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Dia do Colono

25 de Julho

180 anos depois

Para centenas de comunidades rurais do Sul do Brasil, o dia 25 de julho sempre se revestiu de significado cordial: é o Dia do Colono, estendendo ainda suas reverências ao motorista. Em outras palavras, ele remete às origens, aos pioneiros, num momento de celebração e de congraçamento por todos aqueles que, ao longo de décadas, plantaram as bases do desenvolvimento e do progresso regional.

Dia do Colono

definição do 25 de julho como Dia do Colono deu-se em 1924, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros alemães para o Rio Grande do Sul. A data simboliza a chegada da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real do Linho Cânhamo, que, posteriormente, constituiria a sede de São Leopoldo.

Os alemães rumaram à futura colônia navegando em lanchões Rio dos Sinos acima, partindo de Porto Alegre, numa iniciativa que teve a intervenção direta do Imperador D. Pedro I e da Imperatriz Dona Leopoldina. Os imigrantes, num total de 43, com seus pertences, instalaram-se provisoriamente em um paradeiro da Feitoria Velha, pertencente ao Império, para iniciar a ocupação da propriedade.

Embora o Dia do Colono faça menção oficialmente à chegada dos germânicos a São Leopoldo – constituindo a primeira entre várias outras colônias bem-sucedidas no processo colonizatório do Rio Grande do Sul, na época ainda quase desabitado –, a vinda de alemães para o Brasil, dentro de projetos de colonização, é um pouco anterior.

Já em maio de 1824, dois navios com imigrantes haviam aportado no Rio de Janeiro. Esses colonos foram encaminhados para a região serrana do Estado, à localidade de Nova Friburgo, onde já havia uma pequena comunidade de imigrantes suíços.

No entanto, as terras daquela região, inadequadas para o cultivo, logo desestimularam os alemães, dispostos à agricultura. Assim, muitos dos primeiros imigrantes posteriormente migraram de volta à capital do Império, o Rio, ou mesmo ao Sul, para a colônia de São Leopoldo, que então principiava. Por essa razão, o ciclo de imigração para a região serrana do Rio de Janeiro – também Teresópolis e Petrópolis – não vingou como no Sul, embora ainda hoje seja possível identificar marcas da contribuição alemã também nessas cidades cariocas.

DEUTSCHTUM

Dentro das comemorações do centenário da colonização alemã no Brasil, o padre Theodoro Amstad encarregou-se da organização de uma obra hoje considerada basilar para entender e conhecer melhor o longo processo de fixação dos alemães no Sul, o livro Hundert Jahre Deutschtum in Rio Grande do Sul (1824–1924) – editado, originalmente em alemão, pelo Verband Deutsche Vereine, de Porto Alegre, e só mais recentemente, em 1999, traduzido para o português pelo professor Arthur Blasio Rambo, em iniciativa da Editora da Unisinos. É uma leitura fundamental para quem deseja se familiarizar, em relatos preciosos, com o processo de fixação dos alemães no País.

Fonte: gazeta.via.com.br

Dia do Colono

25 de Julho

A definição do 25 de julho como Dia do Colono deu-se em 1924, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros alemães para o Rio Grande do Sul.

A data simboliza a chegada da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real do Linho Cânhamo, que, posteriormente, constituiria a sede de São Leopoldo.

Os alemães rumaram à futura colônia navegando em lanchões Rio dos Sinos acima, partindo de Porto Alegre, numa iniciativa que teve a intervenção direta do Imperador D. Pedro I e da Imperatriz Dona Leopoldina.

Os imigrantes, num total de 43, com seus pertences, instalaram-se provisoriamente em um paradeiro da Feitoria Velha, pertencente ao Império, para iniciar a ocupação da propriedade.

SÃO CRISTÓVÃO - 25 de julho também é o Dia do Motorista em homenagem ao protetor dos motoristas e dos viajantes:São Cristóvão. Ele viveu provavelmente na Síria e sofreu o martírio no século III. “Cristóvão”significa “Aquele que carrega Cristo” ou “porta-Cristo”. Seu culto remonta ao século V. De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas.

Ele supunha que o rei a quem ele servia era o maior do mundo. Veio a saber, então, que o maior rei do mundo era Satanás. Colocou-se pois, a serviço deste.

Informando-se melhor, descobriu que o maior rei do mundo era Nosso Senhor. Um ermitão mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor.

São Cristóvão resolveu trocar a sua mania de grandeza pelo serviço aos semelhantes.

Valendo-se da imensa força de que era dotado, pôs-se a baldear pessoas, vadeando o rio. Uma noite, entretanto, um menino pediu-lhe que o transportasse à outra margem do rio.

À medida que vadeava o rio, o menino pesava cada vez mais às suas costas, como se fosse o peso do mundo inteiro.

Diante de seu espanto, o menino lhe disse: “Tiveste às costas mais que o mundo inteiro.

Transportaste o Criador de todas as coisas. Sou Jesus, aquele a quem serves”.

Fonte: radio87fm.com.br

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