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Jiló

Solanum gilo Raddi

É um fruto tropical colhido ainda imaturo, que possui grande volume gasoso intercelular (? 50%) e praticamente não foi estudado sob o ponto de vista de pós-colheita. Sabe-se, no entanto, que seus frutos se assemelham aos da berinjela em sua anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

Devido ao seu grande volume gasoso intercelular o jiló é pouco sensível a injúria mecânica de impacto e é sensível a injúria de compressão (amassamento). As cultivares de jiló disponíveis tem sabor amargo ou extremamente amargo, são produtivas (40 t/ha) e o formato pode ser redondo ('Verde Redondo'), oblongo (`Morro Grande`) ou alongado ('Comprido Cachoeira´).

Jiló

A colheita do jiló inicia-se 90 a 100 dias após a emergência, prolongando-se por mais de três meses (Filgueira, 1972). O jiló é usualmente colhido verde com cerca de 20 a 30 g.

A colheita é feita cortando-se o pedúnculo com faca ou tesoura. O amadurecimento do fruto é indesejável e em temperaturas próximas a 20°C ocorre em poucos dias. Frutos já amadurecidos com cor vermelha e sementes endurecidas são imprestáveis para consumo.

O jiló é um fruto sensível a injúria de resfriamento. Sob temperaturas menores que 10 °C ocorre escurecimento das sementes e a formação de áreas deprimidas na casca. A semelhança com a berinjela sugere que a conservação do jiló deve ser feita em temperaturas de 10 e 13 °C sob umidade relativa do ar elevada (>95%).

O jiló é muito sensível à desidratação que pode ser reduzida com emprego de sacos plástico perfurados e o uso de cera. Adicionalmente, camada mais espessa de cera poderia ser empregada para aumentar a vida útil do fruto pelo atraso no amadurecimento.

A exposição do jiló ao etileno liberado por outros frutos como a maçã e o maracujá, ou por motores a explosão acelera o amadurecimento e deve ser evitada.

ORIGEM

Originário, provavelmente da Índia ou da África, sua introdução no Brasil data do início do Séc. XVII, com a vinda dos escravos para trabalhar nos canaviais de Pernambuco.

NOME CIENTÍFICO

Solanum gilo Raddi

FAMÍLIA

Solanaceae

EXIGÊNCA CLIMÁTICA

Quente (26ºa 28º)

FORMA DE PROPAGAÇÃO

Semente

RICA EM

Vitamina A, B, C, cálcio, fósforo, ferro.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

É utilizado no tratamento de distúrbios hepáticos e dispepsia biliar.

A riqueza do jiló em niacina torna recomendável o uso contra a pelagra.

Recomenda-se incluir o jiló numa dieta redutiva do colesterol.

Fonte: www.cnph.embrapa.br

Jiló

 

Jiló

Recomendado para regimes alimentares pelo baixo valor calórico, o jiló é uma hortaliça que contém quantidades apreciáveis de sais minerais como Cálcio, Fósforo e Ferro, além das vitaminas B5 e C.

O Cálcio, o Fósforo e o Ferro participam da formação de ossos e dentes, construção muscular e ajudam na coagulação do sangue. A vitamina B5 faz parte do Complexo B, que tem como principais funções evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e sistema nervoso, além de reumatismos.

Já a vitamina C contida no jiló não é aproveitada pelo organismo, porque se perde com o cozimento normal.

O jiló deve ser conservado em geladeira, nas prateleiras mais baixas, longe do congelador. E, caso a família não aprecie o amargo característico dessa hortaliça, experimente fazê-lo frito.

Seu período de safra vai de janeiro a maio.

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

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