
Artemisia absinthium.
Compostas.
Cresce até um metro de altura, mais ou menos. Dá em moitas. Folhas pinatífidas, de cor glauco-esbranquiçada, algo prateada. Sabor amargo. Flores amarelas.
Emprega-se para: catarros, cólicas, diarréia, envenenamentos, escrófulas, estômago (pertubações gástricas diversas), gripe, hidropisia, histerismo, mau hálito, menstruação difícil e dolorosa. O chá é muito benéfico, limpa e regulariza o funcionamento de diversos órgãos: estômago, fígado, rins, bexiga e pulmões.
Folhas e flores.
20 gramas para um litro de água. Do chá toma-se uma colher, das de sopa, de hora em hora.
Fonte: www.unisanta.br

Também conhecido como erva-santa, erva-dos-vermes, alvina e vermute, essa herbácea adaptou-se perfeitamente ao clima brasileiro. Natural da Ásia e da Europa, há registros de sua utilização medicinal em papiros que somam mais de 2500 anos.
Essencialmente amarga, a losna estimula as secreções gástricas, biliares e pancreáticas, aumentando o apetite e beneficiando a digestão. Rica em ferro, também atenua anemias causadas pela deficiência desse elemento. Em qualquer um dos casos, o ideal é fazer um infuso a partir de suas folhas e flores.
Usado na medicina natural como vermífugo, febrífugo, anti-séptico e para auxiliar no tratamento de diabetes entre outros.
Fonte: www.acquaverde.com.br