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Joan Miró

Miró alternou fases de dificuldade financeira intensa com fases de prosperidade mas aos poucos foi afirmando-se como um artista do primeiro time. Viajou bastante, morou em diversos lugares sem nunca distanciar-se completamente de suas origens. Depois de 20 anos na França, voltou para a Espanha refugiando-se da guerra. Ao longo do tempo ganhou diversos prêmios internacionais de grande importância e teve uma longa vida produtiva. Morreu aos 90 anos, em Palma de Maiorca, na Espanha, ainda em atividade. Na última fase parecia predominar a ausência de cores em seus trabalhos, dedicando grande espaço ao preto e ao branco. Interessante esse aspecto e ficamos pensando se isso deveu-se a problemas visuais, comuns na idade muito avançada.

Joan Miró
Personagens e metamorfoses e a interpretação de uma pequena vila européia - Joan Miró

Joan Miró
O azul marcante e quase monocromático e as cores vivas e variadas - diferentes fases

O artista trabalhou também com cerâmica e considerava essa forma de trabalho muito gratificante pois lhe possibilitava tocar e mexer com os objetos, vasos, pratos, que usava como suporte para o seu talento. Passou longos anos dedicando-se a isso e o resultado são trabalhos importantes dentro do contexto de sua vida, embora menos valorizados no universo dos museus e menos conhecidos do público. Fez ainda litogravuras e realizou a sua primeira viagem aos Estados Unidos para executar um mural de grandes dimensões que ocupou 9 meses de intenso trabalho. Diversificado, versátil, criativo, Joan Miró deixou um legado inesgotável para estudo e deleite.

Joan Miró
Pintura com poemas e um auto retrato feito a lápis - versatilidade

Criador de novas técnicas nos trabalhos de cerâmica e de uma maneira peculiar de exercer o ofício de pintor, Miró foi premiado, agraciado com títulos e homenageado nos 4 cantos do mundo, superando amplamente todas as dificuldades iniciais encontradas na juventude e no início da idade adulta. Na última fase de sua carreira foi regiamente pago por trabalhos encomendados e colocado na galeria dos grandes artistas da humanidade.

Fonte: www.cyberartes.com.br

Joan Miró

Joan Miró, artista integrante do movimento surrealista e um dos maiores pintores espanhóis, nasceu no dia 20 de abril de 1893, embora nascido em Barcelona, foi em Maiorca, com paisagens diferentes das de sua cidade natal, que descobriu o cromatismo intenso do céu e do mar, muitas vezes presente em sua trajetória artística. Pintor, escultor e gravador, foi um criador de formas, figuras coloridas, imaginárias, que o identificam por um léxico próprio composto por manchas, pontos e linhas carregados de um intenso cromatismo que acompanha toda a sua obra.

Passou a infância entre Mallorca, cidade de origem de sua mãe, em Tarrago, na cidade de procedência de seus avós paternos, bem como em Montroing, uma propriedade familiar à cerca de 60 km de Barcelona. Desde pequeno demonstrou queda para a arte.

Quando tinha 14, foi matriculado pelo pai na Escola de Comércio, pois a arte, como modo de vida, não era tida como garantidora de um futuro promissor. Essa atitude familiar acabou por causar depressão em Miró. Ao fim desse período de doença é inscrito, pelo pai na, Escola de Belas Artes de Llotja. Isso no entanto não durou muito, pois ao completar 17 anos, novamente a família fez com que deixasse de lado a arte e fosse trabalhar em uma farmácia, o que acabou por levá-lo à enfermidade, tamanho o desgosto. Depois de recuperado, vai para a Escola de Arte de Francisco Gali, que de imediato percebeu as habilidades daquele jovem, notadamente, no uso das cores. Em 1918, Miró faz, pela primeira vez, uma exposição individual de suas obras. Na viagem que faz a Paris em 1.920 entra em contato com os surrealistas, como Pablo Picasso. É o início de uma vida austera, trabalhando em um ateliê com outros pintores. Esse contato com poetas, escritores e pintores permitem a Miró desenvolver e amadurecer seu próprio estilo, também chamado de abstração bifórmica.

Em 1921 organiza sua segunda mostra, não obtendo sucesso, o que não impede Miro buscar na memória, na fantasia e no irracional para criar suas obras, que são podem ser consideradas transposições visuais da poesia surrealista. Em 1925 realiza exposição individual e, posteriormente, exposição com o grupo surrealista, na Galeria Pierre de Paris. A tela Carnaval d'Arlequin é efetuada entre 1924 e 1925. Em12 de outubro de 1929, casa-se com Pilar Juncosa, em Palma de Mallorca, instalando-se em Paris. Teve uma única filha, Dolores. Em suas obras retrata a guerra civil por que passo na Espanha, apesar de residir em Paris. Em 1932 reside em Barcelona. Trabalha na decoração e vestuário do ballet Jocs d'Infants do Ballet Russos de Montecarlo. Em 1936, com o início da guerra civil espanhola. Miró muda-se com a família para Paris.

Em 1937 pinta El Segador para o Pavilhão da la República Espanhola na Exposição Universal de Paris. Em 1940 começa a série Constelaciones, na cidade de Varengeville-sur-Mer onde reside desde o ano anterior. Com a invasão alemã deixa a França e se instala em Mallorca. Termina a série Constelaciones no ano seguinte. Em 1947 acontece sua primeira viagem para os Estados Unidos, onde permanece oito meses para fazer o mural para Terrace Plaza Hotel de Cincinnati. A partir de 1955, exceto algumas pequenas pinturas sobre cartão. Prefere os trabalhos em cerâmica e obras gráficas. Nos anos setenta concentra cada vez mais sua atividade em obra monumental e pública. Começa a trabalhar com área têxtil. Morre no natal de 1983, em Palma de Mallorca.

Fonte: www.belasartes.br

Joan Miró

Nu com espelho, 1919
Nu com espelho, 1919

Retrato de Juanita, 1918
Retrato de Juanita, 1918

Pintor e artista gráfico espanhol. Em 1919, foi para Paris, onde viveu grande parte de sua vida. Mesmo vivendo na capital francesa, o pintor sempre manteve estreitos vínculos com a Espanha. É particularmente associado aos surrealistas, cujo manifesto assinou em 1924. Através de sua carreira artística, quer sua obra fosse puramente abstrata, quer apresentasse elementos figurativos, Miró permaneceu leal ao princípio surrealista de liberar as forças do inconsciente do controle da lógica e da razão. No entanto, distinguiu-se de outros membros do movimento na variedade e genialidade de sua obra, que não apresenta quaisquer dos artifícios superficiais que muitas vezes caracterizam o surrealismo. Em 1940, retornou à Espanha e, desde então, viveu principalmente em Majorca. Miró ultrapassou os 80 anos de idade e pôde testemunhar a fama mundial no final da vida.

Fonte: www.jperegrino.com.br

Joan Miró

Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893 — Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um importante escultor e pintor surrealista catalão.

Quando jovem, frequentou a Escola de Belas Artes da capital catalã e a Academia de Gali. Em 1919, depois de completar os seus estudos, visitou Paris, onde entrou em contacto com as tendências modernistas como os fauvismo e dadaísmo.

No início dos anos 20, conheceu o fundador do movimento em que trabalharia toda a vida, André Breton, entre outros artistas surrealistas. A pintura O Carnaval de Arlequim, 1924-25, e Maternidade, 1924, inauguraram uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia naif, sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Participou na primeira exposição surrealista em 1925.

Em 1928, viajou para a Holanda, tendo pintado as duas obras Interiores holandeses I e Interiores holandeses II. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural e, anos depois, em 1941, concebeu a sua mais conhecida e radiante obra: Números e constelações em amor com uma mulher. Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura.

Três anos depois, rumou pela primeira vez aos Estados Unidos. Já nos anos seguintes, durante um período muito produtivo, trabalhou entre Paris e Barcelona.

No fim da sua vida reduziu os elementos de sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto, ficando esta ainda mais naif.

Fonte: pt.wikipedia.org

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