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Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo nasceu no RJ e formou-se em medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, mas nunca chegou a exercer a profissão.

Joaquim Manuel de Macedo

Em 1844 publicou "A Moreninha", seu primeiro romance. Sua carreira seguiu um caminho totalmente diferente ao de sua profissão.

Além de escritor foi fundador da Revista "Guanabara", secretário, orador do Instituto Histórico, político, professor e preceptor dos filhos da princesa Isabel.

Macedo, que faleceu no Rio de Janeiro em 11 de abril de 1882, foi o escritor mais lido durante o final da década de 40 e início da de 50.

Isso se deu devido ao esquema usado por ele na composição dos romances. Ele atendia à expectativa do leitor burguês pois descrevia em uma linguagem simples, os costumes da sociedade carioca. Eram tramas fáceis, pequenas intrigas de amor, que sempre tinham finais felizes.

Fonte: www.mundocultural.com.br

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo nasceu no RJ e formou-se em medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, mas nunca chegou a exercer a profissão.
Em 1844 publicou "A Moreninha", seu primeiro romance. Sua carreira seguiu um caminho totalmente diferente ao de sua profissão.


Além de escritor foi fundador da Revista "Guanabara", secretário, orador do Instituto Histórico, político, professor e preceptor dos filhos da princesa Isabel.
Macedo, que faleceu no Rio de Janeiro em 11 de abril de 1882, foi o escritor mais lido durante o final da década de 40 e início da de 50.

Isso se deu devido ao esquema usado por ele na composição dos romances. Ele atendia à expectativa do leitor burguês pois descrevia em uma linguagem simples, os costumes da sociedade carioca. Eram tramas fáceis, pequenas intrigas de amor, que sempre tinham finais felizes.

Fonte: www.academia.org

Joaquim Manuel de Macedo

Concluiu o Curso de Medicina na Escola Médica do Rio de Janeiro em 1844.

No mesmo ano, publicou seu primeiro romance, A Moreninha, que alcançou grande êxito; nas décadas seguintes escreveria mais 16 romances.

Em 1949, tornou-se Professor de História e Geografia do Brasil do Colégio Pedro II, cargo em que permaneceria até 1870.

Foi sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e fundou, com Gonçalves Dias e Araújo Porto-Alegre, a revista cultural Guanabara. Elegeu-se várias vezes Deputado pelo Partido Liberal (ala conservadora).

Em 1857 publicou A Nebulosa, considerado pelo crítico Antonio Candido “o melhor poema-romance do Romantismo”. Macedo publicou 12 peças de teatro e é considerado um dos maiores prosadores do Romantismo brasileiro.

Em sua poesia encontram-se traços românticos bastante característicos, como amores fatais, cenários de tempestade, imagens de donzelas angelicais e sonhadoras.

Fonte: www.itaucultural.com.br

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manoel de Macedo nasceu em 24 de junho de 1820 e faleceu em 11 de abril de 1882, no Rio de Janeiro, quase esquecido e na maior pobreza. Formou-se em Medicina em 1844, ano em que estreou na literatura com o famoso romance "A Moreninha" até hoje sucessivamente reeditado. Casou-se com a prima-irmã do poeta Alvares de Azevedo.

Joaquim Manuel Macedo foi jornalista, político militante e professor de História e Coreografia do Brasil no Colégio Pedro, II. Sócio fundador, secretário e orador do Instituto Histórico e Geográfico. Brasileiro, desde 1845. Deputado à Assembléia Provincial do Rio de Janeiro e deputado geral (legislatura 1864-68 e 1878-81) como representante do partido liberal. Ligou-se por laços de amizade à Família Imperial, tanto que foi professor dos filhos da Princesa Isabel.

Romancista, poeta, autor dramático, é fecunda a sua obra. Abusou do derramamento sentimental do gosto popular, daí seu enorme sucesso. É reputado bom cronista do Rio antigo, sendo um dos patronos da Academia Brasileira de Letras.

Joaquim Manuel Macedo é um dos fundadores do romance no Brasil e um dos criadores do teatro brasileiro. Descreveu com senso de - observação a vida familiar e os usos e costumes da sociedade carioca de seu tempo: as cenas triviais da rua os preconceitos da sociedade, as festas, - os saraus familiares, as conversas de comadre, as pequenas Intrigas, os ingênuos ciúmes, os namoros piegas de estudantes os quais sempre acabavam em feliz casamento.

Preocupou-se antes com a pintura realista do ambiente social que com o mundo íntimo das personagens. Seus dramas, todos escritos em verso, são artificiais e enfáticos, suas comédias são mais importantes como documentos da sociedade da época. Estilo leve, atraente e vivo, e a linguagem é corrente, simples, clara, mas nem sempre correta.

0 romance "A Moreninha" apreciadíssimo na época, ainda hoje é lido com prazer, pelas qualidades Indiscutíveis que encerra: graça, simplicidade, Ingenuidade e saborosa cor local. Não se esmerava o escritor em arabescos de linguagem à moda de Coelho Neto; a sua é simples e corrente.

Seus livros têm sobretudo o sabor da juventude estudantil, diz tudo de maneira deliciosa, buscando através da sua prosa levar o leitor para - o paraíso de sua imaginação. Seus livros podem ser lidos sem censura. Durante mais de trinta anos atraiu a atenção da cidade do Rio de Janeiro. Na opinião de José Cretella Júnior é o fundador do romance brasileiro.

Publicado em 1844, A Moreninha tornou-se o introdutor da ficção romântica em nossa literatura, e deu margem a uma série de obras congêneres que acabaram sugerindo a outros ficcionistas (como Alencar e Machado de Assis) um processo romanesco apenas superado pelo Realismo.

Fonte: virtualbooks.terra.com.br

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo nasceu em Itaboraí, 1820, e faleceu no Rio de Janeiro, 1882. Formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, mas não chegou a exercer a profissão. Autor do primeiro romance urbano do Brasil, A Moreninha (1844) [ver Antologia], que obteve um estrondoso sucesso entre os leitores da classe média, dedicou parte de seu tempo escrevendo outros romances que seguiam os moldes do primeiro, além de peças de teatro e outros gêneros literários, acabando por consolidar sua popularidade enquanto escritor. Também foi jornalista e deputado, eleito várias vezes pelo Partido Liberal. Exerceu também o magistério, sendo professor de História do Brasil no Colégio D. Pedro II, além de preceptor dos netos do imperador. Nos últimos anos de sua vida, veio a sofrer de alguns problemas mentais, vindo a falecer na capital.

Características Literárias

Autor do primeiro romance urbano do Romantismo brasileiro, Joaquim Manuel de Macedo teve também o mérito de popularizar esse novo gênero entre os leitores, principalmente da classe média, além de contribuir para propagar de forma considerável a circulação dos folhetins, verdadeiros veículos literários do século XIX. Mais do que isso, a fidelidade com que o romancista descreve os ambientes e costumes serve como um verdadeiro documentário sobre a vida urbana na capital do Império. No entanto, Macedo pecou ao ter como único objetivo escrever seus romances para agradar a classe média brasileira, principal consumidora dos folhetins. Suas publicações seguem sempre a mesma fórmula empregada em A Moreninha, que o consagrou como um dos escritores mais lidos do Romantismo. Suas narrações e descrições, apesar de possuírem uma linguagem muitas vezes bem elaborada, perde em muito para o lirismo encontrado nas obras de José de Alencar. Suas personagens são sempre superficiais, com diálogos construídos numa linguagem simples. Não possuem uma penetração psicológica. O enredo sempre gira em torno dos mesmos temas: amores impossíveis, dúvidas e segredos, namoricos, festas, brincadeiras estudantis, entre outros. Tudo é recheado por um tom doméstico, onde todas as tramas sempre convergem para um final feliz.

Fonte: www.nilc.icmc.usp.br

Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo
Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo nasceu em Itaboraí (Estado do Rio) a 24 de junho de 1820 e morreu no Rio de Janeiro a 11 de abril de 1882. Formado em Medicina, pela Faculdade do Rio de Janeiro, foi também professor de História e Corografia, no Colégio Dom Pedro II. Poeta e teatrólogo de grandes recursos, Macedo produziu inúmeros trabalhos literários, nesses dois gêneros, além de uma vasta coleção de romances que o colocaram entre os melhores e mais fecundos prosadores brasileiros.

Noutros gêneros, escreveu: Lições de História do Brasil, didático (1861) ; Noções de Corografia do Brasil, didático (1873); Ano Biográfico Brasileiro (1876) ; Efemérides Históricas do Brasil e Mulheres Célebres (1878).

Depois da sua morte, ainda foi publicado o romance Amores de um Médico. Joaquim Manuel de Macedo é o patrono da Cadeira N.4 20 da Academia Brasileira de Letras. Obras, Itaboraí, RJ, 1820-1882. Obras principais - poesia: A Nebulosa, 1857 - romance: A Moreninha, 1844; O Moço Loiro, 2 vols., 1845; Os Dois Amores, 2 vols., 1848; Rosa, 1849; Vicentina, 1853; O Forasteiro, 3 vols., 1855; A Carteira de meu Tio, 2 vols., 1855; Os Romances da Semana, 1861; Memórias do Sobrinho do meu Tio, 1867; O Rio do Quarto, 1869; As Vítimas-Algozes, 1869; A Namoradeira, 1870; As Mulheres de Mantilha, 1870; Um Noivo e Duas Noivas, 1871; Memórias da Rua do Ouvidor, 1878 - teatro: O Cego, 1849; Cobé, 1852; O Fantasma Branco, 1856; O Primo da Califórnia, 1858; O Sacrifício de Isaac, 1859; Luxo e Vaidade, 1860; O Novo Otelo, 1863; Vingança por Vingança, 1877; Antonica da Silva, 1880; etc.

Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

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