A Constituição do Líbano, promulgada em 23 de maio de 1927, garante a economia de livre mercado, a iniciativa pessoal e a propriedade privada. O Líbano respeitou esta liberdade econômica, mesmo na época onde o socialismo se espalhou em muitos países da região. A iniciativa pessoal permaneceu como a base de seu progresso econômico. O Líbano não impôs nenhuma restrição sobre a liberdade de provisão.
Desde 1956, o Líbano adotou o sigilo bancário que se tornou outra base de seu progresso econômico. Durante a Guerra do Líbano, entre 1975 e 1990, os libaneses mantiveram estas bases da economia, confiantes de que estavam no caminho certo. A flexibilidade que caracteriza a mentalidade do povo libanês permite uma capacidade de integração em todas as circunstâncias, para poder enfrentar e ultrapassar as dificuldades que o Líbano conheceu através de sua história.
A situação geográfica do Líbano é a causa de todas as dificuldades, as guerras e as ocupações através de sua história - a última foi a israelense, até o ano de 2000. Por causa dessa situação geopolítica, o Líbano foi obrigado a pagar um preço bem acima de sua capacidade.
O Líbano é um país pequeno – 10.452 km2, com muitas montanhas e pobre em recursos naturais. Possui sítios históricos e arqueológicos, uma natureza privilegiada na região e um ser humano dinâmico, pioneiro nas áreas do turismo, da cultura, dos serviços bancários, do comércio, do jornalismo, das artes, dentre outros. O escritor francês Georges Buis escreveu em seu livro “La Barque”: “Esse país nada produz além de seus habitantes, mas que são príncipes da mente”.
O Líbano saiu da guerra com sua economia totalmente destruída e sua infra-estrutura paralisada. E mesmo assim, deveria enfrentar um novo sistema econômico internacional: a globalização, a comunidade européia, o lançamento do mercado comum dos países árabes e a instituição do comércio internacional. E a única arma usada nesse confronto foi a livre movimentação de investimentos, as fronteiras abertas. E como toda economia depois de uma guerra, precisava ser protegida antes de se lançar novamente.
O verdadeiro problema da economia é a sua capacidade de competir.
Para possibilitar o seu desenvolvimento econômico, o Líbano:
O mecanismo da reconstrução da economia libanesa é o seguinte:
O Líbano pode ser pioneiro em muitos setores:
A economia da Líbano conta também com os investimentos dos emigrantes, que foram desde o começo da emigração, até 150 anos atrás, os melhores investidores no Líbano. Neste objetivo, o governo trabalha também para reforçar as orientações aos emigrantes, explicando as oportunidades dos investimentos atuais do Líbano, através do congresso especializados e das visitas organizadas aos homens de negócios e da indústria.
Diante de todas estas informações, podemos observar que o Líbano é um mercado promissor, onde os investidores internacionais podem aplicar seu capital com segurança e desfrutar os benefícios de um país em franco desenvolvimento, que, ao longo de sua história, conseguiu por diversas vezes renascer das próprias cinzas e se reposicionar diante do cenário mundial.
Fonte: www.libano.org.br