundo onde mais cresceu a prática do aleitamento materno, e certamente pode-se creditar grande parte desse triunfo aos carteiros, pelo excelente trabalho desenvolvido junto as camadas mais desassistidas da sociedade.

Outra ação de caráter social que envolve os carteiros e que tem tido grande receptividade, sobretudo por parte da imprensa, é o Projeto Papai Noel nos Correios. Este trabalho consiste no recebimento de todas as cartas enviadas ao Papai Noel, em sua maioria, com o endereço do Pólo Norte ou do Céu, no período natalino (cerca de 60 mil cartas) e que são examinadas, uma a uma, por equipes de empregados e de voluntários da sociedade.

Quando é possível atender ao pedido, confirma-se a entrega, procurando-se atender aos pedidos de necessidades mais urgentes e de situações de maior carência. Quando não é possível o atendimento, envia-se uma mensagem confirmando o recebimento da cartinha, com palavras de carinho e de incentivo para a criança a continuar numa atitude construtiva e no caminho do bem.

Os presentes são entregues por carteiros ou outros empregados dos Correios em regiões carentes nos grandes centros urbanos com grande visibilidade da instituição Correios, na maioria dos casos, com os carteiros vestidos de Papai Noel.

Vale também mencionar o envolvimento do carteiro em outros trabalhos de cunho social pelo Brasil, como por exemplo, a distribuição de informativos relativos aos cuidados para o combate à Dengue, feito no Estado do Rio de Janeiro.

Essas ações sociais dos carteiros bem como o seu desempenho profissional na entrega das correspondências vem sendo muito bem recebidos pela população, indicativo da alta credibilidade e da confiança que as pessoas têm pela figura do carteiro.

A propósito da confiança nesse profissional, o carteiro - a face mais visível da Empresa - muito contribui para o elevado conceito que a instituição Correios tem junto à população. A pesquisa de opinião feira em 2002 pela Fundação Instituto de Administração/Universidade de São Paulo - FIA/USP confirma essa realidade: os Correios estão em primeiro lugar (ao lado da Família e dos Bombeiros) com 93% de credibilidade. Quanto à eficiência, 86% dos 17 mil entrevistados consideram a empresa muito eficiente/eficiente, 12% pouco eficiente, 1% nada eficiente e 1% não sabe.

O carteiro e o seu cotidiano

Muito tem sido falado do carteiro como profissional, mensageiro de boas e más notícias. Entretanto, aquele que fielmente cumpre a sua missão, tornando-se o elo principal entre as pessoas, independentemente da distância, é, acima de tudo, um admirável ser humano. Um brasileiro que, como todos os outros, tem alma e coração. Alma para entender o espírito de seu semelhante e disponibilizar o ombro amigo no primeiro momento após o recebimento de uma informação desagradável. Coração para perceber o brilho no olhar de quem recebe aquela tão esperada notícia de um ente querido.

Os Correios têm no carteiro o seu mais representativo símbolo de identidade junto à sociedade em geral. É a imagem da Empresa que, juntamente com milhões de correspondências, chega diariamente aos diversos lares brasileiros.

Dia do Carteiro

Dia do Carteiro

 

O carteiro, essa figura simpática que, por estar todos os dias passando por nossas casas, é facilmente adotado, involuntariamente, pela família. Quem de nós não já ouviu a expressão carinhosa "o meu carteiro" ou "o carteiro lá de casa"? Essa é a forma como tratamos o nosso carteiro. O nosso amigo de todos os dias. Aquele que, faça chuva ou faça sol, sempre passará pela nossa porta deixando uma mensagem de alguém que lembrou de nós.

Dia do Carteiro

No cotidiano da Empresa, muitos são os registros de episódios envolvendo o carteiro. Um dos mais recentes e que encantou a todos, além de servir como definição para o nível de seriedade com que o carteiro encara a sua missão, ocorreu na entrega de um sedex 10, na cidade de Porto Alegre.

O carteiro foi entregar a encomenda e ao chegar ao endereço a empregada disse que não podia receber o objeto porque a patroa tinha deixado a porta fechada e levado a chave.

Como se tratava de um apartamento no segundo andar e a encomenda tinha que ser entregue antes das 10 horas, o carteiro conseguiu uma escada emprestada (o prédio estava em reforma) e entregou a encomenda pela janela, não perdendo o prazo e os Correios honraram o compromisso público do sedex 10. São atitudes como essa que dignificam ainda mais o trabalho do carteiro.

O seu senso de responsabilidade para com o cumprimento de sua missão é que torna os serviços postais brasileiros, um dos melhores do mundo.

Não obstante a já dignificante missão de entregar correspondências, o nosso carteiro ainda encontra tempo para se engajar, voluntariamente, em programas sociais promovidos pela Empresa, como é o caso do já mencionado projeto carteiro Amigo.

Não muito raramente, o carteiro é um líder comunitário, estando voltado também para o bem estar da sua comunidade. Essa liderança é facilmente reconhecida e creditada ao prestígio pessoal que esse dedicado profissional tem perante a sua Empresa e sua família.

Vários são os casos de carteiros vereadores ou prefeitos de suas cidades, numa demonstração inequívoca de que participam também das decisões políticas que envolvem a sua comunidade.

O transcorrer da História Postal corresponde à crescente transformação histórica do próprio País, razão pela qual o saber dos principais fatos ligados à implementação e ao aperfeiçoamento, dos serviços postais, fornece um panorama do desenvolvimento histórico brasileiro.

Do início dos serviços postais até os dias de hoje, os Correios assumiram sua postura de elo, que aproxima as pessoas e de instituição respeitável, que sempre procurou adequar-se aos vários períodos de progresso do Brasil, promovendo incessante melhoria dos seus serviços e produtos oferecidos à sociedade.

PERÍODO COLONIAL

Com a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil em 1500, surgiu a primeira correspondência oficial ligada ao País, a qual, escrita por Pero Vaz de Caminha e enviada ao Rei de Portugal, relatava com notório entusiasmo o descortinar de uma nova terra. Com este acontecimento, eternizado na história brasileira, estava sendo escrita a primeira página do surgimento do correio no Brasil.

Os primórdios dos serviços postais no Brasil Colônia reportam-se ao correio de Portugal e à sua atuação neste novo território. Durante os primeiros tempos da colonização, os portugueses não dispunham de um sistema postal bem organizado, tendo, inclusive, que recorrer ao de nações vizinhas.

Nem a criação do Correio-Mor das Cartas do Mar, em 1673, resolveu o problema de ligação postal entre a nova terra e a metrópole. Deste modo, a dificuldade na comunicação entre Portugal e o então Brasil Colônia fez com fossem instituídos, definitiva e oficialmente em 1798, os Correios Marítimos. Anos depois surgiu a necessidade de promover a expansão dos serviços para o interior da Colônia.

A chegada da Família Real ao Novo Mundo abriu caminhos para que o serviço postal melhor se desenvolvesse com o progresso comercial advindo, a elaboração do primeiro Regulamento Postal do Brasil, o funcionamento regular dos Correios Marítimos e a emissão de novos decretos criando os Correios Interiores.

Com o retorno de D. João VI a Portugal, houve um período bastante conturbado que culminou com a independência do País em 1822, quando os Correios desempenharam importante papel, trazendo informações do Velho Mundo e aglutinando aqui as forças em prol do rompimento com Portugal.

1500

Escrita por Pero Vaz de Caminha, uma carta ao Rei de Portugal, narrando as características da terra recém-descoberta, ficou conhecida como Carta de Caminha, considerada a certidão de nascimento do Brasil, por ser o primeiro documento oficial sobre o País. Atualmente, o documento encontra-se guardado na Torre do Tombo, em Lisboa-Portugal.

1520

Luiz Homem, por carta régia de 6 de novembro, recebeu do Rei D. Manuel I o privilégio da exploração do serviço postal em Portugal, tendo sido nomeado para o cargo de primeiro Correio-Mor do Reino (1520/1532).

1532

Com a morte de Luiz Homem foi nomeado Luiz Afonso para o cargo de segundo Correio-Mor do Reino (1532/1575). No Brasil foi criada a vila que daria origem à cidade de São Vicente-SP.

1534

O Rei D. João III instituiu, nos domínios do Brasil, o regime de Capitanias Hereditárias, estabelecendo limites, jurisdições e estimulando o surgimento das primeiras povoações, origem de cidades como Olinda-PE, Ilhéus-BA, Porto Seguro-BA, Vila Velha-ES, Santo André-SP e Angra dos Reis-RJ.

1548

D. João III criou, em 17 de dezembro, o Governo-Geral do Brasil, com sede na então Capitania da Bahia.

1549

Instalada em Salvador-BA a sede do primeiro Governo-Geral do Brasil, tendo como governador Tomé de Souza. Salvador tornava-se dessa forma, a primeira capital do País.

1554

Os jesuítas fundaram, em 25 de janeiro, o Colégio São Paulo, que daria origem à cidade de São Paulo.

1565

Estácio de Sá, sobrinho de Mém de Sá, terceiro Governador-Geral do Brasil (1557/1572), fundou em 1º de março a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, que viria a se tornar a segunda capital do País.

1573

O Rei D. Sebastião dividiu o Brasil em dois governos: o do Norte, com sede em Salvador e o do Sul, com sede no Rio de Janeiro, o que perdurou até 1577, com a unificação dos governos na sede da Bahia.

1575

O Rei D. Sebastião nomeou Francisco Coelho, por carta de 20 de setembro, terceiro Correio-Mor do Reino (1575/1579).

1579

Com o falecimento de Francisco Coelho, Manoel de Gouvea, seu genro, foi nomeado, conforme disposto na Carta Régia de 27 de julho, o quarto Correio-Mor (1579/1598).

1606

Após a morte de Manoel de Gouvea (1598), o ofício de quinto Correio-Mor do Reino (1606/1607), nos termos da Carta passada aos 19 de julho, foi conferido (vendido neste caso) pelo Rei Felipe III de Espanha e, também, II de Portugal, a Luiz Gomes da Matta, após um período de oito anos em que não houvera alvará para exploração do serviço.

1607

O ofício de sexto Correio-Mor do Reino (1607/1641) foi transferido para Antônio Gomes da Matta, filho de Luiz Gomes da Matta.

1663

O dia 25 de janeiro, data da nomeação do alferes João Cavalheiro Cardozo para o cargo de Correio da Capitania do Rio de Janeiro quando então se originaram os correios-mores no Brasil é considerada a data inicial da instituição da atividade postal regular no País. Essa nomeação foi feita pelo sétimo Correio-Mor do Reino (1641/1674) e primeiro Correio-Mor das Cartas do Mar, Luiz Gomes da Matta Neto. Por essa razão, o dia 25 de janeiro é comemorado como o Dia do Carteiro.

1669

Bartolomeu Fragoso Cabral foi nomeado correio da Capitania da Bahia em 15 de maio, por Luiz Gomes da Matta Neto.

1674

Duarte de Souza Coutinho da Matta, filho de Luiz Gomes da Matta Neto foi nomeado o oitavo Correio-Mor do Reino (1674/1696) e Correio-Mor das Cartas do Mar, inclusive para o Brasil, conforme Carta Régia de 23 de fevereiro de 1962.

1696

Luiz Victório de Souza Coutinho da Matta, filho de Duarte de Souza Coutinho da Matta, foi nomeado o nono Correio-Mor (1696/1735), cabendo à sua mãe e tutora, D. Izabel Cafaro, a administração inicial dos serviços postais, uma vez que a maioridade, àquela época, só era alcançada, para fins de herança, aos 25 anos de idade. D. Izabel Cafaro foi, portanto, a primeira mulher a administrar os serviços postais que compreendiam o Brasil.

1710

Antônio Alves da Costa foi nomeado para o cargo de Correio da Capitania do Rio de Janeiro.

1735

Nomeado para o ofício de décimo Correio-Mor do Reino (1735/1790), José Antônio de Souza Coutinho da Matta, filho de Luiz Victorio, tendo ficado seu tio Tomás Cafaro, responsável pela administração dos Correios durante a sua menoridade.

1773

Foi estabelecida, em 1º de setembro, a primeira comunicação postal terrestre entre São Paulo e o Rio de Janeiro, um serviço de estafetas criado pelo governador da capitania de São Paulo e Morgado de São Mateus, D. Luís de Sousa Botelho Mourão.

1790

Nomeado 11º e último Correio-Mor (1790/1801), Manuel José da Maternidade de Souza Coutinho da Matta, filho de José Antônio, teve seu tio Duarte de Souza Coutinho como responsável pelos Correios, durante a sua menoridade.

1797

O ofício de Correio-Mor do Reino e Domínios foi extinto e reincorporado à Coroa por intermédio de Alvará de 16 de março. Com a nomeação de D. Rodrigo de Souza Coutinho, para o cargo de Ministro de Estado da Marinha e Ultramar, foi constatada a necessidade de o Estado reivindicar para a Coroa, a Administração dos Serviços Postais, tendo sido empossado como primeiro Diretor dos Correios, Luis Pinto de Souza.

1798

Pelo Alvará de 20 de Janeiro de 1798 foi instituído o processo de organização postal dos correios terrestres e estabelecida a ligação postal marítima regular entre o Brasil e Portugal (Rio de Janeiro e Lisboa, inicialmente).

Instalava-se no Rio de Janeiro a Administração do Correio, que teria funcionado no Paço Real, junto às instalações do Tribunal da Relação e da Casa da Moeda, onde eram distribuídas as cartas que chegavam de Portugal, tendo como primeiro administrador Antônio Rodrigues da Silva.

Foi regulado o serviço postal interno, iniciado com a criação da primeira agência postal brasileira do interior, na cidade de Campos-RJ.

1799

Data de 1º de abril, o Regulamento Provisional para o novo estabelecimento do Correio, instituindo administrações terrestres e ultramarinas.

O cálculo dos portes foi estabelecido com base no peso da correspondência e na distância percorrida para a entrega.

1801

Criação, no Rio de Janeiro, do serviço de Caixas Postais e instituição do serviço de Registrados para o interior. 1805 Promulgação em Lisboa, em 8 de abril, do decreto que instituía a Nova Regulação de Correiopara Portugal e colônias.

PERÍODO DA REGÊNCIA JOANINA E REINO UNIDO

O Príncipe D. João, regente do trono português, por incapacidade mental de sua mãe, D. Maria I, foi obrigado a transferir-se para o Brasil com toda a corte, por causa das Guerras Napoleônicas. No período em que aqui ficou (1808-1821) fez do Brasil sede da monarquia lusitana e estabeleceu os correios interiores do Brasil e sua ligação com o Rio de Janeiro.

1808

A Família Real Portuguesa, acompanhada de grande comitiva, chegou ao Brasil em 7 de março, e o País passou da condição de colônia à de sede do governo português, localizada no Rio de Janeiro.

Foi estabelecida, no mês de julho, a ligação marítima entre a Inglaterra e o Brasil. A partida inaugural, no dia 14 daquele mês, se deu no Porto de Falmouth com destino ao Rio de Janeiro, passando pela Ilha da Madeira, por Pernambuco e pela Bahia. Na ocasião, o navio Walsingham era comandado pelo Capitão Roberts. Isso fez com que o Brasil substituísse o antigo serviço de Correio Marítimo com a Inglaterra, até então feito com Lisboa, em face da suspensão temporária, ocasionada pela invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão Bonaparte.

O Regulamento Provisional, da Administração Geral dos Correios da Coroa e Província do Rio de Janeiro, primeiro Regulamento Postal do Brasil, foi instituído em 22 de novembro, por D. Fernando José de Portugal, Marquês de Aguiar.

1812

Expedição, em 23 de setembro, do Aviso que fixava portes e determinava a nomeação de agentes de Correios no País.

1813

Estabelecimento dos Correios interiores da Bahia e do Maranhão, em 28 de junho.

1815

Em 16 de dezembro, elevação do Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarve.

1817

Criação de um correio regular entre São Paulo e o Rio Grande do Sul, executado pelo militar José Pedro César.

1818

Aclamação de D. João VI como rei em 6 de fevereiro.

PERÍODO IMPERIAL

Durante este período, D. Pedro I reorganizou os Correios do Brasil independente e iniciou o processo de criação de administrações de correios nas províncias.

Sob D. Pedro II, as reformas postais instituíram: o pagamento prévio de franquia unificada; o lançamento dos primeiros selos postais; a criação do quadro de carteiros, de caixas de coleta e de postais e a distribuição domiciliária de correspondência na Corte e nas províncias. Foi estabelecido o serviço telegráfico, e o Brasil aderiu, por tratados, aos organismos internacionais de telecomunicações recém-criados.

1822

O mensageiro Paulo Bregaro, considerado o primeiro carteiro e o Patrono dos Carteiros no Brasil, entregou a D. Pedro I, no dia 7 de setembro, às margens do Riacho do Ipiranga, correspondência da Imperatriz Leopoldina informando sobre novas exigências de Portugal com relação ao Brasil. Ao recebê-la, D. Pedro reagiu às imposições da Corte, declarando no ato a Independência do Brasil, associando assim os Correios a este importante momento histórico do País.

1828

José Clemente Pereira, Ministro e Secretário dos Negócios do Império, apresentou a proposta de reorganização dos serviços postais, formalizada pelo Decreto de 30 de setembro.

1829

Em complemento ao Decreto do ano anterior, foi determinada por D. Pedro I, pelo Decreto de 5 de março, a unificação de todas as linhas postais então existentes numa administração geral, a Administração dos Correios bem como a criação de administrações provinciais nas capitais das províncias.

1831
Supressão do cargo de diretor-geral dos Correios (DGC), competindo a direção e a inspeção dos mesmos, na Corte, ao ministro do império; e nas províncias, aos presidentes.

1835

Adoção da entrega domiciliar de correspondência; uso de uniforme com bolsa de cartas a distribuir e outra para a introdução de cartas pelos transeuntes.

1840

Rowland Hill criou na Inglaterra o primeiro selo postal adesivo, o Penny Black, como parte da Reforma Postal Inglesa, fazendo com que o pagamento da correspondência fosse feito pelo remetente e não pelo destinatário, como ocorria até então, servindo o selo como comprovante desse pagamento.

1841

Inicío o Segundo Reinado com a coroação de D. Pedro II em 17 de julho de 1841.

1842

Reforma postal à moda inglesa, para pagamento prévio da tarifa, com a adoção do selo postal.

1843

Em 1º de agosto, emissão dos primeiros selos postais brasileiros, denominados Olhos-de-Boi, nos valores de 30, 60 e 90 réis. Por essa razão, neste dia, no Brasil, comemora-se o Dia do Selo.

1844

Criação do corpo de carteiros e o de condutores de malas, além do sistema de entrega de correspondências em domicílio.

1845

Instalação das primeiras Caixas de Coleta do Império, no Rio de Janeiro. Uma nova emissão de selos denominados "Inclinados" foi lançada.

1852

Instalação do telégrafo elétrico no Brasil. A primeira ligação oficial ocorreu entre o Quartel-General do Exército, no Rio de Janeiro, e a residência imperial da Quinta da Boa Vista.

1861

Criação da Secretaria do Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas com a qual se vinculavam os correios terrestres e marítimos. Foram promulgadas as convenções que regulamentam as trocas de correspondências com estados estrangeiros.

1865

Iniciado o Serviço de Vale Postal.

1866

Os selos passaram a representar a efígie de D. Pedro II, sendo picotados, desde então.

1872

Lançamento dos primeiros cartões postais ilustrados.

1877

Adesão do Brasil ao tratado relativo à criação da União Geral dos Correios, celebrado em Berna Suíça em 1874.

1878

Emissão do selo auriverde, primeiro selo postal em duas cores: verde e amarelo.

1879

A União Geral dos Correios, desde o Congresso de Paris, passou a se chamar União Postal Universal.

1880

Inicio do o uso de Bilhetes Postais.

1882

Edição do Guia Postal do Império do Brasil.

1888

Promulgação do último decreto imperial que promovia uma nova reforma nos serviços postais do Brasil.

 

PERÍODO REPUBLICANO

No mesmo ano da Proclamação da República, em 1889, surgiu o primeiro Museu Postal Brasileiro. Tempos depois, a Nação unia-se a outras do continente em um Congresso, formando o embrião da futura União Postal Sul Americana.

A aquisição de novas máquinas, ampliação da área de ação interna e externa, a evolução dos transportes e a implantação do Correio Aéreo marcaram esse período de notório desenvolvimento dos Correios, que puderam expandir seus serviços às populações de todas as regiões do País, contribuindo enormemente para a integração nacional.

1889

Criado o primeiro Museu Postal Brasileiro.

1890

A Repartição Postal ficou subordinada ao Ministério da Instrução Pública, Correios e Telégrafos.

1893

Criado o Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas. A ele ficaram subordinados os Correios e Telégrafos.

1900

O Brasil inicia o serviço de Encomendas Internacionais (Colis Postaux).

Emissão da primeira série de selos comemorativos, alusiva ao quarto centenário do descobrimento do Brasil.

1901

Entrada em serviço dos vales internacionais.

1907

Edição do primeiro Guia Postal.

1909

A Repartição Postal passa a ser subordinada ao Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas.

1911

Criação da União Postal Sul-americana.

Inauguração do novo serviço postal telegráfico: o Pneumático subordinado à Repartição de Telégrafos.

1917

Instituição, durante a Primeira Grande Guerra, da censura postal, a qual seria extinta em 1919.

1921

Realização do primeiro transporte de malas postais via aérea, em 1º de fevereiro.

1924

Início do o uso da máquina de franquear correspondências, fabricada pela Universal Postal Frankess, de Londres.

O serviço de Expressos Internacionais começa a ser utilizado.

1925

Transportada a primeira Mala Aérea internacional pela Compagnie Générale de Enterprises Aéronautiques (CGA). 1927

Início do transporte de correspondência via aérea regular, entre a América do Sul e a Europa. A título de experiência, em 24 de novembro desse ano, foi recebida, no Rio de Janeiro, a primeira mala aérea, vinda de Natal, conduzida pelo avião 606 da CGA.

1929

Entrada em operação do Graff Zeppelin dirigível que sobrevoava regularmente os céus do Brasil transportando, entregando e recebendo correspondências.

PERÍODO DO DCT

O Código Postal Universal, elaborado por ocasião do IX Congresso Universal em Londres em 1929, viria a legislar e apresentar soluções para os problemas postais modernos dando início a uma nova era na história dos Correios.

A chamada Revolução de 30 causou, naquele momento, alterações profundas na estrutura político-administrativa do País, o que atingiu o setor postal. Os Correios, logicamente, não ficaram indiferentes às mudanças e passaram a analisar não só a sua estruturação, mas também a evolução de seu desempenho, seus meios e a sua capacidade técnica de atender à necessidade de comunicação.

Foi então que o novo presidente, Getúlio Vargas, baixou o Decreto em 1931 pelo qual fundia a Direção-Geral dos Correios com a Repartição-Geral dos Telégrafos. Originava-se assim o Departamento de Correios e Telégrafos o DCT, subordinado ao Ministério da Viação e Obras Públicas, cuja Administração instalou-se, num primeiro momento, no antigo Paço da Praça XV de Novembro, no Rio de Janeiro, onde ficou até ser transferida, posteriormente, para Brasília em 1975.

1931

Criado o Departamento de Correios e Telégrafos, subordinado ao Ministério da Viação e Obras Públicas.

As Administrações dos Correios passam a denominar-se de Diretorias Regionais.

É criado o Correio Aéreo Militar, que deu origem ao Correio Aéreo Nacional, permitindo a remessa de correspondências a lugares quase inatingíveis do território nacional.

1934

Foi instituída a Escola de Aperfeiçoamento dos Correios e Telégrafos.

Iniciou-se o uso de máquina de triagem denominada "Transorma".

1936

Pela Lei nº. 284 de 28 de outubro, o Departamento de Correios e Telégrafos passou à subordinação do Ministério da Viação e Obras Públicas.

1941

Criação do Correio Aéreo Nacional (CAN), pela fusão do Correio Aéreo Militar (CAM) com o Correio Aéreo Naval (CAN). .

1967

O Decreto lei nº 200 institui o Ministério das Comunicações.

1968

O DCT passa a ser subordinado ao Ministério das Comunicações.

PERÍODO DA ECT

Com o desenvolvimento dos setores produtivos do Brasil tornava-se necessária a reorganização do serviço postal acerca de um modelo mais moderno que o do DCT, que não apresentava infraestrutura compatível com as necessidades dos usuários.

Nesse sentido foi criada, em 20 de março de 1969, pela Lei nº. 509, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), como Empresa pública vinculada ao Ministério das Comunicações.

O surgimento da ECT correspondia a uma nova postura por parte dos poderes públicos, com relação à importância das comunicações e, particularmente, dos serviços postais e telegráficos, para o desenvolvimento do País.

O ciclo de desenvolvimento ocorrido na década de 70 correspondeu às novas necessidades de uma clientela que, pouco a pouco, viu as distâncias serem encurtadas e percorridas graças ao serviço postal, que se estruturou e passou a desenvolver e oferecer produtos e serviços, de acordo com a realidade do mercado e as necessidades de sua clientela.

Ao mesmo tempo, nesse período a ECT consolidava seu papel como importante agente da ação social do Governo, atuando no pagamento de pensões e aposentadorias; na distribuição de livros escolares; no transporte de doações em casos de calamidade; em campanhas de aleitamento materno; no treinamento de jovens carentes e em inúmeras outras situações em que a Empresa já demonstrava sua preocupação com o bem-estar da sociedade.

Paralelamente, a partir de 1980 se intensificava a preocupação com a ação cultural e o desenvolvimento de ações voltadas à preservação do patrimônio cultural do Brasil, sobretudo no que se referia à memória postal.

1969

Iniciou-se o processo de desenvolvimento do Serviço Postal Brasileiro com a criação, em 20 de março, da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

1970

Serviço Especial de Entrega de Documentos (SEED);

Serviço de Correspondência Agrupada (SERCA), para executar o serviço de malotes com segurança e regularidade;

Substituição do transporte ferroviário pelo rodoviário fretado com o estabelecimento das Linhas Tronco (LT), que aceleraram o curso da correspondência. Essa rede de superfície era composta de: ligação entre todas as capitais (LTN); ligação entre as capitais estaduais e os centros regionais (LTR); ligação entre os centros regionais e as pequenas localidades (LTA) e linhas rodoviárias internacionais (LTI). 

Ampliação do Serviço Especial de Entrega Rápida (SEER).

1971

Conclusão da montagem do Centro de Triagem Mecanizado de São Paulo.

Criação do Centro de Triagem Marítimo de Santos, São Paulo, destinado ao tratamento das Encomendas Postais Internacionais (Colis Postaux).

Aumenta o número de agências e postos de Correios.

Instalação de agências postais móveis e ampliação do serviço de Distribuição Domiciliária.

Padronização dos envelopes, conforme recomendações da União Postal Universal.

Edição do Guia Postal Brasileiro com o Código de Endereçamento Postal representado por cinco algarismos.

Convênio com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) para a formação de técnicos especializados de nível superior, os administradores postais, bem como para a realização de outros cursos para treinamento em níveis médio e de execução.

Início da construção dos Centros de Treinamento de Recife, Bauru e Porto Alegre.

1972

Assinatura de contratos com a Sofrepost e a Somepost, com vistas a levantar os diversos problemas postais relacionados aos setores de exploração, meios a serem utilizados, organização e racionalização de serviços e avaliação das necessidades de investimento.

Início das operações internacionais de Correspondência Agrupada, na ECT, por meio de convênio com os Estados Unidos.

Inauguração, em 10 de maio, do Centro de Treinamento "Correio Paulo Bregaro", em Recife-PE. Em 1º de outubro foi criado o do Rio de Janeiro, com a ampliação e reforma da antiga Escola de Aperfeiçoamento.

Inauguração do Centro de Treinamento de Bauru, em 10 de outubro

1973

Instalação dos novos modelos de caixas de coleta , em fibra de vidro.

Inauguração do Centro de Treinamento de Porto Alegre-RS, em maio. O treinamento atingiu, nesse ano, 9.755 funcionários inscritos nos cursos de formação superior e outros.

1974

Criação de novas unidades, aumentando, assim, o número de postos de correios e balcões postais.

Início, em outubro da Rede Postal Aérea Noturna (RPN) visando atender aos padrões de qualidade estabelecidos para as cartas e outros objetos de correspondências urgentes.

Instituição do sistema de comercialização destinado a desenvolver as atividades de marketing da ECT.

Lançamento de novos produtos: Aerograma e Mensagem de Natal.

A ECT foi agraciada com o Mérito de Marketing de 1974concedido pela Associação Brasileira de Marketing (ABM).

Foram instaladas mais de 5.000 caixas de coleta nas capitais e nas cidades mais populosas, facilitando, desta forma, o acesso do usuário aos serviços postais.

Ocorreu a busca da modernização da rede de agências postais.

1975

Implantação da Assessoria de Planos e Desenvolvimento e a reestruturação do Departamento de Operações Postais.

A rede de atendimento se expandiu, com a inauguração de novas agências postais, postos de Correios e postos de vendas de selos.

Implantação do Serviço de Processamento de Dados. 
Entrada em funcionamento do sistema de Rede Interna de Comutação de Mensagens (GENTEX).

1976

Instalação dos Centros de Triagem Automática, possibilitando maior rapidez no encaminhamento de objetos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

1978

Promulgação, em 22 de junho, da Lei Postal 6.538, que unificava a legislação relativa aos Correios e Telégrafos. /p>

Criação, no dia 15 de março em Brasília, da Escola Superior de Administração Postal (ESAP).

Inauguração do Edifício-Sede da ECT em Brasília e o Centro de Triagem de Brasília, em junho.

1979

Realização, de 13 de setembro a 25 de outubro, do XVIII Congresso da União Postal Universal (UPU), na cidade do Rio de Janeiro.

1980

Inauguração do Museu Postal e Telegráfico da ECT em Brasília e do Edifício-Sede dos Correios do Rio de Janeiro.

1981

Criação do Serviço de Seguridade dos Correios (Postalis).

Inauguração do Edifício-Sede dos Correios na cidade de São Paulo e instituição do serviço de Documentos Achados e Perdidos.

1982

Implantação do Serviço de Encomenda Expressa Nacional (SEDEX) com prazo máximo de entrega de 24 horas (D+1) entre as principais capitais do País.

1983

Criação dos serviços Post-Grama, atual Faxpost, da Carta Eletrônica e do Aerograma Internacional.

1984

A ECT foi apontada como a Empresa de maior credibilidade em pesquisa realizada pelo instituto Gallup.

Eleição do Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos Adwaldo Cardoso Botto de Barros, para presidir a Secretaria-Geral da União Postal Universal (UPU).

Criação do serviço de Correio Acelerado Internacional (Express Post).

1985

Início do serviço de Correio Rural.

Implantação do Franqueamento Autorizado de Cartas (FAC).

1986

Participação da ECT no Programa de Prioridades Sociais do Governo Federal e na distribuição de livros didáticos e tíquetes de leite.

1987

O Instituto Gallup atestou, em pesquisa, o alto índice de pontualidade e qualidade atingido pelos serviços da ECT.

O Serviço Acelerado internacional passou a chamar-se Express Mail Service, atualmente conhecido pela sigla EMS.

A ECT alcançou o primeiro lugar em produtividade, conforme a Revista Exame, edição Melhores e Maiores. 
Foi criado o Telegrama Pré-datado.

1988

Criação do Comprovante de Franqueamento (CF); do serviço de Encomendas Internacionais com Declaração de Valor (Export Post) e da Caderneta de Poupança Postal.

Indicação da ECT, pela revista Exame, como a Empresa mais produtiva do setor público brasileiro, novamente.

1989

Inicio da implantação do sistema de franchising para as unidades de atendimento (agências) da ECT.

Criada a Griffe Correios.

Foram implantadas novas modalidades de SEDEX.

Reformulação da estrutura organizacional da ECT para tornar-se flexível e adaptável às necessidades da clientela, enfatizando uma postura de marketing mais agressiva visando cumprir sua meta prioritária: a satisfação do cliente.

Criação do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU). 1990

Criação da Rede Postal Fluvial da Amazônia.

Redução do número de Diretorias Regionais a vinte e três.

1992

Inauguração do Espaço Cultural dos Correios do Rio de Janeiro, durante a realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO'92-RIO).

Os Correios obtiveram 92 % de aprovação segundo pesquisa do IBOPE.

1996

Inauguração do terminal de carga da DR/Rio no Aeroporto do Galeão.

1997

Implantação do Programa de Qualidade Total, com vistas à formulação de princípios e adoção de uma nova política de gestão pela qualidade. Este Programa iniciou uma fase de mudanças na busca pela lucratividade e desenvolvimento da Empresa, pautados na plena satisfação de seus clientes internos e externos.

1998

Prêmio de Melhor Empresa de Serviços Públicos, concedido pela edição Melhores e Maiores da Revista Exame.

Início da implantação, em dezembro, do projeto de Caixas Postais Comunitárias: um novo conceito de atendimento caracterizado pela prestação de serviços básicos de interesse social, em distritos ou regiões urbanas de até 500 habitantes ou de difícil acesso.

1999

Inauguração, em 19 de março, do Centro Operacional de Recife-PE: o primeiro sistema de triagem automatizada de nova geração, garantindo maior agilidade ao trabalho de separação de encomendas e malotes.

Lançamento, no âmbito da Fenasoft em São Paulo, entre os dias 19 e 24 de julho, da agência virtual dos Correios On Lineum novo acesso aos principais serviços existentes em agências físicas como: Remessas de Cartas e Telegramas, Tabela de Preços e Tarifas, além da Busca Automática do CEP.

Inauguração, em 16 de setembro, do Terminal de Carga Aérea do Aeroporto Internacional de Brasília, constituindo a segunda maior base da Rede Postal Noturna (RPN) no País e ponto estratégico para o transporte aéreo de carga postal dos Correios.

Inauguração, em 20 de setembro, do Centro Operacional de Fortaleza-CE, concentrando, em sua área de 52 mil m², toda a estrutura de transporte e apoio, atendendo, assim, a demanda do Estado.

Implantação, em 15 de dezembro, do sistema de telefonia digital, tornando o Serviço de Telegrama Fonado ainda mais eficiente, melhorando a cobertura e a qualidade do serviço.

Inauguração, em 22 de dezembro, do Centro Operacional e Administrativo de João Pessoa-PB, registrando o esforço dos Correios em ampliar, reformar e melhorar sua estrutura física em diversos estados.

Implantação do conjunto de sistemas automatizados de triagem de objetos postais, com a inauguração, em 23 de dezembro, do Centro de Operações Postais (COP) de Benfica, no Rio de Janeiro que, na ocasião, constituía a terceira maior instalação do gênero do País e da América Latina.

Início da implantação, no primeiro semestre, do Sistema de Captação de Dados nas Agências (Scada) e do Sistema de Automação de Agências (SAA), que vieram poupar tempo para o cliente e para os Correios, simplificando rotinas e diminuindo erros operacionais.

A ECT foi agraciada com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, organizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Ministério da Cultura, em prol da preservação da cultura brasileira.

As iniciativas na área de qualidade e melhoria de desempenho garantiram aos Correios duas medalhas no Prêmio de Qualidade do Governo Federal.

Ano 2000

Inauguração, em 3 de abril, da primeira agência do Banco Postal em Sooretama-ES, e posteriormente, inauguradas unidades em Primavera e Tacaimbó-PE, estendendo, assim, a prestação de serviços bancários básicos a milhões de brasileiros que viviam à margem do sistema financeiro tradicional.

Foi realizada em Salvador-BA, entre os dias 11 e 14 de abril, a XVII Exposição Filatélica Luso-Brasileira LUBRAPEX 2000 da qual participou toda a comunidade lusófona em homenagem aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil. Na ocasião foi lançado o primeiro selo postal personalizado, com reprodução de foto. O selo podia ser utilizado para o envio de cartas nacionais e internacionais.

Inaugurado, em 12 de abril, o Centro de Memória e Cultura dos Correios no Centro Histórico do Pelourinho, em Salvador-BA, viabilizou a revelação de novos talentos artísticos, a itinerância de exposições entre os espaços culturais da ECT de todo o País e parcerias com outras instituições.

Lançamento, em 8 de maio em Pernambuco,do programa Sou Dono da Terra e do Futurocom o objetivo de desburocratizar a entrega dos títulos de domínio da terra a agricultores assentados, instituindo, desta forma, a cidadania nos assentamentos rurais.

Inauguração, em 19 de maio, do novo Centro de Operações Postais de São Paulo, o que aumentou a produtividade e a precisão nos serviços de triagem, assegurando maior agilidade, qualidade e segurança ao tratamento de objetos postais.

Inauguração, em 26 de maio, do Centro de Operações Postais de Bauru-SP cujas instalações tinham, na ocasião, capacidade para realizar o tratamento de 520 mil objetos postais por dia, alcançando 108 cidades da região com 20 linhas de transporte.

Lançamento, em 19 de junho, da Campanha Nacional Antidrogas, reafirmando o compromisso social dos Correios junto ao povo brasileiro.

Inauguração, em 10 de julho, na Agência Adolfina de Pinheiros, bairro de Pinheiros-SP, o primeiro quiosque de acesso público à Internet, constituindo mais um passo dos Correios com vistas à universalização dos serviços postais.

No mesmo dia, outros 99 quiosques passaram a funcionar em outras localidades dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, possibilitando o acesso do cidadão às informações sociais de seu interesse nas áreas de educação, saúde, previdência, etc.

O Projeto carteiro Amigo, campanha de incentivo ao aleitamento materno, lançada em 4 de outubro de 1999 no Rio de Janeiro, foi contemplado com o Prêmio TOP SOCIAL 2000 concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB).

Da mesma Associação os Correios receberam o troféu Top de Marketing 2000 pelo case Correios On Line: a agência dos Correios em sua casa. Ainda pela ADVB a ECT recebeu o prêmio Top de RH como resultado da implantação do Programa Gestão de Produtividade aplicada aos Correios.

A Quadra de selos sobre a prevenção de incêndios nas florestas tropicais recebeu em 16 de julho, da Academia Olímpica de Vicenza, na categoria Proteção Ambiental, e o Prêmio Asiago de Arte Filatélica que constitui a maior premiação mundial na área de Filatelia.

Emitida em 1999 e confeccionada em papel reciclado, a quadra apresentava o primeiro selo no mundo a possuir odor e, no caso, de madeira queimada, alertando para o problema dos incêndios em nossas florestas

2001

Inauguração, em janeiro, da agência dos Correios de Rio do Fogo-RN, concretizando-se o ideal de cobertura de 100% dos 5.561 municípios brasileiros. Nenhuma outra instituição nacional, jamais registrou algo parecido em termos de capilaridade.

Escolha do Bradesco como parceiro na implantação do atendimento bancário em agências dos Correios, o Banco Postal.

Lançamento do Serviço de Encomendas Expressas Sedex 10, que veio garantir a entrega do objeto até as 10 horas do dia útil seguinte à postagem.

Lançamento de três projetos do e-Post: os Quiosques de Acesso Público à Internet, o Endereço Eletrônico Permanente(EEP) e o Shopping Virtual dos Correios .

Implantação do Programa 5S na Administração Central e em cerca de 60% das unidades dos Correios.

Assinatura, com o Ministério da Integração Nacional, do contrato que tornariam os Correios responsáveis pelo pagamento aos beneficiários do Programa Bolsa Renda, projeto que viria socorrer famílias de municípios em estado de emergência ou de calamidade pública, devido à estiagem.

Distribuição de 110,5 milhões de livros didáticos e 4,6 milhões de dicionários a 162 mil escolas públicas do País, em benefício de 31,9 milhões de estudantes. Os Correios integram o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Encontro Internacional de Filatelia no Brasil, voltado para a promoção do intercâmbio de experiências em criação, produção e comercialização de selos postais.

Instituição do Troféu Olho-de-Boi para o vencedor do concurso de melhor selo do ano, com o intuito de destacar a cultura e a produção filatélicas no Brasil.

2002

Lançamento do Banco Postal, uma iniciativa concebida com a missão de prestar atendimento aos milhões de brasileiros excluídos do sistema financeiro tradicional.

Implantação das formas de licenciamento do Diretório Nacional de Endereços (DNE), que consistiam no fornecimento de um CD-ROM contendo banco de dados atualizado com aproximadamente 690 mil códigos de endereçamento postal (CEP) em cerca de 814 mil registros.

Lançamento do PAC, modalidade de serviço de encomenda econômica não expressa dos Correios. O novo serviço foi criado para atender às empresas que não tinham urgência em suas remessas, mas exigiam economia, segurança, regularidade e confiabilidade.

Implantação das agências dos Correios Conveniência.

Criação da Ouvidoria dos Correios, importante passo na consolidação do relacionamento cliente/empresa.

Adoção de medidas para fazer valer o princípio dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar, Reciclar). A primeira delas foi promover a coleta seletiva, que teve início na Administração Central, em Brasília-DF.

Instituição do Projeto Corporativo de Voluntariado, para estimular a participação dos empregados em ações sociais.

2003

Reestruturação do Telegrama para receber diferenciais tecnológicos significativos: as mensagens passaram a ser escritas a laser, sem palavras cortadas e com acentuação; o prazo de entrega passou a ser de no máximo duas horas e o usuário também podia optar pelo telegrama agendado, com data e hora de entrega.

Lançamento do CD-ROM e da cartilha Exporta Fácil. O material, distribuído gratuitamente, apresentava tudo que o pequeno exportador precisava saber para fazer negócios no exterior.

O apoio dos Correios ao Programa Fome Zero possibilitou a arrecadação e entrega de 615 toneladas de alimentos à população.

Lançamento do Cartório 24 Horas, uma parceria dos Correios com a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR). O Projeto centraliza, na Internet, a solicitação e emissão de certidões, com entrega dos documentos em domicílio.

Os Correios foram agraciados por emissões com várias premiações internacionais na Malásia, na Inglaterra, e na China.

Conquista do Ouro no III Festival do Anuário de Publicidade de Brasília, Categoria Web, conquistado pelo hotsite Golfinhos do Brasil.

2004

Lançamento do serviço Correios Entrega Direta, que veio introduzir um novo conceito em distribuição de publicações periódicas, tais como revistas, guias, anuários, catálogos, boletins, listas telefônicas e jornais.

Lançamento, simultâneo, do Sedex Hoje e do Sedex Mundi. O primeiro oferecendo entregas no mesmo dia da postagem e o outro, por sua vez, expandindo a atuação internacional dos Correios.

Oficialização do patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol de Salão. O acordo beneficiaria não só a seleção masculina adulta, mas se estenderia a todas as outras categorias.

Inauguração do terminal da Rede Postal Noturna (RPN), no aeroporto de Salvador-Ba nas comemorações dos 30 anos da Rede.

Lançamento da mais nova versão do Sistema de Gerenciamento

de Postagens (SIGEP), software gratuito oferecido pelos Correios aos clientes que, mediante contrato, efetuam postagens regulares e expressivas de Encomendas e de Correspondências Registradas. Lançamento do programa Importa Fácil Ciência, uma conquista dos cientistas e pesquisadores brasileiros, destinado a simplificar e baratear o processo das importações de máquinas, equipamentos e insumos para uso em pesquisas nas áreas de ciência e tecnologia.

Criação do Correio Híbrido Postal (CHP) atendimento de última geração, voltado ao mercado corporativo que movimentaria grandes volumes de postagens.

Lançamento de uma nova ferramenta de endereçamento

on-line. O Endereçador que permite a qualquer pessoa gerar etiquetas e rótulos de endereçamento padronizados. Assinatura do convênio entre os Ministérios da Saúde e das Comunicações, colocando os Correios em campanha a favor da amamentação. O Projeto carteiro Amigodisponibilizou dez mil carteiros voluntários, nas ruas de todo País, para conscientizar a população sobre os benefícios do aleitamento materno.

Premiação do site dos Correios com o recebimento do Prêmio iBest 2004 de melhor portal eletrônico do País em Serviços ao Consumidor.

Realização da Brapex, a maior mostra filatélica do País. A primeira etapa foi realizada em São Paulo e a segunda, em Curitiba, com o objetivo de difundir o selo em suas múltiplas funções: institucional, cultural e mercadológica.

2005

Inauguração do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) da Empresa, concebido para atender ao aumento do tráfego regional de objetos postais, em Aparecida de Goiânia, no estado de Goiás.

Implantação do Sistema de Automação da Rede de Atendimento (SARA) na milésima agência, em Oeiras, no Piauí. Com a instalação, a agência passou a operar com o novo sistema on-line, de forma integrada em todo o Brasil.

Inauguração, em Brasília, do Centro de Distribuição (CD) Oeste. Por meio do Programa Novo Modelo de Suprimento, os Correios centralizaram os almoxarifados regionais em dois grandes Centros de Distribuição: o de materiais de consumo e o de produtos.

2006

Assinado, no dia 22 de fevereiro, o novo Acordo de Cooperação entre os Correios e o Banco do Brasil, com o objetivo de promover a integração dos serviços Exporta Fácil, da ECT, e o Balcão de Comércio Exterior do BB,

Recebido pelos Correios, no dia 19 de dezembro, pela segunda vez, o Certificado Top Consumidor 2006 Excelência no Atendimento e Respeito ao Consumidor, oferecido pelo Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (Inec), em parceria com a revista Consumidor Teste .

2007

Inauguração, no dia 8 de maio, do Centro Operacional e Administrativo dos Correios (COA), em São José, Santa Catarina.

Aprovação, no dia 13 de agosto, da reestruturação organizacional da Administração Central da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

Concretização, no dia 13 de setembro, na 37ª Reunião de Diretoria da Empresa, da designação dos gestores para a nova estrutura organizacional da Administração Central.

Inauguração, no dia 5 de outubro, da Central Braille dos Correios, no prédio-sede da empresa em Belo Horizonte para prestar o Serviço Postal Braille para todo o Brasil.

Correios vencedores do Prêmio Padrão de Qualidade B2B categoria Governo, uma promoção da Padrão Editorial, responsável pela publicação da revista B2B Magazine. A premiação aconteceu no dia 29 de outubro, em São Paulo.

Correios vencedores do Prêmio Intangíveis Brasil PIB, na categoria Setor Serviços, no dia 30 de outubro a Empresa recebeu o prêmio em São Paulo.

Assinado, no dia 12 de novembro, entre os Correios e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, convênio de cooperação técnica para implantação do projeto Protocolo Postal, para ampliar o acesso de toda a população à Justiça Federal.

2008

Assinado pelos Correios, no dia 27 de agosto, o Protocolo Brasília, juntamente com a Caixa, Serpro, Banco do Brasil, Ministério da Ciência e Tecnologia e outros órgãos, durante a abertura do Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico 2008 (Consegi), cujo tema central foi Tecnologia Livre a Serviço da Sociedade, objetivando a adoção de padrões abertos em documentos editáveis de escritório.

Assinatura, em 11 de setembro, do acordo de cooperação técnica dos Correios com o Departamento de Polícia Federal, visando a uma atuação conjunta no combate às remessas ilegais de drogas e entorpecentes, via postal.

Fonte: www.correios.com.br

Dia do Carteiro

25 de Janeiro

História

A data resgata a memória da criação, em 25 de janeiro de 1663, do Correio-Mor no Brasil, cujo primeiro titular foi Luiz Gomes da Matta Neto, que já era o Correio-Mor do Reino, em Portugal.

Com a sua nomeação, começou a funcionar o Correio no Brasil como uma organização paraestatal e qualificada para receber e expedir toda correspondência do Reino.

Em 19 de dezembro do mesmo ano, foi nomeado para o cargo de assistente do Correio-Mor, na Capitania do Rio de Janeiro, o alferes João Cavaleiro Cardoso.

Dia do Carteiro

Vale observar que a palavra correio também significa carteiro, mensageiro, embora o serviço de carteiro, tal como conhecemos hoje, somente tenha tido início, no Brasil, no período da Regência, no século XIX.

Mesmo com a criação do Correio-Mor no Brasil Colônia, a entrega das correspondências até meados do século XIX era muito precária. As pessoas relutavam muito em pagar os serviços de correios, preferindo usar mão de obra gratuita, como os tropeiros, os bandeirantes e os escravos.

Na história postal brasileira temos um carteiro que se notabilizou: Paulo Bregaro, que levou para o príncipe D. Pedro as notícias de Portugal que ensejaram a Independência do Brasil. As palavras proferidas pelo Conselheiro José Bonifácio de Andrada e Silva, ao recomendar pressa na entrega das correspondências, ainda hoje sintetizam a mística do trabalho responsável do carteiro: "Arrebente e estafe quantos cavalos necessários, mas entregue a carta com toda a urgência" - segundo uma versão. "Se não arrebentar uma dúzia de cavalos, no caminho, nunca mais será Correio, veja o que faz!" - segundo outra versão.

Por seu feito, Paulo Bregaro é o patrono dos Correios.

Em 1835 o Correio da Corte passou a fazer a entrega de correspondência a domicílio. Até então, só tinham direito a essa concessão, pelo Regulamento de 1829, as casas comerciais e os particulares que pagassem uma contribuição anual (de 10 a 20 mil réis).

Em 1852, o telégrafo foi introduzido no Brasil e as pessoas que faziam a entrega de telegramas eram chamadas de mensageiros. carteiro era a designação privativa dos serviços dos Correios. Hoje, a palavra carteiro é utilizada, indistintamente, para a entrega de cartas e de telegramas. A Repartição Geral dos Telégrafos era separada do Departamento de Correios; somente em 1931 é que houve a fusão dos dois serviços, criando-se o Departamento de Correios e Telégrafos DCT. Em março de 1989, o antigo DCT foi transformado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT

O carteiro nos dias atuais

Chova ou faça sol, andando a pé ou utilizando veículos, o carteiro é o responsável pela entrega de objetos postais como cartas, telegramas, malotes e encomendas expressas.

Funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), eles ainda são responsáveis pela triagem, separação, classificação, registro e distribuição de correspondência e objetos postais. A triagem é feita nos centros de distribuição domiciliária ou então nas agências de correios. Carteiros titulares, posição conquistada por bom desempenho, frequência e bom rendimento, são responsáveis por determinado distrito, que compreende certas ruas dentro do bairro. ou uma área definida na zona rural. Para fazer a separação por setor, que engloba diversos distritos, é necessário conhecer bem ruas e endereços de onde trabalha.

A partir da promulgação da Constituição de 1988, as mulheres passaram a ter acesso ao cargo de carteiro, antes restrito aos homens. Hoje, cerca de 10 % dos carteiros pertence ao sexo feminino.

Entre as atividades desempenhadas pelos Carteiros, destacam- se:

Separar a correspondência por setor e por distrito, colocando cada carta ou objeto nos escaninhos correspondentes às ruas

Organizar a correspondência por ordem de entrega

Fazer a amarração, isto é, juntar as cartas de cada rua e colocá-las na sacola;

Pegar os registrados do seu distrito

Pós o término desses trabalhos preparatórios, dirigir-se ao distrito, através dos meios de transporte públicos, ou de bicicleta, ou moto, ou a pé

Fazer a distribuição da correspondência

Pegar recibo dos registrados entregues, anotar casos e motivos de devolução (mudança, endereço inexistente, destinatário desconhecido)

Após a entrega externa, retornar à base (CDD ou Agência)

Prestar contas de objetos classificados, isto é, aqueles que, ao serem entregues, demandam a assinatura do destinatário ou seu representante e anotar as correspondências que irão ser devolvidas, com os respectivos motivos da devolução.

O CARTEIRO

(Aristides Ferreira Netto IP Caraguatatuba, SP)

Sou carteiro responsável,
E disso sempre me orgulho.
Cumpro minha obrigação,
Sem fazer muito barulho!

A tarefa que me cabe,
Que faço sem discutir...
É receber um malote,
E logo distribuir.

Levo mensagens de amor,
De alegria e de prazer.
E quanta mensagem triste
Eu entrego sem saber!

Mas minha missão é nobre,
Porque une os corações,
Com palavras de conforto,
E de felicitações!

E quando chega o natal,
Levo a história de Jesus,
Escrita em lindos cartões,
Brilhantes como uma luz!

É tão linda aquela história,
Que causa grande emoção.
Quisera eu tê-la escrito,
No fundo do coração

Fonte: www.sat.org.br

Dia do Carteiro

25 de Janeiro

O Telégrafo

Samuel F. B. Morse inventou um telégrafo eletromagnético em 1832 e construiu uma versão experimental em 1835. Ele não construiu um sistema verdadeiramente prático até 1844, quando montou uma linha de Baltimore para Washington, D.C.

Dia do Carteiro
Telégrafo de Morse, 1844-45, com melhoramentos de Alfred Vail (1807-59) ao original inventado por Morse.

O telégrafo que Samuel Morse usou em sua primeira linha em 1844 era muito simples -- uma mola de aço em tira que podia ser pressionada contra um contato de metal.

Alfred Vail, sócio de Morse, desenhou este aparelho, no qual o espaçamento era mais facilmente ajustável por causa de mudanças na tensão da mola.

Foi usado na expansão do sistema telegráfico desde, talvez, o outono de of 1844 e certamente durante 1845.

Dia do Carteiro
Telégrafo de Morse patenteado em 01/05/1849 com número 6,420.

Este modelo incorpora as características básicas do receptor de 1844. Acompanhava uma requisição para uma patente, obtida em 1849, na qual ele descrevia um método para marcas pontos e traços em papel.

Dez anos depois da construção da primeira linha telegráfica, quase 37.000 km de fios atravessam os Estados Unidos.

A invenção afetou profundamente o desenvolvimento do Oeste, tornou as viagens de trem mais seguras e permitiu que homens de negócios conduzissem suas operações mais lucrativamente.

Fonte: www.if.ufrgs.br

Dia do Carteiro

25 de Janeiro

Em 25 de janeiro de 1663, foi criado o Correio-Mor no Brasil, nome dado à função de carteiro naqueles tempos.

Luiz Gomes da Matta Neto, que já atuava como Correio-Mor em Portugal, assumiu o posto no Brasil e se tornou o responsável pela troca de correspondências da Corte.

As outras pessoas que quisessem enviar correspondências, tinham de utilizar os serviços de mensageiros, viajantes (como tropeiros ou bandeirantes), ou de escravos.

Só a partir do ano de 1835, a Empresa de Correios deu início à entrega de correspondências em domicílios. E em 1852, o telégrafo foi introduzido no Brasil.

Em quase 350 anos de atividade, muita coisa se transformou. Novas formas de entrega foram sendo somadas às mais antigas.

Os "sedex" - serviços de encomenda expressa - podem entregar uma mercadoria em outro Estado até no mesmo dia.

Por outro lado, ainda há distritos onde não há atendimento domiciliar, cujos moradores resgatam suas cartas na paróquia local.

Mesmo em tempos de internet e correio eletrônico, as caixinhas de correspondência não perderam sua função.

Estão sempre abarrotadas de publicidades, periódicos e faturas, mas as vezes também nos trazem cartas de longe, de parentes ou conhecidos que ainda não usam correio eletrônico.

Precisamos dos carteiros até mesmo para recebermos encomendas de lojas virtuais.

Atualmente, 50 mil carteiros e carteiras dão conta da distribuição de aproximadamente 40 milhões de objetos diariamente, mantendo o referencial humano desta atividade que se tornou uma das de maior credibilidade junto à sociedade brasileira.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia do Carteiro

25 de Janeiro

Os passos são milhares, mas a missão é uma só: precisão!

Assim é a vida do carteiro, cujo trabalho começa cedo e pouco importa as condições do clima.

Faça chuva ou faça sol lá vai ele, pelas ruelas, pelos becos, pelas avenidas em todas as partes, levando consigo aquela sacola pesada e repleta de mensagens de todos os tipos.

Dia do Carteiro

Já foi bem mais famoso nos tempos em que não tínhamos a internet e muito menos a facilidade e o imediatismo do e-mail.

Mas continua sendo romântico mandar uma carta pelo correio, com aquele papel bem escolhido, aquelas mal traçadas linhas , aquele envelope com as cores do país e o selo postal dando o toque especial das cores.

Felicidade de quem recebe e vê a curiosidade não perder tempo em abrir o envelope e ler o que lá está escrito.

Poucos o fazem hoje mas os carteiros seguem sua rotina, de norte a sul embrenhando-se no turbilhão dos dias com esta tarefa sublime.

Cartas, carteiros e selos postais tem tudo em comum e interligam-se neste contexto fantástico que, mesmo diante da tecnologia os mantém na ativa para a felicidade de muita gente.

Em 1663 foi criada no Brasil a função de Correio-Mor, nome dado aos carteiros daqueles tempos. O patrono dos Correios é o carteiro Paulo Bregaro, que levou em 1822 ao príncipe D. Pedro I as noticias de Portugal que culminaram na Independência do Brasil.

De lá para cá, muita coisa mudou na vida dos carteiros, desde o uniforme até a inclusão de meios de transporte que garantem mais velocidade e agilidade na entrega.

Vida de carteiro não é moleza! Além do trabalho árduo, enfrentam todos os dias os cães, decididos em mostrar os dentes e muitas e muitas vezes mostrar que são afiados.

Fonte: www.jornaldocolecionador

Dia do Carteiro

25 de Janeiro

Uniforme amarelo, carregam até 15 quilos de correspondência, sol ou chuva, fugindo de cães.

Os carteiros surgiram no Brasil Colônia (1663) e, levando notícias ruins, alegrias, cartas que podem mudar uma vida, documentos que determinam o destino da Nação, fazem parte da história.

Não viajam mais uma semana em lombo de cavalo entre Rio e São Paulo, mas os dois pares de sapatos gastos durante o ano refletem hoje os quilômetros percorridos para cumprir seu papel.

Fonte: www.almanaquebrasil.com.br

Dia do Carteiro

Carteiros do Brasil

Dia do Carteiro
Estafeta - Descrição de John Mawe, viajante inglês de passagem por Minas Gerais. Cerca de 1817.

Referências históricas

A data resgata a memória da criação em 25 de janeiro de 1663 do Correio-Mor no Brasil, cujo primeiro titular foi Luiz Gomes da Matta Neto, que já era o Correio-Mor do Reino, em Portugal. Com a sua nomeação, começou a funcionar o Correio no Brasil como uma organização paraestatal e qualificado para receber e expedir toda correspondência do Reino. Em 19 de dezembro do mesmo ano, foi nomeado para o cargo de assistente do Correio-Mor na Capitania do Rio de Janeiro o alferes João Cavaleiro Cardoso.

Vale observar que a palavra correio também significa carteiro, mensageiro, embora o serviço de carteiro, tal como conhecemos hoje, somente tenha tido início, no Brasil, no período da Regência, no século XIX.

Mesmo com a criação do Correio-Mor no Brasil Colônia, a entrega das correspondências até meados do século XIX era muito precária. As pessoas relutavam muito em pagar os serviços de correios, preferindo usar mão de obra gratuita, como os tropeiros, os bandeirantes e escravos.

Dia do Carteiro

Na história postal brasileira temos um carteiro que se notabilizou: Paulo Bregaro, que levou para o príncipe D. Pedro as notícias de Portugal que ensejaram a Independência do Brasil.

As palavras proferidas pelo Conselheiro José Bonifácio de Andrada e Silva, ao recomendar pressa na entrega das correspondências, ainda hoje sintetizam a mística do trabalho responsável do carteiro: "Arrebente e estafe quantos cavalos necessários, mas entregue a carta com toda a urgência" - segundo uma versão. "Se não arrebentar uma dúzia de cavalos, no caminho, nunca mais será correio; veja o que faz!" - segundo outra.

Por seu feito, Paulo Bregaro é o patrono dos Correios.

Dia do Carteiro
Tropeiro - Primeiro entregador de correspondência que o Brasil conheceu,desde o século XVI até meados do século XIX quando foi instituída a profissão de carteiro.

Em 1835 o Correio da Corte passou a fazer a entrega de correspondência a domicílio. Até então, só tinham direito a essa concessão, pelo Regulamento de 1829, as casas comerciais e os particulares que pagassem uma contribuição anual (de 10 a 20 mil réis).

Em 1852, o telégrafo foi introduzido no Brasil e as pessoas que faziam a entrega de telegramas eram chamadas de mensageiros. carteiro é a designação privativa dos serviços dos Correios. Hoje, a palavra carteiro é utilizada indistintamente para a entrega de cartas e de telegramas.

Dia do Carteiro
Carteiro da Corte - Administração dos Correios, 1849. Praça Tiradentes, Rio/RJ - Reconstituição de época.

A Repartição Geral dos Telégrafos era separada do Departamento de Correios; somente em 1931 é que houve a fusão dos dois serviços, criando-se o Departamento de Correios e Telégrafos - DCT.

Em 20 de março de 1969, o antigo DCT foi transformado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT.

O carteiro no Brasil

No Brasil, a profissão de carteiro confunde-se com inúmeras outras e teve uma historia cheia de perigos e aventuras.

Nossos primeiros carteiros foram os tropeiros, e nosso primeiro meio de transporte terrestre o burro. Além dos tropeiros, qualquer viajante, marinheiro, almocreve ou comerciante que embarcasse em lancha, canoa, sumaca, transportava também, por favor, correspondência.

Um segundo tipo de transportador de correspondência existiu, também, nos primeiros tempos de nossa colonização: os  próprios ou positivos , empregados das grandes fazendas e engenhos, e que segundo Rodolfo Garcia, ainda se ocupam desse mister nos nossos dias.

Por fim, o terceiro tipo de mensageiro, o mais comum e duradouro: o negro escravo, mensageiro gratuito, eficiente, dócil, quase sempre fiel, e a esperta mucama, confidente de namorados inocentes e romances proibidos.

Luchock, durante sua visita ao Brasil, viu com seus próprios olhos, em 1817, no registro de Matias Barbosa, a chegada da  mala postal do Rio: um negro carregando às costas um saco de algodão.

Seu uniforme consistia numa calça justa comum, cobrindo apenas os joelhos, uma jaqueta, e um grande chapéu tricórnio, trapos herdados de seu amo e senhor. John Mawe, outro viajante, mais ou menos na mesma época, presenciou cena semelhante. Segundo sua descrição, esses escravos-carteiros podiam cobrir setecentas milhas de terreno acidentado em 12 dias.

Outras pessoas ilustres que visitaram o Brasil em meados do século XIX, R. Walsh, Kidder e Fletcher confirmam também essas afirmações que, de outro modo, poderiam parecer fantásticas, quando sabemos que, no ano de 1663, em 06 de junho, Portugal já designara para o Brasil, com sede na Bahia, o nosso primeiro correio-mor, Bartolomeu Fragoso do Amaral, medida complementada quando, em 19 de dezembro do mesmo ano, outro correio-mor foi mandado servir no Rio de Janeiro, o alferes João Carvalheiro Cardoso.

Ainda mais estranha parece essa sobrevivência de tempos primitivos, quando em várias regiões, em São Mateus, São Paulo, por exemplo, já havia um sistema rudimentar de correios unindo essa província à Corte por meio de mensageiros a cavalo, trocando de montaria em diversas estações de muda, e, não se pode esquecer que, em 1798, havia sido criado o correio oficial terrestre, os  Correios da Terra entre Minas, São Paulo e Rio.

Na verdade, havia uma resistência generalizada à idéia de utilização de correios oficiais pagos, quando o serviço estava sendo executado satisfatoriamente para a época por mensageiros gratuitos, isto é, por criados e por escravos.

Em 1808, aconteceu o inesperado: a corte de Portugal transferiu-se para o Brasil. O desenvolvimento econômico que se seguiu foi assombroso. Ora, progresso exige comunicações eficientes e rápidas. Uma das medidas administrativas de D. João Regente veio atingir em cheio o serviço de correios no Brasil: o estabelecimento do serviço postal na Corte, serviço que passou a ser executado, conforme o Regulamento Provisional, aprovado pela Decisão nr 53, de 22 de novembro de 1808, por um único correio , cujo encargo era a entrega de ofícios dirigidos às autoridades do Estado e Tribunais, assim como das cartas retardadas da administração. Em 1817, pelo aviso nr 9, de 19 de abril, esse mensageiro civil passou a substituir, também, as ordenanças que serviam às ordens das Secretarias de Estado da Marinha e da Guerra. Logo depois, para cada uma das Secretarias de Estado do Império foram criados quatro cargos de correio a cavalo.

O patrono dos nossos carteiros, Paulo Bregaro, mensageiro da Corte junto a D. Pedro às margens do Ipiranga, provavelmente ocupava um dos cargos acima descritos.

Em 1829, novo regulamento ampliou o quadro dos carteiros do Rio, incluindo dois para entrega de cartas particulares. No ano seguinte, a Província da Bahia tomou decisão semelhante, que logo foi imitada pelas províncias de Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina, São Pedro do Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas e Paraíba.

Logo após apareceram os primeiros correios no Rio Grande do Norte e em Sergipe; em 1832, em Goiás, Espírito Santo, e assim por diante. Em meados do século XIX, em quase todo o Brasil já havia mensageiros oficiais nas sedes das províncias, entregando correspondências nas repartições públicas e a alguns assinantes que se dispunham a pagar por esse serviço.

Os correios usavam uniformes e traziam consigo duas bolsas: uma, à cintura, contendo as cartas a serem distribuídas, e outra, a tiracolo, fechada, e dotada de um orifício onde os usuários podiam introduzir as cartas que desejassem remeter.

Faziam os percursos anunciando sua presença pelo som de uma campainha; iniciavam o serviço às 08 da manhã e efetuavam, ainda uma segunda entrega na parte da tarde, às três horas.

A denominação carteiro foi usada pela primeira vez oficialmente no Decreto 255 de 29 de novembro de 1842, instrumento legal que detalhava seus deveres, previa punição para os relapsos, sem esquecer, porém, de prever a perda do direito ao serviço de entrega postal a toda pessoa que maltratasse o seu carteiro.

O serviço de distribuição domiciliário foi assim, aos poucos, se desenvolvendo, deixando de ser pago pelos assinantes para tornar-se gratuito a todos os que habitassem, primeiro o perímetro urbano do Rio, e, posteriormente, também, a zona rural. Em 1857, o serviço passou a ser feito com muita regularidade, por oito carteiros especiais, a pé e a cavalo (para a zona rural).

No decorrer de toda a segunda metade do século XIX, diversas leis foram baixadas no sentido de melhorar as condições de trabalho dos carteiros e aumentar seus parcos vencimentos.

Ao mesmo tempo, tentava-se exigir deles um padrão razoável de competência e conduta. O emprego passou a ser preenchido por concurso, constando como pré-requisito um atestado de bons antecedentes firmado por pároco de freguesia ou autoridade policial. Os concursos constavam de provas de leitura, escrita e aritmética elementar.

Durante o trabalho, o carteiro não podia fumar, nem conversar com amigos na rua, nem entrar em sua própria casa, mesmo que estivesse situada dentro de sua zona de distribuição.

Além disso, devia ser urbano e atencioso para com o público. Seja em virtude dessas exigências que restringiam o acesso ao cargo apenas a pessoas de um certo nível, ou pela própria natureza simpática de sua missão, os carteiros passaram a gozar de estima geral.

A partir de 1932, quando os serviços de correios se fundiram com os serviços telegráficos sob a direção de uma única estrutura administrativa o Departamento dos Correios e Telégrafos (D.C.T.) uma nova classe de portadores de correspondência foi acrescentada à dos carteiros: os mensageiros encarregados da entrega de telegramas. A partir também dessa época, o Brasil entrou em acelerado processo de crescimento industrial e populacional.

As pesadas tarefas dos carteiros e mensageiros tornaram-se ainda mais difíceis e cansativas, tendo em vista que os meios de transporte não conseguiam acompanhar o ritmo de desenvolvimento geral do país de modo a atingir todos os novos núcleos populacionais que surgiam, não só em torno das grandes cidades, porém até mesmo nas mais longínquas fronteiras.

Uma única medida foi tomada para aliviar-lhes à canseira: os antigos uniformes, de pano grosso e escuro, foram substituídos pela sarja de algodão de cor clara, mais leve e mais apropriada ao clima do país.

Fatigados embora, e de certo modo negligenciados no que dizia respeito à recompensa financeira pelos serviços dobrados, ainda assim os entregadores de correspondência continuaram a fazer jus à simpatia e ao respeito da população brasileira, à qual nunca faltaram, sempre prontos a levar suas mensagens até os confins do território nacional.

A criação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos em 1969, em substituição ao organismo oficial e burocrático do D.C.T., veio a tempo para redimir a classe dos carteiros e mensageiros, restabelecendo critérios e pré-requisitos para a admissão de novos entregadores, dando-lhes melhores salários, treinamento eficiente e uniformes ainda mais adequados à sua função e meio ambiente.

Fonte: www.marcoslacerdapb.hpg.ig.com.br

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