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Jerivá

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O verde intenso das folhas do Coqueiro-jerivá

Coqueiro-jerivá

Nome científico: Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman

Família: Arecaceae

Coleta de sementes: diretamente da árvore quando começar a queda espontânea dos frutos ou recolhê-los do chão.

Época de coleta de sementes: Fevereiro a agoto.

Fruto: Amarelo, em cachos onde cada fruto tem aproximadamente 2 cm.

Flor: Amarela

Crescimento da muda: Médio

Germinação: Demorada, a partir de seis a oito meses.

Observação: A semeadura desta espécie é feita através de pré-germinação em canteiros com serragem.

Plantio: Mata ciliar, área aberta, solo degradado.

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As palmeiras ou coqueiros, como são popularmente conhecidas, são da família Aracaceae, compreendem 207 gêneros e 2.675 espécies. Só na Mata Atlântica ocorrem 40 espécies de Palmeiras, sendo que muitas dessas são endêmicas, ou seja, só ocorrem nesse bioma.

O Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman ou coqueiro-jerivá, como é conhecida popularmente, ocorre na Mata Atlântica desde o sul da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Goiás até o Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.

Devido ao conjunto de suas características botânicas, constituem grupo vegetal muito peculiar, além de possuírem grande valor ornamental, econômico e nutricional.

Estudos descrevem que os frutos de Palmeiras são utilizados por uma ampla variedade de animais como papagaios, periquitos, jacus, tucanos, morcegos e primatas. Os frutos também são importantes na dieta alimentar do esquilo, ele faz a abertura dos cocos da palmeira, segurando com as mãos, enquanto come.

Os frutos do coqueiro-jerivá também são muito apreciados pelo humano, principalmente pela criançada, sendo uma lembrança comum no interior, a quebra dos coquinhos. Eles eram deixados para secar e depois abertos com pedras para retirar a amêndoa.

Não se pode deixar de lembrar também as brincadeiras com as “canoas” feitas com as grandes brácteas secas dos coqueiros e que eram usadas para descer os pastos íngremes, que viravam verdadeiras pistas de corrida. Tudo isso, claro, com direito a tombos e cambalhotas, mas certamente com muita diversão.

O jerivá tem entre 10 e 15 metros de altura, e frutifica durante todo o ano, porém com pico de maturação entre fevereiro e agosto. Suas folhas são grandes, de cor verde intenso, com até 4,0 m de comprimento.

Desde o sul até o centro-oeste do Brasil, é a palmeira mais freqüente na natureza e em cultivo, sendo uma das espécies de palmeiras indicadas para a produção de palmito, podendo ser utilizado em plantios comerciais e também no enriquecimento de florestas secundárias.

No Viveiro de Mudas Nativas Jardim das Florestas, o coqueiro-jerivá é produzido com objetivo de plantios de embelezamento de propriedades e paisagens e restauração de áreas degradadas.

Fonte: www.apremavi.org.br

Jerivá

Nome cientifico: Syagrus romanzoffiana

Família: Arecaceae

Nomes populares: Palmeira jerivá

Onde é encontrada: Encontrada tanto em campos e regiões degradadas como no paisagismo urbano.

Características: Palmeira de médio porte, 8 a 15 metros, tronco fino e alto. Floração amarelada em cacho, frutos bem amarelos quando maduros, 5 cm, semente única envolta por polpa fibrosa comestível, de sabor adocicado, muito grudenta e fibrosa.

Utilidades: Frutos muito procurados pela fauna, e comestíveis pelo homem. Muito melífera.

Época de floração e frutificação: Floresce em Dezembro a Fevereiro, frutos em Julho a Setembro.

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Fonte: www.arvores.brasil.nom.br

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