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Dia da Música

21 de Junho

Aquele que professa a arte da música, compondo peças, tocando ou cantando; aquele que faz parte da banda, orquestra ou filarmônica. A música é a arte de combinar os sons de maneira agradável ao ouvido; qualquer composição musical; solfa; execução de qualquer peça musical; conjunto ou corporação de músicos. A música é pura quando a obra é exclusivamente musical.

Dia da Música

A expressão "música de câmara" serviu, na Renascença, para diferenciar a musica apresentada nas igrejas e teatros da que era executada nos salões das casa nobres. Atravessou várias fases, mudando sua relação com outros fenômenos musicais, com o público, compositores e executantes.

Em seus primórdios, a música de câmara subsistia, graças ao apoio de grandes aristocratas e membros da igreja dispensavam aos músicos e compositores. Contavam com moradia e sustento econômico nos palácios.

Embora dando aos músicos todas as vantagens, o mecenato trazia pontos negativos, pois sua carreira, bem como o desenvolvimento da própria arte, ficavam totalmente dependentes do sistemas. Com a sobrevivência dos artistas teria que depender do público pagante, o estilo mudou-se da Câmara dos nobres para as grandes salas de concerto. Passou então a concorrer e receber oposição dos outros gêneros da época que eram a música tocada na igrejas, teatros, além da sinfonia, criada para grandes orquestras (século XVIII e XIX).

Violinos – sonatas - cantadas

A atenção dada ao violino, no século XVII, na Itália, resultou pela diferenciação entre sonata de câmara e de igreja. O primeiro a estabecê-la foi o organista e sonetista Massimiliano Neri em 1644. O violino que vinha se impondo já há algum tempo ganhou com Arcângelo Corelli uma nova dimensão. Este músico, que passou para a história como exímio violinista e compositor, trouxe uma nova concepção de exploração dos recursos daquele instrumento. Compôs inúmeras sonatas e concertos grossi.

Deixou para seus sucessores bases sólidas a serem desenvolvidas. Contemporâneo de Corelli, Giuseppe Torelli tocava violeta, viola tenor e violino. A ele cabe uma nova concepção de concerto de violino, acompanhado pelo órgão ou outro instrumento. Passam a tocar dois violinos, um baixo de viola e um cravo. A Torelli é atribuída a primeira edição de concertos grossi. Ao lado desses dois músicos, juntam-se os nomes de Antonio Lúcio Vivaldi e Tomaso Albinoni.

A Itália conheceu ainda a cantada de câmara, graças às obras de Giácomo Carissimi, Alessandro Scarlatti, que foram continuados por Domenico Scarlatti e Giovanni Pergolese. Na Inglaterra, destaca-se Henry Purcell. Na França – Jean Baptiste Lully – compositor da Corte de Luís XV, e Jean Phillipe Rameau – que iniciou o movimento que daria ao cravo maior independência.

A influência de italianos e franceses reflete-se nas obras dos alemães Johann Sebastian Bach e Georg Friedrich Haendel – com concertos de violino, flauta e viola de gamba. Na Áustria destacam-se o nome de Franz Joseph Haydn, que se preocupava em desenvolver o quarteto de cordas e combinações similares.

O impulso de Háyaw foi retornado por Wolfgang Amadeus Mozart em composições de musica de câmara: os contrastes de temas, coloridos harmônicos e clareza do plano. Mozart destaca-se sobretudo por ter sido o primeiro a utilizar o piano na música de câmara, tornando-a mais definida.

Os passos seguintes foram dados pelo alemão Ludwing van Beethoven, e pelo austríaco Franz Schubert. Gênio musical, Beethoven amplia a obra dos dois compositores (Haydn e Mozart), imprimindo uma marca pessoal até a certas formas que de tão perfeitas pareciam não permitir alterações sem prejuízo. Já na época, Beethoven havia iniciado a luta contra a situação humilhante em que eram colocados os artistas. Para atender as exigências, os músicos viam-se obrigados a se organizar em conjuntos permanentes para apresentações públicas.

Surgiram vários movimentos. A comunicação dos atuais músicos de vanguarda com o grande público freqüentadores de concertos torna-se cada vez mais problemática. A partir de Debussy, são freqüentes as manifestações da platéia que se chocam ante a "loucura musical". No que se refere ao Brasil, o nome de maior destaque continua sendo o de Heitor Villa Lobos que, no entanto, embora cultivasse a música de câmara, não chegou propriamente a participar dessa corrente mais avançada e representativa do século XX.

Fonte: www.mensagensvirtuais.com.br

Dia da Música

21 de Junho

PERÍODOS DA HISTÓRIA DA MÚSICA

Pode dividir-se a História da Música em períodos distintos, cada qual identificado com um estilo que lhe é peculiar. É claro que um estilo musical não surge da noite para o dia, é um processo lento e gradual relacionado com a evolução social e com as mudanças de mentalidade que definem cada época, cada geração. Por isso mesmo, é difícil determinar rigorosamente a data em que inicia ou termina cada período da História da Música. No entanto, o quadro que se segue apresentará uma forma de dividir a História da Música Ocidental em oito grandes períodos:

Dia da Música

PRÉ-HISTÓRIA

Podemos imaginar que o homem primitivo comunicou, desde muito cedo, usando sinais sonoros. Muito antes do aparecimento dos primeiros instrumentos, já o homem fazia a sua música, imitando os sons da Natureza: com gritos, sons corporais, batendo com paus, ramos, pedras, conchas...

Foi quando o homem começou a produzir sons intencionalmente que se iniciou a longa caminhada à qual chamamos História da Música. Há vestígios - nas pinturas das cavernas - de que o homem utilizava a música nas cerimónias rituais: encorajamento para a caça, evocação das forças da natureza, cultos dos mortos... Primeiro usaria somente a voz e outros sons do corpo; mas, ao longo do tempo, foi construindo instrumentos e com eles acompanhou essas músicas e danças, para as tornar mais ricas e assim agradar mais aos seus deuses.

MÚSICA DA ANTIGUIDADE

Nas grandes civilizações antigas - Egipto, Grécia, Roma - a música tinha um papel fundamental em todas as actividades do dia-a-dia.

No Egipto, havia música tanto no palácio do Faraó como a acompanhar o trabalho dos campos. Os músicos eram normalmente mulheres. A música tinha origem divina e estava muito ligada ao culto dos deuses. A harpa, a lira e o alaúde eram muito usados.

Na Grécia - Atenas -. todos os anos se realizava um concurso de canto. As peças de teatro eram acompanhadas por música. Os gregos cultivavam a música como arte e como ciência. Era uma das quatro disciplinas fundamentais da educação dos jovens. O órgão é uma invenção grega.

Em Roma, as lutas dos gladiadores eram acompanhadas por trombetas. Os ricos aprendiam música e realizavam concertos nas suas casas. Na rua, malabaristas e acrobatas representavam, acompanhados por flautas e pandeiretas.

Grupos de músicos obtinham licenças especiais do Impera

MÚSICA MEDIEVAL

Com a decadência do Império Romano e a implantação do cristianismo, a Igreja passa a ter um papel decisivo na evolução da música.

São os monges que, nos mosteiros, continuam o trabalho iniciado pelos Gregos, desenvolvendo a teoria e a escrita da música. Começa a haver uma grande separação entre a música religiosa e a música popular. Uma das grandes diferenças entre estes dois tipos de música, está nos instrumentos usados.

Na Igreja, apenas o órgão era permitido enquanto que na música popular -música profana (não religiosa), havia a Rabeca, o saltério, o alaúde, a charamela, a sanfona, o realejo, etc.

A língua usada nos cantos da igreja era o Latim, enquanto que na música popular eram usados dialectos próprios de cada região.

A música da Igreja era inicialmente monódica tendo evoluído no sentido da polifonia.

Os Menestréis eram músicos que andavam de terra em terra, juntamente com os saltimbancos, levavam as notícias nas suas andanças e apregoavam-nas cantando.

Os Trovadores eram nobres que compunham música e poesia, tendo como tema o amor de um cavalheiro por uma bela dama.

A escrita musical, tal como hoje a conhecemos, deve muito aos mil anos da Idade Média, pois foi durante esse período que ela foi evoluindo até chegar ao código actual.

MÚSICA RENASCENTISTA

Foi uma época de grandes mudanças na Europa. O homem do Renascimento já não vive apenas dominado pelos valores da Igreja, mas encontra valores nele próprio e na natureza. A Igreja tornou-se menos rígida, permitindo uma aproximação entre a música sacra e a música profana. Os governantes e os homens ricos desempenham a partir de agora um papel muito importante na evolução da música, concedendo aos compositores audições e oportunidades de trabalho, promovendo festas e acontecimentos culturais.

MÚSICA BARROCA

O Barroco é um período em que a música instrumental atinge, pela primeira vez, a mesma importância que a música vocal. O Violino afirma-se e a orquestra vai tomando uma forma mais estruturada. Surge a Ópera e o Ballet. Os instrumentos de tecla têm uma grande evolução e o cravo aparece como instrumento solista, e não apenas acompanhante.

A música do Barroco é exuberante, de ritmo e frases melódicas extensas, fluentes e muito ornamentadas. São usados contrastes de timbres e de intensidades.

MÚSICA CLÁSSICA

No período Clássico, a música torna-se mais leve e menos complicada que no Barroco. Predomina a melodia com acompanhamento de acordes, as frases são bem delineadas e mais curtas que anteriormente.

A dinâmica das obras torna-se mais variada, aparece o Sforzato (acentuação forte numa nota), o crescendo (aumento gradual da intensidade do som) e o diminuendo (diminuição gradual da intensidade do som).

A música é tonal. O cravo cai em desuso e é substituído pelo piano. A orquestra cresce em tamanho e acolhe um diversificado número de instrumentos. A Ópera conhece um grande desenvolvimento e popularidade e começa a tratar temas do dia-a-dia.

É uma época extremamente fértil em grandes compositores e talvez a mais produtiva de todos os períodos da história da música. Viena de Áustria é considerada a capital da música clássica, pois foi lá que se concentraram a maioria dos compositores.

ROMANTISMO

É o período da liberdade de expressão de sentimentos e paixões. Paris junta-se a Viena e tornam-se os principais centros de música da Europa. Os compositores libertam-se da tutela dos nobres que os empregavam e passam a compor livremente. Os concertos públicos tornam-se mais frequentes e começam a aparecer as grandes salas de espectáculos. A fantasia, a imaginação e o espírito de aventura desempenham um papel importante na música deste período. Surge a Música Descritiva com os poemas sinfónicos. A literatura exerce uma enorme influência na música romântica, que está demonstrada na grande quantidade de Lied - Tipo de cação que floresceu neste período. Os músicos interessaram-se pela música folclórica, indo aí buscar material para compor. É dado ênfase às melodias líricas. As harmonias são ricas e contrastantes, explorando uma gama maior de sonoridades, dinâmicas e timbres. As obras tomam proporções grandiosas e a orquestra atinge uma dimensão gigantesca.

MUSICA DO SÉCULO XX

O Romantismo explorou até ao limite as possibilidades da música tonal. O século xx surge como o século das experiências, da procura de novos caminhos na música e nas artes em geral. É o demonstrar das formas convencionais e a valorização de novas perspectivas, a procura de novos materiais e a utilização de recursos trazidos pelos avanços tecnológicos. Acentua-se a tendência para valorizar culturas até então esquecidas. Os novos meios de transporte e comunicação facilitam as trocas culturais e fazem com que se conheça na música moderna influências muito variadas.

O aparecimento da gravação sonora abre um mundo novo à produção musical. A procura de novas sonoridades faz com que os compositores explorem sons produzidos por objectos, transformando-os em instrumentos musicais. Os instrumentos convencionais são transformados e preparados de forma a alargar as suas possibilidades tímbricas.

O timbre, nesta época, é talvez o parâmetro mais valorizado na música. Surgem os primeiros instrumentos electrónicos, que ficarão para sempre ligados à música Pop Rock, embora também estejam presentes noutros géneros musicais. O piano é um instrumento muito usado em experiências no campo da investigação tímbrica.

Têm sido usadas técnicas muito simples, como seja: tocar agregados sonoros (clusters), usando o cotovelo, o antebraço ou mesmo a mão aberta sobre as teclas, tocar directamente nas cordas do piano com os dedos, como se se tratasse de uma harpa.

Há compositores que para obter novas sonoridades, colocam folhas de papel entre as cordas do piano ou objectos sobre as cordas (bolas de ping-pong). Das tendências e técnicas mais relevantes da música do séc. XX, encontram-se os seguintes sistemas musicais:

SISTEMAS MUSICAIS

PENTATONISMO

É um sistema baseado na escala pentatónica. Kodaly, compositor Húngaro, escreve com uma estrutura pentatónica, baseado nas origens do Folclore Húngaro. É também a Kodaly que se deve a linguagem dos vocábulos (Vocábulos Kodaly) utilizada no ensino de música a crianças: h Tá-á, q Tá , e Ti, etc.

TONALISMO

Interdependência em que se encontram os diferentes graus da escala relativamente a uma tónica que é o centro de todos os movimentos melódicos. A tonalidade, define-se pela hierarquia dos graus tonais: 1º, 4º e 5º graus.

MODALISMO

É a maneira como se dispõem os intervalos de tom e meio-tom e que definem o que se chama modo.

POLITONALISMO

É um fenómeno harmónico que consiste na sobreposição de melodias ou acordes pertencentes a tonalidades diferentes. Este sistema foi utilizado por Ravel e Strawinsky.

POLIMODALISMO

É um fenómeno que consiste na sobreposição de melodias pertencentes a modos diferentes. É o sistema utilizado nas Escalas-Mistas.

ATONALISMO

Sistema harmónico que foge ao princípio fundamental da tonalidade central e que se deve ao compositor Austríaco Schomberg. Os intervalos fundamentais na música atonal são a 4ª aumentada e o meio-tom cromático.

DODECAFONIA

É o emprego contínuo do cromatismo, alterando o sentido tonal. neste sistema, empregam-se livremente os 12 sons da escala temperada. Wagner pode considerar-se o percursor do dodecafonismo.

SERIALISMO

É um sistema mais alargado que a dodecafonia. Utilizam-se as “séries” que são grupos de 4 ou 5 sons. Foi preconizado por shonberg que o definiu de: “Método de compor com 12 sons que só entre si são aparentados”. Outros sistemas há que poderão ser estudados e, aprofundado o seu estudo em tratados de História da Música.

Fonte: www.scribd.com

Dia da Música

21 de Junho

Compreender o modo como os jovens se relacionam com a música, seus gostos e estilos significam uma abertura ao diálogo permanente com a realidade sociocultural na qual estão engajados os mais diferentes grupos sociais, inclusive o do aluno e o do professor. “Música popular”, “música clássica”, “música de massa”,”música folclórica”, “música de consumo”, “música de vanguarda”“música religiosa”, dentre outras denominações, reforçam a pluralidade do universo musical.

Música popular

A música popular brasileira é de suma importância no cenário de nossa cultura; é uma das mais poderosas formas de preservação da memória coletiva e com espaço privilegiado para as leituras e interpretações do Brasil. É considerada como um símbolo de nossa gente seus hábitos, seus fazeres, haveres e falares.

Música Clássica

Música clássica é o nome popularmente dado à chamada Música Erudita (do latim erudito, que significa conhecimento, saber), cogitada entre outras designações possíveis como: música artística, música de linguagem ou música de concerto. No entanto alguns musicólogos consideram que o termo música clássica deve ser reservada à música erudita produzida no período da história da música designado por Era Clássica, que se estende de 1.730 a 1.827, caracterizado pela busca do equilíbrio das estruturas, da simetria das frases, da lógica do desenvolvimento articulado com a concisão do pensamento (exatidão).

As músicas clássicas são as que permanecem, as duradouras, que possuem presença física marcante, qualidade vocal e carisma para comunicação com o público.

Música de massa

A produção de massa tira da música o mérito de arte e a transforma em ídolo, um objeto como outro qualquer que logo será aposentado por estar absoleto. Em seu lugar entra outra com aparência de novidade, mas que não traz surpresas em sua essência, perpetua padrões musicais melódicos, que não fagem ao esperado, com letras de amor, facilmente assimiláveis.

Música Folclórica

É o conjunto de canções tradicionais de um povo. Tratam de quase todos os tipos de atividades humanas e muitas destas canções expressam crenças religiosas ou políticas de um povo ou descrevem sua história. A melodia e a letra de uma canção folclórica podem sofrer modificações no decorrer de um tempo, pois normalmente de gerações em gerações. Os principais tipos de música folclórica são as canções para dançar, as lendárias e as canções de danças e jogos infantis.

As canções para dançar são provavelmente os tipos mais antigos de música folclórica. No início foram cantadas como acompanhamento para danças e os nomes de seus compositores se perderam no tempo. Muitas ficaram associadas ao seu lugar de origem, como a gavota francesa, a mazurca e a polonesa da Polônia e a tarantela da Itália.

As lendárias são geralmente de origem remotas, tem caráter poético e expressam diretamente o que se passa no sentimento do cantor. São exemplos disso as valadas inglesas da Idade Média e do Renascimento e os espiritual dos negros dos EUA.

As danças e jogos infantis são geralmente de origem européia e no Brasil reduzem-se praticamente às danças de rodas. Algumas são de criação nacional com influência das modinhas como Nesta Rua tem um Bosque; outras têm influências africana como Sambalelê.

No Brasil, as danças folclóricas podem ser divididas em dramáticas e não dramáticas. As dramáticas compreendem uma parte apresentada e têm um tema determinado como por exemplo, bumba-meu-boi, do Nordeste. As não dramáticas não contém elementos de representação; a maior parte delas segue duas espécies de formação: em roda, às vezes com solista no centro de origem africana ou portuguesa, ou em fileiras opostas, de origem indígena ou nacional.

Música de consumo

Na música de consumo, especificamente no Brasil é fácil constatar a Engenharia Marketing da Indústria Fonográfica: a cada verão uma nova onda surge, vende milhões em discos e produtos correlatos como: revistas, roupas, calçados, e depois desaparecem até que seja definitivamente superadas por outros modismos. Foi assim com a Lambada, Música Cigana, Sertaneja, Pagode, etc.

Música de Vanguarda

O termo foi aplicado pela primeira vez após a segunda guerra mundial; Avant – garde que referia-se à porção das forças armadas que se colocava à frente (avante) do restante do exército (garde).

Popularmente o termo é utilizado para descrever ou referir-se ao movimento de free jazz, mas o conceito mantém-se: técnica de expressão que são novas, inovadoras e radicalmente diferentes do que tradicionalmente se faz.

Além desses tipos de músicas existem outros como: Rock, Funk, Lenta, Brega, Have Metal, Forró, Samba, Valsa, Marcha, Bolero, Gospel; a lista é grande e tem estilo para cada gosto. Quando alguém diz que gosta de determinado tipo de música, sempre haverá alguns que chamem seu gosto de mau gosto, mas isto, talvez não traga maiores complicações que uma simples divergência de opinião. Mas quando se fala de música religiosa, as coisas parecem ser diferentes; porque é uma música que edifica o mental e o espiritual; o emocional e o sentimental.

Música Religiosa

A Música Religiosa é aquela cujo assunto é de caráter religioso, é principalmente tocada nos serviços religiosos,

Música sacra

É aquela música cujo assunto ou tema é de caráter religioso. É tocada nos serviços religiosos. Oratório, hinos e salmos são composições de música sacra.

Oratória

Composição musical em participam solistas, coro e orquestra. O tema geralmente é tirado da Bíblia, sua execução dispensa cenários ou ação dramática. O nome dessa forma musical vem da Congregação Oratório, em Roma, onde de 1571 a 1594 eram realizadas apresentações de música sacra. A música ali executada foi base dos oratórios modernos.

Hino

É um cântico de louvor, invocação ou de adoração geralmente cantados em cerimônias religiosas. São conhecidos desde o início da história e constituem uma das mais antigas formas assumidas pela poesia. Os hinos cristãos procedem de antigos cânticos religiosos dos Hebreus. Existem também os hinos patrióticos, em que se homenageia a pátria.

Fonte: www.artigonal.com

História da Música

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