O Lotus Elise tem fama de ser um carro de corrida para as ruas. O modelo é dotado tem um motor 1.8 16v com 190cv de potência.
Para o mercado americano este motor é produzido pela japonesa Toyota em parceria com sua conterrânea Yamaha.
Já para outros mercados, o propulsor de 156 cv é feito pela inglesa Rover.
Outra característica que contribui para a agilidade do esportivo é o peso de apenas 903 kg. O Elise faz de 0-100 km/h em 4,6 segundos e sua aerodinâmica gera 42 kg de downforce a 160 km/h.
O modelo traz novidades no painel de instrumentos - um tela de LCD de alta definição, com mais funcionalidades e novo desenho. Todas as versões do Elise contam com airbag tanto para motorista quanto para passageiro.

Fonte: quatrorodas.abril.com.br
Fundada por um dos mais bem sucedidos engenheiros do pós-guerra, Colin Chapman, a Lotus é uma das mais tradicionais fábricas de automóveis britânicas. Desde que Chapman transformou seu carro de corrida e criou o Mk7, vários outros modelos de sucesso vieram a ser produzidos.
Mas Chapman se dedicava mais às corridas do que à produção de seus carros. A marca quase extinguiu-se em 1981. Três anos depois, 25% da Lotus foram vendidos à Toyota e em 1986 foi absorvida pela GM. A General Motors gastou milhões de dólares para desenvolver o Elan II, mas as vendas não atingiram o objetivo. A Lotus foi vendida então, em 1996, à Proton, fabricante de automóveis da Malásia. Até há pouco tempo não se sabia por quanto tempo mais seria possível manter a Lotus. Hoje há esperanças, pois o Elise (foto) tornou-se um sucesso.
O Elise foi lançado no Salão de Frankfurt de 1995, juntando-se ao Esprit existente desde 1980. No Salão de Genebra de 1998 o Esprit ganhou a motorização V8, mais condizente com a concorrência. No último ano surgiu o 340R. Todos seguem a filosofia de Chapman, que prega a redução do peso em busca do máximo desempenho.