
Uma razoável fonte de carboidratos e proteínas
Boa fonte de minerais como cálcio, fósforo e ferro
Boa quantidade das vitaminas A, C e do complexo B
Possui um gosto muito amargo.
Geralmente considerado como um legume, o jiló
é na realidade o fruto de uma planta da família das solanáceas, tal como a
berinjela. sua origem é desconhecida, mas é muito abundante na África e no
Brasil.
O jiló só deve ser consumido antes de amadurecer e deve ser
cozido. Seu sabor amargo é apreciado apenas por um pequeno número de pessoas,
mas apesar disso ele é uma razoável fonte de carboidratos e proteínas, além
de uma boa fonte de minerais como cálcio, fósforo e ferro.
O jiló possui ainda uma boa quantidade
de vitaminas A e C, além de vitaminas do complexo B, particularmente a niacina.
Na região sudeste, é comum alguns bares e botequins oferecem o jiló como um
tira-gosto de bebidas alcoólicas.
Nesses casos, ele é uma boa alternativa porque, ao contrário dos demais acompanhamentos fritos em óleo (torresmos, lingüiças,sardinhas, etc.) oferecidos nesses tipos de estabelecimentos, ele é servido cozido e, portanto, possui muito menos calorias.
O jiló pode ainda entrar como ingrediente
de cozidos, substituindo algum outro legume desse prato.
Terapeuticamente, o jiló é recomendado como um estimulante
do metabolismo hepático e um regulador digestivo. Considera-se também que
ele possua propriedades antidiarréicas e mineralizantes.
Nas áreas rurais do Brasil, onde também é chamado de jinjilo, o jiló cozido
é utilizado como tratamento contra resfriados, gripes e estados febris.
Fonte: www.ufms.br

Recomendado para regimes alimentares pelo baixo valor calórico, o jiló é uma hortaliça que contém quantidades apreciáveis de sais minerais como Cálcio, Fósforo e Ferro, além das vitaminas B5 e C.
O Cálcio, o Fósforo e o Ferro participam da formação de ossos e dentes, construção muscular e ajudam na coagulação do sangue.
A vitamina B5 faz parte do Complexo B, que tem como principais funções evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e sistema nervoso, além de reumatismos.
Já a vitamina C contida no jiló não é aproveitada pelo organismo, porque se perde com o cozimento normal.
O jiló deve ser conservado em geladeira, nas prateleiras mais baixas, longe do congelador. E, caso a família não aprecie o amargo característico dessa hortaliça, experimente fazê-lo frito.
Seu período de safra vai de janeiro a maio.
Fonte: www.geocities.com