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Japão

O Japão antigo é geralmente identificado como uma extensão histórica e cultural da China. Isso por causa das contínuas e decisivas influências da cultura chinesa no processo de formação e desenvolvimento da civilização japonesa e pelo fato de que são os documentos chineses os que introduzem a sua história antiga.

Entretanto, é inegável a existência da expressiva especificidade japonesa, muito embora as pesquisas arqueológicas e históricas que a revelam datem apenas de 1945, por isso os aspectos conhecidos são ainda incertos e incompletos.

Assim, por exemplo, não se sabe, porém, que o arquipélago japonês é habitado há mais de 10 mil anos.

Nos séculos III e II a.C., a China, sob o Império dos Han, atingiu o Japão, introduzindo dois componentes básicos da civilização que aí se desenvolveu – e a cultura do arroz e a metalurgia do ferro e do bronze.

O cultivo do arroz, com a utilização dos instrumentos de ferro, pôde-se desenvolver rapidamente, e sua expansão exigiu a incorporação das terras secas, até então inaproveitadas, o que foi realizado pela irrigação, que, por sua vez, demandava mão-de-obra em maior quantidade.

Assim, a cultura do arroz das águas tornou-se importante atividade econômica e as terras próprias para o cultivo passaram a ser disputadas pelos diversos clãs.

A disputa pela terra deu origem a um processo de estruturação social distintos: os vencedores, que se tornavam proprietários, e os vencidos, que eram transformados em escravos. "Com o surgimento do regime de propriedade privada, entra em colapso o sistema comunitário de clãs sem classe social. Surge uma comunidade de classes dominada por elementos abastados. E aparecem em várias regiões do país pequenas aglomerações ou comunidades apresentando algum caráter político, dirigidas por chefes tribais ( ou comunitários).

Por volta do século I a.C. essa sociedade de classes evoluiu no sentido de constituir o germe do Estado antigo, ao lado da existência de comunidades tribais, na parte norte de Kyusho e oeste de Honshu.

Num livro da época Wei ( reino do norte da China após a queda dos Han Posteriores) consta uma narrativa de dois chineses que viajaram ao Japão, no século III. Eles registraram a existência de uma país chamado Yamatal ou yamato governado por uma rainha, de nome Himiko, que dominava 28 nações.

O estado atual investigações não permite, ainda, conhecer, com precisão, a evolução do Estado de Yamato. Na segunda metade do século IV, ele estava em plena expansão, tanto interna como externamente. No plano interno completava-se um processo de centralização, graças à consolidação do regime político- administrativo, baseado em um sistema que estabelecia o predomínio dos proprietários de terra que possuíam determinados títulos nobiliárquicos; dá-se o nome de Uji-Kabane .

No plano externo, a expansão do Yamato dirigiu-se à Coréia. Em 391 uma expedição japonesa atingiu a península coreana e a partir daí, até 562, o Japão ocupou Mimana – província ao sul da Coréia, rica em minérios de ferro.

Ao mesmo tempo em que o sistema Uji-kabane possibilitava o fortalecimento do Estado, verificava-se, também, a influência cultural da China, graças à presença constante de técnicas e intelectuais chineses no Japão, os quais trouxeram para o arquipélago o budismo, introduzido no Estado Yamato.

O estado, baseado no sistema Uji-kabane, era assentado no poder dos nobres e no prestígio do rei. Mas, no período que vai do século III ao VII, cresceu a dominação dos nobres e das famílias influentes do interior do país com títulos de kabane. Havia intensa rivalidade entre as famílias nobres e no século V iniciou-se um período de luta entre elas, que se intensificaram no início do século VI, sobressaindo o choque entre os poderosos clãs dos Mononobe e dos Soga, do qual resultou a vitória dos últimos.

Em 593 a.C., a rainha Suiko nomeou como regente seu sobrinho Shotuku, membro da família Soga. Shotuku dirigiu o Estado Yamato até 621 e empreendeu uma reforma política que tinha por finalidade fortalecer o poder central.

Embora não tenha conseguido abolir o sistema Uji-kabane, o poder real avançou: usou-se pela primeira vez a palavra tenno (imperador, soberano do céu, rei supremo) em lugar de taiwo (grande rei) para designar o governante.

Shotuku foi fervoroso budista e promoveu, por isso, a sua difusão. Na sua época as relações com a China, então sob dinastia Sui, se estreitaram; adaptou-se para o japonês a escrita chinesa – kanji- e os ensinamentos de Confúcio foram divulgadas no Japão.

Além dessas influências, houve importantes contribuições chinesas e coreanas no tocante às técnicas, notadamente na metalurgia, graças a presença de profissionais estrangeiros que se estabeleciam no país e se naturalizavam.

Até o século VII prevaleceu o domínio político dos Sogas. Mas as lutas prosseguiram até que eles foram eliminados e o Estado Yamato adotou um novo sistema – o Ritsuryo ( que quer dizer Lei e Ordem), semelhante ao que se implantara na China, sob a dinastia Táng.

Em 645, seis meses depois do golpe de Estado que havia afastado os Soga, foi baixado o rescrito da reforma, composto por quatro artigos que, no seu conjunto, reorganizou a forma de distribuição da terra em prejuízo dos proprietários provados. A rigor, a terra tornou-se propriedade do Estado, que a distribuía para ser cultivada e estabelecia tributos sobre a produção.

O estado japon6es até então localizava sua sede em diferentes cidades, conforme a família que ocupava o poder. Em 710 fixou-se a capital na cidade de Nara ( parte oeste da atual cidade com o mesmo nome).

Nesse período, a China, além de influir diretamente no Japão, servia de intermediária s influ6encias da Pérsia e da Arábia, com as quais mantinha contato.

O período do regime Ritsuryo assinalou-se por grande progresso interno e florescimento cultural. "A grandeza cultural do período de Nara constitui fruto do trabalho escrava em sua grande parte, aliás como sucede em todos os Estados antigos ( Egito, Grécia, Roma etc.) ."

Deste período datam também os primeiros livros escritos no Japão e o que existem até hoje. Em 712 surgiu o kojiki (Fastos Antigos), o mais antigo documento histórico- literário escrito em língua japonesa atualmente existente. A partir de então foram produzidos textos que constituem as fontes indispensáveis para o estudo da história antiga do país.

O estado japon6es conheceu também, nesse período, a ampliação da influ6encia religiosa. Os sacerdotes passaram a influir e a intervir no poder real. Para fugir dessa influência, mudou-se a capital para heian, atual Kyoto.

Iniciou-se então um novo período, época heian, com novas reformas políticas que visavam fortalecer o poder central. Não se eliminou, no entanto, o poderio das famílias da nobreza. Dentre elas destacou-se o clã Fujiwara, cujos membros passaram a ocupar os principais cargos na corte.

A partir do século VIII o poderio econômico da nobreza, bem como o dos sacerdotes detentores do poder nos templos e nos santuários, desenvolveu-se em virtude do não - cumprimento da lei de distribuição de terras. A propriedade privada da terra voltou a prevalecer através da criação dos shoen, ou seja, grandes propriedades pertencentes aos nobres.

O avanço da privatização da terra acarretou o aumento de prestígio das famílias nobres, bem como a rivalidade e as lutas entre elas.

Os chefes e administradores locais começaram a arregimentar uma força policial própria, os bushidan, que, com o tempo, foram recrutados como guardas da corte ou de nobres, na qualidade de saburai, depois chamados de samurai.

O poderio da nobreza, apoiada na força armada dos samurai, assinalou o fim do estado antigo japon6es. Nos séculos XII e XIII o Estado Ritsuryo esfacelou-se diante das convulsões e guerras entre os diversos clãs.

Em 1192, após um longo período de rebeliões, o estado Ritsuryo foi substituído pelo shogunato de ikamakura (kamakura bakufu), fundado por Yoritono Minamoto.

Fonte: www.geocities.com

Japão

Nome oficial: Japão (Nippon)

Capital: Tokyo

Nacionalidade: japonesa

Idioma oficial: japonês

Religião: xintoísmo e budismo (84%)

Território: 377.864 km2 (em quatro grandes ilhas – Honshu, Kyushu, Shikoku e Hokkaido – e 6.848 outras menores)

Moeda: iene

Calendário: 2004 equivale ao 16º ano da Era Heisei no calendário japonês

População: 127,3 milhões (outubro 2001)

População urbana: 75%

Taxa de crescimento demográfico: 0,29% (2001)

Alfabetização: 99% (estimativa 1999)

Universidades: 669 (maio de 2001)

Leitos de hospital: 1.864.448 (2000)

Médicos: 1 para 555 pessoas (1996)

Expectativas de vida: Mulheres (84,6 anos); Homens (77,7 anos) – Dados 2000.

Mortalidade infantil: 3,2 por 1.000 crianças nascidas (2000)

Densidade demográfica: 339,8 pessoas por km² (1999)

Principais cidades: Tóquio (aglomerado urbano: 27.242.000 hab.; cidade: 7.966.195 hab.), Osaka (aglomerado urbano: 10.618.000 hab.; cidade: 2.602.352 hab.); Yokohama (3.307.136 hab.), Nagoya (2.152.184 hab.), Sapporo (1.757.025 hab.), Kyoto(1.463.822 hab.), Kobe (1.423.792 hab.).

Economia

PIB (em ienes): 532,96 trilhões (2002)
Renda per capita:
US$ 24.036 (2002)
Crescimento do PIB:
1,7% (2000)
Força de trabalho:
65,87 milhões de pessoas
Exportações (em ienes):
48,979 trilhões (2001)
Importações (em ienes):
42,416 trilhões

Produção agrícola

Principais culturas: arroz, beterraba açucareira, hortaliças e frutas.
Pecuária:
avicultura.
Pesca:
maior frota pesqueira do mundo

Produção industrial

Principais indústrias: manufaturados de tecnologia avançada, equipamentos pesados elétricos, veículos e motores, equipamentos eletrônicos e de telecomunicações, máquinas de ferramentas e computadorizadas, sistemas de produção, locomotivas e equipamentos de transportes, estaleiros, produtos químicos, produtos têxtil, alimentos processados, instrumentos de precisão.

Principais parceiros comerciais: Estados Unidos, China, Europa Ocidental, Sudeste Asiático.

O País

Os esforços das indústrias e do governo, uma forte ética no trabalho, o completo domínio da tecnologia e os gastos com defesa proporcionalmente pequenos (cerca de 1% do PIB) foram alguns dos fatores que ajudaram o Japão a se tornar a segunda maior economia do planeta. Uma das características da economia do país é o perfeito relacionamento entre fabricantes, fornecedores e distribuidores, chamado "keiretsu". Por muito tempo também se destacou o emprego vitalício, privilégio que vem sendo eliminado pelas empresas.

A indústria é o principal motor da economia japonesa, apesar de depender quase que integralmente da importação de matérias primas e do petróleo. O setor agrícola, com menor peso, recebe fortes subsídios e proteção do governo. O país é auto-suficiente em arroz – o alimento básico da população – mas importa cerca de metade de cereais e demais alimentos.

Durante três décadas, o Japão manteve crescimento econômico espetacular: 10% nos anos 60 e de 5% nos anos 70 e 80. No entanto, entre 1992 e 1995 o ritmo teve uma desaceleração devido as novas medidas do governo para diminuir as especulações no mercado imobiliário. No final de 1995, a estrutura financeira também sofreu um baque provocado pelas centenas de milhões de dólares de dívidas não-declaradas.

Apesar desses percalços, a economia do Japão continuou forte graças ao superávit comercial, aos investimentos no estrangeiro, além da manutenção do baixo índice de desemprego (em comparação com os demais países desenvolvidos) e de inflação.

A falta de espaço para abrigar os mais os 127,3 milhões de habitantes e o envelhecimento da população continuam sendo os grandes problemas atuais do país.

Língua Japonesa

O Japão tem população de mais de 120 milhões de habitantes e, lingüisticamente, é quase uma nação homogênea, já que mais de 99% falam o mesmo idioma.

Há várias teorias sobre a origem da língua japonesa. Muitos estudiosos acreditam ser sintaticamente muito próxima das línguas altaicas, como a turca e a mongol, e do coreano. Há ainda evidências que sua morfologia e vocabulário foram influenciados pelas línguas malaio-polinésias do sul.

O sistema de escrita japonês veio do chinês, apesar de as línguas faladas nos dois países serem completamente diferentes. Além dos kanjis (os ideogramas), os japoneses adotam duas escritas silábicas, o hiragana e o katakana.

Ainda hoje, um grande número de dialetos regionais é usado no Japão. O padrão lingüístico tende ser o falado em Tóquio, que está se expandindo por todo o país por meio da mídia, mas os dialetos usados em Kyoto e Osaka continuam firmes.

Família Imperial

O Imperador do Japão é o símbolo do Estado e, de acordo com a Constituição, não possui poderes relacionados ao governo. Os membros da Família vêm de uma linhagem secular, sendo a mais antiga dinastia do mundo, e tem como símbolo a flor de Crisântesmo.

O imperador Akihito ascendeu ao trono em 7 de janeiro de 1989 após o falecimento de seu pai, o imperador Hirohito (conhecido como Imperador Showa), e deu início atual era no calendário japonês, a Heisei.

O ano de 2004, portanto, equivale ao 16º ano da Era Heisei no calendário japonês.

Fonte: www.japao.org.br

Japão

HISTÓRIA

Um Estado centralizado existiu no Japão desde o século 4. No meio do século 19, a elite governante, começar a desenvolver potência industrial e militar do Japão, e metodicamente adotada tanto do Ocidente. Rápida ascensão do Japão levou a uma guerra com a China 1894-1895, a Rússia 1904-05, ea anexação da Coreia, em 1910. Japão parecia estar a tornar-se uma democracia liberal nos anos 1920, mas a Grande Depressão levou a problemas econômicos e de dominação militar. Expansão militar japonesa na China depois de 1931 levou ao atrito com as potências ocidentais e, confrontados com um bloqueio de petróleo, o Japão começou a Guerra do Pacífico.

A ocupação aliada após a Segunda Guerra Mundial introduziu profundas reformas políticas, sociais e econômicas antes de o Japão recuperou a plena independência, quando o San Francisco Paz Tratado entrou em vigor em abril de 1952. Por volta de 1955, um acordo de cooperação foi formada entre um partido dominante conservadora, a burocracia e de negócios, que políticas implementadas com sucesso visando o crescimento industrial rápido. Essa atividade econômica concentrada em algumas regiões e levaram a políticas destinadas a riqueza foi redistribuído para as áreas rurais. O Partido Democrático do Japão, liderada governo que chegou ao poder em setembro de 2009 está comprometida com a reforma do sistema 1955.

Informações sobre o país

Área: 377.780 quilômetros quadrados (142.771 milhas quadradas)

Capital: Tóquio

Pessoas: 98,3% japonês; 1,7% outros (a maioria étnica chinesa ou coreana)

Idioma: Japonês

Religião (s): 80% dos japoneses aderem a mais do que uma religião: Xintoísmo (106,8 milhões), budismo (89,2 milhões), cristianismo (3,0 milhões), outros (9,8 milhões)

Moeda: Dólar

Principais partidos políticos: PDJ - Partido Democrático do Japão; LDP - Partido Liberal Democrático; Novo Komeito; JCP - Japão Partido Comunista; SDP - Partido Social Democrata

Governo: A democracia representativa com um (duas câmaras) parlamento bicameral (a dieta). O poder executivo recai sobre o primeiro-ministro e seu gabinete. O imperador é o chefe de Estado, embora sua função é puramente simbólico.

Chefe de Estado: Imperador Akihito, subiu ao trono de 7 de janeiro de 1989.

Primeiro-ministro: Yoshihiko Noda, desde 2 de setembro de 2011.

Ministro das Relações Exteriores: Ministro dos Negócios Estrangeiros: Koichiro Gemba, desde 02 de setembro de 2011

Informações Econômico: Apesar de vários anos de baixo crescimento, o Japão só foi ultrapassado pela China como segunda maior economia do mundo em 2010, embora tenha uma renda muito maior per capita. Um período de mais forte, liderou o crescimento das exportações a partir de meados de 2002 chegou ao fim em 2008 com a recessão global. Sucessivos governos implementado cinco pacotes de estímulo fiscal entre eles, num total de mais de 5% do PIB. A economia começou a se recuperar no segundo semestre de 2009, impulsionado por uma recuperação na demanda global por exportações japonesas e pelo apoio de políticas governamentais. A economia, portanto, enfraquecido com o foco da política mudando a forma de lidar com a dívida pública e um enorme aumento de impostos possível consumo. O terremoto de Tohoku / tsunami / desastre nuclear de março de 2011 teve um forte impacto negativo. O Banco do Japão estima que irá reduzir o crescimento em 1%, para 0,6% neste ano fiscal. Mas a reconstrução é esperado para ajudar retorno do crescimento para 2,9% no ano fiscal de 2012.

Composição dos grupos / organizações internacionais: Organização das Nações Unidas (ONU), Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência ea Cultura (UNESCO), Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), Organização Mundial do Comércio (OMC ), Fundo Monetário Internacional (FMI), Grupo dos 8 (G8), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial), Inter- Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Ásia-Pacific Economic Cooperation Forum (APEC), Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD), a Agricultura ea Alimentação (FAO), Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), da Aviação Civil Internacional Internacional (OACI), Internacional de Polícia Criminal (Interpol), Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização Marítima Internacional (IMO), Internacional de Telecomunicações por Satélite (Organização ITSO), União Internacional de Telecomunicações (UIT), da União Postal Universal (UPU), International Comissão Baleeira (IWC), Organização Mundial da Saúde (OMS), além de vários outros.

SAÚDE

Homens e mulheres japoneses desfrutar da maior expectativa de vida no mundo. No entanto, com a população japonesa espera a envelhecer rapidamente durante os próximos 30 anos, o governo está preocupado em como vai financiar os cuidados de saúde para os idosos no futuro.

ECONOMIA

Básicos fatos econômicos

PIB: EUA $ 5.391 bilhões (2010)

PIB per capita: 34.200 dólares EUA (2010)

Crescimento anual: 3% (2010)

Inflação: -0,7% (2010)

Indústrias principais: alta tecnologia produtos eletrônicos, automóveis, máquinas de escritório, produtos químicos.

Principais parceiros comerciais: China, EUA, União Européia, Coréia do Sul, Taiwan, Austrália, Arábia Saudita, Austrália, Emirados Árabes Unidos e Tailândia

Ajuda e desenvolvimento: APD em 2009 foi de EUA $ 9.47bn (queda de 1,4% em 2008)

Taxa de câmbio: R $ 1 = 135 ienes (maio de 2011)

A economia do pós-guerra japonês experimentou um rápido crescimento, expandindo-se 10 vezes 1955-1990 permitindo que os padrões de vida para alcançar e ultrapassar os dos estabelecidos economias ocidentais. Um número de fatores, incluindo baixas taxas de juros, desregulamentação bancária e valorização repentina do iene, resultou em um mercado de ações e imobiliário bolha no final de 1980. No final de 1989, o estouro da bolha, depois que os preços das ações caíram em até 75 por cento eo valor comercial da terra em Tóquio em 85 por cento.

A economia estagnou depois de mais de uma década devido ao consumo lento e fraco investimento como excessos da década de 1980 e desenrolado Japão ajustado para a industrialização da Ásia e da globalização. Um obstáculo particular era o problema persistente empréstimo non-performing que prolongou a vida das empresas mais fracas e dificultou a recuperação econômica. Através da década de 1990, o Governo utilizou enormes estímulos fiscais e monetários para tentar lançar a economia. Durante o mandato de ex-primeiro-ministro Koizumi no cargo, houve um maior foco em reformas estruturais nos setores privado e público para levantar o Japão fora de seu mal-estar econômico, culminando com a aprovação de leis que privatizar Japan Post, por algumas medidas a maior instituição financeira em todo o mundo.

A partir de meados de 2002, a economia se recuperou fortemente com a sua expansão duradoura, enquanto a maior expansão anterior, que terminou em 1970.

Exportações e do investimento em expansão de negócios e crescimento sólido do consumo privado inicialmente dirigiu esta, mas cada vez mais, o setor privado nacional, em seguida, assumiu a partir de exportações como principal motor de crescimento. A economia parecia estar perto de atingir crescimento auto-sustentável. Mas o crescimento diminuiu durante a recessão global que se seguiu à crise financeira e sucessivos governos responderam com a introdução cinco pacotes de estímulo fiscal, a partir de agosto de 2008, totalizando 5,2% do PIB. Combinado com uma recuperação na demanda global, estes ajudaram a trazer o Japão da recessão no segundo trimestre de 2009, embora as medidas de política continuaram. O Governo anunciou um orçamento suplementar, no final de agosto de 2010, porque o crescimento foi diminuindo, em parte devido à valorização do iene bater exportações. O Governo foi também à procura de maneiras de lidar com as suas enormes dívidas fiscais, com o primeiro-ministro Kan sugerindo imposto sobre o consumo de aumento. O terremoto de Tohoku / tsunami / desastres nucleares de Março de 2011 causou grandes danos e da trágica perda de cerca de 30 mil pessoas. A perturbação resultante das cadeias de abastecimento e fornecimento de energia teve um efeito bem fora da área de desastre imediato e espera-se reduzir o crescimento de apenas 0,6% no ano fiscal de 2011. No entanto, o Governo já aprovou um orçamento suplementar no valor de dois por ¥ 6000000000000 para ajudar a recuperar a região eo crescimento deverá subir para 2,9% em 2012.

O Japão tem um dos mais rápidos do mundo graças envelhecimento da população maior expectativa de vida do mundo e uma baixa taxa de natalidade.

Como resultado, a população começou a diminuir. A população em idade de trabalhar está prevista a contratação de mais de 20 por cento nos próximos 25 anos, se as tendências atuais continuarem. Este apresenta desafios significativos - muito familiar na Europa - para a prestação de pensões e de saúde no futuro.

GEOGRAFIA

Japão consiste de uma cadeia de ilhas. As principais são Kyushu, Shikoku, Honshu (Tóquio e Osaka, onde estão situadas) e Hokkaido. A terra é montanhosa e vulcânica, e apenas 17% da área total é cultivável. A montanha mais alta é o Monte Fuji (um vulcão adormecido) em 3.776 m.

POLÍTICA

Dieta do Japão, consiste da Câmara dos Deputados, e da Câmara de Vereadores menos poderoso. A Câmara dos Representantes tem 480 membros (300 de círculos eleitorais assento único e 180 a partir de blocos regionais PR), a Câmara de Vereadores tem 242 membros (146 de círculos eleitorais prefeitura baseados plurinominais e 96 de uma lista nacional PR). Os membros da Câmara dos Deputados são eleitos para um mandato de quatro anos, mas o primeiro-ministro pode convocar eleições a seu critério. Os membros da Câmara de Vereadores um mandato de seis anos fixo, com metade das cadeiras disputadas a cada três anos. A última eleição geral (Câmara dos Deputados), foi realizada em 30 de agosto de 2009, o próximo deve ser realizado em agosto de 2013. A eleição Casa última superior ocorreu em 11 de julho de 2010.

O conservador Partido Liberal Democrático (LDP) governou o Japão durante a maior parte de sua história pós-guerra. No poder continuamente de 1955-1993, foram derrubados por uma coalizão de seus rivais em 1993. Mas, em 1994, eles estavam de volta no poder, como parte de uma coalizão e quase todos os governos após governos que eram lideradas LDP da coligação. A coalizão foi formada em Abril de 2000 entre o PLD eo Novo Komeito, um partido pequeno, com laços estreitos com a organização budista leigo, a Soka Gakkai. Depois de uma sucessão de curta duração líderes no final de 1990, Junichiro Koizumi tornou-se primeiro-ministro em abril de 2001. Sua nova abordagem era popular com o público que lhe permite prosseguir as reformas estruturais difíceis e enfrentar interesses dentro do partido. Quando confrontado pela oposição interna aos seus planos de privatizar os correios, ele levou os rebeldes a chamando uma eleição Câmara Baixa e conquistou uma vitória esmagadora com sua coalizão ganhar dois terços dos assentos. Koizumi foi sucedido como primeiro-ministro por Shinzo Abe em 26 de setembro de 2006. Sua posição foi enfraquecida quando o PLD eo Novo Komeito perdeu a sua maioria na Câmara Alta nas eleições de 29 de julho de 2007 e ele finalmente se demitiu em 12 de Setembro de 2007, após apenas um ano como primeiro-ministro.

Yasuo Fukuda conseguiu Abe como primeiro-ministro em 25 de setembro de 2007. Ele tinha uma abordagem moderada e consensual e empurrou para o engajamento construtivo com a oposição, mas com um mínimo de sucesso. Depois de meses de intenções de voto baixos ele ofereceu sua renúncia de forma inesperada em 1 de Setembro de 2008, após menos de um ano no cargo.

Seu sucessor, Taro Aso, foi nomeado primeiro-ministro em 24 de setembro de 2008. Aso era popular com o público e durante sua campanha prometeu a liderança para tratar de questões sociais e econômicas. Ele estava ansioso para ver o Japão afirmando-se mais internacional e sua abordagem para a política externa é provável que refletir isso. Principal prioridade de seu governo foi reviver o crescimento econômico e que introduziu uma série de medidas de estímulo.

No entanto, ele não conseguiu satisfazer o eleitorado antes de chamar uma eleição em 30 de agosto de 2009.

Desde 1998, o principal partido da oposição tinha sido o partido "centrista" Democrático do Japão (PDJ), fundada através da fusão de uma série de pequenos partidos. Ele liderou uma coalizão de oposição na Câmara Alta após as eleições em 2007 e causou os problemas da coligação no poder, interrompendo o processo legislativo. O PDJ finalmente tomou o poder, depois de uma vitória esmagadora nas eleições Câmara Baixa em agosto de 2009, fazendo campanha em um manifesto incluindo a reforma governamental e da eliminação de desperdício projetos, políticas de apoio à criança, o apoio ao setor agrícola e à abolição de portagens.

Ele ganhou 308 assentos, em comparação com o 119 para o PLD. Em parte para manter a sua maioria na Câmara Alta, o DPJ formou uma coalizão com o Partido Social Democrata (SDP), Popular Nova Party (PNP), Partido Nova Nippon e Novo Partido Daiinchi. Depois de chegar ao poder os seus esforços para realizar os seus compromissos em manifesto e reformar um sistema estabelecido há muito tempo foram prejudicados por uma série de escândalos de financiamento e escrutínio da mídia. Em maio de 2010, o primeiro-ministro Hatoyama anunciou que ele teve de aceitar a transferência de uma base da Marinha dos EUA em Okinawa, apesar da oposição da população local e sua promessa de trabalhar para a sua deslocalização para fora de Okinawa. Isto levou à SDP deixando a coalizão e uma queda ainda maior em apoio DJP. Hatoyama renunciou, como fez DPJ secretário-geral Ichiro Ozawa, e foi substituído por Naoto Kan dentro de dias. Isso levou a uma forte alta em apoio DPJ. Mas a proposta de Kan para um aumento do imposto sobre o consumo, a longo até julho de 2010 eleições para a Câmara Alta, em parte por trás do desempenho ruim do partido na eleição. Ele perdeu a maioria na Câmara Alta e vai achar que é mais difícil de aprovar legislação sem a cooperação dos partidos da oposição. O primeiro-ministro Kan viu fora de um desafio de Ichiro Ozawa em uma eleição para a liderança do PDJ, em setembro de 2010, mas ainda enfrenta a oposição de alguns dentro do partido. Embora tivesse salientou seu compromisso de permanecer no poder para conduzir a resposta do governo para o Grande Terremoto do Leste do Japão, Kan renunciou ao cargo de primeiro-ministro no final de agosto.

Yoshihiko Noda conseguiu Kan como primeiro-ministro em 02 de setembro. O primeiro-ministro Noda prioridades são a reconstrução na região de Tohoku, continuou resposta a eventos na usina nuclear de Fukushima Daiichi, e financiar estes em face de uma crise econômica mundial. Ele vai continuar a precisar do apoio da oposição.

Energia e Meio Ambiente

Como um país sem recursos de combustíveis fósseis próprios, a segurança energética tem sido um objetivo central da política interna e externa japonesa.

Sua vulnerabilidade a choques de oferta externos explica o vigor com que o Japão tem prosseguido um programa nuclear, investindo grandes somas na busca do ciclo do combustível nuclear. Embora o Japão produz atualmente 35% de sua eletricidade em usinas nucleares, os escândalos recentes de segurança e preocupações de demanda significa que este programa não pode se expandir muito mais longe. Japão tem investido também tremendamente na busca de "novas energias", e é um líder mundial no carro, solar híbrida e tecnologias de células a combustível. Estas tecnologias, bem como a energia nuclear e impressionante nível de Japão de eficiência energética no setor industrial, estão no centro dos esforços do país para reduzir suas emissões de carbono. No entanto, apesar do seu papel como anfitrião da COP 3, onde o Protocolo de Kyoto foi acordado, os esforços do Japão para cumprir o seu objetivo de Quioto de -6% nos níveis de 1990 não parece ambiciosa, com emissões aumentando ano a ano, e um plano de redução de emissões em grande parte voluntária focada sobre a indústria.

Em 2009, o ex-primeiro-ministro Aso, disse que o objetivo mais ambicioso possível para o Japão para 2020 foi de apenas 8% em 1990. O governo revogou esta nova DPJ e anunciou seu compromisso de reduzir as emissões de efeito estufa do Japão de gás em mais de 25% abaixo dos níveis de 1990 até 2020, desde que outros grandes emissores acordaram metas igualmente ambiciosas. Apesar de um resultado decepcionante na COP15 de Copenhague, o governo DPJ furou a suas armas e pretende colocar o (qualificada) 2020 alvo no seu projeto de lei básica sobre contramedidas aquecimento global, apresentado à Dieta em 12 de março de 2010. O PDJ também anunciou sua intenção de introduzir um conjunto de medidas de mudança novas climáticas, incluindo o comércio de emissões, o imposto de carbono e uma meta de 10% de energias renováveis até 2020. Indústria continua dividido entre os setores tradicionais (energia, siderurgia, cimento) que vêem a ação como uma ameaça para seus modelos de negócios e competitividade, e as empresas progressistas (como Sharp, Mitsubishi Heavy Industry), que exportam de ponta de baixo carbono tecnologia para o resto do mundo, mas tiveram pouco incentivo ou oportunidade para o investimento doméstico até agora. O recente desastre nuclear é susceptível de conduzir a um repensar da estratégia do Governo de energia e ex-primeiro-ministro Kan fez empurrar através de uma conta de energia renovável, como condição para deixar o cargo.

Próprio ambiente natural, do Japão, enquanto diversos e muitas vezes excepcionalmente bela, sofreu com as pressões de densidade populacional e de investimento de infra-estrutura expansiva.

DIREITOS HUMANOS

Recentemente, tem sido crescente a discussão de questões de direitos humanos no Japão. As principais questões de interesse para os ativistas no passado era o tratamento das minorias do Japão, incluindo a "casta inferior" japonesa, a corrida Ainu em Hokkaido, e os moradores étnicos coreano e chinês no Japão.

Com o Governo japonês ter tomado algumas medidas para lidar com estes, o foco mudou para os direitos das crianças e mulheres. Legislação para combater o abuso de crianças, tanto no Japão e no exterior, foi aprovada e as medidas também estão sendo tomadas para reduzir o nível de violência doméstica.

Japão ainda mantém (e realiza) a pena de morte e Grã-Bretanha, através da UE, regularmente leva isto com o governo japonês, embora não haja ainda um apoio esmagador para a pena de morte no Japão. Há também preocupações sobre o sistema do Japão de justiça criminal.

Fonte: www.fco.gov.uk

Japão

O arquipélago japonês foi por muito tempo o favorito dos viajantes mais aventureiros.

Atualmente, com a alta tecnologia de Tóquio e a vibrante Osaka, nunca houve um tempo melhor para explorar este país de múltiplas faces.

Este é o reino de imperadores e shoguns, da arte primorosa da geisha e da habilidade do lutador de sumô. É uma terra de grande beleza natural onde festivais antigos são celebrados de acordo com as estações e a comida é elevada a um tipo de arte.

Podem ser contemplados também os festivais de neve, o cultivo da lavanda da Ilha do Norte de Hokkaido, os santuários e os templos de Kyoto, as praias encharcadas de sol do sul tropical e muitos outros lugares. Tudo isso é facilmente acessível devido ao eficiente transporte público que o Japão oferece.

O Japão é um dos países mais seguros do mundo e não há nenhuma necessidade de preocupação com a barreira do idioma - o habitante japonês infalivelmente se apresenta disposto a ajudar quanto à língua japonesa.

Você poderá escolher entre escalar o Monte Fuji, relaxar em Onsen de fonte termal vulcânica, assistir a exibições de artes tradicionais ou se perder na terra maravilhosa da alta tecnologia.

O Japão é um destino verdadeiramente inesquecível.

Quadro Geral

Nome oficial: Japão
Capital: Tóquio
Área: 377.819 Km²
População: 126.4 milhões de hab. (1998)
Língua oficial: Japonês
Religiões: Xintoísmo, Budismo
Forma de Governo: Monarquia Parlamentarista
Chefe de Estado: Imperador Akihito (1989-Era Heisei)
Chefe de Governo: Koizumi Junichiro
(Partido Liberal Democrático - PLD)
Moeda: Iene

Fonte: www.guianikei.com

Japão

Nome oficial: Japão (Nippon).

Nacionalidade: japonesa.

Data nacional: 11 de fevereiro (fundação do país); 23 de dezembro (aniversário do imperador).

Capital do Japão: Tóquio.

Cidades principais: Tóquio (aglomerado urbano: 27 242 000 em 1996; Cidade: 7 966 195 em 1995), Osaka (aglomerado urbano: 10 618 000 em 1996; Cidade: 2 602 352 em 1995); Yokohama (3 307 136), Nagoya (2 152 184), Sapporo (1 757 025), Kyoto(1 463 822), Kobe (1 423 792) (1995).

Idiomas Oficiais: Japonês.

Religião: xintoísmo e religiões derivadas 51,3%, budismo 38,3%, cristianismo 1,2%, outras 9,2% (1992).

GEOGRAFIA

Localização: leste da Ásia.
Hora local: +12h.
Área: 377.873 km² (62º maior)
Clima: temperado continental (N) e subtropical (S).
Área de floresta: 251 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 126,7 milhões (2000), sendo japoneses 99%, coreanos 1% (1996).
Densidade: 339,84 hab./km2.
População urbana: 79% (1998).
População rural: 21% (1998).
Crescimento demográfico: 0,2% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,43 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 77/83 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 4 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: menor do que 5% (2000).
IDH (0-1): 0,924 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: Monarquia parlamentarista.
Divisão administrativa: 47 prefeituras.
Principais partidos: Liberal Democrático (PLD), Liberal, Democrático do Japão, Novo Komeito, Comunista Japonês, Social-Democrata do Japão.
Legislativo: bicameral - Casa dos Conselheiros, com 252 membros (metade renovável a cada 3 anos); Casa dos Representantes, com 480 membros. Ambos eleitos por voto direto para mandatos de 4 e 6 anos, respectivamente.
Constituição em vigor: 1947.

ECONOMIA

Moeda: Yen (ou iene).
PIB: US$ 3,8 trilhões (1998).
PIB agropecuária: 2% (1998).
PIB indústria: 37% (1998).
PIB serviços: 61% (1998).
Crescimento do PIB: 1,5% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 32 350 (1998).
Força de trabalho: 68 milhões (1998).
Agricultura: arroz, batata, repolho, beterraba, frutas cítricas.
Pecuária: bovinos, suínos, aves.
Pesca: 6,7 milhões t (1997).
Mineração: calcário, enxofre, asfalto natural.
Indústria: máquinas, equipamentos de transporte, produtos eletroeletrônicos, siderúrgica (aço e ferro).
Exportações: US$ 387,9 bilhões (1998).
Importações: US$ 280,5 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: EUA, China, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan (Formosa).

DEFESA

Efetivo total: 242,6 mil (1998).
Gastos: US$ 37 bilhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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