Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Joaquim Manuel Macedo Biografia, Vida - Página 2  Voltar

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo nasceu em São João de Itaboraí (RJ) no ano de 1820 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em 1882. Formado em Medicina pela Escola Médica do Rio de Janeiro em 1844, no mesmo ano publicou seu primeiro romance, "A Moreninha", que alcançou grande êxito; nas décadas seguintes escreveria mais 16 romances.

Em 1849, tornou-se Professor de História e Geografia do Brasil do Colégio Pedro II, cargo em que permaneceria até 1870.

Foi sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e fundou, com Gonçalves Dias e Araújo Porto-Alegre, a revista cultural "Guanabara". Elegeu-se várias vezes Deputado pelo Partido Liberal (ala conservadora). Colaborador do Jornal do Comércio, com a crônica "A Semana", em 1856.

Em 1857 publicou "A Nebulosa", considerado pelo crítico Antonio Candido “o melhor poema-romance do Romantismo”. Macedo publicou 12 peças de teatro (em 1858 foi montada, no Rio de Janeiro (RJ), a peça "O Primo da Califórnia", pela Companhia de Joaquim Heliodoro no Ginásio Dramático e, em 1860, também no Rio foi montada a peça "Luxo e Vaidade", pela Sociedade Dramática Nacional, no mesmo local). O autor é considerado um dos maiores prosadores do Romantismo brasileiro.

Em sua poesia encontram-se traços românticos bastante característicos, como amores fatais, cenários de tempestade, imagens de donzelas angelicais e sonhadoras.

Fonte: www.releituras.com

Joaquim Manuel de Macedo

Nome literário: Macedo, Joaquim Manuel de
Nome completo: Macedo, Joaquim Manuel de
Nascimento: Itaboraí, RJ, 24 de junho de 1820
Falecimento: Rio de Janeiro, RJ, 11 de abril de 1882

Biografia

Joaquim Manuel de Macedo, jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista nasceu em Itaboraí, RJ, em 24 de junho de 1820, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11 de abril de 1882. É o patrono da Cadeira n. 20, por escolha do fundador Salvador de Mendonça.

Era filho do casal Severino de Macedo Carvalho e Benigna Catarina da Conceição. Formado em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, clinicou algum tempo no interior do estado do Rio. No mesmo ano da formatura (1844), publicou A Moreninha, que lhe deu fama instantânea e constituiu uma pequena revolução literária, inaugurando a voga do romance nacional. Alguns estudiosos consideram que a heroína do livro é uma clara transposição da sua namorada, e futura mulher, Maria Catarina de Abreu Sodré, prima-irmã de Álvares de Azevedo. Em 1849, fundou com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias a revista Guanabara, onde apareceu grande parte do seu poema-romance A Nebulosa, que alguns críticos consideram um dos melhores do Romantismo.

Voltou ao Rio, abandonou a medicina e foi professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II. Era muito ligado à Família Imperial, tendo sido professor dos filhos da princesa Isabel. Militou no Partido Liberal, servindo-o com lealdade e firmeza de princípios, como o provam seus discursos parlamentares. Foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81). Membro muito ativo do Instituto Histórico (desde 1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). Nos últimos anos, sofreu de decadência das faculdades mentais, falecendo antes de completar 62 anos.

Foi ativa e fecunda a sua carreira intelectual nas várias atividades que exerceu. Um dos fundadores do romance brasileiro foi considerado em vida uma das maiores figuras da literatura contemporânea e, até o êxito de José de Alencar, o principal romancista. O memorialista ainda é lido com interesse nas Memórias da rua do Ouvidor e Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro. Foi no romance, entretanto, que Macedo conseguiu perdurar. Suas histórias evocam aspectos da vida carioca na segunda metade do século XIX, com simplicidade de estilo, senso de observação dos costumes e da vida familiar.

Algumas obras:

Duas sátiras político-sociais:

A carteira de meu tio (1855) e Memórias do sobrinho do meu tio (1867-68)

As mulheres de mantilha (1870) e vários outros romances.

Para o teatro, escreveu 16 peças, das quais 14 foram à cena em vida do autor, com aplauso da platéia. E a crítica, tanto a atual como a do século passado, é quase unânime em reconhecer que no teatro está a melhor parte de sua obra.

Fonte: www.cervantesvirtual.com

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo
Joaquim Manuel de Macedo

Nome completo: Joaquim Manuel de Macedo
Pseudônimo: Menino Severo, O Velho
Nascimento: Itaboraí, RJ em 24 de junho de 1820.
Falecimento: Rio de Janeiro, RJ em 11 de abril de 1882.
Forma autorizada: Macedo, Joaquim Manuel de

Joaquim Manuel de Macedo foi o primeiro escritor romântico de grande repercussão no Brasil, um dos mais lidos autores nacionais, segundo alguns críticos. Mas não foi a literatura sua única, nem primeira ocupação. Formado em medicina, exerceu também inúmeras atividades entre 1844 e 1882: além dos diversos romances e peças teatrais que escreveu, foi articulista em diversos jornais, membro de instituições culturais, censor teatral e político. Enfim, participou ativamente da vida intelectual e política do Segundo Reinado.

Nascido em 24 de junho de 1820, na Vila de São João de Itaboraí, na província do Rio de Janeiro, Macedo era, contudo, de origem modesta, filho de Severino de Macedo Carvalho e Benigna Catarina da Conceição. Após passar a infância em Itaboraí, transferiu-se para a Corte a fim de realizar os exames para ingressar na Faculdade de Medicina. Foi ao longo desse curso que Macedo se interessou pelas letras, atraído pelo Romantismo, gênero literário recém-chegado ao Brasil e que, naquele momento, coincidia com o projeto das elites políticas de construção da identidade nacional. Em 1844, Macedo defendeu, com êxito, a sua tese de conclusão de curso, Considerações sobre a nostalgia, mas só atuou como médico durante um curto período, em sua cidade natal, clinicando principalmente para as camadas mais baixas da população, que passaram a chamá-lo carinhosamente de “Doutor Macedinho”.

Naquele mesmo ano, Macedo publicou seu primeiro livro: A Moreninha, que logo se tornou sucesso de público e crítica, seria o grande marco de sua trajetória como escritor. Seu mais conhecido romance inaugurou a voga do romance nacional, tendo constituído, assim, uma pequena revolução literária. Alguns estudiosos consideram que a heroína do livro é uma personificação da sua namorada, e futura mulher, Maria Catarina de Abreu Sodré, prima-irmã do poeta Manuel Antônio Álvares de Azevedo.

Dentre suas múltiplas atividades, Macedo atuou no magistério, a partir de 1849, como professor de História do Brasil e de Corografia no Imperial Colégio Pedro II, tendo produzido compêndios de história do Brasil que foram utilizados até o início do século XX. Através dessa atividade, o escritor conseguiu aproximar-se da família imperial, exercendo a função de professor dos filhos da princesa Isabel. Na imprensa, escreveu para diversos jornais e revistas, como o Jornal do Commercio, Minerva Brasiliense, Ostensor Brasileiro, A Reforma e Semana Ilustrada, além de ter fundado, em 1849, com Gonçalves Dias, Gonçalves Magalhães, Fernandes Pinheiro e Araújo Porto Alegre, a Revista Guanabara, em que publicou seu poema-romance A Nebulosa, considerado por alguns críticos um dos melhores do Romantismo brasileiro. Participou, também, da vida política fluminense escrevendo no jornal A Nação, do Partido Liberal, pelo qual foi eleito em diferentes oportunidades – para a Assembléia Provincial do Rio de Janeiro, em 1854, e para a Assembléia Geral Legislativa, nos anos de 1864/1866, 1867/1868 e 1878/1881. Político atuante, Macedo serviu ao partido com lealdade e firmeza de princípios, como apontam seus discursos parlamentares. Interessado também em teatro, ele foi membro do Conselho do Conservatório Dramático do Rio de Janeiro, escreveu muitos dramas e comédias, como O primo Califórnia e Uma pupila rica, e incentivou companhias e sociedades teatrais. No entanto, com exceção de algumas poucas comédias, a grande maioria de suas peças não chegou a ser encenada.

Em 1845, entrou para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) como membro efetivo, participando do momento fundador da historiografia brasileira. Eleito por unanimidade, Macedo foi um dos poucos que ingressaram no instituto com menos de vinte e cinco anos. O escritor ocupou diversos cargos nos 37 anos em freqüentou o instituto, com destaque para o de 1º Secretário e Orador, tornando-se um dos sócios mais ativos de seu tempo: além dos relatórios, orações fúnebres e pareceres presentes nas revistas do instituto, Macedo possui um artigo que questiona pontos da história do Brasil – Dúvidas sobre alguns pontos da História do Brasil.

Macedo foi, ainda, membro da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional, do Conselho Diretor de Instrução Pública na Corte e Comendador da Ordem da Rosa e de Cristo. Na Academia Brasileira de Letras (ABL) é o patrono da cadeira número 20.

Em 11 de abril de 1882, depois de sofrer durante dois anos de uma doença que, dizem alguns biógrafos, era de origem mental, Joaquim Manuel de Macedo faleceu em Itaboraí.

Um dos fundadores do romance brasileiro, o escritor é, ao lado de José de Alencar, célebre expoente desse gênero no Brasil. Sua grande popularidade àquela época devia-se ao tom ameno, moralizante, e às intrigas amorosas vividas por personagens sentimentais, bem ao gosto dos leitores de então. Suas histórias retratavam aspectos da vida da Corte na segunda metade do século XIX, descrevendo minuciosamente e com simplicidade de estilo os costumes e o cotidiano da sociedade fluminense. Muito popular, Macedo publicou vários de seus romances sob a forma de folhetim e, assim, adentrou em todos os lares em que se cultivava a leitura, tornando-se um escritor muito querido do público e estimado até mesmo pela família imperial. Todo esse afeto, que o público dedicava a Macedo, ele retribuiu com crônicas memoráveis sobre a cidade do Rio de Janeiro – Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro e Memórias da Rua do Ouvidor – que são lidas, até hoje, com interesse e que o consagraram, também, como um dos primeiros memorialistas cariocas.

Fonte: catalogos.bn.br

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo
Joaquim Manuel de Macedo

Romancista, poeta e dramaturgo fluminense (24/6/1820-11/4/1882). Sua vasta obra é uma crônica fiel da pequena burguesia brasileira na segunda metade do século XIX. Nascido em Itaboraí, torna-se figura obrigatória nas rodas literárias e nos salões elegantes do Rio de Janeiro.

Alcança grande popularidade não só com os romances que escreve mas também pelo prestígio pessoal. Além de escritor, é médico e professor, elegendo-se deputado em várias legislaturas. Junto com Araújo Porto Alegre e Gonçalves Dias funda a revista Guanabara, prestigioso órgão de divulgação do romantismo. Consagra-se logo no primeiro romance, A Moreninha (1844).

No ano seguinte publica O Moço Loiro. Outros romances seus são Rosa (1849), Vicentina (1853) e A Luneta Mágica (1869). Escreve diversas peças para o teatro, entre elas O Cego (1849) e Luxo e Vaidade (1860). É autor também de duas obras autobiográficas de interesse histórico, Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro (1863) e Memórias da Rua do Ouvidor (1878). Perto de completar 62 anos morre no Rio de Janeiro, esquecido e pobre.

Fonte: www.algosobre.com.br

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo (Itaboraí, 24 de junho de 1820 — Rio de Janeiro, 11 de abril de 1882) foi um médico e escritor brasileiro.

Biografia

Em 1844, formou-se em Medicina no Rio de Janeiro, e no mesmo ano estreou na literatura com a publicação daquele que viria a ser seu romance mais conhecido, "A Moreninha", que lhe deu fama e fortuna imediatas.

Além de médico, Macedo foi jornalista, professor de Geografia e História do Brasil no Colégio Pedro II, e sócio fundador, secretário e orador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, desde 1845. Em 1849, fundou, juntamente com Gonçalves Dias e Araújo Porto-Alegre, a revista Guanabara, que publicou grande parte do seu poema-romance A nebulosa — considerado por críticos como um dos melhores do Romantismo. Foi membro do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866).

Abandonou a medicina e criou uma forte ligação com Dom Pedro II e com a Família Imperial Brasileira, chegando a ser preceptor e professor dos filhos da Princesa Isabel.

Macedo também atuou decisivamente na política, tendo militado no Partido Liberal, servindo-o com lealdade e firmeza de princípios, como o provam seus discursos parlamentares, conforme relatos da época. Durante a sua militância política foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-1868 e 1873-1881). Nos últimos anos de vida padeceu de problemas mentais, morrendo pouco antes de completar 62 anos.

Obra

Nas letras, Joaquim Manuel de Macedo foi romancista, poeta, cronista literário e dramaturgo. Sua obra é extensa e fez grande sucesso na época. Havia, entre os críticos, o argumento de que ele abusou sentimentalismo muito ao gosto popular, daí seu enorme sucesso de público. Os críticos, entretanto, não negam que Macedo foi cronista aberto e analítico do Rio de Janeiro do final do Império.

Sua grande importância literária está no fato de ser considerado um dos fundadores do romance no Brasil e, certamente, um dos principais responsáveis pela criação do teatro no Brasil. "A Moreninha" certamente foi a primeira obra da Literatura Brasileira a alcançar êxito de público e é um dos marcos do Romantismo no Brasil.

Lançado em 1844, "A Moreninha" é tido como o primeiro romance publicado no país, embora tenha sido precedido por "O Filho do Pescador", de Teixeira e Sousa, que, entretanto, é tido como uma obra menor, desenvolvida a partir de um enredo pouco articulado e confuso.

"A Moreninha" constituiu-se numa pequena revolução literária no Brasil imperial, inaugurando o romance brasileiro, e é até hoje é reeditado com relativo sucesso e ainda é lido com prazer. Estudiosos da obra macediana observam que a protagonista do romance, Carolina, é uma clara alusão à personalidade e ao comportamento de Maria Catarina de Abreu Sodré, sua esposa e prima-irmã do poeta Álvares de Azevedo.

Em sua obra, Joaquim Manuel de Macedo descreve com linguagem simples e raro senso de observação os usos e costumes da sociedade carioca de seu tempo, e a vida familiar e privada daquela época, quando o país ainda estava nas primeiras décadas de sua independência: as cenas triviais da rua, os preconceitos sociais, as festas, a economia doméstica, os saraus familiares, as conversas de comadre, as pequenas e grandes intrigas, os ciúmes mesquinhos, os namoros até certo ponto ingênuos de estudantes e donzelas, que quase sempre acabavam em casamento feliz.

Na sua obra teatral, Macedo preocupou-se antes com a pintura realista do ambiente social, cultural, político e econômico da sua época do que com o universo psicológico dos seus personagens. Seus dramas, escritos em verso, são artificiais e afetados, suas comédias, porém, são importantes documentos dos costumes da sociedade carioca da época.

Além de "A Moreninha", Macedo escreveu ainda outros dezessete romances, dezesseis peças de teatro e um livro de contos. Entre essas obras destacam-se:

Fonte: pt.wikipedia.org

voltar 12avançar

Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal