Dia da Criação da Primeira Tipografia no Brasil (Página 2)
Dia da Criação da Primeira Tipografia no Brasil


4 de Janeiro

O homem lança seus primeiros registros...

Desde a pré-história, o homem sente necessidade de expressar seus pensamentos, bem como busca uma maneira de registrar seus conhecimentos de forma duradoura.

Nossos antepassados do período paleolítico deixaram registrados nas paredes rochosas das cavernas ou dos penhascos pinturas e desenhos de seres humanos e animais como o bisão, o mamute e o cavalo selvagem. Esses primeiros registros lineares introduziram no mundo o primeiro passo para a escrita.

O homem utilizou diversos materiais como suporte para registrar seus conhecimentos. Os antigos grupos humanos, acostumados ao emprego de pictogravuras, compreenderam a vantagem de associar símbolos a objetos ou idéias. Assim, esses desenhos tornaram-se, aos poucos, ideogramas e estes por sua vez, escrita fonética.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento é a cuneiforme, derivada da palavra “cuneu” e proveniente da Mesopotâmia. Para escrever, utilizavam-se placas de argila ainda moles, e, com um estilete, faziam-se marcas em forma de cunha. Após concluir a escrita, a placa era cozida até ficar tão dura como um tijolo.

E busca inspiração na natureza...

Os egípcios e todo o antigo mundo mediterrâneo usaram o papiro como suporte para a escrita durante uns cinqüenta séculos. Os mestres do ensino, os escribas, utilizavam-se largamente desse material, obtido a partir da planta “Cyperus papyrus”, que proliferava nas margens do rio Nilo.

A fragilidade do papiro e a proibição de sua exportação provocaram a descoberta de outros materiais. Não tardou para que surgisse o pergaminho, que começou a ser usado 500 anos antes de Cristo. Era fabricado a partir de peles de diversos animais, principalmente carneiros, bezerros e cabras.

O aparecimento do pergaminho trouxe um avanço significativo: as folhas podiam ser dobradas e costuradas, formando um códex, ancestral dos livros atuais e constituído de folhas sobrepostas e unidas umas às outras. Até hoje é considerado um material resistente, sendo, inclusive, utilizado em documentos oficiais.

Por meio de diversos suportes...

Antes do aparecimento do papel, os materiais têxteis também serviram a diversos povos. Os chineses usavam a seda; os egípcios e os antigos romanos, o linho. Os romanos também usaram placas de madeira ou marfim revestidas com uma camada de cera enegrecida. Com um instrumento de extremidade aguda, riscavam-se as letras fazendo-se marcas na cera. Algumas vezes, juntavam-se duas, três ou mais dessas placas para se fazer os protótipos das páginas dos livros.

Talvez o mais estranho de todos os materiais de escrita sejam as tiras de folhas de palmeira usadas em algumas partes da Índia, Birmânia e Sião. Nelas, a escrita também era feita com instrumento pontiagudo. As tiras eram ligadas por corda e formavam um leque.

As particularidades de cada material utilizado como suporte da escrita influenciaram profundamente na forma dos caracteres das letras: a maneira brusca de abrir a escrita cuneiforme na argila mole; as pinceladas largas e de gracioso sombreado dos antigos calígrafos egípcios e dos chineses e japoneses de hoje; o movimento fácil, fluente e corrente da pena na superfície macia do pergaminho ou do papel

E crava as primeiras letras...

Desde o início, os sistemas de escrita tendiam a se tornar fonéticos. Para a escrita ser verdadeiramente útil à humanidade era necessário que os sistemas complicados dos fonogramas se simplificassem. Por meio de um processo lento de evolução da antiga arte de escrever, surgem caracteres gravados que constituem o que chamamos hoje de alfabeto.

O alfabeto, tal como o conhecemos, veio da Grécia Antiga, onde foi levado pelos fenícios, que faziam exploração mercantil na região mediterrânea. Inicialmente as formas das letras modificavam-se de lugar para lugar e de tempos em tempos, até que a invenção da imprensa as fixou nas formas atuais.

A mais antiga inscrição fenícia conhecida mostra o alfabeto num estado já bem desenvolvido, o que dá a impressão de que já era usado há muito tempo.

O alfabeto fenício, quando foi introduzido na Grécia, era quase puramente consonântico. Os gregos acrescentaram caracteres, fazendo figurar sons e sinais vocálicos combinados aos pares, para formar os ditongos. O alfabeto grego introduzido na Itália se tornou o precursor do que utilizamos atualmente.

E faz do papel uma invenção única...

Os livros mais antigos eram impressos em pergaminho, mas foi o papel que deu impulso à tipografia. O papel como substituto do pergaminho começou a ser usado na Europa cerca de três séculos antes de se fundirem os primeiros tipos de metal.

A primeira referência sobre a sua fabricação data do ano 105 da era cristã: o funcionário imperial T'sai Lun apresentou a novidade ao imperador chinês Ho Ti.

Os chineses guardaram em segredo o processo de fabricação do papel, só revelando-o forçadamente aos conquistadores mongóis no século VIII. Esses conquistadores transmitiram o conhecimento aos persas, que, por sua vez, o repassaram aos árabes e, esses, aos espanhóis.

Ao ser introduzido na Europa por volta do séc. XII, encontrou diversos obstáculos: a demanda era baixa, pois o pergaminho produzido era satisfatório; a educação estava atrasada, poucos sabiam ler e devido a sua origem muçulmana, não teve a simpatia da Igreja. Somente com o aparecimento da imprensa no séc. XV, começou a ser utilizado em larga escala.

A história que então se inicia não é mais apenas a da escrita, mas a da tipografia.

Escreve livros de próprio punho...

Muitos livros foram laboriosamente copiados por escribas, os quais conservaram o que possuímos da história e da literatura da antiguidade.

Durante a chamada “idade das trevas”, os homens que preferiam a vida tranqüila do estudo refugiaram-se na Igreja e dedicaram-se à feitura de livros. Os conventos e outros lugares eclesiásticos chamaram a si a tarefa de fazer cópias de livros para enriquecimento das suas bibliotecas e para uso da comunidade. Os métodos dos escribas monásticos diferiam segundo a época e o lugar; mas, em geral, eram centralizados no scriptorium ou “escritório” do mosteiro.

Os textos primitivos eram simples, mas, quando a procura pelos livros aumentou, foi utilizada uma técnica para torná-los mais atraentes: a iluminura. No século XII, manuscritos inteiros eram caligrafados com ouro ou prata aplicados em folha brunida. As letras iniciais de novas frases eram maiores e floreadas, as margens eram decoradas com desenhos, e a primeira página do texto era também enriquecida com cercaduras floridas e coloridas.

Os manuscritos, assim como grande parte dos livros impressos no séc. XV, não faziam qualquer indicação sobre autor, produção, lugar ou data de edição.

Da China, surge os livros xilografados....

A invenção chinesa de tipos separados antecedeu as experiências de Gutenberg em mais de quatrocentos anos. O inventor foi Pi Shêng por volta do ano 1040 da era cristã. Os tipos eram feitos inicialmente de argila cozida, passando à madeira e por fim, ao bronze. Contudo, esses tipos móveis chineses ficaram restritos à impressão tabulária.

Nos livros de impressão tabulária, o impressor aplicava as folhas de papel sobre uma matriz de madeira entintada e encavada com imagens, textos ou ambos, obtendo assim, um grande número de cópias. Caso fosse necessária a correção do texto era preciso confeccionar nova matriz.

As primeiras xilogravuras aparecem num livro impresso em Roma, no ano de 1467. O objetivo era popularizar as histórias ou ensinamentos da Bíblia de maneira artística para que as pessoas que não soubessem ler tivessem acesso à doutrina cristã.

Até a chegada de Gutenberg

Embora no oriente se tivesse feito muita coisa no campo da impressão tabulária e da impressão com caracteres móveis, as invenções chinesas não tiveram qualquer influência na criação de tipos móveis na Europa, onde a descoberta da imprensa tipográfica abriu uma nova era na história intelectual da humanidade.

A verdadeira essência da invenção européia na tipografia surgiu em meados do séc. XV, época de transição e confusão. O método europeu de impressão consistiu em utilizar tipos móveis de metais, fundidos em matrizes, em quantidades desejadas e por um preço razoável.

O mérito da descoberta da tipografia é atribuído a Johann Gutenberg por volta do ano de 1450, mas é provável que ele já a tivesse descoberto antes do ano de 1448. A obra “A Bíblia de Gutenberg” é considerada o primeiro volume impresso da Europa.

A introdução da tipografia no Brasil foi tardia, devido ao temor das autoridades portuguesas sobre os efeitos políticos de tal inovação técnica. Somente com a chegada da família real é que a tipografia se radicou de vez no Brasil, com a Impressão Régia na cidade do Rio de Janeiro, conforme o diploma de 13 de maio de 1808, assinado pelo príncipe regente.

Fonte: www.fespsp.org.br

Dia da Criação da Primeira Tipografia no Brasil


4 de Janeiro

Tipografia é a impressão dos tipos. Está morrendo com o computador. Tipologia é o estudo da formação dos tipos. Cresce a cada dia. Mas no final, a nomenclatura usada é tipografia. Como fonte (família do tipo) é tipo, atualmente.

1. História da Tipografia

Assim como as roupas são reflexos de tendências e comportamentos de uma época, podemos dizer que a tipografia, desde a invenção da escrita cuneiforme pelos sumérios em 3150 a.C até a impressão de tipos móveis por Gutenberg em 1450, sempre acompanhou a urgência do homem como meio de diferentes expressões culturais e implementou as trocas comerciais. Como exemplo, pode-se afirmar que, a partir da Revolução Industrial, a tipografia passou a ter um foco mais comercial, que foi fundamental para o desenvolvimento da propaganda. Além disso, ao aliar estética e espírito crítico teve influência decisiva em movimentos artísticos como o Dadaísmo, Futurismo, Construtivismo e a Bauhaus. A partir da década de 70, com o advento do computador, iniciou-se outra revolução considerada chave para entender a sociedade de informação em que vivemos hoje: o processamento de informações por bits e o desenvolvimento do Desktop Publishing , inovações estas que são a base da tipologia digital da atualidade.

2.Elementos da tipologia

Os elementos tipográficos podem ser divididos em:

Linha de Base (baseline)
Linha Central (meanline ou midline)
Ascendente (ascender)
Descendente (descender)
Letra Caixa Alta (upper-case)
Letra Caixa-baixa (lower-case)
Altura de x (x-height)
Cabeça ou Ápice (apex)
Serifa (serif)
Barriga ou Pança (bowl)
Haste ou Fuste (stem)
Montante ou Trave (diagonal stroke)
Base ou Pé (foot)
Barra (bar)
Bojo (counter)

3. Tipo metálico

O tipo metálico pode ser dividido nas seguintes partes:

Olho
Corpo
Espessura
Rebaixo do olho
Guia
Ponte ou Costela
Cabeça
Altura
Ombro
Alinhamento

4. Classificação dos tipos

A tendência tipológica é sempre a simplificação, buscando a maior legibilidade. O coerente espacejamento óptico também é muito importante para um visual agradável dos textos. Baseados em estudos feitos por Francis Thibedeau, em meados do século XVIII, na França, foi estabelecido as principais família de letras de imprensa.

São elas:

Romana antiga

Criada pelos franceses no século XVIII, inspirada na escrita monumental romana, proporciona ao leitor um inconsciente descanso visual, alcançando o maior grau de visibilidade de todas as famílias.

Romana moderna

Criada pelos italianos no século XVIII, apresenta uma evolução dos romanos clássicos, Esteticamente agradáveis, trouxeram sensível melhora na legibilidade das letras.

Egípcia ou Serifa Grossa

Criada com o advento da revolução industrial, no século XVIII, tem como característica estrutural uma certa uniformidade nas hastes e serifas retangulares.

Lapidária ou Sem Serifa

Criada na Alemanha no século XIX, possui caracteres com poucas variações em suas hastes, cujos arremates não possuem serifas. Indicada para a confecção de hastes e embalagens, mas desaconselhável para textos longos.

Cursiva

São as letras que não se encaixam em nenhuma das famílias já vistas. Elas têm hastes e serifas livres, o que as tornam as mais ilegíveis de todas, limitando seu uso a destaques, com número limitado de toques.

5. Medidas tipográficas

Há dois sistemas básicos de medidas tipográficas utilizados no Brasil : o Didot e o anglo-americano.

O sistema Didot tem como unidades básicas o cícero e o ponto. Um cícero equivale a 12 pontos, que medem cerca de 4,512 milímetros. O sistema anglo-americano tem como sistemas a paica e o ponto. Uma paica equivale a 11,33 pontos do sistema Didot.

O sistema anglo-americano é muito utilizado nas máquinas de fotocomposição deorigem americana e o Didot usado na composição em linotipo.

6. Espaçamento entre palavras

É feito mecanicamente, inserindo-se peças de metal entre as palavras, chamadas de espaços ou quadratins. Os espaços são mais baixos que a superfície impressora dos tipos, não entrando em contato direto com o papel e, portanto, não imprimindo. O quadratim está relacionados com o tamanho da letra M, que é o quadrado do corpo. Um espaçamento normal entre palavras tem1/3 do quadratim.

7. Espaçamento entre letras

É feito com materiais muito finos. A maioria das fontes tem espaços de 1 ponto (feitos de bronze), que podem ser utilizados isoladamente ou em grupos. Há ainda espaços feitos de papel.

Em computação gráfica, pode se dar pelo tracking - espaçamento normal, entre as letras; ou pelo kerning - espaçamento entre combinações de letras, geralmente entre o i (a letra mais fina) e o M ( a mais grossa).

8. Entrelinhamento (leading)

Para variar o espaço entre as linhas colocam-se placas de metal de diferentes espessuras entre elas. As placas de metal - as entrelinhas -são medidas em pontos. As mais comuns têm de 1 a 4 pontos. As entrelinhas com 6pontos ou mais são chamadas lingotes e têm 6, 12, 24 e 36 pontos. As entrelinhase lingotes também são mais baixos que os tipos, não sendo imprimidos. Acomposição feita sem entrelinhamento é chamada composição cerrada ou cheia.

9. Alinhamento

Há cinco maneiras básicas de organizar as linhas de composição em uma página:

1) Justificada

Todas as linhas têm o mesmo comprimento e são alinhadas tanto à esquerda quanto à direita.

2) Não-justificada à direita

As linhas têm diferentes comprimentos e são todas alinhadas à esquerda e irregulares à direita.

3) Não-justificada à esquerda

As linhas têm diferentes comprimentos e são alinhadas à direita e irregulares à esquerda.

4) Centralizada

As linhas têm tamanho desigual, com ambos os lados irregulares.

5) Assimétrica

Um arranjo sem padrão previsível na colocação das linhas.

10. Legibilidade

Vários fatores influenciam na legibilidade de um determinado tipo, e desta forma em todo o texto.

Espaçamento entre as letras e seus contornos internos (determinam a densidade de um tipo e da composição resultante).

Contraste dos traços e suas formas

Todas essas características são fundamentais na escolha de uma certa fonte, isto é, o conjunto de tipos alfanuméricos com traços comuns em seus desenhos.

Há vários formatos comuns de tipo, e a principal classificação feita é pelo modelo de serifas usadas nas fontes. De maneira geral, as serifas, que são as curvas ou traços colocados nas extremidades de um caractere, facilitam a leitura, pois fazem o texto parecer contínuo aos olhos. Os tipos romanos, transformados em metal no século 14 por Adolph Rush e aperfeiçoados pelo francês Nicolas Jenson, caracterizam-se pelas serifas arredondadas e traços de espessuras diferentes. De leitura fácil, mesmo em corpos (ou tamanhos) pequenos- mas com relativamente baixo impacto visual - , tornaram-se um padrão tão forte desde sua invenção que hoje são dispensados apenas quando se pretende chamar a atenção em títulos, rótulos e congêneres. Os tipos egípcios, caracterizados pelas serifas quadradas, apresentam traços uniformes e, comumente, são monoespaçados. Um exemplo de fonte com essas características é a conhecida Courier, e também vários tipos usados em máquinas de escrever, como Delegate. Outro formato comum de tipos é o sem serifa, ou os tipos bastão, com traços também uniformes e, normalmente, retos e com espaços e tamanhos variáveis entre as letras. Um exemplo comum é a fonte Arial, e algumas variações como Helvetica.

Apresentam bom impacto visual, mas a leitura em corpos pequenos e caixa baixa pode ser prejudicada. São tipos adequados para títulos e placas, onde a composição é feita com corpos maiores e a leitura rápida é desejada.

As letras script, ou cursivas, imitam as letras manuscritas e podem ter vários formatos e formas - assim, a definição desses tipos é a mais genérica. As serifas são naturais e emendam as letras, umas nas outras, e os traços são bem contrastantes e diferentes. Podem formar belos efeitos visuais em decorações, mas é preciso usar corpos um pouco maiores para facilitar a leitura. Não são fontes que podem ser usadas em grandes blocos de texto, como esse, pois o efeito não é exatamente agradável. Existem ainda os tipos mistos, com desenho artístico, que podem ser usados apenas em mensagens rápidas, marcas, títulos e similares. Têm várias formas diferentes, e misturam características de outros tipos, com traços e pesos indefiníveis.

Outros critérios que influenciam na classificação e na escolha dos tipos para uma determinada composição são:

a força dos traços e a posição
inclinação das letras (redondo, negrito, fraco, itálico)
largura dos caracteres (expandido, condensado, normal, estreito).

Fatores externos aos tipos em si também devem ser levados em conta na escolha das fontes, como a cor dos caracteres, a cor do papel ou do fundo - o que pode exigir tipos mais fortes ou com maior corpo -, e o tipo de impressão ou de suporte utilizado, que pode impedir o uso de corpos menores ou com traços fortes e próximos.

11. Combinando tipos

Deve-se Ter em mente um princípio básico de design gráfico: não há certo e errado. O importante é comunicar - o que seu cliente quer.

Alguns pontos devem ser evitados:

1. Não use mais de uma fonte do mesmo estilo (moderno, antigo, etc)

Isso causa, ao leitor, a sensação de que o diagramador errou, porque ele vê a diferença mais não sabe onde a localizar.

2. Use e abuse de contraste

O contraste pode se procesar pela diferença de tamanho, de cor, e de estilo de tipos. Por exemplo, você pode combinar uma fonte sem serifa com uma estilo antigo - serifada. Isso porque elas tem sua formação, seu design, contrastantes, e vão causar uma tensão visual - o que é positivo, porque posiciona o olho do leitor ao local desejado.

12. O design

O maior de todos os objetivos do designer é o bom senso. Ele precisa comunicar algo a alguém, e tem que chamar a atenção. Sem prejuízo à visão. O nosso olho capta a letra de cima para baixo, então é bom Ter em mente que ao se trabalhar com tipos desconstruídos, tenha a parte superior conservada intacta, e com serifa, que facilita a leitura.

Alguns passos São abordados na construção de uma página:

1. Contraste

Seja completamente antagônico. Se for para contrastar, contraste. Não tenha medo de ousar. Caso contrário, você incorrerá no erro de parecer que se equivocou, e trocou de fonte sem querer.

2. Repetição

É o que cria uma identidade visual com o leitor, estabelecendo uma hierarquia.

3. Alinhamento

Evite centralizar (porque é muito formal); e justificar (cria os rios ( vire o texto de cabeça para baixo, e veja o grande espaço entre palavras e letras e, de repente, um grande amontoado.

4. Proximidade

Coloque temas parecidos, e que tenham haver, no mesmo bloco da página.

Seguindo essas regras, você deu os primeiros passos no design gráfico. Mas não se esqueça da lição que David Carson nos dá, sobre o desconstrutivismo - a ausência de espaço negativo ( o fundo da letra, da página, onde não há imagem/tipo): ouse. Estabeleça critérios, e os siga. Mas dentro de uma ordem. Você pode comunicar sem legibilidade, com textura de letras. Mas precisa de um porquê. Boa sorte! E leia. Leia sempre, para aperfeiçoar conhecimentos!

Fonte: www.unb.br

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