Júlio Dinis

1839 - 1871

Romancista português de vida efêmera nascido no Porto, cuja obra caracterizou-se por um estilo direto e espontâneo, sugestivo e tão voltado para a naturalidade quanto para a própria natureza, abordando costumes e relações sociais nas aldeias portuguesas.

Formado pela escola de medicina e cirurgia do Porto (1861), preferiu dedicar-se à literatura e ao ensino universitário. Colaborou, com o pseudônimo, no jornal A Grinalda, quando publicou seu primeiro romance, Justiça de Sua Majestade (1958). No Jornal do Porto (1862-1864), apareceram os contos reunidos depois nos Serões de província (1870).

A mesma publicação divulgou em folhetins um dos livros de Dinis mais bem-sucedidos junto ao público, As pupilas do senhor reitor (1867).

Atacado pela tuberculose, fez constantes viagens de tratamento, inclusive ao litoral e à ilha da Madeira. Desta viagens publicou, em um mesmo ano, Painéis complementares da vida social no campo e na cidade, A morgadinha dos canaviais e Uma família inglesa (1868).

Outra obra importante foi Os fidalgos da casa mourisca (1872). Também escreveu poemas e dramas, de edição póstuma, após sua prematura morte no Porto, em 12 de setembro (1871), com apenas 32 anos.

Romancista da vida familiar e como tal estimado, seus poemas e dramas, de edição póstuma, não desmereceram o talento e a autenticidade do escritor. Uma adaptação de As pupilas do senhor reitor ganhou atualidade ao ser levada ao ar por um canal da televisão brasileira (1995).

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

Júlio Dinis

Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Pseudônimo – Júlio Dinis), nasceu na cidade do Porto, Portugal, em 1839 ele faleceu no ano de 1871, vítima da tuberculose. Júlio Dinis foi escritor e médico. Passou os últimos anos de sua vida ora no campo, para tratar da saúde, ora na cidade, desenvolvendo sua atividades.

Na curta existência de trinta e dois anos, produz muitas obras de gêneros diversos: teatro, poesia, contos e romances. Seus romances constituem um valioso documento sobre Portugal numa fase em que esse país sofre transições política e econômicas, promovidas pelo regime liberal.

Registra em sua obra os resultados positivos das reformas econômicas e o estilo de vida da burguesia triunfante. Júlio Dinis é um romancista de um período de transição entre o Romantismo e o Realismo. filiado ao movimento romântico, mas realista pela preocupação da verdade em suas descrições, nos caracteres e na evolução da intriga, utilizando processos do romance realista inglês.

Fonte: www.detetivez.hpg.ig.com.br

Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudônimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu, a 14 de novembro de 189, no Porto e foi entre esta cidade, Ovar e o Douro que passou grande parte da sua vida. Formou-se na Faculdade de Medicina do Porto e aliou a profissão de médico à de escritor.

Originário de uma família de tuberculosos (a mãe e os irmãos morreram vítimas da doença), Júlio Dinis também contraiu o mal e abandonou a medicina em busca da cura na Ilha da Madeira.

Essa tentativa lhe valeu pouco, pois veio a falecer ainda muito novo, em 12 de setembro de 1871. Os primeiros textos de Júlio Dinis já antecipavam o Realismo, pois apresentavam diálogos ágeis e descreviam a psicologia da burguesia. Eles foram publicados em "A Grinalda" e em "O Jornal do Comércio". O primeiro deles, "As Pupilas do Senhor Reitor" (1866) foi recebido com muito entusiasmo pela critica.

Das obras de Julio Dinis destacam-se ainda: "Uma Família Inglesa" (1868); "Serões da Província" (1870); "Os Fidalgos da Casa Mourisca" (1871); "Poesias" (1873); e "Teatro Inédito" (1946).

Fonte: www.academiaplanaltinense.com.br

Júlio Dinis

Júlio Dinis
Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho (1839-1871), nasceu no Porto e foi entre esta cidade, Ovar e o Douro que passou grande parte da sua vida. Tirou o curso de medicina na Escola Médica do Porto, aliando a profissão de médico à de escritor.

Os seus primeiros textos foram publicados em A Grinalda e em O Jornal do Comércio. De uma família de tuberculosos (a mãe e os irmãos morreram com essa doença), Júlio Dinis contrai também a doença e parte numa cura para a Madeira, cura esta que de pouco lhe valeu, falecendo ainda muito novo.

Obras:

Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

Júlio Dinis

Romancista português de vida efêmera nascido no Porto, cuja obra caracterizou-se por um estilo direto e espontâneo, sugestivo e tão voltado para a naturalidade quanto para a própria natureza, abordando costumes e relações sociais nas aldeias portuguesas.

Formado pela escola de medicina e cirurgia do Porto (1861), preferiu dedicar-se à literatura e ao ensino universitário. Colaborou, com o pseudônimo, no jornal A Grinalda, quando publicou seu primeiro romance, Justiça de Sua Majestade (1958). No Jornal do Porto (1862-1864), apareceram os contos reunidos depois nos Serões de província (1870).

A mesma publicação divulgou em folhetins um dos livros de Dinis mais bem-sucedidos junto ao público, As pupilas do senhor reitor (1867). Atacado pela tuberculose, fez constantes viagens de tratamento, inclusive ao litoral e à ilha da Madeira. Desta viagens publicou, em um mesmo ano, Painéis complementares da vida social no campo e na cidade, A morgadinha dos canaviais e Uma família inglesa (1868). Outra obra importante foi Os fidalgos da casa mourisca (1872).

Também escreveu poemas e dramas, de edição póstuma, após sua prematura morte no Porto, em 12 de setembro (1871), com apenas 32 anos. Romancista da vida familiar e como tal estimado, seus poemas e dramas, de edição póstuma, não desmereceram o talento e a autenticidade do escritor. Uma adaptação de As pupilas do senhor reitor ganhou atualidade ao ser levada ao ar por um canal da televisão

Fonte: netsaber.com.br

Júlio Dinis

Viveu brevemente. Da brevidade ficou uma notável obra com que nos deliciamos ainda hoje. «Uma Família Inglesa», «A Morgadinha dos Canaviais», «As Pupilas do Senhor Reitor» são apenas alguns dos exemplos a fixar. Senhor de uma linguagem fluida, elegante, sem grandes excessos ou acervos emotivos, captava e descrevia ambientes e atmosferas como ninguém. Em busca do homem, das suas vivências e percurso, esta biografia revela as emoções de quem sempre se pautou pela discrição e aparente leveza. Tendo morrido prematuramente aos 31 anos de idade com tuberculose, chegou a exercer medicina, mas a doença obrigou-o a um certa reclusão rural. Seguindo a sua obra, tenta-se chegar aos dilemas e opções do escritor português.

Júlio Dinis viveu leve, escreveu de leve, morreu de leve.

As palavras são de Eça de Queirós, e deixam uma certa crítica, uma certa ironia quanto à vida e obra de Júlio Dinis. A verdade é que o jovem autor deixou uma apontável obra nas áreas da poesia, teatro e principalmente na área do romance. Natural do Porto onde nasceu no ano de 1838, e onde se formou em medicina, cresceu no seio de uma família de origem inglesa o que terá marcado a sua formação e autores de eleição. A sua obra pauta-se por uma cuidada e elegante captação de ambientes e da psicologia das personagens que, de aparente leveza e singeleza, retrata, em boa verdade, um certo Portugal social, político e religioso. Afectado pela tuberculose, que já lhe tinha roubado a mãe e dois irmão, vê-se obrigado a deixar a sua cidade natal procurando restabelecer-se em Ovar, mais tarde na Madeira. Em 1866 edita o seu primeiro romance, «As Pupilas do Senhor Reitor», seguindo-se a edição de «Uma Família Inglesa», «A Morgadinha dos Canaviais» e «Fidalgos da Casa Mourisca».

Considerado hoje um dos grandes escritores portugueses do séc. XIX, Júlio Dinis é aqui retratado por Liberto Cruz. Poeta, ensaísta, crítico literário, fundador da revista Sibila, o autor pesquisou a vida e obra de Júlio Dinis. Propõe assim a descoberta da sua personalidade e percurso. A biografia tem aliás o dom de nos revelar, mais e a fundo, esse outro lado de quem se deu pela ficção, e que aqui se redescobre para além da escrita.

Fonte: www.circuloleitores.pt

Júlio Dinis

Júlio Dinis não é o nome verdadeiro do ilustre literato portuense que, apenas com 32 anos, deixou de fazer parte do número dos vivos.

Com este pseudónimo assinou as suas obras, que foram largamente lidas e apreciadas pelos seus contemporâneos e pelas gerações futuras.

Teve o seu berço no Porto no dia 14 de Novembro de 1839 e foi baptizado com o nome de Joaquim Guilherme Gomes Coelho.

fDepois da instrução primária em Miragaia, formou-se em Medicina em 1861 (aos 22 anos) na Escola Médico-Cirúrgica do Porto. Quatro anos mais tarde foi nomeado professor, mas a actividade literária ocupou-lhe os melhores anos de vida.

A tuberculose, que abundava por essa época, atingiu-o e ele refugiou-se nos salutares céus dos campos durienses, onde viveu por bastante tempo, tendo sabido sempre ser superior à calamidade que lhe tolhia a vida. Assim, demonstrou sempre uma sã disposição de espírito e de elevação moral.

O romance campesino em Portugal deve-se à sua simplicidade e bom gosto, a par de uma viva naturalidade e a perfeita verosimilidade de extensos trechos dos seus romances, factores que levam a considerá-lo meio realista, meio romântico.

Pelo grande carácter e conformismo, ao longo da vida viu o mundo por uma face de surpreendente optimismo, de esperança e de sadio ardor.

Era ainda muito jovem quando começou a rabiscar umas poesias líricas de contemplação, que em 1873 formaram o seu livro, "Poesias", onde se encontram versos muito simples, de muita candura e agradáveis, para todos os paladares. Três anos antes, 1870, os muitos contos que até então escrevera formaram a obra, "Serões na Província". Alguns dos seus romances publicados em folhetos que rapidamente atingiram o cume da popularidade e têm sido considerados do melhor que se produziu em língua portuguesa. O estilo delicado e bucólico está bem patente nas obras: "Os fidalgos da casa mourisca"; "Uma família inglesa"; "As pupilas do senhor reitor" e "A morgadinha dos canaviais", volumes que ainda hoje são a delícia dos que apreciam a boa leitura.

Após a morte, ocorrida no dia 12 de Setembro de 1871, juntaram variados trabalhos de Júlio Dinis e editaram o Livro: "Inéditos e esparsos".

Fonte: www.lerpraver.com

JÚLIO DINIS

Júlio Dinis é o pseudônimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nascido em Porto em 1839 e falecido na mesma cidade em 1871. Formou-se em medicina, mas a saúde frágil impediu-o de assumir o cargo de professor universitário, levando-o a diversos tratamentos no campo. Morreu de tuberculose.

Sua obra inclui poesia, teatro, prosa de ficção e textos jornalísticos. Merecem destaques os contos reunidos em Serões da província e principalmente os quatro romances: As pupilas do senhor reitor, Uma família inglesa, A morgadinha dos canaviais e os fidalgos da casa mourisca.

Fonte: www.culturatura.com.br

JÚLIO DINIS

Escritor português de ascendência materna britânica. Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, ingressou em Medicina no Porto, curso que terminou brilhantemente. Sofria de tuberculose, que o vitimou (tal como sucedera anteriormente, em 1844, com sua mãe e, em 1855, com dois irmãos), e o levou a viver em zonas rurais, como Ovar e a Madeira. O escritor começou assim a contactar com as gentes e costumes do povo.

Em 1856, ano em que se manifestaram os primeiros sintomas de tuberculose, escreveu as suas primeiras obras, sobretudo de teatro — Bolo Quente e O Casamento da Condessa de Vila Maior. Em 1858 escreveu a sua primeira novela, Justiça de Sua Majestade, posteriormente incluída em Serões da Província.

Com o agravamento da sua doença, em 1863, Júlio Dinis retirou-se por alguns meses para Ovar, continuando a escrever romances e novelas, alguns deles publicados em folhetim no Jornal do Porto, como por exemplo As Pupilas do Senhor Reitor. Esta obra só seria publicada em 1867, depois de no ano anterior se ter descoberto a identidade do seu autor. Em 1869 partiu para a Madeira, onde passou a residir, tentando combater a doença que, progressivamente, ia avançando. Dois anos depois regressou definitivamente ao continente, onde fez a revisão parcial das provas de Fidalgos da Casa Mourisca, trabalho esse que foi interrompido pela sua morte, nesse mesmo ano. A obra só foi editada em volume postumamente, em 1872.

Embora também tenha escrito poesia e peças de teatro, destacou-se sobretudo como romancista, introduzindo uma nova técnica romanesca. De formação literária inglesa, dedicou-se ao romance de costumes realista, dando grande atenção à descrição de ambientes e à psicologia das suas personagens. Simultaneamente, a sua obra reflecte um desejo de harmonia social, que conciliasse os valores burgueses, representantes de um novo espírito saído da revolução liberal, símbolo de prosperidade, e a velha aristocracia decadente.

Defendendo uma visão optimista da natureza humana, não se encontram na sua obra personagens más. Muitos dos seus romances decorrem em ambiente rural, focando, frequentemente, os problemas sociais decorrentes da evolução social e do progresso, numa época de transição, sempre com um desenlace feliz e conciliador, didáctico, como o próprio autor pretendia. Num estilo leve e sóbrio, original na literatura de então, descreveu de forma ímpar quadros domésticos e rurais, de que os contos de Serões da Província (1870) são o melhor exemplo. De entre a sua obra de ficção destacam-se: Uma Família Inglesa (1868), As Pupilas do Senhor Reitor (1867), A Morgadinha dos Canaviais (1868) e Os Fidalgos da Casa Mourisca (1872). Foi ainda publicado um volume de Inéditos e Esparsos em 1910. O sucesso que desde cedo alcançou tem-se mantido ao longo dos tempos.

Fonte: www.universal.pt

JÚLIO DINIS

Joaquim Guilherme Gomes Coelho, que no período mais brilhante da sua carreira literária usou o pseudónimo de Júlio Dinis, nasceu no Porto, na antiga Rua do Reguinho, a 14 de Novembro de 1839, e faleceu na mesma cidade, na Rua Costa Cabral, numa casa que já não existe, a 12 de Setembro de 1871.Encontra-se sepultado num jazigo de família com o n.º 58, no cemitério privado da Ordem Terceira de S. Francisco, em Agramonte.

A casa onde Júlio Dinis nasceu, foi demolida com a abertura da Rua Nova da Alfândega, e aquela onde morreu, deu lugar à construção de uma casa de espectáculos cinematográficos.

Júlio Dinis era filho de José Joaquim Gomes Coelho, cirurgião, natural de Ovar, e de D. Ana Constança Potter Pereira Gomes Coelho, de ascendência anglo-irlandesa, e vitimada pela tuberculose quando Júlio Dinis contava apenas seis anos de idade.

Frequentou a escola primária em Miragaia. Aos catorze anos de idade (1853), concluiu o curso preparatório do liceu. Matriculou-se na Escola Politécnica, tendo, em seguida, transitado para a Escola Médico-Cirúrgica do Porto, cujo curso completou a 27 de Julho de 1861, com alta classificação. Mais tarde (1867), foi incluído como demonstrador e lente substituto no corpo docente desta mesma Escola.

Já então sofria da doença da tuberculose pelo que, esperançado em encontrar cura no ambiente mais salutar da província, se transferiu temporariamente para Ovar, para casa de uma sua tia, Rosa Zagalo Gomes Coelho, que vivia no Largo dos Campos. E foi ainda esperançado numa cura de ares, que esteve duas vezes na ilha da Madeira, além de outras peregrinações que terá feito através do país.

Simplesmente, o mal de Júlio Dinis não tinha cura. E com trinta e dois anos apenas, morria aquele que foi o mais «suave e terno romancista português, cronista de afectos puros, paixões simples, prosa limpa».

De resto, essa terrível doença, que já havia vitimado a mãe, em 1845, foi a causa da morte de todos os seus oito irmãos.

O romance «As Pupilas do Senhor Reitor» foi publicado em 1869, tendo sido representado e cinematizado. Um ano antes, tinha sido dado a público «Uma Família Inglesa» e, em 1870, veio a público «Serões da Província».

No ano do seu falecimento, 1871, publicou-se o romance «Os Fidalgos da Casa Mourisca». Só depois da sua morte se publicaram «Inéditos» e «Esparsos», em dois volumes, assim como as suas «Poesias», dadas à estampa entre 1873 e 1874.

Foi o criador do romance campesino e as suas personagens, tiradas, na sua maioria, de pessoas com quem viveu ou contactou na vida real, estão imbuídas de tanta naturalidade que muitas delas nos são ainda hoje familiares. É o caso da tia Doroteia, de «A Morgadinha dos Canaviais», inspirada por sua tia, em casa de quem viveu, quando se refugiou em Ovar, ou de Jenny, para a qual recebeu inspiração da sua prima e madrinha, D. Rita de Cássia Pinto Coelho.

Júlio Dinis viu sempre o mundo pelo prisma da fraternidade, do optimismo, dos sentimentos sadios do amor e da esperança. Quanto à forma, é considerado um escritor de transição entre o romantismo e o realismo.

Além deste pseudónimo, Júlio Dinis usou também o de Diana de Aveleda, com que assinou pequenas narrativas ingénuas como «Os Novelos da Tia Filomena» e o «Espólio do Senhor Cipriano», publicados em 1862 e 1863, respectivamente. Foi com este pseudónimo que se iniciou nas andanças das letras, tendo, com ele, assinado também pequenas crónicas no Diário do Porto .

Fonte: www.eb23-grijo.rcts.pt

Júlio Dinis

Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Porto, 14 de Novembro de 1839 – Porto, 12 de Setembro de 1871) foi um médico e escritor português.

Biografia

Licenciou-se em Medicina na Escola Médica do Porto, onde também foi professor, mas foi principalmente à literatura que dedicou a maior parte da sua curta vida. Utilizou vários pseudónimos, sendo Júlio Dinis o principal e o que o tornou mais conhecido. É por muitos considerado como um escritor de transição entre o fim do Romantismo e o princípio do Realismo. Embora tenha escrito poesia e teatro, notabilizou-se principalmente como romancista.

Sofria de tuberculose, e devido a essa doença foi viver para zonas rurais como a Madeira e Ovar, onde tomou conhecimento da vida das gentes do campo, principal tema da sua obra, onde demonstrava uma grande preocupação pela descrição realista das aldeias e das pessoas, assim como dos seus problemas sociais.

Sobre a sua passagem pela zona rural de Ovar existe muita controvérsia, pois estudiosos (Dra. Maria José Ramos e outros) indicam que a sua estadia terá sido em Grijó, que pertence a Vila Nova de Gaia, o que se coaduna em termos geográficos com as diversas referências implícitas nas suas várias obras, especialmente em A Morgadinha dos Canaviais e As Pupilas do Senhor Reitor. Nesta vila de Grijó encontram-se várias placas alusivas à sua vida nesta terra, nomeadamente na Quinta do Mosteiro e na Quinta da Fábrica, no lugar do Loureiro.

Morreu em 1871, com 31 anos vítima da tuberculose, tal como sua mãe e os seus dois irmãos.

Fonte: pt.wikipedia.org