Lavoisier mediu cuidadosamente as massas de um sistema antes e depois de uma reacção em recipientes fechados.
A figura ilustra uma possibilidade de se testar a Lei de Lavoisier num procedimento simples :

Provocando o contato entre as soluções reagentes (cloreto
de sódio e nitrato de prata), surge um sólido levemente acinzentado,
o precipatado de cloreto de prata e uma solução aquosa de nitrato
de sódio.
Lavoisier constatou que a massa do sistema antes e depois da reação
é a mesma.
Com base em inúmeras experiências, Lavoisier enunciou a Lei da
Conservação da Massa: "Numa reação química,
não ocorre alteração na massa do sistema".
Ou: "Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma".

É bom frisar que, depois de Lavoisier enunciar esta lei, outros cientistas fizeram novas experiências que visavam testar a hipótese proposta por ele e, mesmo ao utilizarem balanças mais modernas, de grande sensibilidade, os testes confirmaram o enunciado proposto.
Quando um pedaço de ferro é abandonado ao ar, vai se "enferrujando",
ou seja, vai sofrendo uma reação química. Se compararmos
a massa do ferro inicial com a do ferro "enferrujado", notaremos
que este último tem massa maior.
Será que neste caso a massa não se conserva?
O que acontece é que os reagentes dessa reacção química
são ferro (sólido) e material gasoso, proviniente do ar.
massa do ferro + massa dos gases (ar) = massa do ferro "enferrujado"
Como o sistema inicial é constituído por ferro e ar, e o sistema
final por ferro "enferrujado", o aumento de massa efetivamente não
existiu.
Por essa razão é necessário utilizarmos sistemas fechados
para verificar a Lei de Lavoisier.
Fonte: www.professoronline.ac.mz
A Lei da Conservação das Massas foi publicada pela primeira vez 1760, em um ensaio de Mikhail Lomonosov. No entanto, a obra não repercutiu na Europa Ocidental, cabendo ao francês Antoine Lavoisier o papel de tornar mundialmente conhecido o que hoje se chama Lei de Lavoisier.
Preocupado em utilizar métodos quantitativos, Lavoisier tinha a balança como um de seus principais instrumentos em atividades experimentais.
Por volta de 1774, o químico francês realizava experiências sobre a combustão e a calcinação de substâncias. Observou que, dessas reações, sempre resultavam óxidos cujo peso era maior que o das substâncias originalmente usadas.
Informado sobre as características do gás que ativava a queima de outras substâncias (que mais tarde foi denominado pelo próprio Lavoisier como oxigênio, que quer dizer gerador de ácidos), passou a fazer experiências com o mesmo e acabou por deduzir que a combustão e a calcinação nada mais eram que o resultado da combinação desse gás com as outras substâncias. E que a massa aumentada dos compostos resultantes correspondia à massa da substância inicialmente empregada, mais a massa do gás a ela incorporado através da reação.
Os estudos experimentais realizados por Lavoisier levaram-no a concluir que, numa reação química que se processe num sistema fechado, a massa permanece constante, ou seja, a soma das massas dos reagentes é igual à soma das massas dos produtos:
m(reagentes) = m(produtos)
Assim, por exemplo, quando 2 gramas de hidrogênio reagem com 16 gramas de oxigênio verifica-se a formação de 18 gramas de água; do mesmo modo, quando 12 gramas de carbono reagem com 32 gramas de oxigênio ocorre a formação de 44 gramas de gás carbônico.
Através de seus trabalhos, pôde enunciar uma lei que ficou conhecida como Lei da Conservação das Massas ou Lei de Lavoisier:
"Numa reação química que ocorre em sistema fechado, a massa total antes da reação é igual à massa total após a reação".
ou,
"Numa reação química a massa se conserva porque
não ocorre criação nem destruição de átomos.
Os átomos são conservados, eles apenas se rearranjam. Os agregados
atômicos dos reagentes são desfeitos e novos agregados atômicos
são formados".
Ou ainda, filosoficamente falando,
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".
O que hoje pode parecer evidente, nem sempre o foi. Queimando-se magnésio, cientistas anteriores a Lavoisier observavam um aumento de massa, enquanto que, queimando enxofre, notavam uma perda de massa. Coube a Lavoisier, percebendo que esses ensaios deveriam ser feitos em sistemas fechados, esclarecer que as diferenças de massas eram devidas à absorção ou liberação de gases durante as reações.
Actualmente sabemos que a lei de Lavoisier como inicialmente foi proposta nem se verifica. É possível a perda de massa no decurso de uma reacção libertando-se energia (fenómeno explicável pela teoria da relatividade). O que se deverá verificar sempre é a primeira lei da termodinâmica.
Fonte: pt.wikipedia.org
A lei de Lavoisier, também conhecida por lei da conservação da massa, como o próprio nome indica, foi descoberta em 1785 pelo químico francês Antoine Laurent de Lavoisier (1743-1794), considerado o pai da química moderna.
Segundo esta lei, nas reacções químicas em sistema fechado, a soma total das massas das espécies envolvidas na reacção (reagentes) é igual à soma total das massas das substâncias produzidas pela reacção (produtos de reacção), ou seja, num sistema químico fechado em reacção, a massa total permanece constante.
Esta lei também pode ser enunciada da seguinte forma: "Na Natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma".
Fonte: www.infopedia.pt
Para compreender a Lei vamos começar analisar a descrição de duas experiências de duas experiências e tirar algumas conclusões.
Primeira experiência. Colocam-se 65 g de zinco dentro de um vidro contendo 98 g de ácido sulfúrico e em seguida fecha-se o vidro. Na reação química que ocorre entre as duas substancias há formação de sulfato de zinco e desprendimento de hidrogênio. A massa do sulfato de zinco mais a massa do hidrogênio desprendido será de 164 g.
Ou seja, a soma das massas resultantes da reação é igual à soma das massas das substancias regentes.
Segunda experiência. Num dos ramos do tubo de vidro são colocados pedacinhos de mármore; no outro é colocada uma porção de acido sulfúrico. Em seguida o vidro é fechado e a massa do conjunto (mármore+acido+vidro) é medida numa balança.
Depois de conhecer a massa total do conjunto, vira-se o vidro de modo que a mármore e o acido entrem em contato. Observa-se no recipiente uma efervescência com desprendimento de dióxido de carbono.
Pensando novamente o tubo de vidro, verificamos que a massa do conjunto antes e depois da reação continua a mesma.
Conclusão das experiências. Podemos verificar que, num sistema fechado, a massa final do produto da reação é igual a massa inicial das substancias regentes, ou seja, numa reação não ocorre perda nem ganho de matéria.
Num sistema fechado, quando duas ou mais substancias reagem entre si, a massa total dos produtos é igual a soma das massas das substancias reagentes.
Ou de maneira mais simples e já popularizada:
Na natureza nada se cria, nada se perde; tudo se transforma.
Durante as reações químicas não há criação nem perda de massa; o que ocorre é a transformação das substancias reagentes em outras substancias.
Fonte: www.coladaweb.com