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Dia Mundial de Combate à Hepatite

19 de Maio

19 de maio se comemora o Dia Mundial de Combate às Hepatites e, neste intuito, a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Gramado oferece informações sobre a doença e maneiras de prevenir-se.

Hepatite é toda e qualquer inflamação do fígado e que pode resultar desde uma simples alteração laboratorial, até doença fulminante e fatal. Existem várias causas de hepatite, sendo as mais conhecidas as causadas por vírus.

"Importante lembrar esta data de combate às Hepatites, pois muitas vezes as pessoas sofrem com a doença e não estão cientes de seus sintomas.

A Hepatite A tem período de incubação curto, não cronifica, e na maioria das vezes tem evolução benigna para cura. A Hepatite B, dependendo da idade do paciente infectado, antes ou depois dos 5 anos de idade, o quadro pode evoluir para cronicidade, em percentuais que variam de 10% a 90% do casos.

Na Hepatite C, a cronificação ocorre em mais de 80% dos casos. A Hepatite D, se associada a Hepatite B, agrava o quadro clínico do paciente, com evolução mais rápida para cirrose ou câncer de fígado. E a Hepatite E pode determinar quadro grave em mulheres gestantes.

Nas hepatites A e E a transmissão é fecal-oral, ocorrida por meio de água e alimentos contaminados ou pelo contato de pessoa a pessoa. As hepatites B e D podem ser transmitidas pela via sexual, pelo sangue, pelo compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear e escova de dente, após confecção de tatuagens e colocação de piercings. Também é possível ocorrer contaminação durante procedimentos cirúrgicos e odontológicos sem a adequada biosegurança. A mãe infectada pode passar para o bebê.

A principal fonte de contaminação da hepatite C na atualidade é o uso de drogas injetáveis, de forma compartilhada. Outras importantes fontes de contaminação são: a realização de transfusões de sangue sem realização de teste de detecção e o uso de instrumentos perfuro cortantes sem esterilizar (agulhas de injeção, instrumentos de manicura, pedicuro, dentista, acupuntura, tatuagens)

As hepatites podem ou não apresentar sintomas. Quando presentes, os sintomas são os seguintes: mal-estar, dor de cabeça, febre baixa, falta de apetite, cansaço, fadiga, dor nas articulações, náuseas, vômitos, coceira, desconforto abdominal na região do fígado e aversão a alguns alimentos e cigarro.

Não existe tratamento específico para a forma aguda. Se necessário, o tratamento pode ser apenas sintomático para náuseas, vômitos e prurido. Como norma geral, recomenda-se repouso. Dieta pobre em gordura e rica em carboidratos é popularmente utilizada, porém seu maior benefício é ser mais palatável para o paciente anorético. De forma prática, deve ser recomendado que o próprio paciente defina sua dieta de acordo com seu apetite e aceitação alimentar. A única restrição está relacionada à ingestão de álcool, que deve ser suspensa por seis meses, no mínimo, e preferencialmente por um ano.

Prevenção

A Hepatite A tem como medidas de prevenção os cuidados com a higiene pessoal - como lavar as mãos após ir ao banheiro, ao preparar alimentos e antes das refeições, além beber água tratada, lavar e desinfetar alimentos, como frutas e verduras, antes de serem consumidos crus.

A hepatite B tem como medidas de prevenção a vacinação, que confere imunidade efetiva em até 95% dos indivíduos jovens que recebem corretamente as três doses necessárias; o uso de preservativos nas relações sexuais; o uso das normas adequadas de biossegurança para procedimentos cirúrgicos e odontológicos; o não compartilhamento de objetos de uso pessoal e dos materiais utilizados para uso de drogas injetáveis e inaladas (canudinho, cachimbo, seringas etc).

Para a prevenção da hepatite C, utilizam-se os mesmos cuidados da hepatite B, com a diferença de não existir vacina contra esse vírus. As medidas de prevenção da hepatite D são as mesmas da B, já que esse vírus é adquirido apenas por pessoas que tiveram a B, vindo para agravá-la.

Mais informações procure um médico ou o Posto de Saúde mais próximo.

Fonte: www.gramado.rs.gov.br

Dia Mundial de Combate à Hepatite

19 de Maio

Hepatites Virais são processos infecciosos (causados por vírus) e que podem comprometer em graus variáveis a capacidade de funcionamento do fígado. O fígado é um órgão extremamente importante para a nossa saúde. Denomina-se órgão vital por ser imprescindível para a manutenção da vida. São conhecidos na atualidade cinco tipos de hepatites virais, classificadas como tipos A, B, C, D e E.

As mais freqüentes em nossa população são as hepatites virais do tipo A e B, de evolução mais benigna, embora a hepatite do tipo C já tenha alcançado cifras significativas, trazendo preocupação por suas conseqüências.

Sintomas

Apesar da hepatite poder ser causada por vários vírus diferentes, os sintomas são praticamente os mesmos. Em geral, a pessoa infectada começa a apresentar mal-estar, cansaço, sintomas semelhantes à gripe, icterícia (cor amarelada nos olhos e/ou na pele), eliminação de urina escura (como chá preto), dor na região logo abaixo das costelas, do lado direito do abdomen e náusea ou vômitos. A icterícia, porém, só aparece em 50% dos casos.

Em muitas vezes a pessoa adquire o vírus, apresenta diarréia, mas não fica doente (são os casos subclínicos).

Diagnóstico

A melhor forma de se fazer o diagnóstico é através de exames de sangue, onde se mede a quantidade de enzimas produzidas pelo fígado, como o TGO e TGP. Na hepatite, elas estão bem aumentadas, facilitando o diagnóstico. Também podem ser dosados os anticorpos específicos para cada tipo de hepatite. A hepatite B pode ser detectada através da presença do antígeno Australian, logo no início da doença.

Tratamento

Não existe tratamento específico para a hepatite. O tratamento se baseia em hidratar o paciente e dar uma quantidade suficiente de calorias, principalmente se a pessoa estiver com vômitos.

Como evitar

A prevenção das Hepatites está baseada em: evitar locais de risco, evitar atitudes e procedimentos de risco, cuidados higiênicos–dietéticos, cuidados sexuais e vacinação. Como medidas profiláticas temos algumas vacinas que, de modo geral, não possuem contra indicações e sim épocas adequadas para aplicação. As vacinas existentes no mercado possuem poucos efeitos colaterais de importância e os pacientes devem se vacinar só com aconselhamento médico.

Complicações

A hepatite fulminante é uma complicação rara, ocorrendo tanto na hepatite B ou C. A pessoa apresenta icterícia progressiva, podendo até apresentar problemas no cérebro. O fígado sofre intensa necrose, que é irreversível. Em geral, a taxa de mortalidade é bem alta, em torno de 90 a 100% dos casos, principalmente nos pacientes acima de 60 anos.

Outra complicação pode ser a hepatite crônica persistente, que pode ocorrer após hepatite B ou C. A pessoa apresenta os níveis de enzimas(TGO e TGP) bem elevados por um período de mais de 6 meses, apesar de que muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma da doença, a não ser cansaço, falta de apetite e dor abdominal. Em geral esses casos não são tão graves.

Já a hepatite crônica ativa é mais grave. A pessoa apresenta os níveis de enzimas hepáticas bem elevados por mais de de 6 meses e podem progredir para cirrose do fígado. Não existe tratamento para esses casos, mas alguns estudos tem mostrado melhora com o uso de alfa-interferon e outras drogas anti-virus, com bons resultados. Para se fazer o diagnóstico dessa doença, épreciso fazer uma biópsia do fígado onde se poderá notar as alterações microscopicamente.

Fonte: Nossa Saúde ; Boa Saúde

Hepatite

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