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John Dalton

Químico e físico inglês, fundador da teoria atômica moderna, John Dalton nasceu em Eaglesfield, Cumberland, a 6 de setembro de 1766, e faleceu em Manchester, a 27 de julho de 1844. De excepcional pendor para o magistério, Dalton dedicou a vida ao ensino e à pesquisa. Com apenas 12 anos, substituiu seu professor John Fletcher, na Quaker’s School de Eaglesfield. Em 1781 transferiu-se para Kendal, onde lecionou numa escola fundada por seu primo, George Bewley. Partiu para Manchester em 1793, estabelecendo-se aí definitivamente.

Em Manchester, ensinou matemática, física e química no New College. Pesquisador infatigável, devotou-se à meteorologia, para a qual contribuiu com numerosos trabalhos originais, à física, à química, à gramática e à lingüística. Seu nome, contudo, passou à história da ciência pela criação da primeira teoria atômica moderna e pela descoberta da anomalia da visão das cores, conhecida por daltonismo. Em 1794, depois de haver procedido a numerosas observações sobre certas peculiaridades da visão, Dalton descreveu o fenômeno da cegueira congênita para as cores, que se verifica em alguns indivíduos. O próprio Dalton apresentava essa anomalia.

A 21 de outubro de 1803 Dalton apresentou à Literary and Philosophical Society (Sociedade Literária e Filosófica), de Manchester, uma memória intitulada Absorption of gases by water and others liquids (Absorção de gases pela água e outros líquidos), na qual estabeleceu os princípios básicos de sua famosa teoria atômica. Suas observações sobre o aumento da pressão dos gases com a elevação da temperatura e a descoberta de que todos os gases apresentam o mesmo coeficiente de expansão foram também verificadas, independentemente dele, por Gay-Lussac.

Dalton estabeleceu então que "a pressão total de uma mistura de gases é igual à soma das pressões parciais dos gases que a constituem". Considera-se pressão parcial a pressão que cada gás, isoladamente e à mesma temperatura, exerceria sobre as paredes do recipiente que continha a mistura. Esse princípio só se aplica aos gases ideais.

Dalton desenvolveu sua teoria atômica numa série de conferências que proferiu na Royal Institution de Londres, nos anos de 1805 e 1804. Em 1807, com o seu consentimento, Thomas Thomson incluiu um sumário da teoria atômica na terceira edição de sua obra System of chemistry (Sistema de química). O próprio Dalton, no ano seguinte, no primeiro volume do seu New system of chemical philosophy (Novo sistema de filosofia química), apresentou as bases de sua nova teoria.

Partindo, então, das investigações sobre a composição dos diferentes óxidos de nitrogênio, Dalton estabeleceu a lei das proporções múltiplas, conhecida também como lei de Dalton.

A lei de Dalton pode ser assim enunciada:

Se a massa m de uma substância química S pode combinar-se com as massas m’1, m’2, m’3 etc. de uma substância S’, dando origem a compostos distintos, as massas da substância S’ estarão entre si numa relação de números inteiros e simples.

Para o estabelecimento dessa lei, Dalton baseou-se na sua teoria atômica. Recorde-se, todavia, que sua teoria fundamentava-se no princípio de que os átomos de determinado elemento eram iguais e de peso invariável. Na época em que ele estabeleceu essa lei não eram ainda conhecidas as fórmulas moleculares dos compostos. Determinavam-se, porém, experimentalmente, com certa aproximação, as proporções ponderais dos elementos constituintes dos compostos.

A teoria atômica de Dalton pode condensar-se nos seguintes princípios:

Embora fundada em alguns princípios inexatos, a teoria atômica de Dalton, por sua extraordinária concepção, revolucionou a química moderna. Discute-se ainda hoje se ele teia emitido essa teoria em decorrência de experiências pessoais ou se o sistema foi estabelecido a priori, baseado nos conhecimentos divulgados no seu tempo. Seja como for, deve-se ao seu gênio a criação, em bases científicas, da primeira teoria atômica moderna. Dalton, Avogadro, Cannizzaro e Bohr, cada um na sua época, contribuíram decisivamente para o estabelecimento de uma das mais notáveis conceituações da física moderna: a teoria atômica.

Fonte: allchemy.iq.usp.br

John Dalton

John Dalton
John Dalton

Cientista inglês, nascido em Eaglesfield a 6 de Setembro de 1766, criador da teoria atómica, e que morreu em Manchester a 27 de Julho de 1844.

Começou a carreira como professor primário, dedicando-se posteriormente ao estudo da Matemática e da Física, ciências que viria a ensinar em Manchester.

Em 1794 estudou o fenómeno mais tarde designado por daltonismo, consagrando-se, depois, à área da Química. Após se ter dedicado ao estudo do comportamento físico dos gases, expôs em 1803 os princípios da teoria atómica para explicar a constituição dos corpos materiais. Deu assim bases científicas à velha teoria atomística de Demócrito, que se viria posteriormente a impôr.

Fonte: www.if.ufrj.br

John Dalton

1766 - 1844

John Dalton nasceu em uma família pobre de Quaker no Distrito de Lake, uma região de intensa precipitação para os padrões ingleses. A meteorologia foi um dos seus interesses, durante toda a vida. Ele foi autodidata em vários aspectos. Seu primeiro livro foi intitulado "Ensaios e Observações Meteorológicas" e as suas últimas palavras em seu diário (escritas um dia antes de sua morte) foram: "Chove pouco hoje". Dalton tinha pertubações cromáticas e sua maior publicação foi "Fatos extraordinários relacionados com a visão das cores". Isto constitui o primeiro estudo sistemático do "daltonismo".

Em 1803, Dalton especulou que todos os átomos de um elemento eram idênticos e que as massas relativas dos átomos de elementos diferentes podem ser deduzidas por análises químicas macroscópicas, assumindo-se a ocorrência de ligações microscópicas entre os átomos. Após a formulação desta hipótese, ele descreveu a Lei da Composição Constante e consolidou a recente Lei das Proporções Múltiplas. Quando em 1808 ele publicou suas idéias em "Um novo sistema de Filosofia Química" ele obteve opiniões positivas e negativas. Wollaston, Thomson e Berzelius eram entusiásticos, enquanto que Berthollet e Gay-Lussac eram conservadores. No restante de sua vida, Berzelius sempre acreditou na existência de átomos microscópicos e idênticos, mas seus comtemporâneos tiveram menos certezas e muitas vezes desacreditaram. Isto aconteceu por aproximadamente cinquenta anos após a sua morte, até que finalmente suas idéias foram universalmente aceitas.

Fonte: www.geocities.com

John Dalton

1766 - 1844

John Daltonnasceu em 1766, na Inglaterra. Meteorologista que trabalhou muito sobre a composição da atmosfera. Em 1803, propôs sua teoria atômica que previa o átomo como sendo partículas indivisíveis, que possuíam características únicas.

Dalton propôs pesos relativos para partículas últimas de diversos compostos, além de alegar que as substâncias sempre se agrupavam proporcionalmente a número inteiros.

Em 1844, John Daltonmorre.

Fonte: www.quiprocura.net

John Dalton

1766 - 1844

Criador da primeira teoria atômica moderna, o físico, químico e pesquisador John Daltonfoi uma das figuras mais expressivas do mundo científico na passagem do século XVIII para o século XIX.

John Daltonnasceu em Eaglesfield, Cumberland, Inglaterra, em 6 de setembro de 1766. Aos 12 anos já substituía seu professor, John Fletcher, na Quaker"s School de Eaglesfield. Estudou durante 12 anos em Kendal e, após concluir sua formação acadêmica, tornou-se professor do New College de Manchester, universidade inglesa de prestígio comparável ao de Oxford e Cambridge.

A descoberta do fenômeno da cegueira congênita para as cores, conhecida como daltonismo, data de 1794. As observações de Dalton sobre o fenômeno foram publicadas no livro Extraordinary Facts Relating to the Vision of Colours (1794; Fatos extraordinários relativos à visão das cores). Em 1800 assumiu a secretaria da Sociedade Literária e Filosófica de Manchester, que presidiu em caráter honorífico de 1817 até o fim da vida.

No trabalho Absorption of Gases by Water and Other Liquids (1803; Absorção de gases pela água e outros líquidos), fixou os princípios de sua teoria atômica, que pode condensar-se nos seguintes princípios: (1) os átomos são partículas reais, descontínuas e indivisíveis da matéria, e permanecem inalterados nas reações químicas; (2) os átomos de um mesmo elemento são iguais e de peso invariável; (3) os átomos de elementos diferentes são diferentes entre si; (4) na formação dos compostos, os átomos entram em proporções numéricas fixas 1:1, 1:2, 1:3, 2:3, 2:5 etc. e (5) o peso do composto é igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituem.

Dalton dedicou-se também à meteorologia. Um de seus trabalhos mais minuciosos foi a elaboração de um diário meteorológico, no qual fez mais de 200.000 anotações. Seu interesse por fenômenos atmosféricos, como a aurora boreal, demonstrava que a faculdade intelectual privilegiada por Dalton para a pesquisa científica era a indução, tipo de inferência que, a partir de um grande número de dados, procura encontrar suas correlações e as leis lógicas que as regem. Os dados interpretados por Dalton não atingiram grau elevado de precisão, mas sua metodologia trouxe grandes inovações para o estudo das ciências.

Autor do New System of Chemical Philosophy (1808-1810; Novo sistema de filosofia química), incluiu nesse trabalho teses importantes, como a lei das pressões parciais, ou lei de Dalton, segundo a qual a pressão total de uma mistura de gases equivale à soma das pressões parciais dos gases que a constituem. Dalton morreu em Manchester, a 27 de julho de 1844.

Fonte: biomania.com.br

John Dalton

1766 - 1844

Físico, químico e professor inglês, natural da vila de Eaglesfield, Cumberland, considerado o criador da primeira teoria atômica moderna. Filho de um tecelão de uma fábrica local, tornou-se um menino prodígio e, aos 12 anos de idade, substituiu seu professor, John Fletcher, na Quaker’s School de Eaglesfield. Estudou durante 12 anos em Kendal e, após concluir sua formação acadêmica, tornou-se professor de matemática e física do prestigiado New College de Manchester (1793-1799). Desenvolveu trabalhos significativos em vários campos: meteorologia, química, física, gramática e lingüística. Pioneiro em trabalhos sobre as propriedades dos gases, enunciou a lei da mistura dos gases (1801) e iniciou a formulação da teoria atômica. Seu nome passou à história da ciência tanto por suas teorias químicas quanto pela descoberta e descrição de uma anomalia congênita da visão das cores: o daltonismo, de que ele próprio sofria, cujas observações pessoais sobre o fenômeno foram publicadas no livro Extraordinary Facts Relating to the Vision of Colours (1794). Percebeu, ainda jovem, sua cegueira para algumas cores e pesquisou o fenômeno em outras pessoas, observando que a anomalia mais comum era a impossibilidade de distinguir o vermelho e o verde.

Em alguns casos, a cegueira cromática é mais acentuada para o campo do vermelho, chamada de protanopsia. Em outros, para o campo do verde, a deuteranopsia. Certas pessoas sofrem de daltonismo apenas em circunstâncias especiais, e poucas são cegas para todas as cores. Assumiu a secretaria da Sociedade Literária e Filosófica de Manchester (1800), que posteriormente assumiu a presidência vitalícia em caráter honorífico (1817).

Discípulo de Proust (1803-1807) criou o modelo atômico de Dalton e apresentou sua teoria atômica com o trabalho Absorption of Gases by Water and Other Liquids (1803) em uma série de conferências realizadas na Royal Institution de Londres (1803-1808). Para ele, toda matéria era constituída por partículas indivisíveis, os átomos. Retomando as definições dos antigos atomistas gregos, considerava os átomos como partículas maciças, indestrutíveis e intransformáveis, ou seja, não seriam alterados pelas reações químicas.

Associou cada tipo de átomo a um determinado elemento químico. Os átomos de um mesmo elemento seriam todos iguais na massa, tamanho e demais qualidades e o peso (massa) de um composto seria igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituíam. Idéia que prevaleceu até a descoberta dos isótopos (1921), quando foram descobertos átomos de um mesmo elemento com massas diferentes. Explicava as reações químicas como resultado da separação ou da união entre átomos e usou o termo átomos compostos para designar as ligações entre essas partículas.

Dedicou-se também à meteorologia, onde desenvolveu interessantes trabalhos sobre fenômenos atmosféricos, como a aurora boreal, por exemplo. Seu principal livro foi New System of Chemical Philosophy (1808-1810), onde incluiu teses importantes, como a lei das proporções múltiplas, conhecida como lei de Dalton, segundo a qual a pressão total de uma mistura de gases equivale à soma das pressões parciais dos gases que a constituem. Morreu em Manchester, a 27 de julho (1844), deixando estudos interpretativos que se não atingiram grau elevado de precisão, mas sua metodologia trouxe grandes inovações para o estudo das ciências.

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

John Dalton

John Dalton
John Dalton

1766 - 1844

Físico, químico e professor inglês, natural da vila de Eaglesfield, Cumberland, considerado o criador da primeira teoria atômica moderna. Filho de um tecelão de uma fábrica local, tornou-se um menino prodígio e, aos 12 anos de idade, substituiu seu professor, John Fletcher, na Quaker’s School de Eaglesfield. Estudou durante 12 anos em Kendal e, após concluir sua formação acadêmica, tornou-se professor de matemática e física do prestigiado New College de Manchester (1793-1799). Desenvolveu trabalhos significativos em vários campos: meteorologia, química, física, gramática e lingüística. Pioneiro em trabalhos sobre as propriedades dos gases, enunciou a lei da mistura dos gases (1801) e iniciou a formulação da teoria atômica. Seu nome passou à história da ciência tanto por suas teorias químicas quanto pela descoberta e descrição de uma anomalia congênita da visão das cores: o daltonismo, de que ele próprio sofria, cujas observações pessoais sobre o fenômeno foram publicadas no livro Extraordinary Facts Relating to the Vision of Colours (1794).

Percebeu, ainda jovem, sua cegueira para algumas cores e pesquisou o fenômeno em outras pessoas, observando que a anomalia mais comum era a impossibilidade de distinguir o vermelho e o verde. Em alguns casos, a cegueira cromática é mais acentuada para o campo do vermelho, chamada de protanopsia. Em outros, para o campo do verde, a deuteranopsia. Certas pessoas sofrem de daltonismo apenas em circunstâncias especiais, e poucas são cegas para todas as cores.

Assumiu a secretaria da Sociedade Literária e Filosófica de Manchester (1800), que posteriormente assumiu a presidência vitalícia em caráter honorífico (1817). Discípulo de Proust (1803-1807) criou o modelo atômico de Dalton e apresentou sua teoria atômica com o trabalho Absorption of Gases by Water and Other Liquids (1803) em uma série de conferências realizadas na Royal Institution de Londres (1803-1808). Para ele, toda matéria era constituída por partículas indivisíveis, os átomos. Retomando as definições dos antigos atomistas gregos, considerava os átomos como partículas maciças, indestrutíveis e intransformáveis, ou seja, não seriam alterados pelas reações químicas. Associou cada tipo de átomo a um determinado elemento químico. Os átomos de um mesmo elemento seriam todos iguais na massa, tamanho e demais qualidades e o peso (massa) de um composto seria igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituíam. Idéia que prevaleceu até a descoberta dos isótopos (1921), quando foram descobertos átomos de um mesmo elemento com massas diferentes.

Explicava as reações químicas como resultado da separação ou da união entre átomos e usou o termo átomos compostos para designar as ligações entre essas partículas. Dedicou-se também à meteorologia, onde desenvolveu interessantes trabalhos sobre fenômenos atmosféricos, como a aurora boreal. Seu principal livro foi New System of Chemical Philosophy (1808-1810), onde incluiu teses importantes, como a lei das proporções múltiplas, conhecida como lei de Dalton, segundo a qual a pressão total de uma mistura de gases equivale à soma das pressões parciais dos gases que a constituem.

Fonte: alkimia.tripod.com

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