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Louro

Nome Científico: Lauros nobilis L.
Nome Popular: Louro –comum, loureiro – dos – poetas, loureiro – de – Apolo, loureiro – de presunto.
Família: Lauráceas.

Louro

Aspectos Agronômicos

A reprodução é feita por sementes ou por estacas cortadas dos ramos, de preferência em solos drenados, férteis, ricos em matéria orgânica, abrigados de ventos fortes e geadas, e que recebem uma boa dose de luz solar. As folhas podem ser colhidas sem o pecíolo, quando estiverem desenvolvidas, em qualquer época do ano, e os frutos somente quando estiverem maduros.

Parte Utilizada

Folha e Fruto.

Constituintes Químicos

Essência rica em cineol

Eugenol

Pineno

Ácidos orgânicos (acético, isoleutérico, valeriânico) livres, esterificados

Terpinenos

Sesquistepenos

Um álcool sesquirtepénico

Lipídios

Tanino

Princípio amargo indefinido

Origem

Ásia menor e foi introduzida nas regiões do mar mediterrâneo (Síria e África do Norte).

Aspectos Históricos

A palavra latina lauros significa “honraria” e nobilis, “célebre”, “nobre”.
Essa era uma árvore consagrada a Apolo, o deus grego da profecia, da poesia e da cura.

O Telhado do Templo de Apolo, em Delfos, era inteiramente coberto de folhas de loureiro, que protegiam da doença da feitiçaria e dos relâmpagos. As coroas feitas com essas folhas tornaram-se a marca de excelência de poetas e atletas, e para os Romanos, o loureiro era o símbolo da sabedoria e da glória.

Uso Fitoterápico

Tem ação

Diurética

Sudorífica

Emenagoga

Antiinflamatória

Estimulante e anti

Séptica

É indicado

Para curar ou aliviar má – digestão

Debilidade estomacal

Alta de apetite

Gases

Cólicas abdominais

Nevralgias

Fraqueza neuromuscular

Amenorréia

Reumatismos

Feridas e chagas ulceradas

Anúria

Dispepsias

Farmacologia

É amplamente empregado nos quadros de dispepsia, anorexia, flatulência, em casos de astenia e dores de origem reumática. Como uso externo, em feridas e úlcera. Apresenta atividade antiespasmódica. Em ratos, o extrato do vegetal gerou certo grau de teratogênese (malformação fetal), além de aumentar a possibilidade de abortamento.

Riscos

Em altas doses pode ser abortivo.

Fitoterápico

Uso Interno

Chá por infusão: 2 colheres de sopa de folhas picadas para um litro de água fervente; 3 xícaras por dia.

Em uma xícara de chá coloque 1 colher de sobremesa de folhas fatiadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tomar 1 xícara de chá, antes das principais refeições.

Uso Externo

Azeite extraído das folhas ou dos frutos aquecidos e triturado.

Bibliografia

Balbach, A. As plantas Curam. Itaquaquecetuba: Vida Plena, 2ªedição, 1993, p. 147-148.

Corrêa, A.D.; Batista, R.S.; Quintas, L.E.M. Do Cultivo à Terapêutica. Plantas Medicinais. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 156-157.

Panizza, S. Cheiro de Mato. Plantas Que Curam. São Paulo: IBRASA, 1998, p. 139-140.

Sanguinetti, E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre: Rígel, 2ªedição, 1989, p. 145.

Fonte: www.unilavras.edu.br

Louro

Planta Dotada de Propriedades Medicinais e Culinárias

Louro

Planta utilizada pelos antigos romanos como ornamento, cujas folhas têm propriedades medicinais e culinárias, o louro ou loureiro tem sido representado em muitas obras de arte, tanto em arquitetura quanto em esculturas e pinturas.

Na civilização greco-romana, um dos prêmios mais cobiçados pelos atletas, poetas e guerreiros era uma coroa feita com folhas dessa árvore. Até hoje se chama de laureado quem foi distinguido com determinado prêmio ou honraria.

Louro (Laurus nobilis) é uma planta de folhas perenes da família das lauráceas, cuja altura pode chegar a 15m.

De origem mediterrânea, possui folhas oblongas, coriáceas, fortemente aromáticas, utilizadas como condimento e também por suas propriedades medicinais. Suas flores, pequenas e brancas, brotam em grupos ou isoladamente e dão lugar a pequenos frutos de cor escura. O óleo da semente tem aplicação em veterinária como vermífugo, e usa-se a madeira em construções e objetos de luxo.

No Brasil, há vários tipos de louro, especialmente na Amazônia. Louro-branco (Ocotea guianensis), louro-cravo (Dicypellium caryophyllatum), louro-pimenta (O. canaliculata), louro-rosa (Aniba parviflora) e louro-vermelho (O. rubra) são alguns deles.

Louro (Laurus nobilis) é uma planta de folhas perenes da família das lauráceas, cuja altura pode chegar a 15m.

De origem mediterrânea, possui folhas oblongas, coriáceas, fortemente aromáticas, utilizadas como condimento e também por suas propriedades medicinais. Suas flores, pequenas e brancas, brotam em grupos ou isoladamente e dão lugar a pequenos frutos de cor escura. O óleo da semente tem aplicação em veterinária como vermífugo, e usa-se a madeira em construções e objetos de luxo.

No Brasil, há vários tipos de louro, especialmente na Amazônia. Louro-branco (Ocotea guianensis), louro-cravo (Dicypellium caryophyllatum), louro-pimenta (O. canaliculata), louro-rosa (Aniba parviflora) e louro-vermelho (O. rubra) são alguns deles.

Fonte: www.emdiv.com.br

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