Jean Bernard Leon Foucault nasceu em Paris em 18 de Setembro de 1819. Inicialmente estudou medicina, mas concluindo o curso, cedo o abandona para se dedicar à Física. Em 1851 ele constrói o seu famoso experimento do Pêndulo de Foucault, constituído por uma esfera metálica pesando 28 kg suspensa por um fio de aproximadamente 67 m, para demonstrar a rotação da terra.

Jean Bernard Leon Foucault
Depois de alguns anos, inventa e constrói o giroscópio, um aparelho que o permitiria realizar novas experiências sobre o movimento da terra. Foucault recebeu pela descoberta do giroscópio a medalha Copley, da Royal Society de Londres. Em 1855 se torna assistente de física do Observatório Imperial de Paris. Junto com Fizeau consegue aprimorar e medir a velocidade da luz no ar e na água (veja biografia: Fizeau), além de conseguir a primeira fotografia solar tirada depois de aprimorar o daguerreótipo, que foi um aparelho fotográfico criado por Daguerre.
Deve-se a Foucault, a descoberta das correntes induzidas em um condutor quando em movimento na presença de um campo magnético intenso. As Correntes de Foucault são utilizadas para amortecer os efeitos eletromagnéticos em alguns aparelhos elétricos. Foucault morreu em 11 de Fevereiro de 1868, em Paris.
Fonte: www.conviteafisica.com.br
Quem não ouviu falar no Pêndulo de Foucault? Físico francês nascido em Paris, notável por suas pesquisas em mecânica e óptica, Jean Bernard Léon Foucault inventou o experimento denominado Pêndulo de Foucault, com o qual demonstrou o movimento diurno da Terra, além de diversas outras contribuições científicas.
Inicialmente estudou Medicina, mas depois que concluiu o curso abandonou a profissão (por sua enorme aversão a sangue) para se dedicar à Física. Em 1851 ele constrói seu famoso experimento, constituído por uma esfera metálica pesando 28 quilogramas suspensa por um fio de aproximadamente 67 metros, para demonstrar a rotação da Terra.
Depois de alguns anos, inventa e constrói o Giroscópio, aparelho que permitiria realizar novas experiências sobre o movimento da Terra. Foucault recebeu a medalha Copley, da Sociedade Real de Londres, pela invenção deste aparelho. Em 1855 torna-se assistente de Física do Observatório Imperial de Paris.
Com Armand Fizeau (1819-1896), Foucault aprimora aforma de medir a velocidade da luz no ar e na água, além de conseguir a primeira fotografia solar tirada depois de aprimorar o Daguerreótipo, que foi um aparelho fotográfico criado por Daguerre (1787-1851).
Deve-se também a Foucault, a descoberta das correntes induzidas em um condutor quando em movimento na presença de um campo magnético intenso. As Correntes de Foucault são utilizadas para amortecer os efeitos eletromagnéticos em alguns aparelhos elétricos.
Jean Bernard Léon Foucault nasceu em Paris, no dia 18 de setembro de 1819. Morreu a 11 de fevereiro de 1868, em sua cidade natal, aos 49 anos.
Fonte: ctjovem.mct.gov.br
Pequeno, franzino, com olhos desiguais afetados por ligeiro estrabismo. Assim era o francês Jean Bernard León Foucault, um dos maiores nomes da história da ciência. Tendo sido educado inicialmente para se médico Léon Foucault cedo abandonou sua profissão, devido à sua aversão pelo sangue. Ao se tornar amigo de Armand Fizeau, que se dedicava à Física, passou a se interessar por essa área do conhecimento, vindo a se tornar um físico experimental de grande habilidade. Estendeu sua curiosidade a quase todos os campos do conhecimento, contribuiu para o desenvolvimento da astronomia, da eletricidade e da mecânica. Neste último terreno chegou à invenção do giroscópio. Aparelho dotado de um comportamento "anormal", viria a se constituir na base de um sem-número de sistemas direcionais empregados em praticamente todos os meios de transporte: como elemento-guia em foguetes, substituindo a bússola em navios, como estabilizador em aeroplanos.
Armand Fizeau havia conseguido medir a velocidade da luz, obtendo um valor apenas 5% maior que o atualmente conhecido. Seu processo consistia em fazer a luz passar entre as fendas de um disco dentado que girava velozmente. Um espelho situado a 10 km de distância refletia esses pulsos de luz de volta ao disco. Adequando a velocidade desse disco, conseguia-se fazer a luz refletida penetrar pela fenda seguinte àquela por onde saíra. Considerando o tempo de deslocamento dessas duas fendas e a distância total percorrida pela luz, pôde-se determinar a velocidade desta.
Foucault aperfeiçoaria o processo de medição, obtendo um resultado ainda mais exato. Em outras experiências, demonstrou que a luz é menos veloz na água do que no ar. Tal resultado dava apoio à teoria ondulatória da luz, que predizia esse comportamento.
Um dos experimentos mais famosos de Foucault, no entanto, é admirável até hoje por sua simplicidade: ele demonstrou experimentalmente que a Terra gira! Evidentemente, isso já não era posto em dúvida desde Galileu, mas tal movimento havia sido apenas deduzido, não demonstrado.
Foucault simplesmente construiu um pêndulo e fê-lo manter-se oscilando. Com o passar das horas, o plano de oscilação própria do pêndulo parecia deslocar-se. Na verdade ocorria o contrário: a base, a superfície da Terra, é que se movia sob ele.
Nos pólos, o pêndulo de Foucault faz uma volta completa em um dia. Em uma cidade como São Paulo, situada à latitude de 20º 30', em 24 h o pêndulo gira apenas de 144º.
Hoje, o pêndulo de Foucault serve principalmente no estudo da física experimental e como curiosidade, sendo montado em lugares especialmente preparados. Sua construção é extraordinariamente simples, sendo que toda a evolução que recebeu a partir da concepção original de Foucault consiste apenas em melhoramentos superficiais.
Uma das modificações foi a introdução de um sistema de excitação, destinado a fornecer, de tempos em tempos, a energia que o pêndulo perde em cada ciclo para vencer a resistência do ar, e também o atrito que o cabo de suspensão encontra ao flexionar-se. Geralmente, seu comprimento é muito grande, e isso tem uma razão: quanto maior o comprimento do pêndulo, tanto menor é o número de oscilações que ele executa por segundo. Em outras palavras, sua velocidade e a conseqüente resistência do ar são menores. A massa do corpo suspenso não influi no período; é conveniente, contudo, que ela seja razoavelmente elevada para que o fio de suspensão se mantenha sempre firmemente esticado. O formato do corpo deve ser esférico, o que garante melhor estabilidade.
Para marcar o movimento de rotação, Foucault empregou um quadrante, sobre o qual estava montado o pêndulo. Montagens mais fáceis empregam um prato contendo areia, no qual uma agulha presa à parte inferior do corpo traça linhas, à medida que o pêndulo oscila e muda de plano de oscilação. Não é um processo muito recomendável, uma vez que, para cavar a areia, o pêndulo despende energia, à custa do movimento. Todavia se o comprimento do pêndulo e a massa de corpo suspenso forem suficientemente grandes, essa perda de energia é mínima e não chega a comprometer o processo. O pêndulo, então, pode manter-se oscilando, podendo o movimento durar até alguns dias. Os cálculos teóricos podem prever qual será exatamente o desenho resultante.
Os melhores pêndulos de Foucault já construídos estão localizados na cúpula do Pantheon, em Paris, e na Igreja de São Basílio, em Moscou.
Fonte: br.geocities.com
Em 1600, Giordano Bruno foi condenado à fogueira pela Inquisição porque acreditava que a terra se movia em torno do seu eixo e em torno do sol. Trinta e três anos depois, Galileu Galilei só não teve o mesmo destino porque renunciou à sua convicção científica.

A dificuldade em confirmar a rotação da terra reside no fato de que se trata de uma rotação muito lenta (0,0007 rotações por minuto). Em 1851, o astrônomo francês Jean Bernard Leon Foucault realizou uma bela e simples experiência capaz de demonstrar a rotação da terra. Com uma corda de 67 metros, fixa no teto do Panteon de Paris, ele suspendeu uma esfera de ferro de 28 kg e imprimiu-lhe um movimento pendular.
Na seqüência, o plano do pêndulo passou a apresentar uma lenta rotação no sentido horário. Este movimento foi facilmente explicado a partir da suposição de que a terra gira em torno de seu eixo.
Este experimento ficou mais conhecido pelo nome do dispositivo usado, isto é, pelo pêndulo de Foucault, tendo sido considerado, pelos leitores da revista Physics World, o décimo mais belo experimento da física.
Fonte: www.if.ufrgs.br
Físico e astrônomo francês nascido em Paris, notável por suas pesquisas em mecânica e óptica, inventou o pêndulo de Foucault, descobriu as correntes induzidas nos condutores metálicos (1855) e mediu a velocidade da luz empregando espelhos, introduzindo uma técnica para medir a velocidade absoluta da luz com grande precisão, e por tudo, um dos maiores nomes da história da ciência. Filho de um editor de Paris, foi educado na capital francesa e iniciou estudos em medicina, mas devido à sua aversão pelo sangue, logo abandonou o curso.
Ao se tornar amigo de Armand Fizeau, passou a se interessar por física, vindo a se tornar um físico experimental de grande habilidade. Desenvolveu estudos em quase todos os campos do conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento da astronomia, da eletricidade e da mecânica.
Interessado nos métodos fotográficos de Daguerre, para se dedicar à Física. Fez comparações experimentais da velocidade da luz no ar e na água, segundo princípio da termodinâmica de Lord Kelvin.
Determinou a velocidade da luz no ar (1850) e na água, dando razão a Fermat na discussão com Huygens. Demonstrou o movimento diurno da Terra e apresentou prova experimental que nosso planeta girava em seu eixo com as famosas experiências com o pêndulo de Foucault (1851) pelas quais ficou particularmente conhecido. Também determinou a velocidade da luz e inventou o giroscópio (1852) e descobriu as correntes induzidas nos condutos metálico (1855).
Morreu em Paris, França, e teve o asteróide 5668 Foucault assim chamado em sua homenagem, bem como uma cratera lunar.
Fonte: www.dec.ufcg.edu.br
O médico Jean Bernard Léon Foucault cedo abandonou sua profissão, devido à sua profunda aversão pelo sangue. Ao se tornar amigo de Armand Fizeau, que se dedicava à Física, passou a se interessar por essa área do conhecimento, dedicando-se a ela pelo resto da vida.
Fizeau havia conseguido medir a velocïdade da luz, obtendo um valor apenas 5% maior que o atualmente conhecido. Seu processo consistia em fazer a luz passar entre as fendas de um disco dentado que girava velozmente. Um espelho situado a 8 km de distância refletia esses pulsos de luz de volta ao disco. Adequando a velocidade desse disco, conseguia-se fazer a luz refletida penetrar pela fenda seguinte áquela por onde saíra. Considerando o tempo de deslocamento de duas fendas e a distância total percorrida pela luz, pôde-se determinar a velocidade desta.
Foucault aperfeiçoaria o processo de medição, obtendo um resultado ainda mais exato. Em outras experiências, demonstrou que a luz é menos veloz na água do que no ar. Tal resultado dava apoio à teoria ondulatória da luz, que predizia esse comportamento. (A contenda sobre a natureza da luz, porém, não se encerraria ainda no século XIX...)
Um dos experimentos mais famosos de Foucault, no entanto, é admirável até hoje por sua simplicidade: ele demonstrou experimentalmente que a Terra gira! Evidentemente, isso já não era posto em dúvida desde Galileu, mas tal movimento havia sido apenas deduzido, não demonstrado. Sabia-se, na época, que um pêndulo tende sempre a se deslocar ao longo de um mesmo plano, ainda que giremos ou desloquemos seu ponto de apoio. Foucault imaginou então construir um enorme pêndulo pendurando uma bola de ferro de grande massa num fio bastante longo (para que o movimento periódico prosseguisse por muitas horas). Na parte inferior da bola haveria uma ponta que desenharia um pequeno traço sobre uma camada de areia colocada no piso. A medida que a Terra fosse girando embaixo do pêndulo, a orientação desses sulcos iria se alterando (pois o plano que os contém permanece fixo). Os cálculos teóricos prediziam qual seria exatamente o desenho resultante.
Nas duas primeiras tentativas, os resultados não foram muito conclusivos, devido à pouca altura dos pêndulos e a interferências. Ao fim da terceira, porém, realizada no interior de uma igreja alta de Paris, o resultado não deixava margem a díscussões: a Terra girava, de fato, ao redor de si mesma. Os sulcos resultantes eram exatamente os previstos pelos cálculos. Isso finalmente confirmava a opinião de Heráclides, de 2000 anos antes, na Grécia, e que só seria retomada por Copérnico no início do século XVI.
BIBLIOGRAFIA
CHIQUETTO, Marcos; VALENTIM, Bárbara; PAGLIARI, Estéfano; Aprendendo Física; Editora Scipione; São Paulo; 1996
Fonte: www.fisicafacil.pro.br
Jean Bernard Léon Foucault 18 de Setembro de 1819, Paris - 11 de Fevereiro de 1868, Paris) foi um físico e astrônomo francês.

Jean Bernard Leon Foucault
Foucault era filho de um editor de Paris. Estudou Medicina, que ele abandonou rapidamente para se dedicar à Física. Interessou-se aos métodos fotográficos de Daguerre.
Foucault é particularmente conhecido pela sua experiência demonstrando a rotação da Terra em torno de seu eixo (pêndulo de Foucault), tendo também determinado a velocidade da luz e inventado o giroscópio.
O asteróide 5668 Foucault foi assim chamado em sua homenagem.
Fonte: pt.wikipedia.org