A história conta que um jovem padre italiano fazia acrobacias, malabarismos e mágicas antes de suas missas para atrair os fiéis. Sua irreverência surtiu efeito e ele foi ficando mais e mais conhecido.
Dom Bosco faleceu em 31 de janeiro de 1888 e, em sua homenagem, a data foi adotada como o Dia Internacional do Mágico.
Segundo o mágico Fernando Árias, os tipos de mágica podem ser comparados à medicina, ou seja, existem várias especialidades em que um profissional da área pode aprofundar seus conhecimentos.
"Há o mágico infantil, o que dá palestras motivacionais em empresas, o que faz a cartomagia - exclusivamente com cartas de baralho - e o close-up, que fica bem perto e interage com o espectador, entre outros", diz.
Árias frisa que um mágico é bem diferente de um ilusionista. Enquanto o primeiro faz seus números sozinho, apenas com o que tem disponível no momento, o outro requer equipamentos e um grupo de pessoas para elaborar um show.
Um exemplo de ilusionista é o americano David Blaine, que já realizou as façanhas de ser enterrado vivo por sete dias e ficar 60 horas pendurado por um cabo de cabeça para baixo.

Mágicos no cinema
No filme "O Ilusionista", Edward Norton interpreta Eisenheim, rapaz no início do século XX que se apaixona por Sophie (Jessica Biel), uma mulher da nobreza da cidade de Viena, na Áustria. O amor deles é proibido e ele é mandado para longe. Tempos depois ele volta à cidade como um famoso mágico, mas Sophie está noiva de um membro da realeza. Eisenheim então usa seu poder para libertá-la do casamento e com isso causa grandes problemas. O final é surpreendente e tira o fôlego de todos que assistem ao filme.
Em "O Grande Truque", a trama se passa em Londres no fim do século XIX. Robert Angier (Hugh Jackman), e sua esposa Julia são amigos e assistentes do mágico Alfred Borden (Christian Bale). Julia more acidentalmente durante um número e Robert culpa Alfred pelo ocorrido. Logo, eles se tornam mágicos famosos - e inimigos, a ponto de um sabotar a performance do outro no palco.
Mágicos famosos
Harry Houdini é o nome artístico de um dos maiores ilusionistas dos Estados Unidos. Nascido em 1874, começou a fazer números simples de mágica ainda na juventude. Primeiramente se interessou por algemas, e logo as incluiu em seu repertório. O ilusionista oferecia recompensas àqueles que conseguissem prendê-lo, fosse com algemas ou com outros objetos.
Houdini escapava de algemas, camisas de força, celas de cadeia, caixas de madeira, entre outros. Na maioria das fugas, após exames posteriores, nunca foi encontrado traço de como ele conseguia se soltar.
Após uma apresentação, o ilusionista recebeu a visita de um rapaz que lhe perguntou se aguentaria murros no estômago, como ele havia ouvido falar. Antes que Houdini pudesse se preparar, o rapaz o golpeou e rompeu seu apêndice, o levando a morrer quase uma semana depois.
Já Mister M ficou conhecido no Brasil em por conta de um quadro do programa "Fantástico" (TV Globo), em 1999. Escondido por uma máscara, ele revelava segredos de vários truques de mágica e criava polêmica entre os profissionais do ramo. Mais tarde, acabou revelando seu rosto, mas não fez o mesmo sucesso de antes.
Fonte: www.dgabc.com.br
O Dia Mundial do mágico é comemorado a 31 de janeiro, em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, que faleceu nesta data, em 1888, e a Trensurb vai homenagear estes profissionais com uma programação especial, que começa às 9h30min, na Estação Mercado.
Através de uma parceria com a Associação dos Mágicos do RS (AMA), o Setor de Relações Comunitárias (Serel) da empresa organizou uma viagem mágica para os usuários do metrô, até Canoas, ida e volta.
Dois mágicos e um ilusionista (o ilusionista Lúcio Alves e os mágicos Mr. Jean e Mr. Hector) farão apresentações, interagindo com os usuários, mostrando alguns de seus truques durante o trajeto.
Quando era menino, João Bosco ajudava nas despesas de casa trabalhando com acrobacias, malabarismos e mágica.
Depois das apresentações, ele sempre fazia orações.
Mas o encanto desta arte está também nos artistas que realizam a magia no dia-a-dia, fazendo objetos sumirem e reaparecerem na sua mão, ou entortando colheres à distância.
Ao longo do tempo, o conceito de magia foi evoluindo.
Esta arte, que já foi chamada de escapismo, é usada hoje, basicamente, como entretenimento.
Ela cria ilusões que surpreendem, sobretudo, porque o mágico faz algo que escapa à lógica comum, como se tivesse poderes sobrenaturais.
Fonte: www.trensurb.com.br