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Jogos Olímpicos

 

História

Os Jogos Olímpicos, que se originou na Grécia antiga até 3.000 anos atrás, foram revividas no final do século 19 e se tornaram competição desportiva mais importante do mundo.

A partir do século 8 aC ao século 4 dC, os jogos eram realizados a cada quatro anos em Olímpia, localizada na península do Peloponeso ocidental, em honra do deus Zeus.

Os primeiros Jogos Olímpicos modernos teve lugar em 1896 em Atenas, e contou com 280 participantes de 13 países, competindo em 43 eventos.

Desde 1994, os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno foram realizados separadamente e têm alternado a cada dois anos.

Os primeiros registros escritos da antiga data Jogos Olímpicos de 776 aC, quando um cozinheiro chamado Coroebus ganhou o evento de uma única corrida a pé 192 metros chamado o stade (a origem do "estádio" moderno) - para se tornar o primeiro campeão olímpico. No entanto, acredita-se geralmente que os Jogos vinha acontecendo há muitos anos por esse tempo.

Diz a lenda que Heracles (romano Hércules ), filho de Zeus ea mulher mortal Alcmena, fundou os Jogos, que até o final do século 6 aC havia se tornado o mais famoso de todos os festivais desportivos gregos.

Os Jogos Olímpicos antigos foram realizadas a cada quatro anos, entre 06 de agosto e 19 de setembro, durante uma festa religiosa em honra de Zeus. Os Jogos foram nomeadas para sua localização em Olímpia, um local sagrado localizado perto da costa ocidental da península do Peloponeso, no sul da Grécia. Sua influência foi tão grande que os historiadores antigos começaram a medir o tempo, os incrementos de quatro anos entre os Jogos Olímpicos, que eram conhecidos como Olimpíadas.

Os Jogos Olímpicos

Os Jogos Olímpicos, também conheciados simplesmente por Olimpíadas, e uma competição esportiva que de 4 em 4 anos reúne milhares de representantes de quase todos os países, em provas das mais variadas modalidades.

É o principal acontecimento do esporte mundial, não só pelo seu objetivo, que é da confraternização dos povos através de uma das suas mais expressivas manifestações, mas ainda pelo fato de que a ele só podem concorrer os amadores, que não usufruem qualquer vantagem da prática esportiva.

Embora não se saiba ao certo a origem do Jogos Olímpicos, existem dados históricos suficientes acerca de sua iniciação como atividade periódica, e que corresponde ao ano 776 antes de Cristo. A partir dessa data foram celebrados, com regularidade, cada 4 anos, até o ano 394 da Era Cristã, quando o imperador romano Teodósio a sua supressão. Poucos empreendimentos tentados pelo homem têm tido uma duração tão longa. No começo, o programa ocupava um dia só e consistia numa corrida com a extensão que o estádio permitia.

Depois acrescentaram-se outros tipos de corridas: o lançamento do dardo e do disco, a luta e o pugilismo, o salto, as corridas de carros, o pentatlo e outros jogos.

Tomavam parte nas competições apenas os cidadãos gregos, mas propiciavam-se todas as facilidades a que os atletas procedentes das colônias gregas do Mediterrâneo concorressem, a ponto de receberem eles salvo-conduto no caso de precisarem atravessar zonas de guerra.

Tinham tal importância os Jogos Olímpicos que, enquanto duravam, o território do Olimpo, onde se efetuam, nas encostas do Monte Knorion, era considerado neutro e estabelecia-se uma trégua sagrada. Todas as dissensões armadas deviam então cessar, conforme o texto de convenção assinado entre Licurgo e Fitos, rei da Élida. A vida dos gregos tinha tanta ligação com esses Jogos Que chegaram a medir o tempo por olimpíadas,i isto é, o intervalo de quatro anos que decorria entre cada celebração. A maior honra a que podia aspirar um cidadão grego era receber o ramo de oliveira que se dava ao vencedor de um jogo olímpico.

Durante mais de 2.000 anos os Jogos Olímpicos foram somente história. Em fim do século XIX, entretanto, um eminente educador e filantropo francês, o Barão Pierre de Coubertin (1863-1937),empenhou-se em fazê-los ressurgir, convencido de que as glórias da Grécia, na sua idade de Ouro, eram devidas, em grande parte, ao impulso que se dera à cultura física e à celebração de festivais esportivos.

Sustentando, com um trabalho admirável junto a vários países, a idéia de que só benefícios podiam advir da realização periódica de competições internacionais, em que se oferecessem aos atletas amadores de todas as nacionalidades iguais oportunidades de triunfo, o Barão de Coubertin conseguiu, em um congresso na Sorbonne de Paris, em 1894, lançar as bases dos Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Dois anos depois, em 1896, os Jogos recomeçavam em Atenas, num magnífico estádio. Desde então, as Olimpíadas se têm repetido de 4 em 4 anos, exceto as correspondentes aos anos de 1916,1940 e 1944, quando o mundo estava em guerra.

A projeção que os Jogos Olímpicos adquiriram obrigou ao desdobramento da sua programação. Assim, desde 1924 os esportes de inverno constituem olimpíada à parte.

Inspiram-se os Jogos Olímpicos numa frase do Barão Pierre de Coubertin, que se tornou o lema do esporte amador: ‘O essencial não é vencer, mas competir com lealdade, cavalheirismo e valor.’

Todos os participantes das Olimpíadas são obrigados a alojar-se num conjunto especial de residência, denominado Vila Olímpica. Esse costume é um incentivo à própria essência dos Jogos, que é a da aproximação dos povos por intermédio dos seus esportistas. Homens e mulheres de todo os continentes vivem, durante alguns dias, o mesmo ambiente de amizade, acima das rivalidades e dos preconceitos.

O controle dos Jogos Olímpicos está ao cargo do Comitê Olímpico Internacional, criado junto com o certame, cuja sede é Mon Repôs, Lausanne(Suíça). Ao C.O.I. filiam-se os comitês nacionais, que em 1960,à época dos Jogos de Roma, somavam 87.

Apesar da tentativa de influência política, que insiste em atribuir contagem de pontos para a afirmação da superioridade de determinado país sobre os demais, os Jogos Olímpicos não admitem esse critérios. As vitórias são exclusivamente individuais. Aos ganhadores até o 3° lugar são conferidas medalhas, respectivamente, de ouro, prata e bronze.

Cinco argolas entrelaçadas representam o símbolo olímpico. Foram idealizadas também pelo Barão de Coubertin em 1914, mas só apareceram nos Jogos de 1920.

Essas argolas estão inscritas numa bandeira de fundo branco, liso, e suas cores representam os continentes: azul, Europa; amarelo, Ásia; preto, África; verde, Astrália; e vermelho, Améirca.

O C.O.I. designava a sede dos Jogos Olímpicos seis anos antes de cada realização sendo livre as inscrições. O país que promove a competição compõe o hino Olímpico daquele ano, que é tocado nas principais cerimônias. Durante a entrega das medalhas aos vencedores é executado o hino do país a que pertence o campeão.

Tradição dos Jogos Olímpicos é ainda o transporte da chama olímpica, que, desde 1936, após ser acesa em Olímpia(Grécia),é conduzida por atletas, em revezamento até os locais dos Jogos, cruzando estradas, montese maresia chama só se apaga na solenidade de encerramento dos Jogos.

Competição

Competição esportiva que de 4 em 4 anos reúne milhares de representantes de dezenas de países, em provas das mais variadas modalidades. É o principal acontecimento do esporte mundial, pelo seu objetivo, que é da confraternização dos povos.

Embora não se saiba ao certo a origem do Jogos Olímpicos, existem dados históricos acerca de sua iniciação como atividade periódica, e que corresponde ao ano 776 antes de Cristo.

A partir dessa data foram celebrados, com regularidade, cada 4 anos, até o ano 394 da Era Cristã, quando o imperador romano Teodósio a sua supressão. Poucos empreendimentos tentados pelo homem têm tido uma duração tão longa.

No começo, o programa ocupava um dia só e consistia numa corrida com a extensão que o estádio permitia.

Depois acrescentaram-se outros tipos de corridas: o lançamento do dardo e do disco, a luta e o pugilismo, o salto, as corridas de carros, o pentatlo e outros jogos.

Tomavam parte nas competições apenas os cidadãos gregos, mas propiciavam-se todas as facilidades a que os atletas procedentes das colônias gregas do Mediterrâneo concorressem, a ponto de receberem eles salvo-conduto no caso de precisarem atravessar zonas de guerra. Tinham tal importância os Jogos Olímpicos que, enquanto duravam, o território do Olimpo, onde se efetuam, nas encostas do Monte Knorion, era considerado neutro e estabelecia-se uma trégua sagrada.

Todas as dissensões armadas deviam então cessar, conforme o texto de convenção assinado entre Licurgo e Fitos, rei da Élida. A vida dos gregos tinha tanta ligação com esses Jogos Que chegaram a medir o tempo por olimpíadas,i isto é, o intervalo de quatro anos que decorria entre cada celebração.

A maior honra a que podia aspirar um cidadão grego era receber o ramo de oliveira que se dava ao vencedor de um jogo olímpico.

Ressurgimento

Durante mais de 2.000 anos os Jogos Olímpicos foram somente história.

Em fim do século XIX, entretanto, um eminente educador e filantropo francês, o Barão Pierre de Coubertin (1863-1937),empenhou-se em fazê-los ressurgir, convencido de que as glórias da Grécia, na sua idade de Ouro, eram devidas, em grande parte, ao impulso que se dera à cultura física e à celebração de festivais esportivos.

Sustentando, com um trabalho admirável junto a vários países, a idéia de que só benefícios podiam advir da realização periódica de competições internacionais, em que se oferecessem aos atletas amadores de todas as nacionalidades iguais oportunidades de triunfo, o Barão de Coubertin conseguiu, em um congresso na Sorbonne de Paris, em 1894, lançar as bases dos Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Dois anos depois, em 1896, os Jogos recomeçavam em Atenas, num magnífico estádio.

Desde então, as Olimpíadas se têm repetido de 4 em 4 anos, exceto as correspondentes aos anos de 1916,1940 e 1944, quando o mundo estava em guerra.

Foram sede dos Jogos Olímpicos as seguintes cidades: Paris (1900); Saint Louis (1904); Londres (1908); Estocolmo (1912); Antuérpia (1920); Paris (1924); Amsterdã (1928); Los Angeles (1932); Berlim (1936); Londres (1948); Helsinki (1952); Melbourne (1956); Roma (1960); Tóquio (1964); México (1968) e Munique (1972).

A projeção que os Jogos Olímpicos adquiriram obrigou ao desdobramento da sua programação. Assim, desde 1924 os esportes de inverno constituem olimpíada à parte. Realizaram-se pela primeira vez em Chamonix e, depois, em Saint Moritz (1928),Lake Placid (1932), Garmisch-Partenkirchen (1936), Saint Moritz (1948), Oslo (1952), Cortina D'Ampezzo (1956), Squaw Valley (1960), Innsbruck (1964), Grenoble(1968) e Sapporo (1972).

Costumes e Símbolos inspiram-se os Jogos Olímpicos numa frase do Barão Pierre de Coubertin, que se tornou o lema do esporte amador: 'O essencial não é vencer, mas competir com lealdade, cavalheirismo e valor.'

Todos os participantes das Olimpíadas são obrigados a alojar-se num conjunto especial de residência, denominado Vila Olímpica. Esse costume é um incentivo à própria essência dos Jogos, que é a da aproximação dos povos por intermédio dos seus esportistas. Homens e mulheres de todo os continentes vivem, durante alguns dias, o mesmo ambiente de amizade, acima das rivalidades e dos preconceitos.

O controle dos Jogos Olímpicos está ao cargo do Comitê Olímpico Internacional, criado junto com o certame, cuja sede é Mon Repôs, Lausanne(Suíça).

Ao C.O.I. filiam-se os comitês nacionais, que em 1960,à época dos Jogos de Roma, somavam 87. Nas Olimpíadas desse ano tomaram parte mais de 7.000 atletas.

Apesar da tentativa de influência política, que insiste em atribuir contagem de pontos para a afirmação da superioridade de determinado país sobre os demais, os Jogos Olímpicos não admitem esse critérios. As vitórias são exclusivamente individuais. Aos ganhadores até o 3° lugar são conferidas medalhas, respectivamente, de ouro, prata e bronze.

Cinco argolas entrelaçadas representam o símbolo olímpico. Foram idealizadas também pelo Barão de Coubertin em 1914, mas só apareceram nos Jogos de 1920.

Essas argolas estão inscritas numa bandeira de fundo branco, liso, e suas cores representam os continentes: azul, Europa; amarelo, Ásia;preto, África; verde, Astrália; e vermelho, Améirca.

O C.O.I. designava a sede dos Jogos Olímpicos seis anos antes de cada realização sendo livre as inscrições.

O país que promove a competição compõe o hino Olímpico daquele ano, que é tocado nas principais cerimônias. Durante a entrega das medalhas aos vencedores é executado o hino do país a que pertence o campeão. Tradição dos Jogos Olímpicos é ainda o transporte da chama olímpica, que, desde 1936, após ser acesa em Olímpia(Grécia),é conduzida por atletas, em revezamento até os locais dos Jogos, cruzando estradas, montese maresia chama só se apaga na solenidade de encerramento dos Jogos.

Amadorismo

O conceito de amadorismo tem sido um dos maiores problemas olímpicos após a II Guerra Mundial.

Os regulamentos do C.O.I. proíbem a participação de profissionais, ou quem quer que usufrua vantagem do esporte.

Mas, dado o interesse dos países em participar dos Jogos Olímpicos, iniciando praticamente no fim de cada competição os preparativos para a seguinte, aquele conceito se modificou e pode ameaçar as Olimpíadas na forma como atualmente são encaradas.

Há nações cujo governos quase que isolam seus atletas das atividades normais do trabalho, sustentando-os em troca de um treinamento intensivo.

Jogos Olímpicos

Os primeiros registros oficiais dos Jogos Olímpicos datam de 776 a.C. Eram celebrados em Olímpia, na Grécia, em homenagem a Zeus.

Os Jogos aconteciam de quatro em quatro anos e apenas cidadãos livres e natos podiam participar. As competições eram realizadas pelos atletas nus, já que na época acreditava-se que a nudez facilitava os movimentos e também devido ao culto ao corpo, bastante valorizado pelos gregos. Mulheres não tinham o direito de participar. Conta a história que, certa vez, uma mãe queria assistir seu filho, mas como não podia, se disfarçou de treinador e conseguiu ver a competição.

Com a euforia da vitória do rapaz, o disfarce caiu e tudo foi descoberto. A partir de então, os treinadores passaram a participar dos Jogos nus também.

Os Jogos Olímpicos da Antigüidade exerciam um grande poder na época, já que durante os mesmos, as guerras eram interrompidas.

Os vencedores recebiam coroas de oliveiras e eram homenageados em suas cidades. A celebração dos Jogos durou até 394 d.C., pois o cristianismo estava crescendo cada vez mais no Império Romano, e não aprovava o culto ao fogo sagrado e aos “deuses pagãos” que eram realizados.

Apenas 1500 anos depois, na Era Moderna, os Jogos Olímpicos retornaram, graças ao esforço do Barão Pierre de Coubertin (pedagogo francês). Assim, em 1896, na Grécia, foram realizados os I Jogos Olímpicos da Era Moderna, que contou com a participação de 311 atletas e 13 países.

O Brasil e os Jogos

A primeira participação do Brasil nos Jogos Olímpicos foi em 1920, realizados na Antuérpia, na Bélgica. A única vez em que não participou foi em 1928, devido a uma crise econômica no páis. O esporte que mais trouxe medalhas foi a vela, sendo o recordista brasileiro o velejador Torben Grael.

Jogos Paraolímpicos

Os primeiros Jogos realizados aconteceram na Inglaterra e Estado Unidos após a segunda Guerra Mundial e eram disputados em grande parte por ex-combatentes da guerra, que perderam membros ou a audição. O neurologista Ludwig Guttmann teve importante papel ao criar o Centro Nacional de Lesionados Medulares, em 1948, onde eram realizados os jogos. O esporte era utilizado para a reabilitação de pacientes.

Em 1960 foram realizados os Jogos Paraolímpicos de Roma, considerados como o primeiro grande evento reuniu, o qual reuniu cadeirantes de 23 países, contando com a presença de 400 atletas. A partir de então, os Jogos Paraolímpicos passaram a ser realizados nas mesmas cidades dos Jogos Olímpicos, exceto em quatro ocasiões.

Jogos Paraolímpicos e o Brasil

Robson Sampaio de Almeida (paraplégico) e Sérgio Serafim Del Grande (tetraplégico) voltaram de seus tratamentos nos Estados Unidos em 1958 e, com as experiências adquiridas, criaram clubes no Brasil, com o objetivo de desenvolver trabalhos esportivos com pessoas especiais.

O Brasil iniciou sua participação nos Jogos Paraolímpicos da Alemanha, em 1972. O basquete em cadeiras de rodas foi o primeiro esporte paraolímpico disputado em nosso país.

Jogos Olímpicos de Inverno

Tiveram início em 1924, em Chamonix, na França. Eram realizados nos mesmos anos dos Jogos de Verão, até 1992. A partir de 1994, passaram a ser realizados sempre dois anos após os Jogos de Verão. As competições acontecem no gelo ou na neve. A primeira participação do Brasil foi em 1992, em Albertville, na França. Mesmo sendo um país de clima tropical, os brasileiros ficaram entre os dez primeiros colocados em um esporte de neve, nos Jogos de Turim, na Itália, em 2006.

Mascotes dos Jogos

Em 1860, surgiu a palavra “masco”, que vem do provençal e significa mágico. As mascotes foram criadas para criar uma empatia maior das pessoas para com o evento esportivo, mas acabou virando alvo fácil de lucro. A primeira mascote chamava-se Schuss, e era um esquiador de cabeça vermelha e roupa azul. Surgiu nos Jogos Olímpicos de Inverno de Grenoble, em 1968.

Os Jogos Olímpicos têm um fundo político e também as mascotes participam deste fato, como por exemplo, o urso Misha, que marcou os Jogos de Moscou, em 1980. Neste período o mundo passava pela Guerra Fria e os EUA boicotaram os Jogos, não participando dos mesmos.

Já em 1984, os russos boicotaram os Jogos de Los Angeles, que tinha como mascote a águia Sam.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim, são cinco mascotes: Beibei, Huanhuan, Jingjing, Yingying e Nini, que foram apresentadas a exatos 1000 dias do início dos Jogos.

Ao se pronunciar as sílabas de cada nome de uma vez: BEI JING HUAN NI, diz-se: Bem vindo a Pequim, em mandarim (língua dos chineses).

Outro exemplo da forte superstição chinesa é a data e o horário da abertura dos Jogos: 08/08/2008 às oito horas e oito minutos da noite.

Curiosidade: Olimpíadas é denominação dada ao período de tempo entre os jogos, ou seja, quatro anos, e não aos jogos em si.

As Olimpíadas

As Olimpíadas são festas internacionais que começaram na Grécia antiga. Os jogos gregos aconteciam a cada quatro anos. Deixaram de existir logo no começo da Era Cristã.

A volta dos jogos olímpicos aconteceu em 1896. Desde então, passaram a acontecer a cada quatro anos, exceto durante as duas guerras mundiais.

Os jogos olímpicos antigos saudavam os deuses gregos, mas os jogos modernos saúdam o talento dos atletas de todas as nações.

As primeiras olimpíadas aconteceram no ano 776 antes de Cristo na cidade de Olímpia.

Apenas uma competição acontecia: uma corrida a pé de 183 metros, que era a volta ao estádio. Somente homens corriam. Na décima quarta olimpíada já havia duas corridas. Na segunda corrida, os atletas davam duas voltas no estádio.

Mais tarde, os espartanos passaram a competir e introduziram outros esportes. Corridas, saltos e arremessos de disco passaram a ser apresentados e, assim, os jogos passaram a durar cinco dias.

Nos jogos de 1896 eram praticados: ciclismo, salto com barreiras, ginástica, tênis, tiro, natação, levantamento de peso, luta, corrida e esgrima.

Em 1924 começaram os Jogos de Inverno, que passaram a acontecer separadamente das Olimpíadas . Incluíam esqui, hóquei no gelo e outros. Mas as atenções estavam mesmo era para os esportes de verão. Já naquela época a quantidade de esportes era grande.

Eram disputados, entre outros: basquete, boxe, remo, ciclismo, hipismo, ginástica, handebol, futebol, voleibol, pólo aquático.

Hoje em dia, existe uma quantidade ainda maior de esportes.

A competição é destinada a valorizar os grandes atletas do mundo, em todos os esportes e de todos os países, numa grande festa que milhões de pessoas assistem nos estádios e através da televisão.

As Olimpíadas ou jogos olímpicos

As Olimpíadas ou jogos olímpicos são um evento desportivo que acontece a cada 4 anos e reúne atletas do mundo todo que representam seus países. Em cada prova são distribuídas as medalhas de ouro, prata e bronze para o ganhador do primeiro, segundo e terceiro lugar respectivamente. Até mesmo nos esportes coletivos (com mais de um participante) são contabilizados apenas 1 medalha por equipe.

Os Jogos Olímpicos surgiram na Grécia Antiga como uma celebração aos Deuses. O imperador Teodósio I acabou com os Jogos entre os anos de 393 e 394, com o discurso que todas as referências pagãs deviam ser extintas.

Mais tarde, já na era moderna, Pierre de Frédy mais conhecido como Barão de Coubertin resgatou os Jogos Olímpicos – Olimpíadas . Ele mesmo no ano de 1894 criou o Comitê Olímpico Internacional (COI).

Dois anos mais tardes os Jogos voltavam à sua origem: Grécia e Atenas. Barão de Coubertin foi presidente do COI até sua morte, em 1937.

Os Jogos já foram realizados na Europa por 15 vezes, 5 na América do Norte ou Central, na Ásia por 2 vezes e mais 2 vezes na Oceania. A última edição foi realizada em 2008 em Pequim; a próxima Será em 2012 em Londres.

A bandeira Olímpica foi criada pelo Barão de Coubertin em 1913, mas só fez parte dos Jogos em 1920, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia; foi usada até os Jogos de Los Angeles em 1984. Somente para os Jogos de Seul é que foi feita uma nova bandeira que fica guardada na cidade anfitriã até os próximos Jogos serem realizados.

A bandeira é branca e tem cinco anéis entrelaçados que representam os continentes: azul para Europa; amarelo é a Ásia; preto a África; verde representa a Oceania; e vermelho para America.

O lema Olímpico foi criado em 1890 pelo monge francês Didon e diz: “Citius, Altius, Fortius” que quer dizer Mais rápido, mais alto, mais forte em latim.

Há ainda os Jogos Olímpicos de Inverno, que reúne provas realizadas no gelo e na neve. A primeira edição foi realizada na cidade francesa de Chamonix em 1924. Até 1992 os jogos de Inverno eram realizados no mesmo ano dos tradicionais Jogos Olímpicos (de verão), apenas em 1994 é que os Jogos de Inverno passaram a ser realizados em anos diferentes do de Verão. Os Jogos de Inverno já foram realizados nos Estados Unidos, França, Noruega, Áustria, Japão, Itália, Suíça, Alemanha, Iugoslávia e Canadá.

Os simbolos Olímpicos

A BANDEIRA OLÍMPICA

A Bandeira Olímpica tem um fundo branco puro sem nenhuma borda.

No centro há cinco argolas formando duas filas: três argolas em cinza, preta e vermelha, da esquerda para a direita e duas embaixo, amarela e verde, também da esquerda para a direita.

As argolas simbolizam os cinco continentes: Europa, Ásia, África, Austrália e América.

Comenta-se que essas cores foram escolhidas pois, pelo menos, uma delas é encontrada na bandeira oficial de cada país. No entanto, isso jamais foi confirmado como sendo verdadeira intenção do seu desenhista.

A Bandeira foi apresentada pelo Barão de Coubertim, em 1914, durante o Congresso Olímpico, celebrando o vigésimo aniversário da fundação do IOC. Pôde ser vista pela primeira vez na Alexandria (Grécia), e sua estréia foi em 1920, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia. Esta Bandeira, foi finalmente aposentada em 1984, depois dos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Para as Olimpíadas de Seul, em 1988, foi confeccionada uma nova.

Durante a cerimônia de encerramento, o prefeito da cidade que hospeda os Jogos, apresenta a Bandeira ao prefeito da próxima cidade anfitriã. A Bandeira fica guardada no corredor da cidade anfitriã até os próximos jogos Olímpicos.

A CHAMA OLÍMPICA

A Chama Olímpica era carregada por atletas olímpicos da antigüidade, sendo sagrada e, por isso, queimava no altar de Zeus durante todo o período das competições.

Ela foi reintroduzida em 1924 nos Jogos de Amsterdã. Carl Diem, presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Berlim em 1936, propôs que a chama fosse acesa na Grécia e transportada para Berlim, em uma tocha, por atletas que se revezariam durante o trajeto. A idéia foi adotada, e vem sendo mantida em todos os Jogos desde de 1952.

A tocha é então acesa em Olímpia, no local onde eram realizados os jogos da Grécia. Ela é acesa por raios do sol refletidos em um espelho encurvado, em uma cerimônia por mulheres em trajes que lembram os usados nos tempos antigos. A tocha é então, entregue ao primeiro atleta.

“Mais forte, mais alto, mais rápido” é uma frase latina, que o Barão de Coubertin pediu emprestada ao padre Henri Martim, que foi reitor da Universidade Arcueli, em Paris, e utilizava essa frase para descrever as realizações atléticas dos estudantes na escola. Ele viu essa frase quando esteve no Albert Le Grand School, onde as palavras latinas foram cravadas em uma pedra acima da entrada principal.

JURAMENTO OLÍMPICO

“Em nome de todos competidores, eu comprometo que nós iremos tomar parte destes Jogos Olímpicos, respeitando, aceitando e colocando em prática as regras que os governam, com verdadeiro espirito esportivo, para a glória do esporte e a honra de nossos times”.

Escrito pelo Barão de Coubertin, o juramento é feito por um atleta do país anfitrião, que segura uma das pontas da Bandeira Olímpica. O primeiro juramento dos atletas foi feito por Victor Boin, esgrimista belga, em 1920, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia. Um juiz do país anfitrião também fez o juramento, com algumas pequenas alterações no texto.

A CRENÇA OLÍMPICA

“A coisa mais importante nos Jogos Olímpicos não é vencer, mas participar, assim como a coisa mais importante da vida não é a vitória, mas a luta. O essencial não é conquistar e sim lutar bem”.

Tem havido muitas alterações nessa mensagem ao longo da história dos Jogos Olímpicos. O Barão de Coubertain adotou essa crença depois de tê-la ouvido do bispo da Pensilvânia, Ethelbert Talbot, durante os Jogos de Londres em 1948.

Fonte: www.history.com/www.ibb.unesp.br/www.museudosesportes.com.br/www.conteudos.org

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