Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Biografia, Vida, Escritor, Autor José De Alencar - Página 2  Voltar

José de Alencar

José de Alencar nasceu em Mecejana (CE) em 1829 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1877. Advogado, jornalista, político, jurista, orador, professor, romancista e teatrólogo, é um dos mais importantes nomes da literatura nacional. É autor, entre muitos outros, de "O Guarani" e "Iracema", livros centrais do Romantismo brasileiro.

Teve breve atuação como cronista nas páginas do Correio Mercantil, de Joaquim Francisco Alves Branco Muniz Barreto, sogro de Francisco Otaviano, grande amigo do escritor. Foi nesse jornal que, a partir dos 25 anos, começou a publicar os folhetins intitulados "Ao Correr da Pena", mais tarde reunidos em livro com o mesmo nome.

Também trabalhou, a partir de 1855, no Diário do Rio de Janeiro, jornal onde protagonizou célebre polêmica com o poeta Gonçalves de Magalhães.

Em 1866, publicou o fragmento autobiográfico "Porque Sou Romancista", uma resposta à crítica elogiosa a "Iracema" escrita por Machado de Assis. Dois anos mais tarde, no Correio Mercantil, publicou uma carta, também direcionada a Machado de Assis, em que apresenta o jovem poeta Castro Alves ao romancista. Alencar ainda seria colaborador de O Globo, onde assinou o folhetim "Aos Domingos" a partir de 1875, e do semanário "O Protesto", do qual chegou a editar alguns números no ano de sua morte.

Alencar é o patrono da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras.

Fonte: www.releituras.com

José de Alencar

José de Alencar
José de Alencar

José de Alencar, advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo, nasceu em Mecejana, CE, em 1o de maio de 1829, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de dezembro de 1877. É o patrono da Cadeira n. 23, por escolha de Machado de Assis.

Era filho do padre, depois senador, José Martiniano de Alencar e de sua prima Ana Josefina de Alencar, com quem formara uma união socialmente bem aceita, desligando-se bem cedo de qualquer atividade sacerdotal. E neto, pelo lado paterno, do comerciante português José Gonçalves dos Santos e de D. Bárbara de Alencar, matrona pernambucana que se consagraria heroína da revolução de 1817. Ela e o filho José Martiniano, então seminarista no Crato, passaram quatro anos presos na Bahia, pela adesão ao movimento revolucionário irrompido em Pernambuco.

As mais distantes reminiscências da infância do pequeno José mostram-no lendo velhos romances para a mãe e as tias, em contato com as cenas da vida sertaneja e da natureza brasileira e sob a influência do sentimento nativista que lhe passava o pai revolucionário. Entre 1837-38, em companhia dos pais, viajou do Ceará à Bahia, pelo interior, e as impressões dessa viagem refletir-se-iam mais tarde em sua obra de ficção. Transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro, onde o pai desenvolveria carreira política e onde freqüentou o Colégio de Instrução Elementar. Em 1844 vai para São Paulo, onde permanece até 1850, terminando os preparatórios e cursando Direito, salvo o ano de 1847, em que faz o 3o ano na Faculdade de Olinda. Formado, começa a advogar no Rio e passa a colaborar no Correio Mercantil, convidado por Francisco Otaviano de Almeida Rosa, seu colega de Faculdade, e a escrever para o Jornal do Commercio os folhetins que, em 1874, reuniu sob o título de Ao correr da pena. Redator-chefe do Diário do Rio de Janeiro em 1855. Filiado ao Partido Conservador, foi eleito várias vezes deputado geral pelo Ceará; de 1868 a 1870, foi ministro da Justiça. Não conseguiu realizar a ambição de ser senador, devendo contentar-se com o título do Conselho. Desgostoso com a política, passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.

A sua notoriedade começou com as Cartas sobre a Confederação dos Tamoios, publicadas em 1856, com o pseudônimo de Ig, no Diário do Rio de Janeiro, nas quais critica veementemente o poema épico de Domingos Gonçalves de Magalhães, favorito do Imperador e considerado então o chefe da literatura brasileira. Estabeleceu-se, entre ele e os amigos do poeta, apaixonada polêmica de que participou, sob pseudônimo, o próprio Pedro II. A crítica por ele feita ao poema denota o grau de seus estudos de teoria literária e suas concepções do que devia caracterizar a literatura brasileira, para a qual, a seu ver, era inadequado o gênero épico, incompatível à expressão dos sentimentos e anseios da gente americana e à forma de uma literatura nascente. Optou, ele próprio, pela ficção, por ser um gênero moderno e livre.

Ainda em 1856, publicou o seu primeiro romance conhecido: Cinco minutos. Em 1857, revelou-se um escritor mais maduro com a publicação, em folhetins, de O Guarani, que lhe granjeou grande popularidade. Daí para frente escreveu romances indianistas, urbanos, regionais, históricos, romances-poemas de natureza lendária, obras teatrais, poesias, crônicas, ensaios e polêmicas literárias, escritos políticos e estudos filológicos. A parte de ficção histórica, testemunho da sua busca de tema nacional para o romance, concretizou-se em duas direções: os romances de temas propriamente históricos e os de lendas indígenas. Por estes últimos, José de Alencar incorporou-se no movimento do indianismo na literatura brasileira do século XIX, em que a fórmula nacionalista consistia na apropriação da tradição indígena na ficção, a exemplo do que fez Gonçalves Dias na poesia. Em 1866, Machado de Assis, em artigo no Diário do Rio de Janeiro, elogiou calorosamente o romance Iracema, publicado no ano anterior. José de Alencar confessou a alegria que lhe proporcionou essa crítica em Como e porque sou romancista, onde apresentou também a sua doutrina estética e poética, dando um testemunho de quão consciente era a sua atitude em face do fenômeno literário. Machado de Assis sempre teve José de Alencar na mais alta conta e, ao fundar-se a Academia Brasileira de Letras, em 1897, escolheu-o como patrono de sua Cadeira.

Sua obra é da mais alta significação nas letras brasileiras, não só pela seriedade, ciência e consciência técnica e artesanal com que a escreveu, mas também pelas sugestões e soluções que ofereceu, facilitando a tarefa da nacionalização da literatura no Brasil e da consolidação do romance brasileiro, do qual foi o verdadeiro criador. Sendo a primeira figura das nossas letras, foi chamado "o patriarca da literatura brasileira". Sua imensa obra causa admiração não só pela qualidade, como pelo volume, se considerarmos o pouco tempo que José de Alencar pôde dedicar-lhe numa vida curta. Faleceu no Rio de Janeiro, de tuberculose, aos 48 anos de idade.

Obras

I - Romances urbanos

II - Romances históricos e/ou indianistas

III - Romances regionalistas

Fonte: www.biblio.com.br

José de Alencar

José de Alencar
José de Alencar

José Martiniano de Alencar nasceu em Mecejana, no Ceará, em 1 de maio de 1829 e faleceu no Rio de Janeiro (vítima de tuberculose contraída na mocidade) em 12 de dezembro de 1877.

O escritor formou-se em Direito e teve uma brilhante carreira de advogado, jornalista, deputado, ministro da justiça, orador, dramaturgo e, sobretudo, romancista.

Embora não tenha sido propriamente o criador do romance romântico, título que cabe a Joaquim Manuel de Macedo, Alencar é considerado o maior romancista de nossa literatura e um dos nossos melhores escritores de todos os tempos.

Tinha um estilo poético lírico, livre, muito pessoal. Seus romances trazem os aspectos históricos da formação do nosso povo, da nossa gente. Através de sua linguagem, os costumes, o meio ambiente e a paisagem são valorizados e o ser humano aparece integrado a eles.

Seus romances podem ser catalogados e divididos em quatro grupos principais:

Romances Urbanos

Focalizam o meio social carioca da época (o Segundo Reinado). Criticam com rigor a idolatria ao dinheiro, os costumes burgueses, os conflitos sociais que se refletem no relacionamento homem-mulher.

Obras

Romances Regionalistas

Exaltavam os valores locais e americanos

Obras

Romances Históricos

Reconstituem nosso passado histórico, aspectos coloniais e o sentimento nativista.

Obras

Romances Indianistas

Focalizam os primeiros donos do Brasil e seu contato com a civilização portuguesa.

Obras

Nota: Deve-se levar em consideração que O Guarani e Iracema, além de romances indianistas, são considerados também, por alguns estudiosos, romances de linha histórica.

Além de romances, Alencar escreveu outras obras:

Teatro

Poesia

Os Filhos de Tupã (1910)

Crônica

Ao Correr da Pena (1874)

Fonte: www.mundocultural.com.br

José de Alencar

José de Alencar

Nome literário: Alencar, José de.
Nome completo: Alencar, J. Martiniano de.
Pseudônimo: AC; Senio; G.M.; Erasmo; J. de Al; Job; Um Asno; Ig; Serio.
Nascimento: Mecejana, Ceará, 1 de maio de 1829.
Falecimento: Rio de Janeiro, RJ, 12 de julho de 1877.

Biografia

Poeta, romancista, dramaturgo, crítico, jornalista, político, ensaísta, orador parlamentar e consultor do Ministério da Justiça. É considerado o patriarca da literatura brasileira. Sua infância foi impregnada das cenas da vida sertaneja e da natureza brasileira. Entre 1840 e 1843, estudou no Rio de Janeiro.

Em 1846, transferiu-se para São Paulo, onde matriculou-se no curso jurídico.

Em 1848, estudou em Pernambuco, retornando a São Paulo diplomou-se em 1850. No ano seguinte fixou-se no Rio de Janeiro, (RJ). Leu mestres estrangeiros de todos os gêneros: Balzac, Chateaubriand, Victor Hugo, Dumas, Byron, Eugenie Sue, Walter Scott, Fenimore Cooper. Em 1844, escreveu Os contrabandistas, O ermitão da Glória e Alma de Lázaro, influenciado pelo êxito de A Moreninha, de Joaquim Manoel de Macedo. Projetou-se no mundo literário através da polêmica em torno do poema épico «Confederação dos Tamoios», de Gonçalves de Magalhães, considerado, então, o chefe da literatura brasileira.

Sua crítica demonstrava a concepção do que deveria caracterizar a literatura brasileira, para a qual o gênero épico era incompatível. Colaborou nos periódicos Correio Mercantil, Folha Nova, Revista Brasileira. Foi redator-chefe do Diário do Rio de Janeiro.

Fonte: www.cervantesvirtual.com

voltar 1234avançar

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal