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Losna - Artemisia absinthium

Losna
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Da família das Compostas, a Losna é uma planta herbácea, perene (cultivada muitas vezes como anual), que alcança de 1 m. a 1,20 m. de altura, sensível à luz e ao calor, delicada, de folhas finas recortadas, na cor verde-prateada de um lado, e esbranquiçadas do outro.

As partes usadas são as folhas e as flores, que possuem gosto amargo e ácido.

Moles e pesadas suas folhas murcham facilmente, devido ao excesso de água nelas existente.

Nas touceiras, enquanto bem tratadas, chamam a atenção dos visitantes, por parecerem com bonsai. No entanto, quando informados de que planta se trata, as pessoas torcem logo o nariz, geralmente devido a alguma lembrança desagradável por terem feito uso compulsório dela..

A losna se propaga por meio de sementes, por divisão de touceiras ou por estaquia. O solo ideal para o cultivo deve ser argiloso e arenoso, fértil e profundo.

Para o plantio em vasos ou jardineiras, é essencial garantir uma profundidade de 30 cm, mais ou menos. A planta é muito resistente a doenças e raramente é atacada por insetos.

Porém, é essencial a retirada de ervas daninhas que podem prejudicar o seu desenvolvimento. Recomenda-se cautela com a aplicação de adubos ou fertilizantes, pois o excesso pode prejudicar o aroma da losna. A adição de composto orgânico em doses controladas favorece o cultivo.

É tão antiga que foi citada em um papiro egípcio de 3 600 anos atrás. A espécie, nativa da Europa e da Ásia, é também conhecida por Artemísia ou Absinto. A erva era dedicada à deusa da fecundidade e da caça Ártemis, na Grécia Antiga (Diana, para os romanos), originando daí sua denominação científica.

Utilizada na fabricação da bebida conhecida por absinto, essa lendária planta é sempre objeto de recomendações dos especialistas quanto aos cuidados decorrentes do seu uso indiscriminado.

O Absinto é uma bebida destilada feita com essa planta, anis, funcho e outras ervas. As lendas dão conta de que teria sido inventado como remédio para todos os males pelo Dr. Pierre Ordinaire, um médico francês que vivia em Couvet, na Suíça, por volta de 1792. A bebida tornou-se especialmente popular na França, sobretudo pelo seu uso por artistas parsienses do final do século XIX e início do século XX, até ocorrer sua proibição em 1915. A medida surgiu em função dos registro de vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pela ingestão de um licor obtido pela maceração da erva em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais.

No entanto, acabou ganhando popularidade com a sua legalização em vários outros países. Há citações históricas de que artistas como Van Gogh, Rimbaud, Toulouse-Lautrec e outros, tomavam com certa freqüência essa bebida. Historiadores afirmam que o destilado de ervas cor verde-esmeralda, também chamado de "fada verde", seria o responsável pelo comportamento bizarro de Van Gogh.

Tem realmente cor verde-pálido transparente ou, no caso de ter envelhecido, castanho claro, mas sem perda de qualidade. Possui um aroma amargo similar ao anis, porém mais sutil devido às diversas ervas usadas. Apresenta uma porcentagem de álcool muito elevada (45% a 85%).Verdadeiramente, existem, por parte de alguns poetas, relatos de alucinações relacionadas ao consumo de absinto. No entanto, isso nunca foi confirmado e, provavelmente, não passa de um exagero como acontece por exemplo com o vinho - afirmama os defensores do absinto.

Ainda sobre bebidas com teor alcoólico, há também uma de coloração vermelha muito popular no Brasil, que tem por base a Losna e a Groselha.

É o Campari, bem mais suave e gostoso, quando misturado com água tônica, gelo e limão. A erva é usada ainda no preparo do vermute e do licor de absinto.

Da losna faz-se também um chá, evidentemente de sabor quase intragável.

Tão amargo é que até o Rei Salomão teria declarado em um provérbio: "a infidelidade, ainda que possa ser excitante e doce no seu início, costuma ter um fim amargo como a losna".

Popularmente, a losna também é conhecida como erva-do-fel, erva-de-santa-margarida, sintro e erva-dos-vermes. Possui propriedades medicinais estimulantes do apetite, vermífugas e estomacais. No uso externo, é usada para pulverizar canis, galinheiros e outros locais onde dormem pequenos animais, para combater pulgas, piolhos e carrapatos. Já no uso interno, é bom lembrar que, em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. Vale lembrar que a presença de uma substância tóxica - a tuinona - pode produzir efeitos altamente perigosos.

De fato, pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) identificaram, nas substâncias presentes dos destilados preparados com losna (ou absinto), propriedades capazes de causar convulsões, alucinações, surtos psicóticos, dependendo da dosagem. Além disso, os estudos demonstraram que o uso crônico pode provocar danos neurológicos permanentes.

A combinação entre a dosagem de álcool e as substâncias presentes nesta planta pode ser perigosa. Por isto, a maioria dos especialistas costuma recomendar o uso da losna ou absinto na forma de infusão (no máximo duas xícaras de chá ao dia) e evitar a extração do sumo por maceração.

As propriedades antiinflamatórias e digestivas dessa planta são encontradas no óleo essencial que deve ser usado com parcimônia. Em excesso, essa substância pode levar a paralisia e até à morte por sufocação.

Em pequenas doses, não há o que temer: a planta tem ação vermífuga, é estimulante do fígado e favorece o fluxo menstrual.

Encontrei uma receita de chá para gastrite: Ferva 1 xícara de chá de água e despeje sobre 1 colher de sobremesa de folhas picadas. Deixe amornar tampado. Tome metade meia hora antes do almoço e a outra dose 30 minutos antes do jantar.

Outros efeitos

A losna facilita a digestão devido a substâncias amargas presentes em um dos seus compostos, a absintina. Mas seu uso deve ser interrompido, caso apareçam coceiras e vermelhidão na pele. Mulheres grávidas e que estiverem amamentando devem evitá-la, pois ela torna o leite amargo e tem efeitos abortivos. Além disso, as doses diárias devem ser respeitadas e a planta não pode ser utilizada em tratamentos longos.

Curiosidades

A palavra "vermute" tem tudo a ver com a losna: significa "warmwurz", ou seja, "raiz quente" e é o nome da losna em alemão. Já em grego, a palavra losna significa "privado de doçura".

Sandra Fayad

Fonte: www.vaniadiniz.pro.br

Losna

A Losna é uma planta que pode viver até 10 anos, famosa desde a antiguidade por suas virtudes medicinais, aparece efetivamente num papiro egípcio que data de 1600 a.C.

Os Celtas e os Árabes aconselhavam o seu uso, os médicos da Antiguidade diziam ser uma panacéia, isto é, curava tudo.

A losna produz melhor em climas temperados, é muito sensível aos invernos rigorosos.

Não gosta de geadas e neves. Prefere os solos argilo-arenosos, férteis, profundos e permeáveis.

Propaga-se por semente, divisão de touceiras e estacas

A losna

A losna (Artemisia verlotorum Lamotte), pertencente àfamilia das Compositae é provavelmente, originária daEuropa ou da Ásia (Correa, 1984). É uma plantainfestante tanto de solos cultivados quanto de jardins,pastagens e beiradas de estradas. É perene, herbáceae rizomatosa e sua importância como invasora vemaumentando no Sul e Sudeste do Brasil graças a suaeficiente capacidade reprodutiva. Talvez seja a plantadetentora de maior vigor reprodutivo por meiosvegetativos (Lorenzi, 1982).

Esta planta invasora é de dificil controle, pois além dassementes, possui um caule subterrâneo (rizoma) quegarante a sua perpetuação. Após o corte da parte aérea,ocorre uma rápida rebrota dos rizomas que repovoam aregião. Outro problemas aliado a isto, é que em regiõesonde se utiliza agricultura mecanizada, ocorredisseminação desses rizomas que são movimentadospelos implementos agrícolas.

Além disso, a losna é tolerante à maioria dosherbicidas utilizados, principalmente nas culturas demilho e soja, e a utilização contínua de um mesmoproduto nestas áreas causa alterações na flora nativa nosentido de uma seleção em favor das espéciesresistentes. Com o objetivo de dar subsídios para oestabelecimento de métodos para o controle da losna,procurou-se avaliar neste trabalho, durante um períodode 6 meses, algumas características do seucrescimento

Nome Popular: LOSNA
Nome Científico: Artemisia absinthium L.
Família: Asteraceae.
Sinonímia Popular: Absinto, artemísia, losma, gotas-amargas.

Parte Usada

Folhas e flores.

Propriedades Terapêuticas

Carminativa, diurética, colagoga, emenagoga, abortiva, antiparasitária, vermífugo, aperiente.

Princípios Ativos

Tujona, flavonóides, ácidos fenólicos (cafeico), taninos, ácidos graxos, esteróis, carotenóides, vitaminas B e C, compostos azulênicos, metilcamazuleno.

Indicações Terapêuticas

Queimaduras, otites, micoses de pele, ulcerações na pele (tópico), feridas, anemia.

Outros nomes populares: Losna-maior, erva-santa, erva-dos-vermes, erva-do-fel.

Nome em outros idiomas:

Absinthe (França)
Wermut (Alemanha)
Assenzio (Itália)
Common wormwood ou green ginger (USA)
Ajenjo (Espanha, Argentina)
Armoise, madderwort, malurt

Classificação Botânica

Reino: Magnoliopsida
Classe: Asterales
Família: Asteraceae (Compositae)
Gênero: Artemísia
Espécie: absinthium

Descrição botânica

É uma planta herbácea, medindo de 0,40 a um pouco mais de 1 metro de altura, perene; caule piloso (curtos e sedosos), folhas pecioladas, alternas trilobadas na base da planta, com segmentos lanceolados e obtusos; nas medianas são bilobadas e as próximas das flores são de margem inteiras; possuem cor esverdeada na parte superior e branco-prateada na parte inferior. As sumidades floridas estão em capítulos subglobosos, amarelos, agrupados em panículas. O epiderme é formado de células sinuosas, contém estomas nas duas faces; pêlos tectores, glândulas sésseis ou curtíssimamente pedunculadas; o mesofilo é heterogêneo.

Características gerais

Todas as partes da planta possuem sabor muito amargo e aroma muito forte. Crescem espontaneamente em locais pedregosos da Europa, Ásia e norte da África.

No Brasil é cultivada em hortas e jardins em locais agrestes; produz melhor em climas temperados. Tem preferência por solos argilo-arenosos, mas cresce em todos os solos desde que permeáveis. A propagação é feita por divisão de touceiras com raízes, estacas de galhos ou sementes.

Colheita

Colhe-se as folhas preferencialmente antes da floração nas primeiras horas do dia. Em cultivos comerciais, corta-se toda a planta após dois anos.

Princípios ativos

Seu principal componente é um óleo essencial que varia de cor verde-azulada e amarelo-castanho composto principalmente de tujona e alfa e beta-tujona, representando uma porcentagem superior a 40% dependendo do período de colheita.

Mas foram identificados aproximadamente 60 compostos, mono e sesquiterpenos, muitos deles oxidados; estão presentes o linalol, 1,8-cineol, beta-bisabolol, alfa-curcumeno e espatulenol, nerol elemol.

Possui lactonas sesquiterpênicas (do tipo guaianólidos) responsáveis pelo sabor amargo que são: a absintina(0,20-0,28%), artabsina, matricina e anabsintina.

Possui outros constituintes identificados que são: flavonóides, ácidos fenólicos (cafeico), taninos, ácidos graxos, esteróis, carotenóides e vitaminas B e C. A cor azulada indica a presença de compostos azulênicos, metilcamazuleno e outros.

O óleo essencial obtido das flores, principalmente no início da floração, contém mais tujona do que o óleo extraído das folhas.

Atividade biológica

A absintina tem propriedade amargo-estomáquica.

Tujona: possui ação anti-helmíntica contra Ascaris lumbricoides, efeito estimulante do coração e musculatura uterina. Possui também ação antagônica para envenenamentos por narcóticos.

Propriedades farmacológicas

As preparações administradas por via oral produzem um aumento das secreções biliares, gástricas, devido a presença das substâncias amargas. Tem ação estimulante do apetite e favorece a digestão. O óleo essencial possui propriedades carminativas, espasmolítica, antibacteriana e fúngica. Segundo a Comissão E e ESCOP está indicada principalmente para a perda de apetite, dispepsia e distúrbios biliares, espasmos gastrointestinais e flatulência.

Toxicologia da planta

O óleo essencial da Artemísia (losna) puro não é recomendado para uso interno. Por conter tujona na sua composição é altamente tóxico.

A intoxicação manifesta-se através de espasmos gastrointestinais, vômitos, retenção de urina por complicações renais severas, vertigem, tremores e convulsões. O uso prolongado do absinto (bebida alcoólica feita com a losna (A. absinthium) produz um efeito conhecido como abisintismo que se caracteriza por transtornos nervosos, gástricos e hepáticos podendo provocar perturbações da consciência e degeneração do S.N.C.

Conta-indicações

Não deve ser usada por gestantes e crianças menores. Um trabalho publicado em 2002 na Itália confirmou os efeitos neurotóxicos da tujona, presente no absinto.

A planta não dever ser usada continuamente e sem prescrição médica.

Formas de utilização e dosagem

Utilizar na forma de infusões; tinturas e extratos fluidos. Decocção para uso externo em feridas, úlceras de pele e compressas.

Outros usos: É muito utilizada na preparação de aperitivos amargos.

Outro nome popular: Vermute

Origem: Ásia e Europa.

Descrição do uso medicinal - Dosagem

É a grande protetora do aparelho digestivo. A infusão de flores e folhas, essencialmente amarga, usada em pequenas doses, estimula as secreções gástricas, biliares e pancreáticas, aumentando o apetite e estimulando a digestão. Rica em ferro, atenua anemias. O chá forte é usado como vermífugo.

Curiosidades

Na Grécia Antiga esta planta era dedicada a Ártemis, deusa da fecundidade e da caça. Daí a origem de seu nome científico.

Outros usos

As propriedades aperitivas (estimulante do apetite), vermífugas e estomacais explicam o uso da planta no preparo do vermute e do licor de absinto, entretanto, vale lembrar que a presença de uma substância tóxica, a tuinona (tujona), pode produzir efeitos altamente perigosos.

Altas doses do chá e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios.

Não é recomendada para pessoas com problemas com úlceras e gastrite por estímular a salivação e a produção do suco gástrico.

Fonte: biovida.site50.net

Losna

Cultivo da Losna

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Losna

A losna se propaga por meio de sementes, por divisão de touceiras ou por estaquia. O solo ideal para o cultivo deve ser argilo-arenoso, fértil e profundo. Para o plantio em vasos ou jardineiras, é essencial garantir uma profundidade de 30 cm, mais ou menos.

A planta é muito resistente a doenças, raramente é atacada por insetos, porém, é essencial a retirada de ervas daninhas que podem prejudicar o seu desenvolvimento. Recomenda-se cautela com a aplicação de adubos ou fertilizantes (naturais ou químicos), pois o excesso pode prejudicar o aroma da losna. A adição de composto orgânico em doses controladas favorece o cultivo.

Se a finalidade da colheita for as folhas, deve-se retirá-las aos primeiros sinais da formação dos futuros órgãos de reprodução, para evitar a perda dos princípios ativos.

Caso a finalidade seja obter as flores, a colheita deve ser realizada assim que estas começam a se formar, pois a planta permanece florida por cerca de sete dias e, após esse período, as flores se tornam muito sensíveis, desmanchando-se e caindo com facilidade.

Para melhor conservação, a losna pode ser armazenada seca: coloque as folhas e flores estendidas em local ventilado, longe da exposição aos raios solares e depois guarde em caixas de madeira, de preferência.

Usos e cuidados

Os componentes responsáveis pelo uso medicinal da losna ou absinto são: um óleo essencial (vermífugo e emenagogo), absintina (responsável pelo sabor amargo), resinas, tanino, ácidos e nitratos. Como planta digestiva e aperitiva, sua ação se dá pelo estímulo à salivação e à produção de sucos gástricos e, por essa mesma razão, não é recomendada para pessoas que apresentam problemas como úlceras e gastrite.

Usada corretamente e sem excessos, a infusão da losna pode aumentar a secreção biliar, favorecendo o funcionamento do fígado e, ingerida meia hora antes da refeição, pode agir como estimulante do apetite e auxiliar da digestão.

Quanto aos cuidados, não é recomendável o uso por mulheres grávidas e crianças. Além disso, a maceração da planta com álcool, segundo alguns estudos já realizados, apresenta graves perigos, podendo provocar dependência, alucinações e convulsões.

Fonte: www.floresecesta.com.br

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Nomes Populares: Losna, absinto, erva dos vermes, artemísia, erva dos velhos, sintro, alvina, erva santa.

Nome Científico: Artemísia absinthium - Família Compostas

Origem

Seu nome latino significa "sem prazer".

Descrição

Cresce até um metro de altura, mais ou menos. Dá em moitas. Folhas pinatífidas, de cor glauco-esbranquiçada, algo prateada. Sabor amargo. Flores amarelas.

Partes usadas

Folhas e pontas floridas.

Lendas e Mitos

Na Bíblia é apresentada como um símbolo de prova.

Características e Cultivo

Erva perene, cresce de 60 cm a 1 metro. Folhas bem recortadas, de cor verde acinzentadas e esbranquiçadas na parte inferior. Flores amarelas em cachos.

Clima temperado, solos areno-argilosos, bem drenados e rico em matéria orgânica. Semear ou dividir touceiras ou fazer estaquia de galhos para reproduzir.

Propriedades Medicinais

Emprega-se para: catarros, cólicas, diarréia, envenenamentos, escrófulas, estômago (pertubações gástricas diversas), gripe, hidropisia, histerismo, mau hálito, menstruação difícil e dolorosa.

O chá é muito benéfico, limpa e regulariza o funcionamento de diversos órgãos: estômago, fígado, rins, bexiga e pulmões.

Fortificante e estimulante de apetite; bom para anemias. O chá bem concentrado é bom para aliviar vermes. Os sucos ou extratos não devem ser usados, pois são tóxicos.

Infuso: 20 gs de folhas em 1 litro de água por 10 minutos. Tomar 1 colher de sopa de hora em hora.

Utilização

Uso caseiro

Cerveja de absíntio - 01 parte de folhas de losna para 30 partes de cerveja, deixando macerar por 24 horas.(bom para lombrigas e oxiúros).

Fonte: www.cotianet.com.br

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Losna - Artemísia absinthium

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USO MEDICINAL

A Losna é empregada para eliminar vermes, cólicas, diarréias, envenenamentos, intoxicação, catarro pulmonar, inapetência em crianças, afecções gástricas, hepáticas e renais, gripe e mau hálito.

Foi muito usada na antigüidade para combater os envenenamentos por outras plantas e também nas intoxicações.

Usada desde a antiguidade para tratar problemas do sistema digestivo, a losna é um poderoso tônico amargo para aumentar o volume de bílis e do suco pancreático, desta forma a infusão desta erva é um ótimo aliado para casos de indigestão e gases além de ser vermífugo.

ATENÇÃO: ACIMA DE TRÊS XICARAS PODE SE TORNAR TÓXICA!

USO ENERGÉTICO

A Losna é muito energética. Além de debelar as toxidades do corpo, também elimina as da alma e da aura. Faz uma limpeza energética profunda e proporciona ao passivo soluções criativas e metas.

A Losna tem um uso energético desde a antigüidade. Ela era usada para fazer limpezas profundas em ambientes, preparando-o para trabalhos espirituais.

Também é muito usada para talismãs de amor, e é a erva indicada para trabalhos espirituais que envolvam desobcessão. Para esses fins, deve ser usada seca e triturada com as mãos em defumador.

OUTROS USOS

A Losna ajuda em tratamentos para a obesidade, pois ativa fígado, aparelho digestivo e intestinal.
É muito boa para deprimidos e no tratamento de alcoolismo e drogas, pois desintoxica.

Fonte: www.aleph.com.br

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É das verdes e sedosas folhas da losna que se extrai o óleo volátil que serve de base ao licor de absinto (bebida proibida no Brasil e em outros países por causa de suas características tóxicas). Mas esse licor, que alegrou a vida de Toulouse-Lautrec e outros pintores da Belle Époque, é conseguido através de um complicado processo químico.

Mas fácil e saudável é esquecer a complicação e usar a amarga e eficaz losna na forma de simples chá e inofensiva tintura. Usada assim, ela acalma os nervos, protege o estômago e faz o fígado, funcionar melhor.

Cientificamente, ela é chamada de Artemisia absinthium, mas esse sonoro e complicado nome não atrapalha a popularidade da losna.

Conhecida e apreciada por suas qualidades terapêuticas, a erva é tida como a grande protetora do aparelho digestivo. Usada em tintura ou chá, ela corrige a falta de apetite, protege os nervos, mantém o fígado funcionando bem e livra o estômago do excesso de gases causado pela digestão difícil.

Para preparar a tintura, pegue 40 g de folhas e flores de losna, 40 ml de aguardente e 11 ml de vinho branco seco. Macere as folhas e as flores na aguardente e deixe em repouso por 5 dias.

Depois junte o vinho e deixe em repouso por mais 5 dias, filtre o líquido em papel especial e guarde numa garrafa bem arrolhada. Para a falta de apetite, tome um cálice antes das principais refeições. Para a má digestão, a tintura deve ser tomada após as refeições. Apesar do sabor amargo, muita gente tem o hábito de mastigar folhas verdes de losna. De fato, o sumo das folhas tem um efeito tônico sobre todo o organismo, revigorando o aparelho digestivo.

O chá feito com galhos floridos de losna também tonifica o estômago, normaliza o funcionamento do intestino e é um bom remédio para verminose, se tomado em jejum. Ingerido à noite, funciona muito bem como calmante.

Fonte: www.alumiar.com

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Sinonímia Popular: Alvina / Absinto / Erva dos Vermes

Princípios Ativos

Azeite essencial (0,02-0,3%): cineol, alcanfor, linalol e tuiona são os componentes majoritários; além disso, contém borneol, alfa-cadinol, espatulenol, monoterpenos e lactonas sesquiterpénicas.
Flavonóides
: rutósido, isorramnetósido, quercetósido.
Cumarinas:
esculetina, esculina, escopoletina, umbeliferona.
Poliacetilenos, triterpenos pentacíclicos.
Fitosteroes:
sitosterol, estigmasterol. Carotenóides.

Ação Farmacológica

Estimula o apetite, eupéptica, ativa a secreção e a produção de bílis (colerética), antimicrobiana, anti-helmíntica, antifúngica, estrogênica e adstringente (fecha os poros).

Combate vermes intestinais, como a lombriga e o oxiúro, estimula o apetite e combate anemias, ajuda a regularizar o funcionamento do estômago, rins, bexiga e fígado.

Indicações Farmacológicas

Está indicada nos casos de inapetência, dispepsias hiposecretoras, flatulência, discinesias hepatobiliares, amenorréia, dismenorréia, oxiuríasis.

Partes Utilizadas

Flores e folhas

Uso Popular

Tintura das flores e folhas:

Tônico
Estimulante do apetite, distúrbios biliares e hepáticos, flatulência, prisão de ventre, má digestão, dispepsias hiposecretoras
Vermífugo (tênia)
Calmante
Reumatismo, gota
Febre
Amenorréia, dismenorréia, faz descer a menstruação
Antimicrobiana, anti-helmíntica, antifúngica

Infusão das flores: Vermífugo (oxiuríasis)

Chá das folhas 5 g/l (3 x ao dia): Digestivo, aperitivo e vermífugo

Contra indicações

Não deve ser usada na gestante, durante a amamentação, em crianças pequenas e em epiléticos devido ao teor em tuiona.

Efeitos colaterais

A planta fresca pode produzir dermatite

Fonte: www.medicinacomplementar.com.br

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Artemísia absinthium

Também conhecido como erva-santa, erva-dos-vermes, alvina e vermute, essa herbácea adaptou-se perfeitamente ao clima brasileiro.

Natural da Ásia e da Europa, há registros de sua utilização medicinal em papiros que somam mais de 2500 anos.

Essencialmente amarga, a losna estimula as secreções gástricas, biliares e pancreáticas, aumentando o apetite e beneficiando a digestão. Rica em ferro, também atenua anemias causadas pela deficiência desse elemento. Em qualquer um dos casos, o ideal é fazer um infuso a partir de suas folhas e flores.

Medicina

Usado na medicina natural como vermífugo, febrífugo, anti-séptico e para auxiliar no tratamento de diabetes entre outros.

Fonte: www.acquaverde.com.br

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Losna ou Absinto: medicinal ou tóxica?

Losna
Losna

Conhecida como losna ou absinto, a "Artemisia absinthium L." apresenta substâncias poderosas que tanto podem curar como intoxicar.

Conheça melhor esta planta antes de usá-la.

Quem já provou um chá de losna conhece a principal característica desta planta: o sabor amargo.

E dizem que essa característica foi até citada num provérbio de Salomão que teria declarado: "a infidelidade, ainda que possa ser excitante e doce no seu início, costuma ter um fim amargo como a losna".

Na Grécia Antiga esta planta era dedicada à Ártemis, deusa da fecundidade e da caça. Daí a origem de seu nome científico.

Popularmente, a losna também é conhecida como absinto, erva-do-fel, alenjo, erva-de-santa-margarida, sintro e erva-dos-vermes.

As propriedades aperitivas (estimulante do apetite), vermífugas e estomacais explicam o uso da planta no preparo do vermute e do licor de absinto, entretanto, vale lembrar que a presença de uma substância tóxica - a tuinona - pode produzir efeitos altamente perigosos. Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais.

A "fada verde"

O licor de absinto era muito apreciado por famosos poetas e artistas como Van Gogh, Rimbaud, Baudelaire e Toulouse-Lautrec, entre outros. Ao que tudo indica, aquele destilado de ervas cor verde-esmeralda, também chamado de "fada verde", seria o responsável pelo comportamento bizarro de Van Gogh. E, recentemente, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, identificaram nas substâncias presentes nos destilados preparados com losna ou absinto, propriedades capazes de causar convulsões, alucinações, surtos psicóticos; dependendo da dosagem. Além disso, os estudos demonstraram que o uso crônico pode provocar danos neurológicos permanentes.

A combinação entre a dosagem de álcool e as substâncias presentes nesta planta pode ser perigosa e, por essa razão, a maioria dos especialistas costuma recomendar o uso da losna ou absinto na forma de infusão (no máximo duas xícaras de chá ao dia) e evitar a extração do sumo por maceração.

Planta pertencente à família das Compostas, originária da Europa, a losna (Artemisia absinthium L.) é uma planta herbácea, perene (cultivada muitas vezes como anual), que alcança de 1 a 1,20 m. de altura. Produz folhas recortadas, de coloração verde-acinzentada e flores amarelas, bem miúdas e reunidas em pequenos cachos. Em algumas regiões do Brasil a floração da planta é difícil, principalmente em locais muito quentes ou com sol intenso; por isso, para finalidades medicinais costuma-se utilizar mais as folhas do que as flores.

Também é muito importante lembrar que a losna ou absinto (Artemisia absinthium L.) não deve ser confundida com outra planta muito conhecida: o abrótano (Artemisia abrotanum L.) que apresenta folhas mais finas e sabor agradável.

Cultivo e colheita

A losna se propaga por meio de sementes, por divisão de touceiras ou por estaquia. O solo ideal para o cultivo deve ser argilo-arenoso, fértil e profundo. Para o plantio em vasos ou jardineiras, é essencial garantir uma profundidade de 30 cm, mais ou menos.

A planta é muito resistente a doenças, raramente é atacada por insetos, porém, é essencial a retirada de ervas daninhas que podem prejudicar o seu desenvolvimento. Recomenda-se cautela com a aplicação de adubos ou fertilizantes (naturais ou químicos), pois o excesso pode prejudicar o aroma da losna.

A adição de composto orgânico em doses controladas favorece o cultivo.
Se a finalidade da colheita for as folhas, deve-se retirá-las aos primeiros sinais da formação dos futuros órgãos de reprodução, para evitar a perda dos princípios ativos.

Caso a finalidade seja obter as flores, a colheita deve ser realizada assim que estas começam a se formar, pois a planta permanece florida por cerca de sete dias e, após esse período, as flores se tornam muito sensíveis, desmanchando-se e caindo com facilidade.

Para melhor conservação, a losna pode ser armazenada seca: coloque as folhas e flores estendidas em local ventilado, longe da exposição aos raios solares e depois guarde em caixas de madeira, de preferência.

Usos e cuidados

Os componentes responsáveis pelo uso medicinal da losna ou absinto são: um óleo essencial (vermífugo e emenagogo), absintina (responsável pelo sabor amargo), resinas, tanino, ácidos e nitratos. Como planta digestiva e aperitiva, sua ação se dá pelo estímulo à salivação e à produção de sucos gástricos e, por essa mesma razão, não é recomendada para pessoas que apresentam problemas como úlceras e gastrite.

Usada corretamente e sem excessos, a infusão da losna pode aumentar a secreção biliar, favorecendo o funcionamento do fígado e, ingerida meia hora antes da refeição, pode agir como estimulante do apetite e auxiliar da digestão.

Quanto aos cuidados, não é recomendável o uso por mulheres grávidas e crianças. Além disso, a maceração da planta com álcool, segundo alguns estudos já realizados, apresenta graves perigos, podendo provocar dependência, alucinações e convulsões.

Curiosidades

A palavra "vermute" tem tudo a ver com a losna: significa "warmwurz", ou seja, "raiz quente" e é o nome da losna em alemão. Já em grego, a palavra losna significaria "privado de doçura". A medicina popular desaconselha o uso da losna por mulheres em fase de amamentação, pois a planta "torna o leite amargo".

O absinto é famoso desde tempos muito antigos, pelas suas virtudes medicinais, sendo inclusive citado num papiro egípcio que data de 1.600 a.C.

Rose Aielo Blanco

Fonte: www.jardimdeflores.com.br

Losna

Nome Científico: Artemisia Absinthium L.

Nome Popular: Absíntio, absíntio comum, absinto, acinto, aluína, alvina, artemísia, erva dos vermes, erva santa, flor – de – Diana, gotas amargas, grande absíntio, grande absinto, losma, losna, losna branca, losna maior, erva dos velhos, acintro, vermute, erva – dos – bichos, losna – de – dioscórides, absinto maior, absinto – comum.

Família: Asteraceae ( Compositaea ).

Losna
Losna

Aspectos Agronômicos

Planta de clima temperado, não resiste a geada, porém rebrota na primavera. A planta necessita de um fornecimento regular de água.

Ela se propaga por sementes, por divisão de touceiras ou por estaquia. As plantas originadas das sementes são de qualidade bem superior aquelas que resultam do plantio de raízes divididas (touceiras). Por outro lado uma planta ou cultura efetuada com raízes divididas tem menor duração em anos e é menos produtiva. Na propagação por sementes é usual produzir-se previamente as mudas, em sementeiras, e depois transplantá-las.

O cultivo deve ser feito em canteiros, bem preparados, com adubação orgânica, preferindo porém solos meio argilosos e meio arenosos, secos e profundos.

Colhem-se as folhas antes da floração, pois no decorrer dela perdem partes de suas propriedades terapêuticas.

Parte Utilizada

Folha e sumidades floridas.

Constituintes Químicos:

Resina, ceras, taninos, vitamina B6 e C.
Fitosterol, quebrachital, substâncias carotenóides e flavonóides.
Compostos lactônicos em particular sesquiterpenos.
Ácidos orgânicos: málico, succícnico, tânico, palmítico, nicotínico.
Princípios amargos: absintina, anabsintina, artabsina e santonina.
Óleo essencial: tuiona (32,4% - 34,6%), tuiol, camazuleno, felandreno e borneol (30%).
A absintina é a mistura de artamarina, artamarinina e artamaridinina.
Lactonas sesquirtepênicas (anabsintina, absintina).
Proazuleno, carotenos, pectina e mucilagens.

Origem

Ásia, Europa e Norte da África.

História

A losna é uma planta herbácea perene que pode viver até 10 anos. Suas virtudes medicinais são conhecidas desde a antiguidade. É citada num papiro egípcio que data de 600 a.C. Os celtas e os árabes também a empregavam no tratamento de problemas digestivos.

A losna é aromática mas de sabor amargo, seu nome vem do grego e significa: “privado de doçura”.

É tão amarga que na Bíblia é citada como símbolo das dificuldades e tristezas da vida. Somente com muita fé na sua eficácia é possível suportar o seu desagradável sabor.

Segundo uma antiga lenda européia a losna “arrebata o valor do homem”.

Atualmente a losna é também aplicada como aromatizante de bebidas amargas como vermute.

As propriedades medicinais foram descobertas pelas pessoas que viviam nas regiões semi – áridas e temperadas, que constituem seu habitat. Num antigo texto grego de Dioscórides, é citada a capacidade de desperisitação interna da losna. Os chineses ainda enfiam uma folha enrolada de losna na narina para parar as hemorragias nasais.

Uso Fitoterápico

Catarros, cólicas, diarréias, envenenamentos, escrófulas, estômago (perturbações gástricas diversas), flores-brancas, falta de apetite, fígado (afecções diversas), gripe, hidropisia, histerismo, mau–hálito, menstruação difícil e dolorosa.

Em doses maiores, age como emenagogo, febrífugo, vermífugo.

Anorexia, enfermidades nervosas, dispepsia, dismenorréia, transtornos biliares.

Seu chá é muito benéfico: limpa e regulariza o funcionamento de diversos órgãos: estômago, fígado, rins, bexiga e pulmões.

Farmacologia

Estimula e melhora o processo digestivo. É usada na indigestão, especialmente quando há deficiência na qualidade ou quantidade do suco gástrico. Seu princípio amargo e óleo volátil estimulam as secreções, aumentando o apetite.

Como este fármaco é amargo, estimula a secreção estomáquica por excitação da mucosa, aumenta as secreções biliar e pancreática e o peritaltismo intestinal

Os efeitos psicomiméticos do fármaco resultam da interação da tuiona, constituinte do óleo essencial, com alguns sítios receptores no cérebro.

Em doses baixas estimula o apetite, em doses altas é psicoestimulante e vermífugo.

A losna pode fazer com que algumas pessoas experimentem uma grande sensualidade e se afirma que a causa se deve a um ingrediente químico: a tuiona.

A presença da absintina, santonina e anabsintina podem atuar como afrodisíaco por si mesmas.

Sua ação como amargo aromático vem atribuída ao conteúdo de substâncias amargas e do óleo essencial.

Riscos

Não se recomenda uso por, gestantes, lactantes, pessoas sensíveis que apresentam irritações gástricas e intestinais.
Se utilizada em doses altas, pode causar convulsões, perda da consciência, alucinações e até aborto.
Usar somente na dose recomendada e durante o tempo de tratamento especificado. Em altas doses deve ser evitado devido aos efeitos tóxicos que pode desenvolver.

Uso Fitoterápico

Uso Interno

Infuso: 20g de folhas e sumidades floridas, em 1 litro de água. Tomar 2 xícaras ao dia, antes ou após as refeições. Como estimulante do apetite, usar 5 a 15g por litro de água.
Vinho:
deixar macerar por 10 dias 20g de folhas e sumidades floridas em 1 litro de vinho. Tomar 1 cálice após as refeições.
Tintura:
20 a 40 gotas ou 1 a 4mL, 2 a 3 vezes ao dia antes ou após as refeições (efeito digestivo e para transtornos biliares).
Tintura mãe:
20 gotas, 3 vezes ao dia.
Extrato seco:
200mg / dose, 2 a 3 vezes ao dia, antes das refeições.
Pó:
1g, 3 vezes ao dia antes das refeições.

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Fonte: www.unilavras.edu.br

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