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Jericoacoara

Jijoca de Jericoacoara Ceará - CE

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Jericoacoara, pela lei municipal nº 94, de 29-06-1923, susbordinando ao município de Acaraú.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o distrito de Jericoacoara, figura no municípiode Acaraú.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1983.

Pela lei estadual nº 11002, de 14-01-1985, o distrito de Jericoacoara deixa de pertencer aomunicípio de Aracaraú, sendo anexado ao novo município de Cruz.

Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o distrito de Jijoca de Jericoacoara passou a denominar-se Jijoca de Jericoacoara

Pela lei estadual nº 60, de 04-06-1990, o distrito de jijoca de Jericoacoara deixa de pertencer ao município de Aracaraú, sendo anexado ao novo município de Cruz

Em divisão territorial datada de 1991 o distrito de Jijoca de Jericoacoara, figura no município de Cruz.

Elevado à categoria de município com a denominação de Jijoca de Jericoacoara, pela lei estadual nº 11796, de 06-03-1991, desmembrado de Cruz. Sede no atual distrito de Jijoca de Jericoacoara (ex- Jericoacoara). Instalado em 01-01-1993.

Em divisão territorial datada de 1995 o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Transferência distrital

Pela lei estadual nº 11002, de 14-01-1985, transfere o distrito de Jericoacoara do município de Acaraú para o de Cruz.

Alteração toponímica distrital

Jericoacoara para Jijoca Jericoacoara, alterado pela lei nº 60, de 04-06-1990.

Fonte: biblioteca.ibge.gov.br

Jericoacoara

RECONSTRUÇÃO DE TERRITÓRIOS E IDENTIDADE: um olhar sobre Jericoacoara – Ceará

Introdução

As áreas protegidas têm se constituído em espaços privilegiados ao turismo, despertando o interessedo poder público e da iniciativa privada, com investimentos no setor. Recursos ambientais são identificadose transformados em produtos, com marketing especializado montando e/ou projetando cenários queatendam aos interesses dos visitantes, nos diversos segmentos.

ssim, lugares até então inexplorados turisticamente, passam a ser visitados por pessoas oriundasde culturas distintas, alterando o jeito de ser dos moradores locais, restando a estes buscarem alternativasde sobrevivência, passando pela reinvenção do seu cotidiano.

Neste processo alguns são inseridos com resultados satisfatórios, outros ficam à margemcomprometendo a perspectiva de inclusão social e sustentabilidade. Tal processo verifica-se em muitoslugares onde o turismo se instala, como em Jericoacoara - Ceará, transformada em Unidade deConservação – UC.

Este é o contexto em que desenvolvo o presente trabalho tendo por objetivo discutir como osmoradores tradicionais de Jericoacoara, impactados pelo turismo, buscam reconstruir o seu território e asua identidade, a partir da posse e uso do solo, com ações que elevam a sua auto-estima.

O texto é resultado de uma pesquisa ação na comunidade, a partir do início do ano de 2004, épocaem que assumi a chefia do Parque Nacional – PARNA.

Neste período me foi possível conviver cotidianamente com a população local, através de diversasformas. Em alguns momentos, o relacionamento fica bastante amistoso, em outros, muito conflitivo. Estaconvivência contribui para desnudar a teia de relações existentes na Vila composta por moradorestradicionais e adventícios, dentre estes muitos estrangeiros.

A presença constante na comunidade possibilita-me ações de gestão e pesquisas, buscando entendercomo uma população, composta por várias nacionalidades, consegue conviver em um espaço geográficode 197 ha.

O texto faz referência a Jericoacoara antes e com a entrada do turismo, ressaltando a ação dosmoradores nativos na reconstrução do seu território e identidade, tomando-se como referência a posse euso do solo.

Antes do Turismo

Jericoacoara, situada a 310 km de Fortaleza, capital do estado do Ceará e a 18 km da sede domunicípio – Jijoca de Jericoacoara, foi constituída como povoado no início do século XX, elevada àcategoria de Distrito por Lei Municipal Nº 94, de 29/06/1923. Alguns historiadores referem-se ao lugar,já a partir do século XVII NUGA (1985) e ARAÚJO (1991).

Buenos, falando sobre o primeiro encontroentre espanhóis e indígenas no Brasil, relata que:

Após o embate às margens do rio Curu, Pinzón e seus homens decidiram partir, seguindo a linha dacosta, no rumo do noroeste. No dia seguinte ao combate, vislumbraram outro acidente geográfico nolitoral brasileiro. Era uma ponta arenosa, tão formosa e bem-feita que se assemelhava a ‘um vermelhobico de cisne mergulhando no oceano’. Decidiram chamá-la de ‘Rostro Hermoso’ (ou ‘Face Linda’).Provavelmente tratava-se da ponta de Jericoacoara – cuja beleza hoje atrai turistas de todo o mundo.Ali, Pinzón mandou fincar uma cruz com os brasões da Coroa de Castela e seguiu em frente,acompanhando os caprichosos contornos do litoral (1998: 18).

Embora estabelecendo frágeis relações com demais comunidades próximas, por conta, dentre outrascoisas, do difícil acesso, Jericoacoara se constituiu num território minimamente transformado, ordenadopor formas de intercâmbio tradicional entre sociedade e natureza. Isto levou a que neste territóriopredominassem experiências de produção e de consumo rudimentare.

A despeito disso, desenvolveu atividades comerciais baseadas na pesca artesanal,caracterizada pelasimplicidade das técnicas (uso da propulsão natural ou de pequenos motores, barcos e instrumentosartesanalmente feitos pelos próprios pescadores), pelo trabalho familiar sem assalariamento. Neste tipode produção, os mesmos processos e tarefas (náuticas, de captura, desembarque e distribuição do peixe)são desempenhados pelos mesmos grupos de trabalho, as tripulações dos barcos que se constituem, nocaso, de 3 ou 4 pescadores (MALDONADO, 1994: 25-26).

Assim, o comércio local restringiu-se a mercearias e outros estabelecimentos elementarmentenecessários à sobrevivência material da população.

Politicamente, era vinculada ao então município de Acaraú, contando com pequena representatividade,centrada em uma única pessoa que também controlava o comércio da colônia de pescadores.

Demograficamente, seus habitantes eram constituídos, na sua grande maioria, por pescadoresartesanais, além de agricultores de subsistência e artesãos confeccionadores de instrumentos de pesca(rede e tarrafas) e peças de crochê, vendidas no comércio local.

Quanto ao acesso, chegava-se a Jericoacoara pelo mar, em barcos a motor e em canoas, atravésdos portos de Camocim e Acaraú, cidades com as quais a população mantinha relações, principalmentecomerciais. Por terra, o acesso era feito a pé ou em lombo de animais.

Enquanto colônia de pescadores, Jericoacoara possibilitava aos seus moradores uma relação aonível da “solidariedade orgânica” e de interação mais direta com a natureza.

Neste contexto, as relações capitalistas ainda afetavam minimamente a vida social local. Praticavambastante o escambo - experiência vivenciada também com os agricultores das comunidades vizinhas,trocando peixe por outros alimentos.

Desta forma, a solidariedade entre os pescadores era visível, devárias maneiras: doação de peixes a quem não conseguia capturá-los ou mesmo quando não podia entrarno mar; distribuição de outros tipos de alimentos com famílias vizinhas; empréstimos de objetos utilitáriosem casa e também no trabalho.

Quanto ao lazer, eram “ordinárias” as festas entre os moradores, onde o forró prevalecia. O passeionas dunas ao cair da tarde, sobretudo aos domingos já era também um hábito comum entre os maisjovens. Celebravam novenas, acalentavam os moribundos e cultuavam os mortos, faziam dramas (encenaçãoproduzida e apresentada por mulheres, toda cantada e dançada), brincavam carnaval. Havia assim umaconvivência sociocultural com pouca complexidade e de muita significação para todos, na medida em quereforçavam, ritualizando, aquela solidariedade.

Estes fatores contribuíram para que a comunidade permanecesse com características de populaçõestradicionais (DIEGUES, 1996) até o final dos anos 70.

A chegada do turista

Por ser uma região de diversificados componentes paisagísticos e de ecossistemas culturalmentevalorizados pela raridade deste arranjo espacial, a comunidade foi aos poucos sendo visitada por“batedores” de novas trilhas turísticas, já a partir dos anos 70. Estes visitantes eram caracterizados como“não institucionalizados: nômades - aqueles que procuram ambientes exóticos e diferentes (COHEN,apud BARRETO, 1995: 27).

Aos poucos a Vila foi se tornando conhecida. A imprensa local, nacional e internacional encarregou-se de consolidar aquelas trilhas, conectando Jericoacoara em rede mundial, possibilitando a visita deturistas de várias partes do mundo.

Nesta época os debates ambientalistas vinham sendo feitos no Brasil, tendo sido um bom momentopara transformar Jericoacoara em UC. Este fato ocorreu em 1984 com a criação da Área de ProteçãoAmbiental - APA através do Decreto Federal Nº 90.379, de 29 de outubro de 1984.

A APA está no grupo de Unidades Sustentáveis da Lei Nº 9.985, de 18 de julho de 2000 e DecretoNº 4.940, de 22 de Agosto de 2002 que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação –SNUC.

A população local, embora não entendesse o significado da APA, aprovou a sua criação, achandoque poderia receber benefícios sociais. Muitos moradores assinaram um documento pensando que estavamsolicitando a reabertura de uma maternidade. Quando se deram conta, a UC estava criada.

A criação da APA foi motivo de euforia para a imprensa e para empresários do turismo que começavama se interessar por Jericoacoara, saudada como um paraíso.

Souza (1997: 36) enaltece a Vila da seguinte forma:

Jericoacoara – Eleita uma das dez mais belas do mundo, a praia cearense faz jus à fama que tem. Avariedade de paisagens é o principal atributo desse paraíso (...) Num pequeno trecho de litoral estãoreunidos coqueiros, vegetação de caatinga, lagoas de água doce, um mar de águas mornas, um cabo (aponta de Jericoacoara) (...), montanhas de dunas e uma baía que serve de porto natural para canoas ejangadas (...) há espaço também para uma pequena serra, “o serrote de Jeri”, com 110 metros de altura,de onde brotam cactos (!).

A APA manteve-se em situação legal até o dia 04 de fevereiro de 2002, quando um DecretoPresidencial criou o Parque Nacional de Jericoacoara, englobando quase totalmente a UC e incorporandouma faixa costeira de um quilômetro de largura, paralela à linha de praia. Deste modo, passa a ter umaárea de 8.416,8 ha. A finalidade da implantação do Parque fundamenta-se, principalmente, em proteger epreservar amostras dos ecossistemas costeiros, assegurar a preservação de seus recursos naturais eproporcionar oportunidades controladas de uso público, bem como educação e pesquisa científica (LIMA,2003).

Ressalta-se que o Parque Nacional

(...) é uma área sobre que convergem complexos interesses e necessidades humanas, e que tem múltiplasfunções: proteção ambiental; realização emocional, psicológica, espiritual e cultural do ser humano;área nativa, fonte de vida e local de veneração de populações tradicionais; alavanca do desenvolvimento sustentável de vastas regiões, geradora de emprego e renda; símbolo que agrega as pessoas, dando-lhes maior consciência e orgulho de sua terra natal, de sua gente e de seu País (LEUZINGER, 2002).

O aumento do fluxo turístico e a instalação de pousadas, bares, restaurantes e similares por moradoresadventícios, começaram a alterar a vida da pacata Vila de Jericoacoara. Diante disso, seus moradorestradicionais passaram a se preocupar com esta nova realidade que ajudaram a construir, como denota oseguinte depoimento: “Olha, a gente não pode botar uma luz na casa da gente, não pode modificar afachada, não pode cortar uma árvore...” (FONTELES, 2004: 149).

Não obstante, as alterações no cotidiano destes moradores foram sendo feitas com muita rapidez,dentre as quais podem ser evidenciadas as formas de sociabilidade. Perceberam que a relação existenteentre eles estava sendo comprometida. Exemplificando-se, o compadrio e os segredos compartilhadosestavam dando lugar a outros valores oriundos de outras culturas, de outros modos de vida.

Com a chegada do turismo explicitam-se os

(...) conflitos aqui e ali, decorrentes de embates entre diferentes territorialidades, com a territorialidadeturística que se impõe a territorialidade preexistente. (...) apesar de eventuais conflitos, o turismo seimpõe e revela toda sua força, transformando os espaços em territórios de seu consumo (CRUZ, 2000)

As contradições foram sendo percebidas principalmente nas formas de trabalho e de ocupação, naposse e uso do solo, no consumo de drogas e na incorporação de novas referências culturais.

A pesca, que até então era a principal atividade econômica, passou a dar lugar a outras atividadesprodutivas vinculadas ao turismo o que gerou as ocupações de: garçons, guias, vendedores ambulantes,arrumadeiras, serventes de pedreiro, dentre vários outros tipos.

Com relação à posse e uso do solo a mudança foi mais dramática. Novos habitantes, bem comoempresários turísticos passaram a adquirir terras dos nativos, instalando-se na Vila. Este fato gerou umcrescimento desordenado, com edificações destoantes da arquitetura vernacular. Além disso, muitosmoradores, ao venderem as suas propriedades, foram morar em outros lugares. Paralelamente vai severificando tentativas de parcelas da população local de instalarem pousadas e demais equipamentosvoltados à crescente demanda turística.

Contudo, do ponto de vista do empreendedorismo, a maioria dos nativos perde para os que chegam,basicamente por duas razões: não têm a visão estratégica de mercado e não contam com recursos financeirossuficientes para instalação de empreendimentos competitivos.

Neste sentido, os gráficos 1 e 2 constatam a concentração dos meios de hospedagem em Jericoacoaranas mãos dos adventícios.

No que se refere à incorporação de novas referências culturais,

(...) mudanças foram demasiadamente bruscas, levando-se em conta os modos de vida da comunidade.Algumas pessoas entenderam que não podiam perder a oportunidade e investiram, ao seu modo, nonegócio turístico, adaptando-se à nova realidade. Outras não entenderam o que estava acontecendo erecuaram o quanto puderam, inclusive não permitindo o acesso de turistas às suas residências porestranharem seus hábitos. Aos poucos todos foram constatando que não era possível ficar alheios aoque estava acontecendo, porque as conseqüências eram visíveis no cotidiano através de novos hábitosde consumo, de uma nova moral e de uma nova ética, traduzidos em fatos que se confrontavam com aspráticas locais. Cada um, a partir das suas possibilidades e a partir da sua visão de mundo, de homem ede sociedade, inseriu-se na atividade turística como proprietário ou como empregado (FONTELES,2004: 158-159).

A chegada do estranho, do outro, do turista, do novo morador, ocasionou alterações na sociabilidadecotidiana, gerando, em vários casos, conflitos em diferentes dimensõe.

José Osmar Fonteles

Fonte: www.redalyc.org

Jericoacoara

Jericoacoara não é simplesmente encantadora pelas suas dunas, praias e lagoas, mas também pelo seu vilarejo tranquilo.

O lugar era uma antiga vila de pescadores e até hoje conserva as ruas de terra, a arquitetura antiga e principalmente a paz de uma cidade que se esconde atrás de enormes dunas.

O nome Jericoacoara deriva do tupi-guarani: yuruco (tartaruga) e cuara (buraco). Buraco das tartarugas, que seria uma referência a uma praia onde acontece a desova das tartarugas marinhas.

Jeri, como é chamada pelos moradores, oferece diversas opções para prática de esportes como kitesurf, windsurf, vela, trekking, cavalgada e outros. Além do charme e da beleza da vila, o Parque Nacional o oferece uma imensidão de dunas móveis, lagoas de aguas cristalinas, mangue com carangueiros, ostras e até cavalos marinhos.

Apesar da fama que corre o mundo - Jericoacoara está entre as dez praias mais bonitas do planeta - o ritmo de vida na antiga vila de pescadores continua o mesmo, assim como as ruas de terra batida e sem iluminação pública. E como o destino paradisíaco, a apenas 300 quilômetros de Fortaleza, se mantém intocado?

Graças a dois fatores: o primeiro é o acesso precário - só se chega à Jeri em veículos com tração nas quatro rodas, depois de muito sacolejo. O segundo é a transformação da região em Área de Proteção Ambiental, o que aconteceu em 1984, preservando uma área de cerca de 200 quilômetros quadrados repleta de dunas douradas, mangues e lagoas de águas transparentes.

As lagoas, aliás, são as melhores "praias" de Jeri.

A principal é Jijoca, dividida em duas partes: Lagoa Azul, rústica e com barracas simples; e Lagoa do Paraíso, com pousadas confortáveis e restaurantes que oferecem redes e espreguiçadeiras. Por todo o espelho d´água, os bons ventos da região - considerada uma das melhores do país para a prática de esportes náuticos - conduzem jangadas e pranchas de kitesurf, que dividem o espaço em perfeita harmonia. Aproveite o passeio de bugue ou de jardineira pra chegar até lá.

Já a praia do centro de Jericoacoara, freqüentada pelos windsurfistas em especial, tem como destaque a duna do Pôr-do-Sol. Todos os dias, no final da tarde, nativos e turistas sobem o morro de 30 metros de areia para apreciar o espetáculo do sol mergulhando no mar. Depois, a vila vira festa. Com restaurantes transados, bares animados e forrós pé-de-serra, oferece programas para todos os gostos. Nas noites de lua cheia, porém, o preferido é simplesmente apreciar o céu, sempre repleto de estrelas.

Jericoacoara
Jericoacoara

Fonte: www.pousadadoscorais.tur.br

Jericoacoara

Um lugar singular

Jericoacora é uma pacífica vila de pescadores situada entre dunas, na costa Oeste do Estado do Ceará, aproximadamente 3 graus abaixo da linha do Equador, com 320 dias de sol por ano.

Já foi eleita como uma das 10 praias mais belas do mundo, Jeri, como é chamada pelos habitantes locais, é cercada por lagoas de água doce, cristalinas e azuis, mar calmo e enormes dunas de onde é possível admirar o pôr-do-sol mais bonito do Brasil.

Desde 1984, Jericoacoara foi declarada Área de Proteção Ambiental (APA) e tornou-se Parque Nacional em 2002, trazendo muitas restrições para novas construções e maior controle em sua preservação.

A energia elétrica chegou à vila em 1997, atualmente, chuveiro elétrico e ar condicionado deixaram de ser luxo. A iluminação das ruas é proibida pelas autoridades locais. Sendo assim a lua e as estrelas continuam iluminando as suas ruas de areia.

O que fazer

Muitas aventuras esperam por você

O vento constante de Julho a Novembro em Jericoacoara propicia um dos melhores lugares do mundo para a prática de esportes náuticos tais como: windsurf, kitesurf, surf, vela e catamarã. Pode ser também um lugar para relaxar e caminhar pelas belas praias que a circundam, praticar Sandboard nas dunas, passear a cavalo, praticar yoga, fazer massagens terapêuticas, passear de bicicleta e explorar dunas e lagoas em buggy ou quadriciclo.

Nas praias encontram-se coqueiros centenários que criam um cenário paradisíaco onde é possível caminhar descalço. Ou passear pelas calmas lagoas formadas pela água da chuva. Próximo a Jeri encontram-se manguezais e rios que são habitat dos cavalos-marinhos e caranguejos. Pescadores nativos lançam suas redes ao mar, enquanto esperam a próxima maré para tirá-las.

Jericoacoara possui uma rede de pequenos e excelentes restaurantes, bares e cafés onde é possível ouvir música suave a luz de velas. Fogueiras são feitas na praia nas noites de luau. Ao anoitecer dezenas de barracas são montadas na praia e servem uma grande variedade de coquetéis preparados com frutas tropicais.

Todas as tardes o visitante pode subir a enorme duna a beira mar para assistir o espetacular pôr-do-sol.  Após esse espetáculo, capoeiristas se reúnem  na praia e dão um verdadeiro show convidando os visitantes a participar da roda.  Aprender a dançar forró ao ar livre, é outra opção para os que gostam.

Fonte: www.essencialhoteis.com.br

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